Festa de Sexo – Capítulo 2

Por xdesexo

Por Diana

Se você perdeu o começo desta história, caro leitor, vale a pena conhecer Laura clicando aqui.
Conheceu? Então leia a seguir o segundo capítulo da maior saga sexual que este blog já viu.

 

Crédito: suckmypixxxel.tumblr.com
Crédito: suckmypixxxel.tumblr.com

 

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Quando chegaram de volta à fazendo após o jantar, Laura, Alex e os casais encontraram um ambiente sensualíssimo: candelabros com centenas de velas iluminavam o salão, sofás de veludo vermelho se espalhavam estrategicamente, e garçons impávidos serviam champagne aos convidados.

 

Todos já se sentiam muito bem, tanto pela degustação de vinhos durante a tarde quanto pela viagem de ônibus regada a chupadas e lambidas durante a volta do jantar. Havia uma cumplicidade no ar, entrecortada pelo tesão indisfarçável entre vários casais.

 

No centro do salão, um pequeno palco circular estava preparado. Mas só depois que todos os convidados entraram e já seguravam suas taças é que chegou o entretenimento: uma belíssima cantora asiática, munida apenas de um violino elétrico e de um vestido longo e decotado, que mostrava todas as suas curvas. A cantora andou lentamente entre os casais, sem olhar para ninguém em particular, subiu ao palco, fechou os olhos e começou a tocar.

 

Ela era realmente linda. Todos a desejavam, mas ela não parecia estar afetada pelo ambiente. Na verdade, apenas uma hora antes do show a cantora foi informada de que “tipo” de festa se tratava. Ela aceitou continuar, mas preferiu não participar… Pelo menos a princípio. Para os convidados, a situação só aumentava o tesão. Pareciam querer mostrar a ela o quanto a noite podia ser sexy e divertida. Laura, que se sentiu úmida só de olhar para a asiática, procurou Alex para acalmar o desejo. Colados um no outro, eles dançavam lentamente, se beijando, no meio da sala.

 

Outros casais se sentiam ainda mais desinibidos. Enquanto Laura dançava, atrás dela duas mulheres se beijavam e se tocavam no sofá de veludo, olhando para a violinista. Mais adiante, dois casais que haviam ficado amigos no jantar trocavam carinhos entre si. No meio de tudo, os garçons continuavam a servir champagne e pareciam não notar nada. Estavam acostumados às festas de Daniel.

 

Havia mais um profissional especial na área – um fotógrafo. Mas não para fotografar a festa ou a ação: ele se disponibilizava para casais que quisessem fazer fotos sensuais no quarto, e vendia as fotos apenas para o próprio casal que o contratara. Não era um fotógrafo qualquer: o cara trabalhava para a revista National Geographic, fazendo fotos de aventureiros em lugares remotos do mundo todo, mas adorava tirar um tempinho para ajudar Daniel. Quem não adoraria?

 

Enquanto a festa rolava, a violinista parecia ficar mais a vontade – as músicas estavam claramente mais sensuais, e ela passou a olhar diretamente para os casais que se beijavam nos sofás, paredes e na pista de dança. Por ali, porém, rolava um código informal e ninguém tirava a roupa – para isso havia corredores, quartos e cantos do casarão.

 

Laura sentiu que era a hora de procurar um desses. Puxou Alex pela mão e foram os dois por um corredor à meia luz no fundo do salão. A música chegava até lá por meio de caixas de som nas paredes, mas dava para escutar gemidos de prazer que aumentavam quanto mais eles andavam.

 

Laura e Alex espiaram pela primeira porta: ali dentro, três mulheres nuas na cama se entretiam, enquanto seus maridos, também nus e muito duros, apenas olhavam. Minha amiga parou por alguns minutos para apreciar a cena: uma das mulheres estava deitada de costas, enquanto as outras duas chupavam seus peitos e desciam pelo corpo até a buceta. Uma delas começou a dar uma chupada daquelas, enquanto a segunda subiu de volta se posicionou sobre a boca da que estava deitada, de coxas abertas. Em dois segundos ela também estava sendo chupada, enquanto os maridos, sem aguentar mais, começavam a se masturbar.

 

Laura tocava Alex por cima da roupa, mas não quis entrar no meio do grupo. A cena estava perfeita como estava.

 

Os dois continuaram a andar e logo encontraram outra porta aberta. Lá dentro, dois casais transavam, lado a lado, em uma cama enorme. Um dos homens fez um sinal a Laura e Alex para que entrassem, mas de novo ela não quis. Primeiro, queria comer Alex sozinha.

 

Um a um, todos os quartos já estavam ocupados, e o corredor ecoava ruídos insuportavelmente quentes. Não havia cama disponível. Laura não aguentou mais e empurrou Alex contra a parede do corredor, abrindo sua calça. Ele já parecia explodir também, e seus gemidos se uniram aos dos demais quando ela começou a chupá-lo ali mesmo, de joelhos.

 

Eles não precisavam de enrolação, já que estavam, os dois, excitadíssimos. Foi só abaixar a roupa do companheiro que Laura colocou o pau inteiro dentro da boca, sugando de leve e envolvendo o membro dele com a língua quente e molhada. Outros casais passavam pelo corredor, alguns paravam para olhar, e Laura continuava chupando Alex com vontade. Ela sentia, pela rigidez do pau e velocidade dos gemidos, que ele já estava perto do gozo. Parou por um momento e perguntou: “Você quer terminar?” Ele riu e disse que sim. “Pode ficar tranquila que essa vai ser só a primeira da noite.”

 

Ela continuou e em pouco tempo ele gritou. O gozo explodiu no rosto de Laura, cheiroso, e ela apenas se limpou com a mão, sorrindo. Ainda lambeu os dedos lentamente antes de se erguer. Alex também sorria, de olhos fechados.

 

Quando olharam para o lado, eles viram Cíntia, a garota por quem Laura havia se interessado no jantar, e seu marido. Eles viram tudo e esperaram pacientemente pelo fim do espetáculo. Agora era a vez deles.

(…continua)