A exibida da praça de alimentação – parte 2

Por carmen

Eu tenho uma amiga que anda causando na gringa. O relato dela de hoje é uma continuação dessa história aqui, em que ela e um desconhecido perderam qualquer pudor na praça de alimentação de um shopping nos Estados Unidos!

 

Crédito da foto: suckmypixxxel.tumblr.com

 

“O segurança que resolveu nos enquadrar estava com o pau ereto – e eu percebi. Fiquei indignada. Comecei a falar pra ele o hipócrita que ele era quando ele me olhou profundamente na tentativa de se comunicar comigo por telepatia. Aquilo era uma encenação. Ele precisava nos tirar dali por atentado ao pudor segundo os códigos daquele shopping center puritano. Ele queria se desculpar. Ele queria, na melhor das hipóteses, continuar sua sessão de voyeurismo grátis. Ele queria tudo.

Seguimos para o estacionamento, Jake cabisbaixo, envergonhadíssimo. Apertei sua mão e disse um don’t worry, babe sem sotaque. Nos despedimos do segurança.

Have a good one, ele nos disse. E desapareceu.

Saímos daquele estabelecimento um tanto sem rumo, Jake calado. Começamos a conversar um pouco. De onde você é, o que faz, onde vive, se costumava usar o Tinder em uma cidade tão remota dos Estados Unidos, se já tinha sido casado ou mesmo se era. Falei um pouco sobre mim, aquele papinho sem futuro, quando avisei que estava sem calcinha, assim, do nada. Ele enlouqueceu. Começou a me acariciar as pernas, agora arrepiadas pelo ar condicionado forte do carro. Fui abrindo minhas pernas e as mãos dele se aproximando. Apertou as laterais das minhas coxas na região da virilha e comecei a sentir um tesão incontrolável. A cabine daquele carro era tão grande que meu braço não alcançava o pau dele – eu precisava retribuir! O carro em movimento. Respiração forte. Cheiro de sexo ficando mais intenso que o aroma para automóveis que ele tinha pendurado no retrovisor.

As mãos de Jake eram fortes, grandes, sabiam acariciar bem. Aquela história de que americano é ruim de preliminares não estava rolando por ali. Acabou me levando até sua casa. Nem me importei. Na entrada, ele me pressionou contra a porta, reclinando seu peitoral sobre o meu corpo pra já me dar o gostinho do que estava por vir. Nos beijamos, nos comemos vivos, como dois animais no cio. Entramos. Na sala, imensa, nos jogamos no chão sobre o tapete felpudo da melhor poliéster que a China poderia produzir. Ao tirar a roupa, não tinha um único pelo no corpo: fazia natação desde os tempos da faculdade e manteve o hábito. Aquele corpo perfeito, de quem já foi atleta um dia e se mantinha saudável, sem exageros. O pau rosado, agora vermelho-vinho, em seu estado anguloso e viril, teve o privilégio de entrar na minha boca. Nunca chupei um pau desconhecido tão deliciosamente. Nunca manuseei um pau como naquele dia. Gozamos juntos. Parecia que nossos corpos já se conheciam de longa data.

Não à toa, em três meses dei entrada no meu Green Card.”

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