Minha melhor reunião de pais e mestres

Por carmen

Recebi o email do professor Sérgio, que compartilhou comigo – com a gente – sua aventura em um dia de reunião escolar. Entre as confidências? Que “reuniões com pais de alunos normalmente são um saco”. Ha! Adoro confissões que geralmente ficam dentro do armário. Mas o que ele relata a seguir, bem que eu queria que tivesse acontecido comigo.

“Era para ser apenas uma reunião entre professor e pai de aluno. Mãe, no caso. E que mãe. A escola, em reforma, nos mandou para um quartinho improvisado nos fundos como sala de reunião entre professor e responsável pelo aluno. De longe a vi e meu humor foi mudando de mau para melhor, à medida que ia me aproximando mais dela. Reunião com pais de alunos normalmente são um saco, principalmente de alunos brigões – como era o caso.

O corredor pareceu mais longo. Na verdade, acho que comecei a andar devagar, admirando o que se colocava à minha frente. Morena, grandes brincos de argola, cabelo preso com alguns fios caindo pelo ombro gracioso. Peitos grandes que não eram silicone, como pude constatar depois. Longas pernas. E uma bunda de tirar o fôlego que eu vi de perfil, em um movimento rápido quando ela guardava o celular na bolsa. Quando nos aproximamos, senti um perfume que nunca vou esquecer – e que ainda hoje não sei qual era.

– Eu sou a mãe do Gabriel.

– Olá, sou o professor Sérgio. Abri a porta e entramos.

– Achei que você era mais velho.

– Sou mesmo. E ri. Já tenho bem mais de quarenta, esclareci.

Olhos nos olhos. Meu deus, que boca, eu pensava, já olhando para os peitos dela imaginando em

seguida ela de calcinha na minha frente.

– Não sabia que o Gabriel tinha uma mãe tão gostosa. Arrisquei assim, na lata, morrendo de medo do estrago que uma denúncia na direção poderia fazer.

– Bem que já tinha ouvido as mães comentarem do professor de história dos meninos.

Fiquei animado. Ela chegou mais perto e senti seu hálito.

– Quando vi você caminhando pelo corredor, fiquei com tesão, ela falou.

– Quando vi seus peitos e sua bunda, eu tive certeza que ia tentar te comer, falei.

O mundo parou. Eu a peguei pela cintura e nos beijamos. Beijo molhado, salivado, devagar. A boca babada de tesão. Eu escorrendo, ela também, percebi quando enfiei meus dedos calcinha adentro, saia levantada.

– A porta não está trancada, eu disse. Ela se virou, saia levantada, deu dois passinhos e ela mesma deu duas voltas na chave.

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Crédito da foto suckmypixxxel.tumblr.com

Voltamos a nos beijar, roupas indo pelo chão uma atrás da outra. Camisa, calcinha, sutiã, cueca box… A mesa não estava muito cheia. Parei para tirar duas pastas, um porta lápis e a caneta… Ela deitada, as pernas abertas. Sentei-me na cadeira e fiquei ali, beijando e chupando aquela buceta, curtindo cada pedacinho. Depois de um tempo, ela começou a tremer as pernas em gozadinhas pequenas e espasmos que deixaram meu pau mais duro ainda. Me levantei e fiz menção em comê-la com meu pau. Ela fez sinal com o dedo que não.

– Quero mais disso, ela disse. Obediente, voltei para a cadeira beijando a buceta de novo. A respiração ofegante dela, meu pau parecendo um porrete. Babei naquela chana deixando tudo molhado. A língua no grelo.

– Um pouco mais embaixo, ela me orientou.

Comecei a passar a língua na parte de baixo do grelo. Ela deu uma estremecida. E outra.

– Adoro isso, ela falou. Dei um sorrisinho e continuei. Depois de mais algumas gozadinhas, vi que precisava inovar. Continuei a chupar a buceta, mas agora meu dedo roçava também o seu cuzinho, sem entrar.

– Safado, ouvi. Passei com a boca para o cu também. Passava a língua entre o cuzinho e a buceta. Dois dedos da mão direita, buceta adentro também. O cu piscava, ela se contorcia cada vez mais. Agora os dedos na buceta e o dedão no cuzinho dela. Eu ainda sentado em frente a ela na cadeira.

Ela mexendo nos próprios peitos. E eu já não tinha mais mãos para tanto. Dedos na buceta encharcada, bolinando até achar o ponto. Quando achei, ela levantou a bunda um pouco e deu uma tremidinha.

– Achou, ela falou com um sorriso sacana na boca. Me concentrei. Não podia falhar agora. Minha língua no grelo, o dedão no cuzinho, dois dedos na buceta e um ponto específico no qual eu tinha que me concentrar. Movimentos suaves. A boca molhando a chana.

– Não mexe o dedão, ela falou. O deixei imóvel, enterrado até o talo naquele cu. Minha boca salivava sem controle. Os espasmos dela foram aumentando em frequência e duração.

Os espamos pequenos se transformaram numa grande tremedeira pelo corpo todo. Parecia que ela estava eletreficada. Não controlava mais o corpo, que tremia freneticamente. Tentava falar algo que não conseguia pronunciar. A buceta inundada de gozo entornava molhando a mesa. Agora ela se contorcia toda, pulando e emitindo um som que era misto de urro e gemido, sem controle algum do corpo. Quando acabou, ela ficou inerte, sem forças. Tentei voltar ao corpo dela.

– Não me encoste, disse. Deixa tudo acabar.

Olhei no relógio de pulso. Tudo tinha se dado em aproximadamente 45 minutos. Tentei lembrar o horário de reuniões afixado no quadro na sala dos professores. Mas já não tinha certeza de nada. Achei que tinha acabado e fiz menção de abaixar para pegar minha cueca.

– Goza na minha boca, ouvi. Trocamos de lugar. Ela na cadeira, eu sentado na mesa. A boca no pau molhado pela saliva dela, agora. Não demorou muito. Gozei esporrando a boca toda. Agora era eu quem tremia as pernas.

– Caralho, falei meio urrando. Um gozo que não acabava e vinha em jatos que não cabia só na boca, escorrendo pelo rosto também. A língua dela passando pelos lábios buscando o que escorria, sedenta. Não me lembro de outra gozada minha assim, nem antes nem depois desse dia.

Esperamos um pouco, controlamos a respiração. Ela limpou o rosto com um lenço. Tentamos nos recompor. Fui falar algo quando ela tampou a minha boca com a mão. Foi quando então vi sua aliança de casada.

– Algumas coisas só vão acontecer uma vez, disse. Me deu um beijo curto no rosto, de consolo. Um sorriso safado escapou enquanto ela me dizia que foi a melhor gozada da vida dela.

Nunca soube se era linguagem figurada ou literal. Nunca mais nos vimos, nem mesmo como mãe de aluno e professor.”