Banheiro da balada: onde tudo é apertadinho

Por carmen

Tem umas festas que ficam na memória para mim, seja pelo set de músicas, pela risada com os amigos, ou pela atmosfera sexy.

Fim de ano chegando, tempo de celebrar, e me recordo da balada incrível que fui nos últimos dias de 2015, em uma das casas com mais personalidade da Vila Madalena. Na mesa, um pernil desfiado de comer lambendo os dedos; no jardim, música brasileira e um povo sexy da porra.

Uma amiga ficou tão inebriada pelo clima hedonista que arrancou a roupa na pista de dança. E nem tinha bebido mais do que duas Heinekens. Eu confesso que levantei a saia, mostrei a calcinha, mas parei por aí.

Flerte e pegação estão em casa numa balada. Mas transar, de verdade, com boquete, penetração e o escambau, é mais raro, né? Eu e Diego sempre falamos de transar nos banheiros dos bares, mas nunca ficamos bêbados o suficiente. Nossa transa acaba rolando numa rua escura, no banco do passageiro  (eu sei, eu sei, adolescentes e inconsequentes).

Aí chega mais um relato do blogueiro Homo Sapiens Sampa, que apronta muito pela noite LGBTQ paulistana.

 

Crédito da foto suckmypixxxel.tumblr.com
Crédito da foto suckmypixxxel.tumblr.com

 

“Sexta-feira não é meu dia predileto pra balada forte, em geral estou bem cansado do batidão do trabalho. Mas como viajaria no sábado, acabei indo para mais um momento de pegação e música eletrônica.

A noite transcorria da mesma forma como as demais: uma cerveja para abrir os trabalhos, a sintonia progressiva com o som.  Saindo pra tomar um ar, passo por um baixinho de calça jeans apertada, malhadinho. Nós nos olhamos, trocamos rápidas palavras e começamos a nos tocar. As mãos passavam pelo corpo um do outro como se estivessem buscando tesouros escondidos (e acredite, eles existem!).

Sabe o que quero dizer quando alguém é muito ‘gostosinho’? Esse rapaz fazia uma linha mais mignon e me despertou uma fúria erótica. Deslizava minhas mãos pelo peito, barriga, o abraçava forte, até que cruzei a fronteira da sua calça jeans e fui direto à bunda.

Uma bundinha gostosa, redonda, pequena. Não conseguia tirar as mãos de lá. Meu pau duro (ainda dentro da calça) tocava o dele (também dentro da calça) e esfregávamos nossos corpos suados.

Pouco tempo depois ele me puxou e me levou em direção ao banheiro. Eu já imaginava o que estava por vir e pensei comigo: ‘Onde consigo uma camisinha?’ Só que ele foi me guiando e, de repente, já tínhamos entrado em uma cabine, ele abriu minha calça e começou a punhetar meu pau babão.

Eu me encostava na parede da cabine e curtia o momento inusitado. Até o ponto em que o virei para sentir sua bunda; comecei a roçar meu pau ali imaginando que não daria pra ir muito além sem proteção.

Qual não foi minha surpresa quando ele levou a mão a um bolso da sua calça e sacou de lá uma camisinha e um sachê de gel?

Foi uma cena linda ver aquela bundinha se mexendo, indo e vindo sobre o meu pau, ao mesmo tempo em que o escutava gemer de tesão. Ele também tinha um pau gostoso, grande, e batia uma punheta pela frente, enquanto curtia meu pau por atrás.

Nós estávamos quase pra gozar quando um segurança bateu forte na porta, nos lembrando sutilmente que havia outras pessoas que também gostariam de utilizar a cabine. Tomei um certo susto e aí já era impossível gozar. Tirei a camisinha, vestimos a calça e saímos tranquilamente. Nos despedimos com um abraço curto, algumas palavras e um sorriso de canto de rosto. Tudo muito simples, sem drama, só prazer.”

Conte sua aventura erótica, vou adorar ler e publicar: carmenfaladesexo@gmail.com