O ébano e o marfim em perfeita harmonia

Por carmen

É categoria de pornô e, a exemplo de diversos outros temas, como a objetificação da mulher, é geralmente abordado de forma leviana pela indústria. Estou falando de sexo inter-racial.

 

Crédito da foto Pinterest
Crédito da foto Pinterest

 

Mas recebi um texto que não polemiza, apenas relata o prazer estético de uma mulher branca ao se ver nos braços de um homem negro.

Assim como eu adoro estar com um cara com mais de 1,80m, porque o encaixe para o beijo, para a penetração em pé ou para a chupada de joelhos é perfeito, ela gosta do contraste de cores, do ébano e do marfim em perfeita harmonia.

“Quando ele fechou a porta daquele quarto de motel e se virou para me beijar, eu já estava na dele. Mas, quando tirou a minha blusa e me deixou tirar a camiseta dele, eu não sei descrever o que aconteceu comigo. Esse é aquele primeiro momento em que as peles se tocam, que a gente sente o real cheiro da pessoa. Mas para mim, tinha mais que isso.

Já sem sutiã, só nos restavam as calças jeans quando eu o puxei para a cama. Eu deitada, ele de pé, desabotoou a minha e puxou-a pela barra. Ficar com os pés em seus ombros, deslizar por seu peito enquanto ele os beijava até chegar ao joelho deixou nítido para mim o que eu mais admirava ali. E foi com o pé mesmo, que eu abaixei a calça e a cueca dele, para que ficássemos na mesma situação.

Queria conseguir explicar, mas não sei como dizer o que senti quando olhei para o espelho no teto. Ele em cima de mim, eu o abraçava, o arranhava e ainda trançava minhas pernas nas suas costas para não deixa-lo sair dali, daquela posição, daquela cena.

Era como yin-yang. Minha pele clara contrastava com a pele negra dele, numa sintonia e química que só corpos, peles e sensações atingem. Eu gostei de como dá pra ver o que sou eu e o que é ele, mas, no nosso ritmo, é tudo um só.

Naquele quarto de motel, nossa diferença racial foi o toque especial que me deixou com mais tesão.”

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