X de Sexo

A cama é de todos

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Blog fala de sexo a partir de histórias do dia a dia, narra experiências reais e conta com a colaboração de leitores. É produzido de forma anônima.

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Uma transa colorida que esperou 15 anos

Por X de Sexo

por Bernardo

 

Quinze 15 depois, houve uma reunião com os amigos do colégio. Reencontrei amigos e amigas, ficamos conversando até tarde, relembrando as velhas histórias. Engraçado que naquele momento não houve troca de olhares ou insinuações, cada um tinha seus compromissos.

 

No entanto, depois daquele dia comecei a conversar com uma amiga pela internet, nada de mais se não fosse por um detalhe, conversaríamos todas as noites. Os temas eram variados, sonhos, comida, viagens, trabalho, histórias de infância.

 

Uma noite falávamos sobre filmes. Um filme em questão, de um pintor italiano que nunca pintava os olhos de suas amantes. Sugeri a ela me pintar. Falei que podia ser como uma artista americana que pinta no próprio corpo de pessoas. Insinuei que ela podia pintar o meu corpo.

 

No primeiro momento ela ficou tímida, mas depois aceitou. Marcamos um dia, e ela começou. Era nítida a vergonha que sentia, estava pintando um amigo de infância que estava nu.

 

Certa vez, começamos a conversar sobre relacionamentos. Histórias amorosas que cada um já viveu.

 

Já eu não tinha como esconder minha … empolgação. Estava bem ali, de repente de pau duro na frente dela.

 

Em uma tentativa de evitar o inevitável, ela começou a pintar os pés, depois a cabeça, a canela, os braços, as coxas, o tronco, até que chegou à região que a deixava envergonhada.

 

Não falava nada, só sentia como ela tinha mãos macias, delicadas. Ela então pegou no meu pau, de uma forma bem suave, quase que indiferente.

 

Depois pediu para me deitar. Ela queria me pintar com os pés. Fiz como ela queria, só pedi para ela ter cuidado onde pisava. Ela sorriu.

 

Depois de terminar, ela tirou uma foto e disse que precisávamos tomar banho. Falei para ela que só tomava banho se fosse com ela. Se sujou, tem que limpar, brinquei.

 

Ela sorriu, pegou na minha mão e me levou. Chegando ao chuveiro, não aguentei. Disse pra ela que agora era minha vez de acariciar.

 

Tirei a roupa dela, liguei a água fracamente, e a tinta saiu do meu corpo e invadiu o corpo dela da mesma forma que meu corpo invadia o dela. Fiz da mesma forma que ela fez comigo. Beijei seu rosto. Beijei seus pés. Beijei seu pescoço. Apertei suas coxas. Chupei seus peitos…

 

Levantei sua perna, dobreia-a, não para chupar sua buceta, mas para beijar. Queira sentir a buceta dela como fosse sua boca. Queria sentir seu clitóris como fosse sua língua.

 

Não sabia se era água do chuveiro ou se ela já estava toda molhada de tesão. A cada beijo na buceta ela gemia. Deslizava minha língua pela sua buceta enquanto apertava seus seios. Chupava sua buceta enquanto apertava sua bunda.

 

Ela pegou meu cabelo, puxou forte, como se tivesse pedido: continua, me come. Foi quando, chupando sua buceta, coloquei um dedo dentro dela, bem devagar. Quando ela sentiu aquilo, pulou, estranhando. Mas depois ela deixou e eu coloquei mais de um. E enfiei meu pau

 

Chupando, metendo, apertando. Ela começou a gritar mais alto e, quando não aguentou, suspirou: me fode. Deitei-a no chão do banheiro, segurei suas mãos, envolvi minhas pernas com as delas. Deixei-a toda indefesa e aberta. E enfiei meu pau duro todo dentro dela. Ela gritava: mais, mais. Eu metia mais e mais. E mais forte.

 

Sentia as gotas de água molhando minhas costas. Sentia meu pau molhado dentro da buceta dela. Parecia que até as gotas de água me empurravam mais pra ela.

 

Queria rasgá-la toda. Foi quando me lembrei. A posição que ela mais gostava, tinha me dito numa das conversas. Peguei ela pela cintura, suspendi, joguei-a contra parede e deixei-a descer bem devagar. E bem devagar meu pau entrava. Ela implorou: me rasga toda.

 

Só pensava nisso. Enterrava meu cacete naquela buceta e enterrava cada vez mais fundo e mais fundo. Ela arranhava minhas costas. Eu enfiava meu pau na buceta dela. Ela enfiava a língua na minha boca.

 

Parecia que tínhamos um amor reprimido por 15 anos. Ela olhou nos meus olhos e disse: goza em mim. Eu disse: gozo, quero toda minha porra em você. E ela disse: goza lá dentro, goza.

 

Metia mais e mais forte. E ela gritava. Metia com violência, como se tivesse com raiva. Estava com o tesão saindo pelo pau. E ela gritava como se seu gozo quisesse sair pela boca.

 

Até que ela grita mais alto, todo seu corpo treme, me apertando forte… E depois me solta, olha nos meus olhos e me beija um beijo longo e carinhoso. Levei-a para a cama. Deitamos olhando para a foto que ela tirou de mim.

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