Seduzindo no voo Los Angeles-Dallas

Por carmen

Crédito da foto suckmypixxxel.tumblr.com

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Eu gostaria de transar em um avião, e sei que não estou sozinha nessa fantasia. Por isso curti tanto a história da Mônica.

“Fazia um século que eu não transava. Estava sem namorado e sem tempo pra sair, numa loucura de entrega de projetos e viagens a trabalho que não deixavam espaço pra isso. Mas a vontade estava lá, latente. Nas horas de calmaria, no banheiro esfumaçado pelo chuveiro quente ou enrolada nos lençóis macios dos quartos de hotéis, eu me masturbava e imaginava um homem de braços fortes e pau duro me comendo com força, me fazendo gozar.

Estava em um dia especialmente carente de sexo quando peguei um voo de Los Angeles para Dallas no começo da noite, para finalmente voltar pra casa depois de uma semana de trabalho intenso. A conexão seria rápida, ainda bem, e na manhã seguinte estaria em São Paulo.

Mas o voo atrasou, ficamos em solo dentro da aeronave por quase uma hora. Eu estava sentada no corredor. Ao meu lado, no assento da janela, tinha um garoto. Ele deveria ser uma década mais novo que eu. Usava calça jeans bem larga e uma camisa mais justa. Era americano de ascendência latina.

No tédio da espera e com o fogo que ardia no meio das minhas pernas, tive uma ideia. E se eu seduzisse o garoto ao lado?

As luzes da cabine estavam apagadas. A iluminação vinha apenas das luzes do aeroporto. Eu fechei os olhos e comecei a fingir que cochilava. ‘Dormindo’, encostei minha perna na dele. Ele se ajeitou para se afastar respeitosamente. Eu dei um tempo e encostei de novo. Dessa vez, ele deixou. Fiquei assim, prestando atenção na textura da calça, no calor do corpo dele, contra o meu joelho.

Quando o avião decolou, aproveitei para encostar mais ainda e assim ficamos. Eu sentia a adrenalina da minha ousadia. Depois de um tempo, minha farsa do sono não colou mais. As luzes foram plenamente acesas e os comissários andavam de um lado para o outro, servindo bebidas, oferecendo serviços. Abri os olhos, me endireitei, fingi inocência e até um ar blasé.

Ele aproveitou o momento do serviço de bordo para puxar papo. Não havia timidez, mas ele não se mostrou saidinho também. A cada resposta minha, eu enxergava uma certa empolgação no sorriso dele. Eu quase conseguia ler seus pensamentos, algo sobre não acreditar na sorte de eu ter sentado ao lado dele, mas ele nem ousava sonhar ainda com possibilidade de se dar bem de verdade.

Foi quando as luzes se apagaram novamente que eu voltei à minha estratégia safada.  Novamente, fechei os olhos e me ajeitei. Primeiro, fiquei de lado, de frente para ele. Discretamente, puxei minha blusa para baixo, deixando meu decote, que já era generoso, ainda mais cavado. Ele tinha uma visão privilegiada dos meus seios.

De olhos fechados, eu apenas adivinhava a reação dele. Percebi que estava virado pra mim. Não aguentei e fiz um teatro: ameacei acordar, me mexi, me espreguicei, abri levemente o olho. E o peguei no flagra: olhando descaradamente pro meu peito. Dormi de novo, para que ele não ficasse inibido.

Na minha nova posição, voltei ao jogo com as pernas. Desta vez, grudei completamente nossas coxas, joelhos e panturrilhas. E assim ficamos.Eu estava excitada, os bicos dos seios arrepiados, a buceta encharcada. Fiquei imaginando como fazer para ir além.

Os demais passageiros estavam tranquilos, quase ninguém levantava, não havia conversa. Resolvi tentar a única posição que ainda não tinha ficado, de costas pra ele. Virei e perdi o contato físico das pernas. Foram alguns minutos em que me arrependi de ter me virado. Empinei minha bunda na direção dele, minha blusa subiu um pouco revelando minha cintura e minhas costas. Mas nada, eu não sabia se ele estava olhando e estava ansiosa por um toque.

Pareceu que demorou uma hora, mas certamente não foram nem 10 minutos depois quando senti um toque sutil, muito, muito leve no meu cóccix. Com o dedo indicador ele fazia um vai-e-vem na faixa exposta da minha pele. Eu fiquei imóvel.

Quando os movimentos ficaram mais ousados – ele começou a colocar os dedos, ainda de leve, por dentro da minha calça –,  eu empinei ainda mais a bunda. Ele perdeu de vez o pudor. Segurou minhas ancas, me puxou, se aproximou, colocou no nariz nos meus cabelos e inspirou fundo.

Senti o pau dele na minha bunda. Enlouqueci. Ele ficou roçando de leve, não tínhamos nada nos cobrindo, apenas a penumbra do avião para nos proteger. Eu me segurei pra não abrir e abaixar minha calça e fazer o mesmo com a dele. Em vez disso, continuei fingindo que dormia o tempo todo. Ele sabia que não, mas eu mantive a encenação.

Quando o aviso de aterrissagem veio e a agitação na cabine voltou, nos ajeitamos, nos endireitamos. Ele me perguntou se ficaria em Dallas, eu disse que era apenas uma conexão. Ele mencionou o hotel em que ficaria lá e me disse que caso eu resolvesse passar a noite na cidade, para ligar pra ele.

Descemos juntos do avião e andamos juntos pelos corredores. Na hora que os caminhos se separavam – eu seguiria para o portão 34 e ele, para a esteira de bagagem, ele me puxou para o corredor do banheiro. Me agarrou, me beijou. Resolvi ir até o fim na loucura e o puxei para dentro do banheiro de deficientes. Ele abaixou as calças até os joelhos, eu fiz o mesmo. Ele me penetrou por trás, de pé mesmo, escorregou muito fácil, de tanto líquido meu e dele. Eu gozei um pouco antes dele, que deixou a porra escorrer pela minha perna. Nos despedimos, meio rindo, meio nos beijando, e eu sai correndo pra não perder o avião. Fui a última a embarcar antes das portas da aeronave se fecharem.”