X de Sexo

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Blog fala de sexo a partir de histórias do dia a dia, narra experiências reais e conta com a colaboração de leitores. É produzido de forma anônima.

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Uma aventura inesperada no supermercado

Por X de Sexo

A história de outro querido leitor. Para nos mandar a sua, escreva para blogxdesexo@gmail.com.br. Seu anonimato é garantido, se assim preferir.

 

***

 

por Charles

 

Crédito: suckmypixxxel.tumblr.com

 

Queria compartilhar o que aconteceu comigo outra semana, um acontecimento inacreditável!

 

Estava na secura, sem mulher, já fazia algum tempo. Eis que um belo dia estava eu, à noite, no supermercado comprando algumas cervejas, salgadinhos. Enfim, abastecendo a mesa para o final de semana.

 

As filas pareciam paradas em todos os caixas. Ao procurar por um caixa mais rápido, passei por ela uma mulher que me fez parar.]

 

Alta, cabelos castanhos amarrados num rabo de cavalo, conjunto de mini-saia e blusa com zíper realçando sua bunda chamativa em suas pernas longas e finas, peitos redondos deliciosos, naquele formado tomara que caia. O zíper que quase abriu com o poder de meus olhos e de minha mente. Sua pele estava toda arrepiada naquela roupa com desenhos de flores.

 

E não é que havia um cara segurando a fila, esperando? Então ela apareceu com sua compra ali, praticamente encostada em mim. Ainda se abaixou bem perto, de propósito, para ver o preço de um chocolate. Eu já estava excitado e ela percebeu meu pau duro dentro da bermuda, reparou na minha fome animalesca.

 

O rapaz que estava ao seu lado ficou cuidando das compras e ela seguiu rumo a uma loja de perfumes que ficava no corredor. Quando passei por ali, indo embora, sentido porta dos fundos, perto da saída dos banheiros, ela saiu da loja. Passou na minha frente rebolando e abrindo o caminho. Meio que automaticamente segui seus passos, para vê-la um pouco mais, e andei até o banheiro. Ela entrava no feminino quando se virou, como se soubesse que eu estava lá, e me disse toda maliciosa:

 

– Eu quero o mesmo que você. Venha e seja rápido.

 

Aquilo foi uma ordem expressa. Ignorei os riscos e a acompanhei. Ela sentou no vaso e abaixou minha bermuda sem cerimônia alguma. Chupou meu pau já completamente duro de tanto de tesão. Me segurei para não encher a boca dela porra. Ela ficou em pé, alçou uma perna e encostou a mãos na parede. Afastei sua calcinha ensopada e vi que latejava, como se implorasse para ser comida. Com uma das mãos esfregava meu pau sob sua bunda e roçava nela inchada, com a outra desci o zíper de sua blusinha soltando aqueles peitos.

 

– Me come logo, caralho!

 

Quando meu pau deslizou abrindo ela apertada, segurei firme em seus quadris, seus peitos balançavam e minhas estocadas foram ficando cada vez mais fortes.

 

– Vou gozar!

 

Quando a safada sentiu que iria gozar, me falava gemendo de prazer:

 

– Estou gozando! Ai, que delícia. Quero que você goze na minha boca.

 

Foi um milagre eu ter segurado o gozo naquela hora. Tirei meu pau dela e coloquei na boca aberta, toda trêmula, e em algumas lambidas e chupadas enchi sua garganta de porra. Gozo de meses. Ela engoliu cada gota, limpou o rosto me olhando e saiu cantarolando. Sequer se despediu e tampouco disse seu nome.

 

Algumas mulheres nos viram sair, mas por sorte não nos denunciaram! Continuo indo naquele supermercado para ver se a encontro de novo.

 

 

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