X de Sexo

A cama é de todos

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Blog fala de sexo a partir de histórias do dia a dia, narra experiências reais e conta com a colaboração de leitores. É produzido de forma anônima.

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O meu primeiro ménage

Por X de Sexo

Este é um texto especial, que publico aqui no blog e que foi escrito originalmente para a edição de aniversário, neste mês, da revista “Sexy”. Especial duplamente, afinal é uma história de vida e tanto.

 

***

 

por Ana

 

– Pensei que sua amiga era mais bonita.

 

Babaca. Eu tinha contado para ele que nós duas tivemos um caso, que nos comemos inteiras logo na primeira vez e que ela era a mulher mais sensual que eu já tinha visto em toda a minha vida… E ele vem com o papo de que não gostava dela? Mas quem tinha perguntado ou pedido qualquer opinião?

 

“Você não entende de nada”, lhe respondi, para voltar em seguida para a pista e dançar com ela.

 

 

Nunca mais tinha acontecido nada entre nós duas depois daquela madrugada em que, bêbadas e confusas, nos entregamos uma a outra na piscina, para alvoroço dos vizinhos. Foi minha primeira vez com uma mulher…

 

E naquela noite, enquanto dançávamos, sentimos de novo o suor uma na outra, nossas saias se levantando e sentindo aquela brisa quente entre as pernas que arrepiava nossas bucetas. Uma percebeu na outra o olhar de sexo.

 

Foi ela, que parecia ser a mais confusa e insegura da história, quem começou a me beijar, como se gostasse de beber dos meus lábios. Ela sorvia minha língua e eu só pensava em sexo, cada vez mais. As pessoas sussurravam ao nosso redor, mas ela sequer percebeu.

 

Pois se percebeu, não se importou, pois continuava com seu corpo colado ao meu.Eu pensava: tenho namorado, meu Deus, o amo. Acho que ele me mataria se imaginasse o que fazia naquela hora, com outra mulher…

 

Certamente, ela era a mulher mais sensual que eu já conheci. Tudo mexia comigo. Era seu cheiro, a curva da sua bunda, seus vestidos, o jeito de olhar, aquela vontade de conquistar quem quer que fosse, homem ou mulher, aquela consciência do seu poder. Gosto de comer e ser comida por homens mais que qualquer coisa no mundo, mas pensar nela me fazia ter a mesma vontade de sexo.

 

Fechamos a balada, fomos os últimos a sair dali. E meu amigo, a quem conheço muito, muito bem, nos deu carona. Ao chegarmos, ela falou que estava passando mal. Eu, então, pedi para que ele a levasse, no colo, até a cama, no andar de cima.

 

Como ele demorava a voltar, subi minutos depois. E lá estava meu amigo, o maior pau do continente, a comê-la.

 

“Boa”, pensei. Imagine se ele tivesse gostado dela.

 

Tirei minhas roupas em silêncio e entrei pelada entre os dois. Fui recebida com a língua dela na minha buceta ensopada e a dele molhando meus peitos, duros, de tanto tesão.
Mas naquele dia eu não me sentia protagonista. O que eu queria, mesmo, era que nós dois dividíssemos ELA, que nos tornássemos parceiros para explorar até o ultimo canto de prazer daquele corpo gostoso. E o que ela procurava, me confessou depois, foi repetir nosso episódio da piscina com testemunhas ativas…

 

Definitivamente, não nos importamos muito com as vontades dele no começo, reconheço. Eu pensava que aquilo tudo, duas mulheres loucas por sexo na cama com ele, já era mais que um presente para um cara que começou a noite falando besteira.

 

Lembro daquela experiência de ménage como perfeita. Nunca fiquei tão molhada na vida. Eu escorregava. Tudo era novo, tudo era excitante, o nível de desejo era tal que até doía.

 

Eu resolvi deixar que eles se entendessem e se encaixassem enquanto eu aproveitava os cantos que deixavam disponíveis. Ela me chupava o tempo todo, era incrível sentir a língua dela impulsionada pela força daquele pau que a embestava por atrás.

 

Aquele cheiro de sexo e suor me embriagava. Não pensava em mais nada que não fosse em me esfregar contra eles.

 

Às vezes parava para ver como ela agarrava o pau do meu amigo e o enfiava bruscamente dentro dela. Amei ver como ela também parecia curtir. Ela gemia e gemia e me pedia para não ficar longe.

 

Aquela loucura se prolongou durante horas, horas nas quais meu orgasmo ameaçava me quebrar toda.

 

Eles transavam com meu corpo no meio, postura que nunca mais consegui encaixar. Ele estava dentro dela, metendo pela frente, e eu no meio de tal maneira que meu clitóris estava em contato com a buceta dela e o pau dele ao mesmo tempo. . Todos molhados, entrelaçados… A cena de sexo perfeita.

 

Então, quando ele começou a empurrá-la mais forte ela gemeu, e me olhando me mostrou como seus dedos escorregavam em mim, excitada, ensopada. Eu gritei, me contorci e tremi entre pelo menos três orgasmos intermináveis.

 

Ainda lembro o cheiro que ficou na minha pele dias depois daquela madrugada. Houve outras noites parecidas, mas nenhuma como aquela primeira. Talvez deva começar a entender que não terei uma outra como ela e curtir o papel protagonista de uma vez por todas.

 

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