hora da verdade: dedada no boy novo

Por karla

Super coincidência, mas, na mesma semana em que recebi o convite para escrever aqui no blog, comecei também a conhecer melhor um boy novo, o que promete me abastecer com novas e quentíssimas histórias. Sorte nossa!

Vou chamá-lo de Marcelo. Pelos meus cálculos, tem 1,80 m. Corpo malhado pela musculação, cabelo curtinho, barba sempre feita, maxilar largo, dentes branquinhos.

Era uma sexta-feira de fevereiro, e minha amiga Janaina tinha me chamado para um drinque num famoso bar de esquina do Itaim Bibi. Quando a Jana me chama para sair, é sempre uma aventura, vocês vão ver!

Por sorte, ainda tive tempo de passar em casa depois do fechamento e caprichar no look: sandália preta com salto, shorts branco, blusa decotada preta. Cabelo solto, olhos pintados, boca sem batom. Como dizem, sexy sem ser vulgar.

A Jana pegou uma mesa na calçada, apostando na sorte dupla. “Podemos conhecer alguém de dentro do bar ou um gatinho que estiver passando na rua”, disse ela. Dito e feito. Assim que o Marcelo saiu para falar no telefone na calçada, nossos olhares se encontraram de imediato. Ele me notou, me mediu de cima a baixo e deu uma erguida de sobrancelha, acho que um pouco constrangido por eu olhá-lo tão firmemente.

Assim que desligou o celular, encostou e puxou papo, na linha do “você vem sempre aqui”. Fui respondendo aos poucos, comedida. A Jana, por sua vez, já engatava uma conversa com um cara da mesa ao lado e parecia ter esquecido que eu estava ali.

Mojito vai, mojito vem, acabei relaxando e, por iniciativa dele, nos beijamos. Beijo bom, calmo e desinibido ao mesmo tempo. A coisa foi esquentando, e, lá pelas onze da noite, ele me convidou para ir para a casa dele.

Entramos no táxi e já começamos a nos agarrar ali mesmo. Beijos alucinados, e ele já lançou a mão no meu peito, invadindo meu decote e depois meu sutiã. Sem fazer muito esforço, sentia o pau dele roçando no meu braço, querendo saltar para fora da calça social.

Subimos o elevador nesse mesmo ritmo, sem nos importar com as câmeras. Foi só entrar no apartamento e ele tirou minha blusa. Me deu uma cerveja, tirou a camisa e colocou uma música, um rap bem meloso, mas com ótima batida para o que estávamos pretendendo. Era um apartamento pequeno, típico de homem solteiro.

Tudo aconteceu ali, na sala estreita. Sentada no sofá, ele se agachou no chão, bem na minha frente, me puxou e tirou meu shorts. Afastou minha calcinha para o lado e encostou a língua na minha xoxota. Cacete, fazia um tempo já que ninguém me chupava tão bem. Me segurava pela cintura enquanto enterrava a cabeça no meio das minhas pernas, e eu, sem ter o que fazer com as mãos, segurava meus mamilos e abafava os gemidos, sei lá por quê.

Ele mexia a língua na velocidade certa, subindo e descendo a minha boceta molhada, se demorando um pouco mais no clitóris, no mesmo ritmo da música. Minha xoxota molhada e nem dava para saber qual líquido era meu ou da boca dele.

Eu estava quase gozando, e ele se levantou, abaixou a calça e tirou o pau duro, que olhava na minha direção lancinante. Agarrei e comecei a chupar, engolindo do começo ao fim, sentindo a cabeça na minha garganta. Eu e o Marcelo tínhamos química, com certeza.

Ele estava quase arrancando meus cabelos quando tirei a boca do pau dele, me levantei e o beijei. Em poucos segundos, tiramos as roupas que restavam, ele se sentou no sofá, e eu sentei por cima dele, esfregando minha xoxota na coxa musculosa, enquanto ele me agarrava pela cintura. Ficamos assim, roçando, até ele me erguer e posicionar seu pau na entrada da minha boceta. Pau bom, bonito, nem pequeno nem imenso, nem fino nem tora. Entrou fácil, deslizando.

Comecei a cavalgar, para cima e para baixo, enquanto meus peitos balançavam, encontrando e desencontrando a boca do Marcelo, que deixava as mãos na minha bunda, apertando e me empurrando para baixo, como se quisesse me dividir ao meio com o pau lá dentro. Eu arfava, jogava o cabelo para trás e depois lambia o ombro dele, dando pequenas mordidas na parte mais musculosa, coisa que ele gostava. Cada mordida, um gemido mais alto saía do Marcelo.

As coisas estavam rápidas demais e fiquei com medo de que ele gozasse antes que eu fizesse a prova de fogo. Ok, estava tudo dando certo, corpos encaixados, ritmo parecido, mas, quando a coisa está boa e parece promissora, eu sempre faço um teste com os homens com quem trepo pela primeira vez. Se passar, é sinal de que o boy é realmente cabeça aberta e está disposto a curtir, ter prazer sem preconceito.

Me levantei do colo dele, me deitei no chão, e ele rapidinho jogou o corpo em cima de mim e me penetrou de novo, agora até mais fundo do que antes. Senti uma pontada, mas meu corpo lá dentro também foi se moldando ao pau dele e lá estávamos nós de novo em sintonia. Abri as pernas o máximo que pude, e ele ia cada vez mais fundo.

Nessa hora, minha mão que apertava as costas dele deslizou até a bunda macia e gostosa. Desci um pouco mais e meu dedo médio encontrou o cu dele, que estava molhado, com os nossos líquidos e o suor que escorria das suas costas. O Marcelo entendeu o que estava acontecendo e tudo o que fez foi me foder com ainda mais força, entrando e saindo, entrando e saindo, e os nossos corpos se batiam, barulhentos e suados. Deixei meu dedo ali no cu dele, massageando, e depois enfiei, alternando uma coisa e outra, tirando e colocando. Ele gemeu: “Sua gostosa!”.

Marcelo aprovado no teste. E já nem tive tempo de pensar de novo. A dedada mexeu pra valer com ele, que se levantou, me puxou e me colocou de quatro, meu corpo apoiado no sofá, ele de joelhos no chão.

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Segurando minha cintura, meteu o pau na minha boceta. Parecia um animal selvagem. Eu estava quase gozando, e ele parecia que também estava a ponto de explodir. Foram poucas as estocadas até que, vendo ele me foder daquele jeito, descontroladamente, eu gozei, sentindo meu corpo inteiro latejando por dentro. Um segundo depois, e ele ainda conseguiu tirar o pau para fora a tempo de gozar na minha bunda, jorrando bem na entrada do meu cu, deixando claro que da próxima vez eu é que ia ter que passar pela prova de fogo.