Pauzão? Eu quero um refresco

Por xdesexo

O título desse post pode parecer meio chocante, mas é bem isso mesmo, gente. Pau grande e grosso demais foi feito para master mulheres, à la Cicciolina, não nós, Diana e Rebeca, mulheres normais. Dê uma espiada no diálogo que acabamos de ter sobre o assunto. E ótimo começo de semana!

 

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crédito suckmypixxel.tumblr.com
crédito: suckmypixxel.tumblr.com

 

 

Diana – Rebeca, você é daquelas que têm predileção por pauzão?

 

 

RebecaDiana, pauzão às vezes pode ser um problema… Acho que o cara tem de ser avantajado, ter um pau bonito, duro, uma rocha, de preferência sem ser torto. Mas se o pau for muito grande pode ser um tremendo incômodo. E você?

 

 

Diana – Eu gosto de pau bonito e bem proporcionado. Prefiro que seja médio. Pau grande me machuca, bate no meu útero, juro por deus. Não dá, por exemplo, para dar de quatro.

 

 

Rebeca – Hahahahaha. Sim, esse é o problema. Eu até que tenho um canal longo, mas acho desgastante dar muito tempo para um pau grande.

 

 

Diana – Fora que meu maxilar fica doído de chupar pauzão. Quando me lembro dos pauzões da minha vida, não é com saudade.

 

 

Rebeca – Bem lembrado você falar da chupada, porque acabo de me lembrar que o pauzão, nesse caso, é aquele grande e grosso, não só uma das qualidades descritas, certo?

 

 

Diana – Ah, em geral sim. E no cuzinho, então? Pauzão não entra. Eu barro já na portinha.

 

 

Rebeca – Não, pauzão no cu nem pensar. Eu também não tenho grandes saudades dos pauzões. De um, especificamente, é só me lembrar que fico assada de novo… rsss

 

 

Diana – Não sei porque homem tem essa mania de pauzão…

 

 

Rebeca – Pois é, disputa de masculinidade… Pois o pauzão de que mais lembro, um argentino, era bem metido a besta. Talvez pelo pau, mas também porque sabia usar.

 

 

Diana – Mas com o amante certo tudo se ajeita… ou quase tudo. Já tive um  que parecia uma semente. Não era comprido, mas era bem grosso, de uma forma meio ovalada. Mas o cara era tão gostoso que eu fazia o possível. E era bem difícil chupar direito. Não cabia. Mas era boooommmmmm…

 

 

Rebeca – Hahaha. paus estranhos… Sobre esse do pauzão de que falei, o problema é que ele usava por loooongas horas, e não tem santo que aguente longas horas de um pau que foi feito para Cicciolina, não para mulheres normais.

 

 

Diana – Ah, é que nem essa mania de várias por noite. Eu fico assada. É bom repetir, mas tem limite. Uma amiga minha dizia que o marido dava 12. Deeeus me livre.

 

 

Rebeca – Oi? 12? Hahahha. Esse argentino, pelo menos, ficou a noite inteira sem gozar e, depois, quando enfim gozou, descolou de mim e me deixou descansar um pouco… rsss. Era meu professor de espanhol, dois anos mais velho, um argentino gato, cabelos castanhos, cara de safado. Rolou uma tensão sexual já no início das aulas, mas ele fazia questão de me esnobar, para mostrar quem mandava.

 

 

Diana – Jura??? Que tesão. Pegar argentino sempre me pareceu meio traição à pátria, haha.

 

 

Rebeca – Daí, um certo dia rolou de irmos num bar com outros colegas de turma, e ele não pôde me evitar. Como eu percebi que ele estava fazendo jogo duro, fiquei provocando ele. Dizia para ele que ele só estava com aquela pose porque era meu professor, porque se ficássemos de igual para igual ele ia ficar por baixo, rssss. No fim da conta, literalmente, ele me chamou para ir à casa dele. Era um muquifo, uma casa pequena, bagunçada, que na hora me pareceu casa de homem solteiro, estrangeiro e professor, rs.

 

 

Diana –Haha, imagino. E até esse ponto não tinha rolado nada?

 

 

Rebeca – Não, nada. Só quando entrei na casa dele, ele me levou até a sacada e rolou o primeiro beijo. Mas a gente já estava tão louco de tesão que o beijo foi uma explosão. E na mesma hora começamos a nos roçar loucamente, eu já sentia que o pau era grande pela calça, mas nunca imaginava esse tamanho. Daí entramos para o quarto dele e ele tirou minha roupa. Ainda de calça, começou a me chupar, eu já estava bem louca e pedi para ele tirar a calça, pois queria chupá-lo também. Eis que na hora em que ele tira a cueca, eu começo a rir, rsss. Não aguentei e falei: o que é isso? Ele começou a rir junto.

 

 

Diana – Hahahaha. E era bonito?

 

 

Rebeca – O pau era gigante, enorme, sim, bem bonito e uma rocha, então lá vai eu aos trabalhos. Comecei a chupá-lo. Técnica Madonna para não engasgar, porque batia fácil na goela. (ah, a técnica Madonna de sexo oral fica para outro post). Mas o fato é que ele me comeu de diversos jeitos, com perna para cima, com perna para baixo, de lado, de frente, de costas, o sexo já durava mais de duas horas e eu já estava ASSADA. Já tinha gozado algumas vezes, mas comecei a sentir um incômodo e o sexo não ficou mais prazeroso.

 

 

Diana – E você não pediu para ele gozar?

 

 

Rebeca – Por fim, eu acabei falando para ele gozar, sem ele necessariamente perceber que eu já estava estafada… haha. A gente ainda engatou um casinho de 2 meses, mas só voltamos a transar depois que falei para ele sobre o problema pauzão versus sexo de hooooras. Ele ficou chocado: mas mulher não ama pauzão? Bem, as mulheres odeiam pauzinho, mas pauzão pode ter suas desvantagens.

 

 

Diana – Ah, tem que falar. E sabe que sexo de hooooras pode fazer estrago mesmo com pau médio? O Rodrigo, do meu post sobre sexo no banheiro da festa, tinha um pau médio, mas lindo. Como ele era muito alto, ele achava que o pau era pequeno. Eu achava o pau dele perfeito. Sonhava com o pau dele. Queria fazer um molde e ter um vibrador no formato daquele pau, para guardar.

Rodrigo adorava lingerie fina. Uma vez, fui para a casa dele no clássico casaco e lingerie por baixo (e nada mais). Estava com sutiã e cinta liga, mas sem calcinha. Tirei o casaco na sala, enquanto ele servia um vinho. Quando voltou da cozinha ele quase derrubou as taças. Nem bebemos, ele já partiu para cima.

Ajoelhou e me chupou ali mesmo, no meio da sala. Depois me colocou no sofá e continuou até eu gozar. Só então ele tirou a roupa e me fez cavalgar por cima. Descobrimos que a cinta liga é ótima para dar impulso, haha. Eu subia e ele me puxava pra baixo pela cinta. Ficamos no sofá por umas duas horas de frente, de costas, de quatro. Ele gozou sentado, comigo sentada no colo dele, de costas. Fui dormir feliz da vida. No dia seguinte… uma cólica estranha…

 

 

Rebeca – Rsssss

 

 

DianaEu nunca tenho cólica. Três dias depois, ainda a dorzinha. Fui na ginecologista e ela me perguntava: Você está com parceiro novo? E eu, não. Seu parceiro é muito grande? Não. “Mas entenda, doutora, foram hooooras”. Parece que ele deslocou meu DIU. Mas voltou naturalmente ao lugar, haha. Daí a cólica. Ele ficou super orgulhoso. E eu acho que valeu a pena.

 

 

RebecaHahahaha. Muito bom.

 

 

Diana – E pauzinho? Já pegou pauzinho?

 

 

Rebeca – Sim, quem nunca? Já peguei um pauzinho que me desanima só de lembrar. E o coitado ainda quis repeteco, eu quase quis morrer. Mas isso é assunto para um próximo post.

 

 

[continua…]