Libera geral (ou não)

Por carmen

Quando o parceiro ou a parceira é mais liberal que a gente, a gangorra de emoções e excitações pode ser angustiante ou estimulante – mas nunca neutra.

Recebi a história de um cara que não quis se identificar. Ele contou sobre o relacionamento sexual que teve com uma mulher baiana, casada, assim como ele. Ela, liberal, adepta de BDSM, praticante de ménage e do poliamor – um mundo novo que gerava conflitos internos para ele, mas também muito prazer. “Tesão é uma descoberta constante na vida”, escreveu.

 

Crédito da foto: suckmypixxxel.tumblr.com

 

Algumas pílulas do que me contou:

– “Na primeiríssima vez que fomos para a cama, ela me abraçou e disse ‘não peça nada, mande. Eu obedeço, hoje faço o que quiser’. Meu pau já começou a latejar, começamos a nos abraçar e nos esfregar, o pau babando e a xoxota dela toda melada, foi ótima sintonia de pele e o cheiro”.

– “Ela ficava falando um bocado de putaria, de sacanagens que gostava e havia feito no meio da trepada. Começou a contar que um outro amante lhe amarrava e lhe punha uma coleira, deixava uma vela acesa escorrer a cera quente em seus bicos, colocava-a de bruços, dava uns tapas na bunda, a mandava abrir as nádegas e deixava cair a cera no cuzinho dela até tapar, depois vinha com o cacete duro e enfiava arrombando tudo. Confesso que me instigou, gozarmos bastante”.

– “Acabamos criando muita intimidade, sabia que ela não trepava só comigo e o marido, tinha o outro amante, que era bissexual, e sei lá mais quem. Começaram muitas brigas por ciúmes. O fato de ela ser uma viciada em sexo, a princípio, me deixava todo enciumado, mas confuso porque também ficava com muito tesão. Era pensar nela fodendo com outros e meu pau molhava a cueca. Quando ela contava umas surubas que ela fazia com o marido, enquanto trepava comigo, eu ia à lua e voltava várias vezes”.

– “Um dia, desconfiei que ela fosse trepar com outro cara, a segui até entrar em um motel. Fiquei no quarto do lado tentando escutar pela parede e batendo punheta, depois fui para esquina da casa dela e quando ela passou, eu a chamei,  pedi para entrar no meu carro, e a levei para a minha casa. Eu a agarrei e fui logo a beijando, louco de tesão, tirei sua roupa e chupava a buceta toda molhada de outra transa. Ela, pra disfarçar, dizia que estava com muito tesão, não sabia que eu a tinha seguido, não contei nada. A sensação era inebriante, o tesão fortíssimo, o cheiro de sacanagem no ar deixava meu cacete todo babado, era um êxtase, toda essa troca de fluidos sexuais.”

 

Você tem um relacionamento liberal? Tem conflitos em relação a isso? Conte para carmenfaladesexo@gmail.com