X de Sexo

A cama é de todos

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Blog fala de sexo a partir de histórias do dia a dia, narra experiências reais e conta com a colaboração de leitores. É produzido de forma anônima.

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Duas semanas no parquinho, ou sexo casual

Por X de Sexo

Recebemos este texto logo que o blog entrou no ar e logo de cara gostamos. Sexo no trabalho pode ser divertido! É o que nos conta a Patrícia.

 

Para nos mandar sua história, escreva para blogxdesexo@gmail.com.br. Seu anonimato é garantido, se assim preferir.

 

***

 

por Patrícia

 

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Engraçado como mudamos nossa perspectiva do que nos atrai com o tempo. De jovens fortes e másculos (que nunca passaram do platonismo) a admirar outras coisas.

 

Aquele, em especial, era muito vaidoso. Executivo de cabelos sempre bem penteados, perfumado e com um charme de babar.

 

Nunca tínhamos ultrapassado as barreiras da hierarquia corporativa, nada além de sorrisos e piscadas de olho como prêmio pelo trabalho bem feito.

 

Fiquei tão doida na nossa última reunião, quando ganhei um beijo no pescoço, que sonhei com ele e acordei estupidamente molhada. Surpresa e ainda tonta, passei uma mensagem para ele contando sobre o sonho, o que acabou por abrir a porta que estávamos esperando.

 

Papo vai, papo vem, não sei ao certo o que me tomou de tanta coragem para convidá-lo ao meu apartamento após uma semana sem aparecer no escritório.

 

Como nunca tinha feito nada do tipo, deixei claro que dependeria do quanto os beijos me agradariam antes de entrar.

 

Nossa! Que delícia de beijo. Seus lábios não eram carnudos e não esperava que fossem tão macios. Entre gemidos e arrepios, ele me deixou úmida desde o primeiro toque. Subimos e continuamos a sequência de beijos e amassos, mas já sabendo que nosso tempo seria muito curto –sim, ele era casado.

 

Não me importei. Toda vez que ele pensava em sair eu retirava uma peça de roupa, cuidadosamente observando suas reações. Ele virava o rosto como se torturado estivesse. Encostando meu corpo nu no dele eu conseguia sentir como seu pau estava duro e apertado em suas calças.

 

Ele tinha que ir. Deixei, mas com a condição de beijar todo o meu corpo. Que delícia. Que delícia. Me lambia e me chupava, parecia infinita aquela boca na minha vagina. Quando parou, eu estava ensopada. Queria mais.

 

Nossas conversas e beijos no trabalho já tinham ficado mais carinhosos e nossas mensagens mais quentes. Adorava ler suas mensagens sobre como eu sou gostosa e com as promessas do que ele poderia fazer. Estava doida para sentir ele dentro de mim.

 

Queria vê-lo tendo espasmos de prazer junto comigo.

 

Nossa relação se estendeu por mais uma semana, pois ele estava para trocar de empresa. E o nosso último dia não sai da minha cabeça…

 

Saímos mais cedo do escritório com destino ao meu apartamento. Um de seus beijos em minha orelha foi o suficiente para me molhar. O seu suspiro no meu ouvido quando mostrei como estava me fez latejar freneticamente. Parecia que ela estava o chamando.

 

Pedi que me comesse de frente na primeira do dia. Queria ver seu rosto. Seu corpo se contorcendo para se segurar até que eu o acompanhasse, mas não consegui, e ele explodiu em mim.

 

Trocamos carícias e conversamos um tempo. Clima de despedida começando a chegar. Não permiti. Queria mais.

 

Coloquei a cabeça em suas coxas e enquanto afagava meus cabelos, comecei a chupar suas bolas. Perguntei se ele ainda queria continuar, e ao menor sinal de sim, me embalei com a boca em seu pênis. Da cabeça até a base, sugando, dando voltas com a língua.

 

Vi que ele já estava imerso novamente no nosso plano sexual e me posicionei sobre ele, sentando e me preenchendo até o fim. Me mexia bem devagar com ele dentro de mim.

 

Seu rosto com o prazer estampado em me ver deliciando-me só me deixava mais e mais excitada, mas eu queria mais. Então fui me virando, para ele me comer do meu jeito favorito: de quatro. Como a gente encaixa bem! Pedi para ele meter com força. Eu queria ser surrada por dentro.

 

Acho que meu vizinho ficou assustado com os meus gritos, não conseguia controlar. Fui ao céu, e prova disso é que a caminhada cansou minhas pernas. Foi até difícil levantar para abrir a porta e deixá-lo partir.

 

Foi uma delícia, pena que acabou. Mas valeu cada noite das nossas duas semanas no parquinho.

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