X de Sexo

A cama é de todos

 -

Blog fala de sexo a partir de histórias do dia a dia, narra experiências reais e conta com a colaboração de leitores. É produzido de forma anônima.

Perfil completo

Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade

Transas filmadas? Sim, todas

Por X de Sexo

 

por Henrique

 

image
Crédito: suckmypixxxel.tumblr.com

Naquele primeiro dia do curso de fotografia, aquele olhar que ela me deu foi como quem dizia “sei que te conheço, mas não sei de onde”.

 

Eu não, eu lembrava perfeitamente. Ela estava longe de ter um corpão, pelo contrário. Seios, bunda, era tudo proporcional ou até menor, mas seu rosto, não. Ainda estou na casa dos 20, mas dificilmente eu consigo imaginar um rosto tão charmoso quanto o dela.

 

Hipnose define aquele olhar. Lembro que fiquei hipnotizado quando seu irmão, que trabalha comigo, me apresentou ela quando nos encontramos numa festa casual.

 

Passamos a aula toda nos olhando esquivamente, como quem suplica ao cérebro uma lembrança confiável do primeiro encontro para poder então chegar e falar um com o outro. Pelo menos da parte dela, da minha eu já procurava um motivo para poder começar a conversa.

 

Quando a aula chegou ao momento da prática, eu rapidamente a convidei para formarmos a dupla, com a desculpa de que nossas lentes eram compatíveis com nossos modelos de câmera. Falei meu nome, ela disse que lembrava. Duvido até hoje.

 

Sei que no fim da tarde estávamos num café bem próximo de onde é a aula, falando sobre a polêmica hipócrita de quem filma a própria transa e cai na internet. Ambos já tínhamos feito aquilo muitas vezes, cada um com seus ex-parceiros e mesmo sem álcool nenhum na conversa, o clima foi esquentando.

 

Falou que por ela, gravaria todas as transas que pudesse. Eu, hipnotizado. Perguntei o que a deixava mais excitada nas gravações, ser era ver o jogo de corpos, ou as expressões.

 

Ela rapidamente respondeu: os olhares, principalmente durante o sexo oral. Como deve ser o seu olhar chupando uma mulher?

 

Eu sorri e não conseguia parar de imaginar todo aquele olhar hipnótico somado a um oral.

 

– Vou ter que assistir a um vídeo seu pra saber?, continuou ela, dado o meu silêncio.

 

Naquele momento eu segurei o braço do garçom que estava passando na hora, falei que estávamos com muita pressa e tínhamos que sair naquele momento, dei a ele uma nota de R$ 50 pra pagar uma conta que não tinha dado nem a metade. “Pode ficar com o troco”.

 

Minha cabeça só conseguia calcular o tempo que eu demoraria pra levar ela até minha casa.

 

– Devia estar filmando essa sua cara de tesão também, ela falou assim que saímos do estabelecimento.

 

Não conseguimos nem ligar o carro. Como eu tinha chegado cedo no curso e estacionado meu carro na outra ponta do estacionamento, naquele horário só tinha o meu e o dela, e umas 20 vagas sobrando.

 

Entramos no meu, o mais afastado da entrada.

 

Logo que entrei a segurei pelos cabelos da nuca e recebi um gemido de recompensa. Comecei a beijar seu pescoço enquanto a apertava na cintura com uma das mãos, e a segurava na nuca com a outra.

 

Ela me empurrou, colocou as mãos nas minhas coxas e disse: -melhor começar a filmar.

 

Abriu o zíper da minha calça e meu pau já estava a mil por hora.

 

Começou a me masturbar enquanto olhava pra mim que, naquele momento, via aquele olhar pelo outro lado da câmera. Me chupou sem deixar de olhar. Aqueles olhos também me devoravam.

 

Não demorei muito até gozar. Ela engoliu tudo, eu filmei tudo.

 

– Sua vez. – falou, enquanto limpava os cantos da boca.

 

Eu a conduzi ao banco traseiro, levantei um pouco seu vestido e ela já foi tirando a calcinha. Abri suas pernas e cai de boca. Ela gemia enquanto me olhava do outro lado da câmera.

 

Como eu não conseguia mais ver seu olhar, me concentrei na tarefa. Eu chupava e ela fazia um gemido sem abrir a boca.

 

Os vidros começaram a embaçar, inclusive os da lente. Ela colocou a câmera de lado, me puxou, segurou meu rosto em frente ao dela e disse: me come, quero te ver gozar.

 

Meti com tudo. Metia e olhava pra ela virando os olhos.

 

Aquelas expressões junto daquele cheiro de sexo, o suor e o abafado do carro.

 

Ela me devorava com o olhar. Não falava, só aquele gemido mudo e o olhar de quem me dominava.

 

Cravou as unhas nas minhas costas, que só não me cortaram por eu ainda estava de camisa.

 

Eu levantei seus braços sobre a cabeça dela e comecei a meter com mais força. Ela se contorcia de prazer.

 

A boquinha já não se mantia fechada, e ela pedia pra não parar.

 

Senti o gozo dominando seu corpo até o momento final em que ela me agarrou com força.

 

Ela gozava, fechava os olhos e respirava forte. Nossos corpos já eram uma cachoeira de suor.

 

Quando falei que ia gozar, ela olhou pra mim de volta e fixou nos meus olhos. Gozei como nunca. Ela parecia se lambuzar com meu pau jorrando dentro dela.

 

Transamos ao final de todas as aulas, filmamos todas. Mas independente de onde e quando transamos, em todos os vídeos só consigo olhar para aqueles olhos.

 

Charme e ímpeto viraram meu objeto de busca em outras mulheres. Mas ainda não encontrei nada como aqueles olhos.

Blogs da Folha

Publicidade
Publicidade
Publicidade