Lembrança de uma prima e um verão

Por Folha

Mais um relato do leitor que escolheu se identificar por um apelido, Cigano. E vocês, leitores, se incluem no grupo que já amou ou olhou para um primo ou prima de jeito diferente??

 

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por Cigano

Quando Julia tinha 15 anos, era uma garota linda. Pena que seu temperamento fosse tão difícil de aguentar, pensava eu, essa nunca vai crescer.

Dois anos depois de eu perceber como ela estava bonita, surgiu em mim um desejo maior…

Sempre apreciei seu corpo bem feito e seu jeito gostoso de caminhar, e sempre a tratei com carinho, mesmo sem segundas intenções. Mas não daquela vez, depois de passarmos quase um ano sem nos vermos…

Era comum veraniarmos em conjunto quando menores, pois meu tio alugava uma casa grande o suficiente para abrigar toda a gangue. Mais velhos, as famílias se viam menos, mas naquele ano tudo voltou a ser como no passado.

E como não sou bobo, percebi que ela também me olhava diferente das outras vezes.

Comecei a notar que ela, na praia, ficava olhando para a minha sunga meio hipnotizada, o que me excitava bastante. Confesso, me controlava e pensava em outras coisas para que meu pau ficasse na dele. Eu pagava na mesma moeda e ficava olhando para o biquinininho dela e para os seios, imaginando como seria tirá-los e apreciar o que havia por baixo. Quando ela notava a reação de meu pau e para onde eu estava olhando, mordia o lábio inferior e desviava o olhar.

O veraneio era em uma praia muito calma, onde era possível ficar tomando sol em cima de um colchão inflável, a mais de 150 metros da praia, sem uma onda para perturbar o repouso.

E um dia lá estava ela, sozinha, bem afastada. Comecei a nadar em sua direção, e quando cheguei, me apoiei no colchão e começamos a conversar. Meu antebraço ficou encostando na coxa dela, e o próprio movimento do corpo para manter-me flutuando fazia com que houvesse um roçado suave, mas muito gostoso.

Ela não afastou a perna, ao contrário, baixou um pouco mais, aumentando a área de contato entre os corpos, o que me deixou nervoso. Continuamos conversando, mas o papo passou para assuntos mais picantes, gerando um clima de tesão entre nós.

Como não houve nenhuma reação negativa ao contato do meu braço, passei a acariciar sua coxa com as costas da mão, como quem faz um carinho despretensioso, e a reação dela foi de muita aceitação, levantando um pouco mais a perna, abrindo caminho para que eu avançasse um pouco mais, em direção à parte interna de suas coxas.

Aos poucos fui avançando, sempre com cuidado, pois poderia haver uma reação de resistência ou de repulsa dela, e eu não podia correr o risco de um escândalo em família. Não houve reação negativa, ao contrário, começou a suspirar e morder o lábio inferior, rindo.

Avancei mais um pouco e cheguei ao encontro das pernas, começando a passar um dedo na borda do biquíni, de leve, e a reação dela foi abri-las um pouco mais, para receber o carinho que eu estava oferecendo.

Não falávamos mais, apenas curtíamos a troca de carinhos. Ela começou a passar a mão em meu pescoço e no ombro e apertá-los, o que me deixou absolutamente louco de tesão.

Meu dedo passou da costura do biquíni e roçou o clitóris. Vê-la arrepiada fez meu pau quase explodir. Meu dedo ultrapassou a barreira do biquíni e começou a acariciar ao vivo o clitóris. Foi só descer um pouco mais os dedos para ver que ela estava molhada para algo além da água do mar.

A outra mão cuidava carinhosamente de um seio, fazendo uma massagem da lateral do peito, com mamilos duros.

O avanço por baixo continuou e alcançou os grandes lábios, onde fiquei fazendo mais um pouco de carinho, antes de penetrá-lá suavemente. Fiquei comendo-a com o dedo durante um tempo, enfiando e tirando, e depois enfiei mais um dedo, dando a dimensão aproximada do pênis. Ela enlouqueceu quando falei baixinho para que me imaginasse com a boca nela…

Queria que ela gozasse, mas ela estava muito tensa por medo de ser flagrada. Por isso pedi que decesse do colchão e ficasse, como eu, apoiada apenas pelos braços no mesmo, e ela concordou.

Seguramo-nos por cima do colchão, ao mesmo tempo em que cruzamos as pernas por baixo dele, e em pouco tempo ela estava sentada em meu colo, ambos morrendo de tesão.

Coloquei meu pau para fora e fiquei roçando em suas coxas, ao mesmo tempo em que procurava afastar a lateral de seu biquíni para poder penetrá-la. Ela estava um pouco confusa, ainda com receio de que fôssemos observados da praia, mas mostrei-lhe que era impossível perceberem o que estávamos fazendo.

Ela então abaixou um pouquinho o biquíni e afastando sua beira, sentou suavemente no meu colo, pegou meu pau e o conduziu para a entrada de sua vagina, orientando a penetração, deliciosa com ela melada de tesão.

Cruzou as pernas pelas minhas costas na altura dos rins e começou a me puxar e soltar, no ritmo da penetração. Ficamos assim por alguns momentos, mas não dava para ficarmos tão quietos, e os movimentos começaram a ficar mais fortes. Eu continuava masturbando ela com uma das mãos, respirava em seu pescoço.

Ela começou a tremer e gozar com muita suavidade. Dava impressão de que ia desmaiar, o que me preocupou muito, mas logo se recuperou e ficamos um tempo quietos, acasalados, apreciando o momento glorioso que havíamos vivido.

E aí vieram as confissões. Disse a ela que há muito tempo eu tinha uma vontade maluca de ir pra cama com ela, que muitas vezes pensava nela, e sonhava com freqüência que estávamos no meio da maior trepada.

Ela contou que os sonhos e pensamentos dela eram os mesmos, que me “namorava” desde pequena, e sempre imaginava como deveria ser delicioso ir pra cama comigo.
Contou também que, na realidade, estava me chamando lá do fundo, pensando como seria bom namorar um pouco comigo no colchão, longe de todos. Na verdade, eu fui ao encontro dela por que ela estava me “chamando”, como uma sereia chamava os navegantes.

Nos outros dias conseguimos repetir a trepada aquática, que ficou cada vez mais gostosa, pois já não havia receio de nenhum dos dois.

Depois das férias, nos encontramos várias vezes. E hoje, apesar de cada um em seu canto com sua vida, os olhares cúmplices em festas de família são especiais.