O luau na praia que terminou em gozo na areia

Por carmen

A Luciana já colaborou com o nosso blog no passado e retorna agora com um réveillon na praia que muitos adorariam de ter tido igual – inclusive eu!

“Era Ano Novo. Eu fazia parte de um grupo enorme, de mulheres e homens (muito mais homens que mulheres, na verdade) que viajavam juntos.

Em grupos assim, a gente sempre elege um para investir, e eu claramente tinha escolhido o errado.

Já tínhamos jantado, bebido muito, e estávamos na areia para a contagem regressiva. Entre copos, risadas e música, uma amiga se aproximou e me disse: ‘Você tem certeza que vai ficar com o Murilo? Não estava a fim do João?’.

Eu estranhei e soltei: ‘Eeeuuu? Com o Murilo? Imagina, nada a ver, estamos só conversando de boa’. Minha amiga gargalhou e retrucou: ‘Você só pode estar louca. O cara não desgruda de você a noite toda, vai onde você está, e você está rindo de volta. Não por nada, mas tá na cara que o Murilo quer você’.

Eu estava bem altinha. Foi quando observei Murilo ao lado de João e pensei: ‘Pqp, será?’. Daí veio a meia-noite, beijos, abraços, dança, risos. E seguimos todos para o luau que haveria perto da lagoa.

Murilo, de fato agora eu percebia, fazia de tudo para esbarrar em mim, mexia no meu cabelo, trazia bebida… E eu me interessei.

Num dado momento, olhei para ele tão fixamente, sem perceber, que ele logo respondeu. Andou na minha direção e me beijou. Acho que nunca antes um beijo havia me despertado tesão tão imediato como aquele. O samba, a bebida, o cigarro e aquela boca e mãos fabulosas me derreteram.

Passamos a hora seguinte enroscados, dançando. Era muita gente, cada um num canto, até que nos desvencilhamos e saímos andando. Foram alguns metros para ele me encostar numa árvore. Me beijou meticulosamente e passando a mão do joelho direito até a cintura, ergueu meu vestido. Fez isso do outro lado, me segurava na cintura como a uma bailarina e lá ficou, apenas pressionando seu quadril e seu pau já duro contra mim.

Me ensopei. Como que a passos marcados, ele foi me levando de árvore em árvore, como que abastecendo o tesão com beijos e encoxadas de uma para outra. Eu já não me controlava e quando conseguia, segurava o pau dele (que pau, meu deus).

 

Crédito da foto suckmypixxxel.tumblr.com
Crédito da foto suckmypixxxel.tumblr.com

 

E quando saímos da luz do caminho de terra, tirou a camisa, jogou sobre o gramado, me deitou em um minuto e, ao abrir a bermuda, se enfiou em mim. Eu já estava mais molhada que antes, e ele me fodeu até o fundo, sem parar. Só parou quando eu implorei que continuasse, pois estava prestes a gozar.

Ele então veio bem perto (consegui ver seu sorriso) e sussurrou: seu primeiro gozo comigo vai ser na minha boca.

Então se abaixou entre as minhas pernas e me chupou como se não houvesse amanhã, nem ano novo pra começar. Daquelas chupadas em que você vê o prazer no rosto alheio, e que só isso já te faz ir até o céu. Ele pediu que eu não me controlasse, que gritasse se quisesse, que ele iria adorar. E assim foi. Gritei segurando ele entre as pernas. Ele me beijou longamente, e disse que queria voltar para dançar.

Foi mais uma hora entre cervejas e ótima música até que eu sugerisse mais uma volta. Ele sorriu, adorando a ideia, e fomos. Desta vez em direção à praia, um breu completo, numa ilha que à noite não tinha luz que não fosse por gerador.

Até chegarmos à areia, ele beijava meu pescoço, me puxava pela cintura, nos enroscávamos quase parando no meio do caminho, mas seguimos ao destino.

Na beirada, antes de chegar ao mar, ele pediu que eu ficasse completamente nua. Eu obedeci. Sentir o pau dele latejando só me deixou mais louca. Ele se despiu e, deitados, transamos. Muito. Eu pedi que ele gozasse sobre meus peitos, o que foi quase uma ordem, de tanto que ele acelerou. Gozou e soltou: ‘Nunca comecei um ano fazendo algo tão incrível’. Eu adorei, sendo verdade ou não, aquilo estava mesmo incrível.

Amanhecemos aquele dia na praia, vendo o sol nascer. Passamos os três dias seguintes do feriado juntos e até hoje penso como teria sido um encontro depois daquilo, mas nunca mais aconteceu.”

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