Um clichê: com o chefe, em cima da mesa

Por xdesexo

Por Rebeca

 

 

O corpo dele tinha duas lombadas, acima da barriga, abaixo do peito, uma de cada lado, na altura da costela. A camisa social que usava todos os dias no trabalho, sem gravata, mas por dentro da calça, era tão alinhada, acinturada, que deixava aquela protuberância à vista. Barriga sarada e peito definido ajudavam na composição. Sua altura era mediana, o que deixava o corpo mais mignon, numa proporção perfeita.

 

 

A bunda era arrebitada, mas nada feminino. Apenas preenchia a calça jeans de um jeito sexy. Coxas magras, torneadas pela natação (não por academia, como sempre me agradou). Tinha largas espaldas para aquele tamanho de homem. E o sorriso… um dos mais bonitos (de dentes perfeitos de não fumante) que já vi.

 

 

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Crédito suckmypixxxel.tumbrl.com

 

 

Só assim eu já estava apaixonada, e eu ainda nem contei que ele era cativante, difícil não prestar atenção no que falava, tom de voz doce, voz grossa falando meio baixo, sem querer chamar atenção (ou sem querer chamar mais atenção do que já chamava). Sua competência o tornou gerente da empresa, onde ele tinha uma legião de subordinadas fiéis (e embasbacadas). Havia, assim, uma fila de mulheres a quem dar bola, ponto negativo naquela disputa.

 

 

Mas a gente se cruzou em pouco tempo, e a diferença de idade não fez diferença –ele logo passou a puxar mais papo do que o cargo demandava. E começou a me dar tarefas para ficar mais tempo perto de mim. A sua primeira audácia foi me levar a um evento fora da empresa, para ajudá-lo (mas nunca tinha feito isso com nenhuma outra funcionária).

 

 

Até então, jamais tinha levantado qualquer suspeita do seu interesse –casado, ostentava meio quilo de ouro na mão esquerda. Mas aquele evento mudou as nossas conversas, ele passou a me sobrecarregar de tarefas para me chamar à sala dele a qualquer hora, e eu já fantasiava mil coisas. Suava ao entrar na sala dele…

 

 

Até que um dia perto do fim do ano, em que os balancetes faziam a gerência trabalhar até tarde diariamente, ele me pediu ajuda. Mas eu era inútil naquela tarefa, e percebi as pessoas terminando seus trabalhos, indo embora, ele me atolando de coisas sem sentido até que ficamos sozinhos na empresa –e eu percebi o sentido daquilo tudo.

 

 

Casado e contido, não partiu imediatamente para cima. Foi até sua sala, me interfonou e me pediu que eu fosse até lá. Quando entrei, estava em pé, apoiado na mesa, de frente para a porta, a poucos metros de mim. Pediu que viesse ver qualquer coisa mais perto, eu já nem prestava mais atenção em nada, e ele me apertou contra ele. Uma força, uma virilidade. Em três segundos, senti um volume gigante aflorar da calça jeans.

 

 

O beijo dele era intenso, grande, de abraçar a boca inteira, e o aperto dele contra o meu corpo era tão viril que eu não conseguia mais nem pensar. Em segundos eu já estava passando a mão no pau dele por cima da calça, e ele pegava em mim com a mão indo pela bunda. Abriu o botão da calça e sacou o pau para fora. Eu me abaixei, dei uma lambida da base até a cabeça, bem lentamente, para mostrar o que ia rolar ali. O tesão já estava nas alturas, eu sonhava com aquele pau havia meses…

 

 

Chupei, chupei com gosto, e o pau estava duro igual a pedra. Depois de uns minutos, ele me suspendeu e me colocou sentada na mesa (que já estava semi-vazia, já que ele tinha subido antes para a sala e preparado tudo aquilo). Me deitou, desabotou minha calça, puxou para fora só uma perna do jeans, afastou minha calcinha com uma mão e começou a me masturbar com dedos, língua, nariz, tudo! Eu já estava louca, aquilo estava demais.

 

 

Daí ele me puxou um pouco para fora da mesa, me colocou de quatro, deitada com a barriga na mesa, enfiou dois dedos na minha buceta e falou: “Agora eu vou te comer. E pode gritar que todo mundo já foi embora”. Eu comecei a rir e, assim que ele enfiou aquele pau gostoso em mim, eu tive calafrios de tesão. E comecei a gemer alto. A cada encarcada dele, eu delirava. Quando ele disse que ia gozar, eu já estava gritando de prazer. E gozamos juntos.

 

 

Ele me virou de volta, me deitou de costas e disse que ia me chupar mais um pouco “porque não sabia quando ia ter oportunidade de fazer isso outra vez”. E eu gozei de novo, me contorcendo naquela mesa.

 

 

Fomos embora, era sexta, o fim de semana foi longo… Na segunda-feira seguinte, recebi uma proposta para ganhar mais em outra empresa que eu já cobiçava. Na sexta daquela semana eu terminava o meu último dia de trabalho.

 

 

À noite, fui até a sala dele, tranquei a porta, abri a calça dele, bati um boquete, ele gozou na minha boca. Me despedi dizendo: “Precisava fazer isso porque não sei quando vou fazer de novo”.