Eu e o irmão da minha mulher

Por xdesexo

Recebemos essa ótima história de um leitor, que é casado e esbarrou, na vida, no irmão da mulher dele. Prefere não se identificar, é claro. Divirtam-se!

 

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Conheci o blog “X de Sexo” e criei coragem de escrever a partir da leitura do post “Quando confundimos obsessão por paixão ou algo assim”, talvez como uma forma de catarse de minha parte. Sou casado há um bom tempo e eu e minha mulher sempre fomos um casal que se deu muito bem fora da cama, mas que tem suas dificuldades sobre ela. Passados alguns anos de casado, comecei a me sentir desestimulado com relação ao sexo com a minha mulher, o que me levou à situação que passo a expor para vocês agora.

 

Um certo dia, meu computador quebrou e eu precisava concluir um trabalho, o que me levou a pedir para usar o computador de meu cunhado por algumas noites. Numa dessas noites ele havia deixado o seu MSN conectado e com algumas janelas de conversas abertas. Não resisti a curiosidade e li algumas delas. As conversas estavam recheadas de descrições de sexo entre homens, de como seus paus estavam latejando de tesão, babando e loucos pra gozar. Aquilo me deixou maluco de tesão também. Foi nesse momento que descobri o mundo do sexo virtual, do “sexting” e do prazer que envolve essa prática.

 

Mas o mais complicado de tudo foi descobrir a homossexualidade de meu cunhado e, a partir desse momento, começar a desenvolver uma certa obsessão pela figura dele. Um garoto mais jovem que eu, de corpo escultural e experimentando uma liberdade no sexo que eu nunca tive. Passei a fantasiar com ele, a sonhar com ele e a me masturbar pensando nele. Isso me trazia um tesão imenso, mas ao mesmo tempo o prazer vinha carregado de culpa e confusão por todo aquele sentimento inapropriado que sentia.

 

“Será paixão?”, “Estou obcecado por ele?”, pensava. E todas as perguntas sem resposta só me traziam mais culpa, ansiedade e tristeza, pois, não esqueçamos, sou casado com a irmã dele. Numa noite, fomos dormir na casa dele e, no meio da madrugada, acordei como que de um susto, coração disparado, e comecei a pensar que ele estava ali do lado, deitado em sua cama, sozinho. “Será que está nu?”, “Será que está se masturbando com alguém no MSN?”, eu delirava. E no meio de minha confusão de pensamentos, fiz uma péssima escolha. Levantei da cama e fui ao encontro dele no quarto.

 

Entrei de mansinho e ele estava dormindo, deitado de lado, apenas de cueca. Meu coração parecia que ia sair pela boca. Comecei a tocar seu corpo suavemente, sentindo cada músculo. Alisava sua bunda e percebia que ele não se movia. “Que sono pesado!”, comemorava. Resolvi então ir mais além e deitei de conchinha na cama dele, encaixando na bunda dele o meu pau, que àquela altura já latejava e sua pulsação podia ser sentida por ele. Ele continuava imóvel.

 

Passei a mão na coxa dele e deslizei até o pau dele, que já estava duro. Escorreguei a mão por dentro da cueca e acariciei seu pau, sacando-o pra fora. Resolvi experimentar chupá-lo, foi quando ele se mexeu, ainda dormindo, virou e ficou deitado de frente pra mim. Enfiei todo aquele pau enorme na minha boca e o saboreei. Estava louco de tesão. Não pensava em nada, só naquele momento. Tirei minha roupa e comecei a tocar meu pau no dele, numa “luta de espadas” e a esfregar meu pau por todo o corpo dele. Lambi todo seu corpo, do pau até os mamilos. Comecei a acariciar seu pau, que latejava e estava quente.

 

Até que ele, de súbito, tirou de vez a cueca. Foi o sinal verde pra mim. Aumentei a velocidade das carícias até que ele gozou na minha mão. Seu gemido contido. a força do jato na minha mão, o cheiro do gozo, ainda hoje me lembro. Também gozei. Mas, logo em seguida, como em um sonho, senti-me como que despencando vertiginosamente. “O que eu estava fazendo?”. Um sentimento de prazer misturado ao pânico tomou conta de mim e pedi desculpas a ele. Ele, atordoado, me pediu pra sair do quarto imediatamente.

 

Até hoje, nunca mais fomos os mesmos. Nossa relação também não é mais de amizade. Existe uma “distância de segurança”, uma linha imaginária traçada por nós para que isso não se repita. Ainda hoje carrego um sentimento de culpa em relação à minha mulher. Eu a amo e não quero magoá-la, mas sei que, se isso chegasse ao conhecimento dela, seria devastador. Queria poder nunca ter sentido isso pelo meu cunhado. Queria poder ter controlado esse desejo e, principalmente, as atitudes derivadas do desejo. Agora tenho que conviver com essa lembrança, tentando achar o equilíbrio entre o “id” e o “superego”, para tentar viver razoavelmente feliz daqui por diante.