X de Sexo

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Blog fala de sexo a partir de histórias do dia a dia, narra experiências reais e conta com a colaboração de leitores. É produzido de forma anônima.

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O dia em que a vizinha pede ajuda com a pia

Por X de Sexo

A história de outro leitor. Clássicos podem inspirar a realidade! Para nos mandar a sua, escreva para blogxdesexo@gmail.com.br. Seu anonimato é garantido, se assim preferir.

 

***

 

por Miguel

 

Crédito: suckmypixxxel.tumblr.com

 

Nunca fiz sucesso com as mulheres a primeira vista. Tanto que, para sobreviver no mundo dos homens, tive que aprender a ser mais do que os olhos podem ver.

 

No último fim de semana, por ironia (e clichê) do destino, a pia da minha vizinha “L” entupiu, e eu era o único do prédio que não tinha ido viajar no feriado.

 

Então lá estava ela na minha porta, toda molhada e já cansada das tentativas de resolver aquele problema pós-culinário, digamos assim. Usava uma camisa branca meio velha com um buraquinho minúsculo na altura dos seios, mas no qual cabia toda minha imaginação.

 

Não pensei duas vezes em oferecer minhas habilidades de encanador, claro, e, em dois tempos, estava eniado debaixo da pia dela com um alicate na mão e mil fantasias na cabeça. O problema me tomou uns 5 minutos e saí lá pingando suor. Ela ofereceu o chuveiro para que eu tomasse um banho enquanto faria um café.

 

Meio sem querer tirei a camisa antes entrar no banheiro, costume caseiro. Pareci mentira quando ela me olhou com uns olhos de fome. Mas ela continuou, e o que parecia engano se confirmou ser verdade.

 

Quando estava no meio da ducha ela bateu à porta, me perguntando se tinha conseguido ligar o chuveiro. “Ela não está ouvindo o barulho da água?”, pensei comigo. “Isso pode ser uma desculpa!”, pensei depois, e falei meio que em tom de desespero: “Não consigo fechar o registro, agora que perguntou!”

 

Mal terminei de falar e ela já estava empurrando a porta para vir ao meu socorro. Não me olhou a princípio, e depois de fechar o registro com facilidade me disse: “Onde você achou dificuldade aqui?”

 

Eu dei uma risada de canto de boca e ela me acompanhou. Olhamos um para o outro e soubemos muito bem onde aquilo iria parar.

 

Depois disso se aproximou, desceu a mão pelo meu peito até pouco abaixo do umbigo e encontrou meu pau duro e já impaciente em encontrá-la de uma vez. Me lembro dela ficar de joelhos e fazer o sexo oral mais alucinante
da minha vida. Sua língua parecia guiada por meus pensamentos, e ela sabia colocar a pressão certa em cada sugada.

 

Não sei como não gozei na sua garganta em uma das tantas vezes em que foi até o fundo com a boca no meu pau. Quando ela se levantou, eu me sentei no chão do banheiro e ela sentou sobre mim. Começamos uma sessão de malabarismos dignos de circo.

 

Aquela mulher sabia como deixar um homem louco. Eram tantos gemidos e barulhos alucinantes que ela dava
que pensei até em dar uma pausa, mas ela, adivinhando meus pensamentos, sentada sobre mim, puxou meu cabelo e começou uma sequência de solavancos pra baixo e pra cima que, em questão de segundos, estava
prestes a explodir de prazer e loucura.

 

Então ela sussurrou no meu ouvido: “Não goze ainda, quero sua porra na minha boca…”

 

Eu, já em total estado de êxtase, disse pra ela se apressar, ou então o aquilo tudo se perderia no caminho. Dito e feito: mais umas duas ou três lambidas e uma ou duas sugadas e eu explodi em sua boca. Acho que nunca tinha gozado tanto e com tanta força na vida.

 

Depois de 10 a 15 minutos para recuperamos o fôlego, voltei para minha casa na torcida que aquela pia entupisse com mais frequência.

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