X de Sexo

A cama é de todos

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Blog fala de sexo a partir de histórias do dia a dia, narra experiências reais e conta com a colaboração de leitores. É produzido de forma anônima.

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Entre o abrir de portas e de pernas

Por X de Sexo
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Crédito: suckmypixxxel.tumblr.com

por Giulia

 

Ele chegou num sábado à tarde em casa, como de costume.

 

Eu, de vestido, recém-saída do banho, ainda com o corpo úmido. Ele, roupa de boy básico.

 

Abri a porta e senti aquele cheiro que só ele tem que me deixa louca.

 

Caprichei no beijo de recepção e automaticamente ele me pergunta: Onde estão todos ? Respondi: Nos quartos.

 

Ele me pegou pelo braço, me sentou no braço do sofá e deu aqueeeela chupada deliciosa. Eu tava doidinha de tesão quando lembrei que tinham pessoas em casa e me controlei.

 

Me levantei e disfarcei, já que ouvi barulhos na cozinha. A pessoa foi e voltou pro quarto.

 

Imediatamente voltei à sala e ele estava lá, sentado, tentando disfarçar o pau completamente duro enquanto me comia só com o olhar.

 

Ajoelhei no tapete. Ele entendeu o recado. E pronto. Chupei tão gostoso que ele não aguentou e gemeu, gozando. Levantei, fui a um dos quartos, disfarçando fazendo qualquer pergunta, e voltei à sala.

 

Ele estava lá me esperando. Afoito. Levantei o vestido e sentei ali mesmo, em frente à TV de plasma, onde se via todo o reflexo da cozinha. Foram algumas sentadas de enlouquecer, até o fundo, ainda mais com aquela pegada que só ele sabe dar.

 

Fui me trocar, já que íamos sair. Voltei de saia, óbvio, e ele já imaginou mais coisas pra fazer ali mesmo.

 

Me sentei no braço do sofá e ele no outro sofá de frente pra mim, e meteu a mão, me tocou até que eu começasse a ficar com os pensamentos confusos. Uma das pessoas chegou na sala e disfarçamos.

 

Foi só a pessoa virar as costas, eu fui em direção à cozinha, e ele me pegou, levantou a minha saia e meteu mais, sem dó nem piedade, fazendo meu corpo balançar.

 

Resolvi o que precisava antes de sair e quando voltei à sala ele sussurrou no meu ouvido. “Não vamos ainda, quero te comer ali no tapete, de quatro”. Dei uma olhada no movimento da casa e não resisti, ajoelhamos e senti aquele pau quente e molhado entrando e saindo, em pegadas fortes, me deixando doida.

 

Foi quando ouvi alguém na cozinha. Levantamos e, como se nada tivesse acontecido, demos tchau a todos e saímos. Rindo, doidos de tesão e com os joelhos marcados.

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