O dia em que me deitei com dois homens

Por carmen

Eu estava sentindo falta de uma historinha de ménage aqui no blog, então, eis que surge esse delicioso relato da Melissa.

“Sempre me entreguei às experiências que a vida me apresenta, mas nunca havia pensado que um ménage sairia do status de ‘fantasia dos dias mais tarados’ até a chance aparecer.

Tudo conspirou naturalmente para eu ter esse prazer especial de ser desejada, tocada e penetrada por dois homens.

 

menage
Crédito da foto suckmypixxxel.tumblr.com

 

Primeiro, eu estava fora do Brasil, bem longe de familiares e amigos, conhecidos e possíveis julgadores. Mais: eu estava em uma festa em que não conhecia absolutamente ninguém. Foi uma garota com quem eu tinha conversado pela primeira vez naquela mesma tarde, no hostel, que me chamou. O convite incluiu meia dúzia de vezes a palavra ‘incrível´ e eu acabei topando.

Era uma house party. Todos os ambientes – sala, quartos, corredores, cozinha – estavam cheios de gente bonita na faixa dos 20 e muitos e 30 e poucos. A tal garota do hostel encontrou seus conhecidos e sumiu casa adentro. Eu fiquei ali, no meio da sala decorada em tons crus e obras de arte, e decidi que o meu negócio naquela noite seria encher a cara.

Quando fui pra cozinha pegar uma taça de vinho, um cara loirinho e magrelo se ofereceu, gentil, para abrir a garrafa. Começamos a conversar, encostados na pia. Ele me contou que era da Albânia, mas morava ali na casa ao lado. Cinco minutos depois, me apresentou um amigo: moreno, bronzeado, forte, grego. Soou curiosa a amizade entre dois homens de países vizinhos, companheiros em terra estrangeira, de aparência e personalidades tão diferentes. O albanês era tímido, sério. O grego era expansivo e de riso largo.

Não saímos mais da cozinha. Quase três garrafas de vinho e muito flerte depois, nos jogamos em um sofá que ficava na passagem para os quartos. Sentei no meio deles. Eles ficavam me enchendo de elogios, beijos no rosto, no pescoço, passadas de mão na coxa. Tudo naquela realidade alucinada do álcool e dos risos. Logo um deles me beijou. Qual? Nem consigo lembrar. Porque em seguida comecei a alternar de uma boca a outra. Minhas mãos não deixavam o albanês enquanto eu dava atenção ao grego e vice-versa.

Eu não estava nem aí mesmo. Enquanto recuperava o fôlego notei um olhar de esguelha de quem passava, mas estava muito empolgada e cheia de tesão para ligar.

Eles sugeriram de irmos para a casa ao lado. E eu fui. Confesso que o grego me dava bem mais tesão que o albanês. Só ele já teria me deixado empolgada num dia comum. Mas aquele era o dia em que me deitaria com dois homens e isso superava qualquer atração por um carinha bonito.

Na casa em que mal reparei, fomos para um quarto que nunca conseguiria descrever. Deitamos, fizemos um sanduíche, eu no meio, nua, eles ainda arrancando as roupas, cheios de vontade. Era muito pau. E muitas mãos, muitas bocas, muita pele. Eu estava adorando aquela abundância de toques, de músculos, de fluidos.

Essa curtição dos corpos, sem dúvida, foi a melhor parte. Um se aproveitando da minha bunda, o outro chupando meus peitos. Também não lembro pra quem dei primeiro. O pau do albanês era maior, mas como isso não faz muita diferença para mim, gozei mesmo com o grego, que me comeu de quatro, enquanto o amigo assistia batendo punheta.

Depois dessa noite, nunca mais os vi, não lembro seus nomes, nunca mais fiz ménage. Mas o que antes era uma fantasia agora é uma ‘lembrança dos dias mais tarados’”.

Viciei, gente, quero mais sexo a três aqui no X de Sexo. Mandem suas histórias para o carmenfaladesexo@gmail.com