X de Sexo

A cama é de todos

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Blog fala de sexo a partir de histórias do dia a dia, narra experiências reais e conta com a colaboração de leitores. É produzido de forma anônima.

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Ah, esse “tipo” de garota…

Por X de Sexo
Crédito: suckmypixxxel.tumblr.com
Crédito: suckmypixxxel.tumblr.com

 

Gostamos desse texto… Mas existe “esse tipo” de garota? Se até as mulheres de julgam, como cobrar igualdade, minha gente? Sejamos felizes, façamos o que tivermos vontade e pronto!

 

Vamos lá, o texto de hoje é do Renato. Mas sim, relato de uma transa boa.

 

*****

 

por Renato

 

Conheci ela num site de relacionamento, daqueles que prometem amor para a vida toda e bla bla blá. Conquistou-me de imediato. Curtia as mesmas músicas, mesmos interesses, etc. Havia poucas fotos dela, mostrava apenas seu semblante e um pouco dos seios. Deduzi: não é magra, nem gorda, mas peituda.

 

No encontro, a frustração. Ela era bem diferente do que eu esperava. Mesmo assim, convidei-a para beber e saímos daquele shopping chato.

 

Rodei um pouco com meu carro, parei no estacionamento de um supermercado, compramos vinho, cervejas, ficamos ouvindo música, embriaguei-me, ela também.

 

Estava com um vestido curtíssimo, enfiei a mão na coxa esquerda. Havia uma tatuagem, fiquei excitadíssimo, sempre fui fascinado por garotas com tatuagem. Era por volta de oito horas, havia escurecido e meu carro tem insulfilm, então fui logo subindo a mão e metendo-a na buceta.

 

Ela retrucou: “Eu não sou uma garota desse tipo!”

 

Foi um banho de água fria em meu pau duro. Porém, ficamos mais um tempinho ouvindo música. Ela achou um CD do Bon Jovi no porta-luvas. Eu sei umas duas ou três músicas, cantei, ela gostou.

 

De novo, mãos nas coxas, na buceta, nos peitos, uma leve provocada de lábios no pescoço. Nesse momento, lancei, não tinha nada a perder, e, com certeza, não iria querer uma relação duradoura:

 

“Vamos para o motel?!”

 

Ela respondeu: “Ah! garotos são todos iguais”, com risos. Relutou um pouquinho, mas fomos. Sempre aquela história: “é só para termos privacidade”.

 

Chegando lá, a garota que conheci algumas horas atrás se mostrou uma verdadeira devassa. Pus ela de quatro e enfiei na buceta, dei umas duas ou três bombadas, ela já disse: “Estava pensando em algo diferente”. Enfiei o dedo no ânus dela, que piscava, e retruquei:- “Nisso?!” Ela respondeu: “Sim!”

 

Vi também que seu corpo era repleto de tatuagens.

 

Enfiei com tudo, ela tinha os cabelos loiros, longos, quase até a cintura, puxei-os e a cavalguei. Quanto mais meu pinto entrava em seu cu, mais ela gritava. Bati com tanta força em suas nádegas que ela gritou de um jeito que eu não ouvia há séculos.

 

Logo em seguida, enfiei o meu pau em sua boca. Ela sugou, chupou até o fim, o que minha ex nunca fizera. Voltei para o ânus, ela deitou na cama, eu fui por cima. Enfiei com tudo por trás e a fodi enquanto ela vociferava lascivamente e com dor: “Não para!”

 

Fiquei umas duas horas nessa brincadeira, com alguns intervalos. Sempre no cu ou ela caía de boca. Não houve beijo. Deixei-a nas proximidades de sua casa. Enquanto ela descia do carro, não resisti e disse:

“Muito bom para uma garota que não é desse tipo!”

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