Meninas ensinam meninos

Por carmen

Adoro quando histórias que fogem da heteronormalidade aparecem na caixa de entrada do blog. Diversas e sem rótulos, esses relatos me deixam, digamos, animada. 😉

Essa é quente e acabou de chegar: fala de uma garota que deseja outra garota, mas há outra garota no rolo. No fim, tem um garoto que acaba se dando bem e outro que… bem, leiam e vocês vão descobrir!

 

Crédito da foto suckmypixxxel.tumblr.com
Crédito da foto suckmypixxxel.tumblr.com

 

” Tenho um amigo que mora em uma cobertura no Centro de São Paulo.  Na sexta-feira, o happy hour foi lá. A turma era a de sempre: o dono da casa, um amigo da faculdade e eu. Nenhuma mulher solteira. Mas, um pouco de álcool já me faria feliz.

Logo começaram as risadas e piadas na sacada do apartamento. E, como miragem, vi passar na rua aquela garota linda do outro curso da faculdade mas, como fim de um sonho, ela passeava com a namorada. ‘Ei, meninas!’, gritou o dono do apartamento. “Venham beber com a gente! Subam aí!”

Com elas ali, a bagunça aumentou. Eu não sei se conseguia disfarçar a expressão de desejo. Talvez pela força do meu pensamento, a namorada dela logo disse que iria embora, mas a garota linda poderia ficar. O sorriso que abriu no meu rosto nessa hora, com certeza, eu não consegui esconder, porque foi a namorada virar as costas, a garota linda me olhou e piscou.

Agora, éramos em número par: dois garotos e duas garotas, porém, a conta não fechava. O segundo amigo propôs um strip pôquer. Topamos. Sem necessidade de detalhes sobre o jogo, posso ressaltar que em toda rodada, eu e ela perdíamos.

Nosso anfitrião, muito bêbado, pediu um tempo  para ir à cozinha beber água ou qualquer coisa que melhorasse o seu estado mental. À espera dele, nós três começamos a conversar, mas eu e ela estarmos só de calcinha e sutiã, e o nosso amigo só de cueca não fazia o momento apropriado para conversas aleatórias. O dono do apartamento demorou, demorou muito. Suspeitamos que tivesse dormido no sofá.

A garota linda aproveitou e começou dar uma aula de sexo para aquele garoto. Mas, quando ela começou a tocar meu peito e meus mamilos para ensiná-lo como acariciar uma mulher, eu enlouqueci. Não, eu não acreditava que ela estava tirando meu sutiã e apertando, lambendo, chupando meus seios. Logo, eu também o ensinei como abrir o fecho do sutiã dela com uma mão só.

Éramos três tocando dois corpos femininos. Chegamos na parte do meu corpo que ainda pulsava pela garota linda: a minha buceta. Detalhe por detalhe, ela foi fazendo e ensinando a ele. Mas, era ela quem me olhava, era ela quem eu desejava. Senti a mão dele tentar o mesmo. Por incrível que pareça, ele conseguiu me dar prazer. Além de linda, gostosa e simpática, ela é uma ótima professora.

Mas ele parou. Por quê? Pra ela usar a boca. Ah! Valeu a pena! Ela continuou com a aula particular. E ele fez a tarefa. Enquanto ele treinava, fazia igual, ela começou a me beijar. Aos poucos, ela me tocava, subia em cima de mim, e o garoto não parava. Meu corpo estava entregue.

Fui empurrando o corpo dela ao ponto de ter aquela buceta encharcada da minha boca. Juntas, rebolávamos, gemíamos, nos entregávamos e gozamos. Beijei-a, acariciei-a, e quando levantamos, vimos o garoto batendo punheta e gozando sozinho. Pensei comigo: ‘Desculpa, amigo! Eu não gosto do seu instrumento e, pelo jeito, nem ela!’ Mas, eu garanto que aquele cara agora sabe tocar e chupar uma mulher como nenhum outro. A aula dele foi exclusiva.”
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