Três artistas que vão além da tatuagem sexy

Tatuagem é sexy e ponto. Mas e quando elas são sexuais? Não vamos confundir com as tattoos íntimas, aquelas feitas em regiões do corpo que só médicos e transantes têm acesso. Estou falando de temática. Tem gente que gosta de tribal, tem gente que gosta de sexual.

Eu sei, as primeiras imagens que vem à mente são órgãos genitais toscos ou, em oposição, ultrarrealistas. Não importa, tudo de mau gosto ostensivo.

Mas há artistas que conseguem ser explícitos sem abusar da vulgaridade. Obsceno, ousado, mas com estilo. Quem encararia fazer uma destas?

 

Crédito da foto: Instagram/onnieolearytattoo

 

Onnie O’Leary 

 

Crédito da foto: Instagram/onnieolearytattoo

A australiana que viajou a Europa com suas agulhas mistura a linguagem visual dos quadrinhos e da pop art em imagens sempre emolduradas e bem coloridas. Nem tudo tem conotação sexual, mas cenas de BDSM (sexo sadomasoquista), vaginas que emolduram paisagens e siriricas são alguns dos temas mais apimentados já tatuados por ela.

 

Britnny Abad 

 

Crédito da foto: instagram.com/blaabad

 

Ela é uma moça que desenha com traços simples e alguns toques de surrealismo, em Portland, Oregon, uma das cidades mais hipsters e cool do mundo. A tatuadora acredita que as pessoas não gostam de falar e muito menos de ver sexo em um contexto público.  E que isso é errado. Garotas explorando a sexualidade e o prazer é o foco de seus desenhos sexuais.

German Gabriel Canalla

Crédito da foto germancanallatattoo.tumblr.com

O tatuador de Buenos Aires se descreve como um romântico incurável com uma mente safada. Old school com tarja preta, cenas BDSM e muita irreverência marcam seu trabalho.

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