Por trás pela primeira vez

Por xdesexo

A nossa leitora Dora nos contou a história de quando deu por trás pela primeira vez, aos 40 anos. Revolucionário, segundo descrição da própria. Divirtam-se!

 

 

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Tenho 40 anos, dois casamentos, nunca tive barreiras e medos em relação ao sexo. Sempre me toquei, sempre me masturbei, sempre me observei e sempre gostei da minha intimidade. Além dos maridos, foram pouquíssimos parceiros. O sexo sempre foi bom para mim.

 

 

Mas só fui dar o cu neste ano, aos 40 anos. Eu tinha muita vontade, só que os meus parceiros de cama até então ou não entendiam do negócio ou eu não relaxava o suficiente com nenhum deles. Fui inaugurar o meu cuzinho somente quando reencontrei meu antigo chefe. Trabalhamos juntos, na mesma seção, praticamente na mesma sala, por uns três anos, período em que nunca houve nada, nem uma cantada, nem um convite.

 

 

 

Mudei de cidade, passamos três anos sem nos ver e tivemos poucos contatos durante esse tempo, até que um belo dia puxei um papo on-line com ele e acabamos nos encontrando em Brasília. Eu queria muito que ele comesse o meu cu, e ele depois confessou que também queria isso.

 

 

 

O encontro foi precedido de todas as sensações típicas: ansiedade, insônia, frio na barriga, nervosismo, adrenalina. Local novo? Não, o hotel mais antigo de Brasília. Horário, novo sim! E quando aquela porta do quarto abriu, a gente nem cumpriu as formalidades, nem nos olhamos direito, nossas bocas foram logo se procurando e os corpos seguiram junto. Ainda consegui dizer um “oi, tudo bem”, mas isso não interessava mesmo!

 

 

rawpixxx:

paulbarbera

Crédito suckmypixxxel.tumbrl.com

 

 

 

Em segundos estávamos nus, em segundos ele já percorria meu corpo com a boca, já olhava e passava a língua dentro de mim. Eu gosto da maneira despudorada que ele me explora na parte mais íntima, me abrindo toda, me beijando toda, sem nenhum limite… parece que não vai mais além por causa dos limites do corpo, do meu, do dele…

 

 

 

Desde a primeira vez ele me conquistou de cara com a chupada. Nunca nenhum um homem me chupou com tanto gosto, com tanta entrega, como a boca na minha buceta inteira, no meu cu. Enfiando a cara toda lá atrás. Ficamos na posição, que acabou se tornando a nossa preferida, eu na cama e ele fora dela, eu completamente entregue, e ele no comando, em pé, me guiando.

 

 

 

Gozei de quatro! Enquanto ele colocava o dedo atrás, me penetrava com o pênis e eu tocava o meu clitóris. A puxada no cabelo aumentou ainda mais o meu prazer. Gostoso também foram os corpos suados, que tempero bom foi aquele? Passar a língua nele e sentir aquele gostinho salgado. E a gente grudando mais ainda um no outro por causa do suor… tudo a ver com o momento “selvagem”.

 

 

 

O sexo anal foi delicioso. Nem parecia que era a minha primeira vez, eu queria tanto. Só de lembrar fico com uma vontade louca de fazer de novo. Ele lambeu, chupou, lubrificou com a saliva, me deixou toda melada e excitada e começou devagar e parando, me olhando, sentindo minha reação, me comendo e pedindo para colocar tudo, entrar com todo o pau, abrindo caminho. Delícia demais. Eu sorria, de tão bom que estava.

 

 

 

Ele enfiava no meu cu e eu me tocava, me masturbava, ficava louca de tesão, e nós gozamos! E nesse dia fizemos duas vezes, do mesmo jeito. Foi uma trepada com tapa na bunda, cheia de “deixa eu te fuder”, “comer o teu cuzinho”, “bate uma bem gostosa pra mim”, “me fode gostoso, amor”, “tua bucetinha gostosa”.

 

 

Nós nos encontramos até hoje, posso dizer que com ele eu descobri o que é trepar, o que é fuder, nossos corpos se adoram, sem nojo algum, sem pudor, faço com ele o que nunca tinha feito: passar a língua na virilha, colocar o saco na minha boca, enfiar a língua no cu dele, esfregar o pau dele no meu rosto, engolir todo o gozo dele, que sabor delicioso.

 

 

Hoje, eu simplesmente amo dar o cu, em todo encontro com ele tem que rolar. E ele pede todas as vezes, acho tão gentil. Gosto tanto que faço até com um “brinquedinho” em casa… mas essa é uma outra história.