X de Sexo

A cama é de todos

Perfil Rebeca e Diana escrevem e coordenam a brincadeira.

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Oral em mulheres

Por Rebeca

 

Recebemos este e-mail do leitor Fábio:

 

“Adoro suas colunas na Folha, parabéns! Sou um jovem carioca que quer, digamos, se especializar no sexo oral em mulheres, tanto vaginal quanto anal. Gostaria de dicas eficazes de ambas as garotas, para melhorar minha performance tanto no cunnilingus quanto no annalingus. Gostaria de saber como as mulheres gostam de chupação”

 

Crédito blog.sexyhot.com.br

Crédito blog.sexyhot.com.br

 

Primeiro fiquei pensativa sobre as dicas que podemos dar para ajudar a masculinidade numa tarefa tão importante. Porque sexo oral, sexo anal, sexo normal, beijo, tudo é uma questão de personalidade, o jeito que você gosta de fazer (e de receber, é claro). Tem o afoito, o devagar, o detalhista, o que só quer gozar…

 

Mas, sendo mais pragmática, dá para tentar melhorar alguns aspectos –e isso se aplica também a nós, mulheres, incluindo eu, diariamente. Assim como em homens, como um dos últimos posts da minha amiga Diana ensina, há dicas muito úteis sobre como fazer sexo oral em mulheres. A regra de praxe é não ter pressa, se dedicar ao assunto, não querer fazer a pessoa gozar logo. Se eu quero gozar rápido, vejo um pornô e me masturbo, ou uso um apetrecho e em menos de 1 minuto chego lá. O tesão do oral (e do sexo em si) é o tesão. Para mim, quanto mais eu ficar na borda do gozo (sem gozar) melhor, mais eu curto o negócio.

 

O corpo é infinito, sexualmente falando. Cada detalhe pode ser explorado: mamilos, barriga, orelha, pescoço. Não adianta só chegar lá e pronto. Mas, depois que você percorreu todos os caminhos para deixar a sua parceira bem relaxada, o órgão em si é o paraíso. Posso falar por mim, prefiro as línguas mais gordas, que abraçam o mundo, que lambe tudo de uma vez, não precisa ser ágil, elétrica, mas de vez em quando dá uma friccionada só no clitóris. Ou enfia um pouco o dedo no cu, não todo, massageando a borda.

 

Depois que a coisa esquenta mesmo, aí os dedos entram e saem da buceta e do cu, mas não precisa ser tão rápido, a não ser que a sua parceira já esteja arfando. Se ela estiver quase lá, mas o negócio mal começou, mude a área de ataque. Deixe ela louca, ela esfria um pouco só para não gozar e voltar a curtir aquele limiar tão maravilhoso.

 

Use as mãos, quentes, para massageá-la. Nada de ficar no clitóris só na pontinha dos dedos, em mim dá aflição. Parece até que está com nojo. Melhor abraçar a buceta e o clitóris com dois ou três dedos, deslizando para cima e para baixo. Enfie os dedos nela para molhá-los (ela vai estar encharcada) e volte para cima, continue com a língua em tudo, vagarosamente. Não tenha pressa. Vá até a virilha, dé mordiscadas nas coxas, no ossinho do quadril. Segure-a pelos quadris e encarque sua cabeça no meio deles, com prazer, querendo comê-la sem o pau. Ela vai querer ficar ali por horas e esse é o tesão. Se você pensar um pouco sobre como gosta de receber uma chupada, daquelas elaboradas, sem pressa, vai lembrar em ser generoso quando for chupá-la.

 

Lembro-me de um gato que, antes de jantar na minha casa, já estava me provocando, me ignorando para me deixar excitada, esperando acabar o jantar para chegar perto de mim. O negócio demorou, eu mal queria comer, e de repente estávamos no sofá. Foi dos homens que mais vi demorar em gozar para tornar a noite louca e inesquecível.

 

Começamos a nos beijar, uma longa chupada no pescoço, lambidas perto da orelha, algo meio adolescente, carnal, quente. Tirou minha blusa e começou a chupar meios peitos, olhava para cima de vez em quando, com um sorriso no canto da boca. Eu tirei a camisa dele, nos abraçamos como se fôssemos entrar um no outro. Pelo jeans, via-se que estava de pau duro. Um pau grande, volumoso. Fomos para o quarto, tirei a calça dele, ele tirou minha calcinha, mas me deixou de saia. Não acreditei quando tirei a cueca dele e vi aquele pau maravilhoso, grande e grosso, lindo. Pensei: quando é bom demais assim, algum defeito ele vai mostrar daqui a pouco. Mas não havia defeitos. Aliás, era um homem surpreendente.

 

Sem cueca, roçava aquele pau pelas minhas pernas, eu deitada e ele sobre mim, a saia levantada. Começou a beijar minha virilha e a apertar meus quadris, minhas coxas, minha barriga, me chamava para ele. Rodopiava sua língua em mim e eu já estava enlouquecida, queria puxá-la para cima, queria que ele enfiasse aquele pau em mim. Ele percebeu a minha loucura e me virou de costas. Eu estava curiosa para saber o que ele faria comigo de costas. Vai enfiar no meu cu? Vai me comer de costas? Vai chupar assim?

 

Ele não mexeu no pau dele, e continuou a me beijar. No cóccix, bem onde começa a bunda, deu umas mordiscadas na minha bunda, disse que ela era um tesão, desceu a língua pela coxa, passou perto do cu e da buceta, mas não deu atenção a eles e continuou sua saga. No meio da coxa eu já não sabia mais o que pensar. E eis que ele para a boca atrás do meu joelho. E começa a lamber aquela parte, a chupar, com o dedo enfiado em mim. Eu não sabia o que pensar. Como assim chupar atrás do joelho? Como nenhum outro homem pensou nisso antes?

 

Eu já estava louca e nem aguentei ele me desvirar e voltar para cima. Gozei ali mesmo, sendo chupada atrás do joelho, com os dedos enfiados na minha buceta. Isso foi só o começo desta noite e o gato ainda nem tinha usado o pau dele. Mas deu para saber que aquela noite seria louca. Um tesão. E ele ficou conhecido, nos círculos íntimos, como o cara que chupou atrás do joelho.

 

A imaginação, Fábio, é a nossa arma.

 

 

 

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Nosso amigo, o vibrador (Parte I)

Por Diana

 

“Deve ser difícil competir com o seu amigo ali”, me disse o gato, sentado na minha cama, sem camisa, com um sorriso meio sem graça no rosto.

 

Nosso Amigo Vibrador

crédito: suckmypixxxel.tumblr.com

 

Fiquei olhando a cena sem entender. Que amigo? Ele fez um sinal com a cabeça para o criado mudo, onde vi, estarrecida, meu vibrador preferido, que havia esquecido de guardar antes de sair de casa. Dei uma gargalhada e pulei na cama, certa de que era só brincadeira e ele adoraria tentar provar que era muito superior ao meu amigo a pilhas.
…Estava enganada.

 

 

Era a primeira vez que este gato em particular se encontrava na minha cama. Havíamos nos conhecido algumas horas antes, em uma festa pré-carnaval incrível na casa de amigos. Eu, solteira, ouvia falar daquela festa há meses, e havia recebido garantias incontáveis de que os melhores e mais interessantes gatos da cidade estariam lá, também à caça. Só a primeira parte era verdade: havia, sim, muitos gatos interessantíssimos, mas poucos desacompanhados. Imagine minha alegria ao descobrir um cara bacana, cineasta e ciclista, que acabava de retornar da Europa, onde trabalhou em um documentário sobre o Tour de France.

 

 

Ele estava claramente me paquerando, mas nao tomava nenhuma iniciativa drástica. Horas de festa depois, ele finalmente me serviu um uísque e perguntou se eu queria beber na varanda. “Só bebo uísque em más companhias”, respondi. “Você é má companhia?” Ele riu e disse que sim. Chegando lá fora, me prensou contra a parede e me beijou (ponto a favor). Ficamos ali, aos amassos, por um bom tempo. De tão entretidos, não percebemos que  a minha fantasia de Medusa se enroscara na grade da varanda. Findos os beijos,  fomos obrigados a cortar metade do meu vestido podermos retornar ao interior do apê.

 

 

À esta altura já estava molhada, animada, e iludida na impressão de que meus planos de uma sacanagenzinha básica seriam realizados em breve. O gato cineasta, claramente excitado, sugeriu que fôssemos para a minha casa. Mas antes que eu pudesse me alegrar, ele completou: “eu não vou te comer”. Hã? Como assim não vai me comer? Porque não? “Ah, primeiro quero fazer um pique-nique e cozinhar um almoço para você”, afirmou.

 

 

Certamente o moço era uma gracinha, o sonho de muitas meninas casadoiras por aí. Acontece que eu não queria pique-nique nenhum, muito menos almoço. O que eu queria mesmo era sexo. Depooois, se a noite fosse sensacional, talveeeez eu deixasse o cineasta fazer um almoço para nós. Mas ali, depois de horas de amassos na varanda, minhas intenções eram bem mais simples.

 

 

Ainda tentei argumentar. “Mas vem cá… qual o problema em transar? Você acha que sexo é desrespeito?” O gato desconversou, mas insistiu em ir para minha casa. “Ok”, pensei comigo, “talvez ele esteja fazendo uma graça, mas na hora não vai resistir”. Fomos para a rua, tomamos um taxi, e em pouco tempo estavámos sozinhos no meu apê. Deixei o gato no quarto para ir ao banheiro, e na volta o encontrei sentado sem camisa na cama reclamando sobre o meu vibrador.

 

 

Pausa para uma explicação técnica: Eu adoro vibradores. Sozinha, acompanhada, assistindo a um vídeo pornô, sentada na janela, ou em qualquer outra situação propícia, uso com frequência. Mas, em geral, eu não apresento os meus “amigos” para qualquer parceiro –ainda mais assim, de sopetão, logo na primeira noite. O vibrador em questão foi esquecido na mesinha de cabeceira por puro descuido. E logo ele — um pauzão prateado enorme, com bolinhas rotatórias na base, que me faz gozar horrores em menos de 60 segundos (juro, já contei). Talvez fosse mesmo um pouco intimidante.

 

 

Voltando ao que interessa, pulei na cama e começamos a brincar um pouco. Dava para sentir o pau duríssimo do gato, mas ele se recusava a tirar a calça jeans. Tentei provocar, com beijos molhados por cima do tecido, deixando ele tirar a minha roupa, mas era só colocar a mão no cinto que o cineasta recuava. Eventualmente, eu desisti. O gato dormiu ali mesmo, de calça jeans, roncando alto na minha cama. Nem ânimo para usar meu vibrador sozinha eu tive.

 

 

Acredito que cineastas/ciclistas sarados têm todo o direito de não querer transar no primeiro, no terceiro ou no décimo encontros. Respeito perfeitamente que ele queira fazer almoço e levar para um pique-nique as moçoilas por quem se interessa. O problema é que, naquela noite (ou naquela fase da minha vida), eu não estava interessada em nada disso. Então, deixei ele dormir sossegado, mas me recusei delicadamente a dar o telefone na manhã seguinte, e tampouco quis usar o cartão que ele deixou comigo. Sorry, amigo, eu só queria uma trepadinha básica. Também é meu direito.

 

 

Dessa história, além das risadas, ficou uma dúvida básica: será que ele REALMENTE se assustou com o vibrador prateado na mesa de cabeceira? Desde os tempos do bidê lá de casa, eu sou uma feroz defensora do vibrador, e acho que já deu para perceber que isso não tem nada a ver com meu apetite sexual por seres que não precisam de bateria. Aliás, acompanhada é bem melhor.

 

 

Certa vez, um parceiro me surpreendeu com um aparelhinho genial chamado “bullet” (parecido com uma bala prateada, de tamanho um pouco maior do que um dedão). Eu estava amarrada na cama, com uma venda nos olhos, enquanto ele me chupava e enfiava os dedos na minha vagina e no meu rabinho. Aos poucos, foi colocando um pequeno objeto cilíndrico no meu cuzinho, sem parar de me lamber. Eu estava bem relaxada e fiquei esperando, curiosa, para ver no que isso ia dar. Ele começou então a me comer pela frente, enquanto ligou o “bullet” atrás. A vibração no meu rabo enquanto ele me comia na vagina, aliada à venda nos olhos e às mãos atadas, foi uma delícia quase insuportável, e eu gritei alto de prazer, gozando em instantes.

 

 

É por essa e tantas outras lembranças que me proponho agora, num gesto desinteressado e generoso, a testar vibradores e detalhar o resultado nestas páginas. Quer ajudar, caro leitor? Ainda estamos na fase de escolher os modelos. Se alguém aí sempre quis saber como algum apetrecho funciona, mas nunca ouviu relatos em primeira mão, escreva para a gente. Terei o MAIOR prazer em checar para vocês e escrever sobre a experiência, tim tim por tim, aqui no blog. Me aguardem.

 

 

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Tirando a calcinha do conservadorismo

Por Rebeca

 

Crédito suckmypixxxel.tumblr.com

Crédito suckmypixxxel.tumblr.com

 

A reportagem da semana passada do “Washington Post” que cita o nosso blog, e que foi tratada no texto de Diana publicado antes deste, me fez pensar bastante na frase: “…um país [Brasil] que é obcecado com o sexo, mas é profundamente religoso, conservador e machista”. Eu bem que gostaria de negar essa frase, mas nem consigo. E essa é uma das razões por que nós, tanto as blogueiras anteriores quanto as atuais, preservamos as nossas identidades. Para garantirmos nossos empregos e nossas carreiras aos olhos dos colegas, sem sexismo. Não porque a gente seja pudica, mas temos medo de que mais da metade do povo com quem trabalhamos seja.

 

O anonimato ajuda, claro, a contarmos com detalhes as nossas experiências preservando os envolvidos nas trepadas –algumas delas, quiçá, envolvem você que está nos lendo. Mas isso não tem a ver, por exemplo, com a nossa suposta vergonha em falar de sexo fora dessa tela –no meu caso, ela é inexistente. Aliás, talvez tenhamos sido escolhidas também por isso, por tratar o assunto de forma despudorada, sem esse “conservadorismo e machismo” que ainda nos ronda em pleno século 21 (ai, que preguiça).

 

Eu me lembro de várias rodadas de cerveja entre amigos em que eu, curiosa como sempre, começo a perguntar do que a pessoa gosta, em plena mesa (talvez seja uma defecção minha, ou puro gosto de ver as pessoas se contorcendo, rindo atravessado, mas doidas para participar do papo picante. E, como diria uma amiga, minha obrigação é perguntar, você responde se quiser).

 

Certa vez, estávamos umas oito pessoas numa mesa grande na calçada de um bar do centro da cidade, vários casais, e o papo descambou para “lugares perigosos (e excitantes) onde trepar”. Instigados, cada um começou a fantasiar, mas ninguém abria o jogo demais. Eu tinha recente na lembrança uma trepada no carro, numa praia, às 3 da tarde, em frente ao estacionamento de uma pousada, eu com a bunda ao volante (contarei o evento num outro post), mas, a essa altura do papo no bar, já estava distraída demais com o gato sentado ao meu lado.

 

Ele não falava demais, não queria se comprometer (ou sei lá o quê), mas prestava muita atenção em tudo, e começou a prestar atenção em mim. O papo foi ficando picante e eu senti a mão do cara na minha coxa (já havíamos nos pegado umas vezes, mas isso não era condição si ne qua non para nos pegarmos a qualquer reencontro). Estávamos de costas para a movimentada rua, de frente para o bar, com mesas vazadas sem toalha, qualquer coisa que fizéssemos daria bandeira. Mas eu não preocupei com isso e parece que nem ele. A minha mão foi parar na coxa dele também.

 

E começou a avançar em direção à virilha dele. Ele me olhou como quem acha tudo uma loucura… E foi esse olhar que me pareceu um sinal verde de excitação, não pare, não pare, sejá lá o que você queira fazer. Pois eu senti que o pau dele já estava duro e coloquei a mão em cima. Sem tirar o olho dos meus amigos, a quem eu sorria como se estivesse prestando atenção em tudo, eu comecei a massagear aquele pau duro por cima da calça. Ele estava com o sorriso congelado, pior ator que eu. Ao que eu cochichei ao ouvido dele que iria ao banheiro, que ele me seguisse em 1 minuto.

 

Eu nem achei que ele fosse me seguir, conhecendo como conhecíamos aquele bar: corredor único, estreito e comprido, que dava em uma escada, que levava a apenas duas cabines de banheiro, masculino e feminino. Ou seja, se nos viram passar a porta do corredor, sabiam onde estávamos, e supostamente não deveríamos demorar. Mas eu estava louca para fazer um boquete nele, para sentir aquele pau duro, gotejando, molhando a cueca de tanto tesão. E tranquei a porta do banheiro masculino assim que ele entrou. Me ajoelhei no chão, puxei a calça dele para baixo junto com a cueca, e comecei a chupá-lo.

 

Estávamos loucos de tesão, e ele me colocou na estreita pia do minúsculo banheiro (ainda bem que eu estava de saia e já tinha guardado a minha calcinha na bolsa) e começou a enfiar em mim com um afã enlouquecido, como se o gongo estivesse para soar. Em um minuto, se abaixou, me deu uma lambida demorada (de cabo a rabo) e me colocou de pé, de costas para ele, com as mãos estateladas na parede da descarga, com o rabo apontado para ele. A gente não queria sair dali. A sensação de que alguém iria chegar a qualquer momento só aumentava o tesão. Mas… bateram na nossa porta.

 

Não tive muito tempo de ver a cara dos amigos na mesa com essa situação, porque queríamos sair dali correndo, para terminar o que estava nos deixando loucos. E acabamos terminando no estacionamento escuro, atrás do carro, não deu tempo de chegar em casa.

 

Dias depois, os mesmos amigos, a mesma mesa de bar, mas o gato não estava lá. Desta vez, fui eu a sabatinada. Sem papas na língua, vi os olhos deles brilharem com a possibilidade de irem ao banheiro dali a qualquer momento, acompanhados…

 

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Sim, a Brasileira Goza

Por Diana

 

O “X de Sexo” ganhou atenção internacional neste final de semana ao ser citado em uma matéria do jornal americano “The Washington Post”. A reportagem, intitulada O que a história de uma prostituta nos conta sobre sexo e o papel da mulher no novo Brasil, sugere que as mulheres brasileiras estão desafiando papéis tradicionais em uma “sociedade altamente sexualizada, que aceita a promiscuidade masculina mas vê com desconfiança a sexualidade feminina”. Para o “Post”, o fato de a Folha, “o maior jornal do Brasil”, ter um blog como o nosso –no qual “uma mulher recentemente detalhou como realizou sua fantasia de fazer sexo com dois homens ao mesmo tempo”– seria sinal desta revolução dos costumes.

 

crédito: http://suckmypixxxel.tumblr.com/

crédito: http://suckmypixxxel.tumblr.com/

 

Li essa reportagem ao completar dez dias co-pilotando este blog, e foi só aí que me dei conta de que duas mulheres escrevendo sobre suas experiências sexuais ainda é algo chocante (para uns e outros). Claro, eu sei que falar sobre sexo tão abertamente a ponto de sermos consideradas pornográficas é, em si, um pouco fora do padrão. Mas juro que pensei que a surpresa, se existisse, seria a sacanagem em si, e não o fato de sermos mulheres. Talvez essa minha atitude seja coisa de círculos ainda restritos, fora da realidade da maior parte do país. Eu mesma já escutei muita besteira sobre ”mulher para comer versus mulher para casar”. Ainda assim me pergunto… a mentalidade no Brasil ainda é esta? Ou será que o jornalista, que vive no Brasil desde 2007 (segundo o “Post”), está comprando o discurso oficial, que já não é dominante na prática há algum tempo?

 

Não é uma pergunta tão fácil. A reportagem do “Washington Post” usou como gancho o lançamento do livro da garota de programa Gabriela da Silva, 22, que, além de ser paga para trepar, gosta de trepar. O correspondente do jornal americano pondera que esses são “sentimentos contraditórios no Brasil, um país obcecado por sexo mas profundamente religioso, conservador e machista”. Difícil discordar totalmente, mas é o tipo de análise que me dá certa preguiça. As casas de swing estão aumentando –isso é chocante? Acho a hipocrisia e o conservadorismo mais chocantes do que a liberdade. E acredito, talvez inocentemente, que existem vários mundos dentro Brasil – como mostram, aliás, os leitores que contribuem para o blog. Dá para generalizar a nossa sexualidade assim?

 

Não que eu tenha passado incólume pelos costumes que o “Post” descreve. Ainda adolescente, minha madrinha me dizia na mesa de almoço: “Diana, homem gosta de passar a mão, mas na hora de casar eles querem as boazinhas”. Veja bem, caro leitor. Eu nem tinha beijado na boca ainda e já era alvo da pregação careta preventiva, sendo ensinada que tipo de mulher (“a boazinha”) eu deveria ser para merecer o compromisso de um homem. Mas lá do alto dos meus 13, 14 anos eu já respondia sem hesitar: “Madrinha, se eu me deparar com um babaca desses na vida, quem não vai querer ele sou EU, certo?”.

 

No discurso besta da minha madrinha e de tantos outros (as), o desejo feminino é irrelevante e o sexo (ou a sua ausência) é moeda de troca. Duas décadas depois dos discursos na mesa de almoço, sei de amigas que ainda têm prazo mínimo para transar, como se existisse um de relógio marcando a partir de que momento o cara “perdoa” você dar para ele. Sinceramente… Enquanto minhas amigas marcam dias no calendário e engolem as próprias vontades, eu e muitas outras pessoas mais bem resolvidas já vivemos relacionamentos completos, nos apaixonamos, nos desapaixonamos, gozamos loucamente, e talvez tenhamos partimos para outra (ouviu, “Washington Post”?). Como diz minha querida Rebeca, o objetivo do sexo é o sexo. Não dou para conquistar o coração de ninguém (ainda que isso possa acontecer). Não dou para arranjar namorado (ainda que, de novo, isso possa naturalmente vir a acontecer). Definitivamente não dou como prêmio por “bom comportamento”. Também não vou gostar de quem me comeu só porque gozei (apesar de que, se eu não gozar nunca, também não vou querer uma relação com essa pessoa). Dou porque gosto de sexo, porque respeito meu desejo, e porque quero ser feliz. Ponto. O que vier depois é outra história.

 

Foi pensando assim que tive, como (espero) quase qualquer adulto saudável, transas casuais. A primeira, que vou contar aqui, foi depois de um término doloroso e de algum tempo de seca. Depois de me recuperar um pouco, decidi dar um basta no celibato.   Saí com o objetivo explícito de caçar alguém para satisfazer meu desejo. Fui para um bar com uma amiga discutir o assunto, e ela, solícita, começou a procurar ali mesmo um parceiro disponível. Concordamos em um potencial “alvo” – um cara alto, com corpo de nadador, barba mal feita, e aparente bom gosto – e nos posicionamos estrategicamente atrás do grupo dele, com drinks à mão. Em pouco tempo ele veio puxar assunto. O gato, além de um charme, era inteligente e engraçado.

 

Do bar fomos para uma festa particular. Depois de uma sedução básica (de minha parte), começamos a nos agarrar em uma parte afastada do quintal. O gato se sentou em uma cadeira de sol, e eu, aos amassos, montei em seu colo. Ele abaixou minha blusa e começou a chupar meus seios ali mesmo, enquanto me segurava firme no quadril. Ficamos ali por pelo menos meia hora, quando percebemos uma câmera de segurança na área. Rimos um pouco e nos levantamos. Era hora de procurar um lugar com mais privacidade.

 

Como eu nunca tinha feito isso antes, fiquei um pouco apreensiva de ir sozinha para a casa de um estranho. Ele achou meu medo natural e passou seu número de telefone e endereço para minha amiga (ela ligou na hora para testar). Eu combinei de dar notícias mais tarde para dizer se estava tudo bem e, com o tesão nas alturas, parti para a casa do desconhecido.   No taxi, a agarração continuou. Depois de uns beijos e mordidas leves, ele colocou a mão por baixo da minha mini-saia e, afastando a calcinha para o lado, começou a massagear meu clitóris. Eu ainda tentei disfarçar, mas não aguentei muito tempo – arfando, esqueci a presença do motorista e abri mais as pernas, jogando a cabeça para trás e fechando os olhos. O gato colocou um dedo na vagina já encharcada, depois dois, e, controlando o plano de visão do taxista, me provocou até chegar em casa, quase me fazendo gozar ali mesmo. Eu gemia, de olhos fechados, e pedia mais. O pobre motorista ouvia tudo, mas não conseguia ver a mão dele entre as minhas pernas. Acho que a corrida foi um pouco mais longa do que o estritamente necessário.

 

O gato morava sozinho em um flat confortável. Foi só fechar a porta e me levantou pela cintura, pressionando meu corpo contra a parede e me beijando fortemente nos lábios. Eu cruzei as pernas atras de suas costas e me encaixei bem em seu quadril, sentindo seu pau duro. Respirando pesado, ele arrancou meu top e voltou a sugar meus seios, ainda me segurando contra a parede. Quase sem fôlego, me carregou até o sofá. Em meu estado de excitação total, fui desabotoando sua camisa preta aos poucos. Não acreditava no que via: já tinha sentido a barriga definida com as mãos, mas o corpo do meu gato desconhecido era melhor do que eu imaginava. Parei para admirá-lo sob a luz baixa do apartamento, e sei que o tesão estava estampado na minha cara. Continuei tirando a roupa dele. Sentado, comigo ajoelhada entre suas pernas, ele foi chupado por um bom tempo, com uma gula incontrolável.

 

Com seu gosto na boca, me levantei e terminei de tirar a roupa, enquanto o gato me olhava. Uma vez nua, me sentei sobre ele, que me penetrou devagar, deixando minha umidade escorrer aos poucos em seu pau. Transamos ali mesmo no sofá, trêmulos, aos agarros.   Depois de gozarmos (eu primeiro, depois ele), ficamos um tempo imóveis, curtindo o prazer que acabáramos de sentir. Eu então me levantei e fui, nua, até a cozinha beber um pouco de água. A cozinha era no mesmo cômodo, separada da sala apenas por uma bancada de mármore. Eu me sentei na bancada, de pernas cruzadas, e fiquei ali, distraída, bebendo água e pensando na minha sorte em estrear uma transa casual com um sujeito como aquele. Ainda estava em êxtase quando ele se aproximou da mesa. Devia ser uma cena bonita: nós dois nus, sob uma luz baixa discreta, com a lua cheia lá fora.   Meu estranho começou a beijar meu pescoço e, descendo, se demorou de novo nos seios. Percebi que ele estava duro novamente. O gato continuou a me beijar, descendo pela barriga, mais, mais, até se ajoelhar aos pés da bancada e me dar uma das melhores chupadas da minha vida, sob a luz da lua. Depois que eu gozei, ele me comeu novamente, me virando de costas no mármore frio e me penetrando por trás. Ao final, gozou loucamente sobre as minhas costas.

 

Na manhã seguinte, eu não sabia bem como agir. Fora uma transa mais do que casual — mas tão boa que, confesso, eu queria mais. Pensei que o tesão poderia ser recíproco e ofereci meu telefone, na cara dura. Ele riu e aceitou, e me lembrou que eu também tinha o número dele.

 

Eu liguei primeiro, e consegui o que queria. Esse gato me fez feliz de novo várias vezes naquela mesa da cozinha. Nos demos muito bem, por um bom tempo. Não, esse tesão todo não levou nenhum dos dois a se apaixonar, mas continuamos amigos até hoje. Temos outros parceiros que também se conhecem e também são amigos. Tudo isso, imagine você, no Brasil, um país “conservador, religioso e machista”, que “vê com desconfiança a sexualidade da mulher”.   Eu sei que tive sorte nesta primeira trepada com um desconhecido, e já dei azar também. Babacas existem aos montes. Mas nosso Brasil “obcecado por sexo” também está cheio de gente legal, que sabe que uma pessoa que gosta de trepar não necessariamente se define por isso. Como eu, esses sujeitos entendem que uma trepada pode ser suficiente em si ou levar a duas, três, ou quatrocentas outras, com ou sem amor. Volto a perguntar  –isso lá é alguma revolução? Me diga você, leitor. Me parece algo já antiquado.

 

…Só não conte para minha madrinha.

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Sexo com sujeira, por favor!

Leitores, olhem quem está de volta com colaborações: Lia, antiga dona do pedaço (e que pode continuar dona esporadicamente, nós queremos :)  Boa leitura a todos neste domingo ensolarado!

 

***

 

Por Lia

 

Crédito suckmypixxxel.tumblr.com

Crédito suckmypixxxel.tumblr.com

 

 

Pois é. Eu me despedi de vocês, mas pedi permissão à Receba e à Diana para, de vez em quando, aparecer para um ‘remember’. Fiquei feliz por elas terem topado! E não, nós não conhecemos, querido leitor… Então vivo no suspense e curiosíssima como vocês (nossa, quanta curiosidade, confesso!).

 

Fui estimulada a escrever depois de ler, com muito atraso no blog do Xico Sá, uma reportagem muito louca da Folha sobre “sexo limpinho”. Como assim, me perguntei?!? E fui me assustando com a loucura higienista que toma conta das pessoas, aparentemente.

 

Claro, claro, ninguém aqui gosta de transar com alguém fedido ou chupar um pau ou uma buceta não ‘limpos’. Mas é preciso separar, uma coisa é uma coisa, outra coisa, outra coisa.

 

Sexo tem de ter cheiro de sexo, de gente. Nada melhor que o cheiro do sexo alheio, na minha humilde opinião. Uma transa no fim do dia depois de saber que a pessoa passou o dia excitada, por exemplo, não tem preço. É o melhor odor.

 

Cheirinho de creme nas coxas dela ou de banho e do pós-barba têm seu valor, não nego. Mas não é pressuposto, muito pelo contrário.

 

Gosto de lembrar da cerveja com ele no fim do dia, no boteco no fim da rua após um dia de trabalho. Comemos fritura horrorosa e bebemos em copo embaçado. Me debrucei sobre uma mesa de bar nada limpa por uma hora. Ao sairmos de lá, foi entrar no carro para ele me agarrar. Mão limpa? Não? E adorei que ele enfiou um, dois dedos em minha buceta,  inchada, me masturbou como faz, meticulosamente, e quase me fez gozar. Depois, levou o dedo ensopado até a própria boca, ‘contando’ como aquele gosto e cheiro o enlouqueciam, e nos beijamos. Na boa, os anticorpos dão conta disso!

 

Em outra vez, o mesmo dito-cujo me colocou em cima do capô de um carro sujo, claro, e lá me comeu e me chupou. Me proibiu de descer enquanto eu não gozasse. E se eu só aceitasse a comida fenomenal num lençol limpinho? Mesmo, não encanem.

 

Mas o ponto aqui é que A higiene com os apetrechos que inventaram teriam nos impedido desse grau a mais de tesão. Imagina a mulher ou o cara ir ao banheiro usar lencinhos umedecidos e afins? Ou eu obrigar que o cara tenha lavado a mão antes de enfiá-la em mim? Não!

 

Aliás, como um especialista diz na reportagem do jornal, limpeza e adstringente em excesso justamente podem eliminar também as barreiras naturais do corpo.

 

Pior que isso, como já listei aqui (os 5 erros do sexo), só aqueles malucos que correm para o chuveiro após o gozo. Mas NUNCA, a não ser por questões óbvias de ter que ir trabalhar ou algo assim, vou me privar de sentir a porra dele sobre meu corpo, ou o gosto do gozo dele na minha boca ou o meu cheiro na barba dele após ter me feito gozar.

 

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Traição à mostra

Bem picante e instigante a história da nossa leitora Ella, de nome fictício, que traiu o próprio marido com ele ouvindo a transa toda pelo telefone. Aproveitem!!

***

Por Ella

 

Crédito suckmypixxxel.tumblr.com

Crédito suckmypixxxel.tumblr.com

Sou casada há algum tempo e sempre fui safada. Desde a época de solteira sempre gostei de trepar muito, tive vários namorados, mas sempre traí todos. Depois que casei passei algum tempo me segurando, mas sempre me vinha na cabeça as minhas trepadas, meu marido vive viajando e eu queria trepar com mais homens, fiquei viciada ainda menina (mas isso é história para outro dia).


Sempre em minhas transas com meu marido eu pedia para ele dizer putaria, como me chamar de piranha, puta, e falávamos em mais um homem nas nossas transas. Perturbava meu marido com a possibilidade de transar com outros homens, e ele ficava de pau duro e gozava muito com minhas histórias.


Até que um dia tive uma ideia de propor a meu marido uma aposta: quem vencesse teria o direito de transar com outra pessoa. Calhou que meu marido me disse que iria viajar a trabalho e iria ficar um tempo fora. Então à noite, em mais uma trepada, consegui fazer a aposta: levei dois pauzinhos (um grande e um pequeno), quem tirasse o maior ganharia e teria o direito de trepar com outra pessoa. Ele aceitou, eu ganhei e lógico que fiz ele prometer que não poderia dar para trás.


Tudo pronto para ele viajar e na minha cabeça só pensava na trepada que iria ter, e só de pensar ficava toda molhadinha. Lógico que ele tentou desfazer a aposta, mas acho que na verdade ele estava gostando daquilo. Então ele me pediu uma coisa: que na hora em que estivesse trepando ligasse para ele e deixasse o telefone ligado. E isso me deixou com mais tesão.


Ele iria viajar na segunda logo cedo e, assim que ele saiu de casa, comecei a pensar como iria realizar meu desejo. E aí decidi que iria para a praia no meio da semana, pois sempre tem pouca gente, mas sempre tem alguns turistas tarados.


Para ir à praia, coloquei o menor biquíni que tinha, um branco fio dental de cortininha. Antes de sair liguei para o meu marido e disse que iria aproveitar a minha aposta, ou seja, iria trepar com outro homem. Ele disse que tudo bem, mas que eu não esquecesse do telefonema… e me molhei todinha de novo.


Na praia, deitei-me para me bronzear e colocar meu plano em execução. Fui com uma canga transparente, lógico, que era para chamar a atenção, pois só estava de biquíni, e fio dental. Passei o bronzeador e me deitei de costas, para que meu rabo pudesse ficar à mostra.


Não demorou muito e ouvi a voz de um homem perguntando se poderia ficar olhando suas coisas, pois ele iria tomar um banho. Vi que era um homem bonito e eu disse que, sim, poderia ficar olhando. Era do tipo sarado, logo minha buceta deu sinal e deu uma molhadinha.


Antes que ele voltasse, mandei um torpedo para meu marido dizendo que parece que tinha encontrado alguém para trepar. Quando o homem voltou já foi sentando do meu lado e puxando conversa, e pude ver que ele era de fora. Perguntei de onde era, ele me disse que era do Rio de Janeiro, estava passeando pelo Nordeste, e fomos colocando conversa fora.


Mas eu estava ali para trepar e não conversar. Tirei da bolsa meu bronzeador e disse para ele que iria continuar me bronzeando. Ele não tirava os olhos dos meus peitos e se ofereceu para passar o bronzeador. Perguntou se meu marido não se importaria, eu disse que ele estava viajando. Pude ver seu sorriso na boca.


Então, não me fiz de rogada e pedi para passar o bronzeador na minhas costas. Eu já estava me arrepiando e o safado começou a descer a mão bem perto da minha bunda. Perguntou se podia passar nas minhas pernas, eu disse que sim, e ele começou a passar a mão também na minha bunda.


Ele disse que estava viajando sozinho e não tinha ninguém no quarto dele (safado). Então, para provocar mais, me virei e deixei ele ver o volume da minha buceta. Pedi para ele passar o bronzeador e ele foi tocando de fininho nos meus peitos e nas minhas pernas bem perto da minha buceta.


Com o tempo, o calor foi aumentando e comecei a suar. Já pensado na trepada com ele, disse que não gostava de entrar suada no carro para ir para casa. Ele entendeu tudo e já foi disparando: “se quiser pode tomar banho no meu apartamento”. A esta altura os bicos dos meus peitos já estavam mais do que ligados, e ele já tinha percebido.


Fomos ao quarto dele. Ele me mostrou onde era o banheiro, eu entrei,  vi que estava bem bronzeada. Liguei para o meu marido e disse que dali a pouco iria trepar. Ele deu um suspiro e disse que iria ficar esperando.


Molhei meu cabelo de propósito e saí só de biquíni. Percebi que ele já estava de pau duro, mas fiz que não vi. Fui até minha bolsa e tirei meu pente, liguei para meu marido e deixe o telefone ligado. Fiquei de costas para ele e percebi que já estava babando. Quando me sentei na cama, aí o safado não aguentou mais. Sem cerimônia ele puxou a parte de cima do biquíni, botou meus peitos de fora e começou a chupar bem gostoso. Já foi me deitando e tirando a parte de cima, já sentia o pau duro dele roçando nas minhas pernas.


Não demorou muito para tirar a parte de baixo do biquíni, logo ele tirou o calção e pude ver um pau enorme. Ele botou na minha boca para eu chupar e nem preciso dizer que eu já estava encharcada. Depois me fez uma espanhola e eu já estava louca, foi quando ele me botou de quatro e começou a meter em mim. Já metia bem fundo e eu já estava gozando, sem parar, e pedia para ele me chamar de puta, e ele me virou de frente e fez um papai e mamãe delicioso.

 

Foi quando percebi que o pau dele escapava de vez em quando e tocava no meu cuzinho, ele perguntou se podia botar no cuzinho, eu disse que só se fosse com carinho. Ele começou enfiar aquele pau grosso no meu cu, começou devagar e depois com toda a força. Depois se deitou e mandou eu cavalgar no pau dele. E eu gozando sem parar. Até que ele pediu para eu bater uma punheta com minha cara perto do pau dele para ele poder gozar na minha cara.


Depois tomei um banho, me arrumei, dei um beijo nele e disse que iria para casa. Ao chegar no carro peguei o telefone e vi que meu marido tinha desligado, mas tinha uma mensagem dele dizendo que tinha gozado –o corno. À noite, muito satisfeita e nua na cama, me lembrando da tarde maravilhosa e me masturbando, liguei para o meu marido e perguntei se ele tinha gostado, ele disse que sim, tinha batido uma punheta e gozado muito na hora.

 

Eu já fui dizendo que essa tinha sido a primeira de uma série de trepadas com outros homens…

 

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A arte do boquete

Por Diana

 

Que boquete incrível…” disse ele, devagar, com os olhos de gato fechados e o corpo nu semi-derretido na cama. Ela sorriu, o gosto de sêmen ainda na boca, o prazer de provocar tanto êxtase indo e vindo, em ondas, quase tão palpável quanto a umidade entre suas pernas.

 

Crédito: Suckmypixxxel.tumblr.com

Crédito suckmypixxxel.tumblr.com

 

Mas não foi sempre assim, não. Depois de uma iniciação sexual tardia, uma juventude de namoros longos, e um breve casamento, Juliana (vamos chamá-la de Juliana) se viu solteira aos 35 anos e diante de uma realidade aterradora: sua chupada, em dias bons, não tinha a menor graça. Em dias chuvosos, era broxante. E todo o tempo, fazia Juliana temer: 1- não agradar; 2- passar vergonha; 3- não aproveitar; e 4 - (o terror, o terror) não ter a chupada retribuída.

Não era por falta de vontade, nem de apreciação ao lindos (apesar de poucos) membros que passaram por sua boca. Juliana não tinha o menor problema em ficar meia hora lambendo, sugando, acariciando, cheirando e tudo o mais que ela pudesse pensar em fazer com o pau alheio.Ficaria ali, se divertindo, curiosa, perfeitamente contente e entretida, se ao menos o parceiro estivesse se divertindo também. Pois bem. Uma vez solteira, e depois de tentar, sem sucesso, chupar o primeiro pau-frapê de sua nova vida (explicarei o pau-frapê num post posterior), ela resolveu que seria dona da melhor chupada do pedaço, custasse o que custasse.

 

 

O primeiro passo foi o mais óbvio: a pesquisa. Assistiu a um monte de filmes pornô. Mas esses, além de ajudarem pouco, começaram a incutir um certo medo de engasgo. Passou às aulas do YouTube. Mas banana não é pinto, e ela já estava careca de saber que devia dar atenção às bolas e não colocar o dente. Livros foram aliados, mas convenhamos, teoria é uma coisa, e prática… Por fim, começou a perguntar a amigas (os), mas eram poucos os íntimos o suficiente para apresentar detalhes, pacientes o suficiente para ser didáticos, e experts o suficiente para convencer Juliana de que ela estava no caminho certo.

 

 

Foi então que ela teve a brilhante ideia de ir à fonte do conhecimento oral: o amigo gay. O amigo gay não só faz boquete como tem pau, ou seja, sabe exatamente que tipo de movimento provoca que tipo de sensação. E o amigo gay não tem o menor pudor em revelar seus segredos. Primeiro, porque ele não tem pudor nenhum. Segundo, porque (em pelo menos boa parte dos casos) vocês não vão competir pelo mesmo cara. E terceiro, porque ele sabe, Juliana querida, que você jamais será tão boa quanto ele.

 

 

Pois o amigo gay soltou tudinho, e Juliana tomou nota. As dicas do amigo gay, se não foram revolucionárias, se revelaram claras, didáticas, reproduzíveis, e apetitosas. Não tenha pressa, ele disse. O homem que sabe que vai te pegar já está com o membro em brasa, mas quanto mais você provocar, mais o fogo se espalha. Juliana aprendeu. Ela tenta descer a língua devagar, a partir da boca dele, pelo pescoço já suado, pelo peito. Se demora no mamilo, tratado quase como um clitóris: chupa de leve, lambe lentamente, mordisca ainda mais de leve, e dá lambidinhas rápidas, ritmadas, repetidas, por vários segundos ou um minuto. Respira, olha para cima com o tesão estampado na cara, se toca, mostra que está molhada e ri gostoso. Abocanha o outro mamilo, e de novo chupa, lambe lentamente, mordisca e dá lambidinhas rápidas, ritmadas, repetidas, por vários segundos ou um minuto.

 

 

Ela vai descendo a língua pela barriga dele. Coloca a mão no membro rijo por cima da roupa enquanto beija o caminho até a cueca. Passa a língua pela linha da cueca, no baixo ventre, de um lado ao outro, e o escuta gemer. O gato está mal se aguentando. Juliana, apertando as próprias coxas, o vira de costas, tira a cueca, e beija as nádegas sem pressa, com lábios molhados e mordidas suaves.

 

 

Vira de novo. O membro já está gotejando, avermelhado, inchado de vontade. Talvez ele a agarre pelos cabelos e a faça abocanhá-lo. Se consegue, ela não deixa. Ainda não terminou de provocar. Passa a língua pela virilha enquanto segura as bolas, sem apertar, mas com alguma pressão. É a vez delas. Lambe as bolas inteiras, desde a parte em que se ligam ao períneo até a base do pau. Coloca uma na boca, inteira, e passa a língua por ela. Ele geme mais alto. Coloca a outra. Depois, enquanto ele já não se aguenta, ela lambe as duas, fazendo movimentos seguindo a linha do infinito (∞). Ele está arfando, e goteja mais.

 

 

Finalmente é a vez do pau, porque o tesão de Juliana também vai explodir. Primeiro é preciso molhá-lo. Ela toca na pontinha, correndo o pré-gozo que já se avizinha no dedo e o espalhando por todo o membro. Depois lambe toda a extensão do pau, começando pelas bolas ate a ponta. Lambe de um lado e do outro, até o pau vermelho, torturado ficar brilhante, exibindo a sua saliva. Só então o coloca na boca, que é apenas maciez e umidade. Juliana começa só com a ponta, puxando a pele um pouco para baixo. Põe e tira, de leve, sem desencostar a boca totalmente, e sempre com beijos bem molhados, deixando a língua envolver esse pedaço sensível. Ainda sem usar as mãos, ela se abaixa e coloca todo o membro na boca. Tira e faz de novo, deixando o pau entrar e sair, sempre bem molhado. Põe e tira, por mais um tempo, e só para o suficiente para gemer ou repetir: “Que pau gostoso…”. No ponto de bala, ela acompanha o movimento da boca com a mão, subindo e descendo, fazendo certa pressão no pau, menos sensível do que as outras meninas imaginam. O movimento não é sempre reto, para cima e para baixo; Juliana também faz círculos, como um parafuso, passando a mão no membro inteiro, inclusive na cabeça intumescida. Com a outra mão, ela acaricia as bolas.

 

 

Ele começa a respirar pesado – vai gozar. Juliana gosta que gozem em sua boca. Bom mesmo é deixar o sêmen a preencher, derramando pelos lábios, pelas mãos, no queixo, com vontade.

 

 

Juliana praticou muito, inclusive com quem não merecia, em um estilo meio Monica Lewinsky de ser (o que não se faz pela arte…). Dominou, enfim, o boquete, mas sabe que o principal não é a técnica. O melhor boquete só funciona com genuína vontade de fazer. Ela tem prazer e fica com a calcinha toda melada ao colocar um belo pau na boca. O parceiro lê isso em seus olhos, em sua boca entreaberta e no semi-sorriso de quem sabe que está prestes a enlouquecer alguém. Essa dedicação também faz com que ela preste atenção na subjetividade do pau alheio.A língua úmida pode ser unânime, mas a pressão, o ritmo, o respiro, é de cada um. O boquete é um ato conjunto.

 

 

Já perguntaram a Juliana, após o êxtase, se ela tomou aulas de boquete. Às vezes ela diz a verdade, às vezes não. Mas é generosa, e não liga de contar o que aprendeu com o amigo gay (gênio!). Eu quis saber porque nenhum dos namorados ou o marido não a ensinaram antes. “Não tiveram paciência”, disse ela. “Eu pedi várias vezes, mas preferiam ir pelo caminho do orgasmo mais rápido e fazer outra coisa.” Sinceramente… tem coisa melhor do que treinar boquete com uma aluna interessada e aplicada? Azar de quem perdeu. Porque hoje em dia ela é mesmo o melhor boquete do pedaço.

 

 

IMPORTANTE: Fora da fantasia, caro leitor, não existe carta branca. O sexo oral pode transmite doenças sexuais, inclusive aids, HPV, sífilis e gonorreia. Se for praticar o boquete até com quem não merece, como fez a Juliana, previna-se. Na dúvida, clique aqui.

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Masturbação feminina

Por Rebeca

 

Crédito suckmypixxxel.tumblr.com

Crédito suckmypixxxel.tumblr.com

 

Vou pegar carona no post de minha querida amiga-irmã Diana, com quem divido milhares de afinidades, inclusive sexuais (antes que você pergunte, não vou dizer se já nos pegamos, rs).

 

É que ela fala de curtir pornô desde adolescente, e eu me lembro com vivacidade do meu primeiro filme pornô, aos 11 anos. Era Cicciolina recebendo uma garrafa de refrigerante (de 1 litro, porque naquela época não tinha de 2 litros) em todos os buracos –era uma garrafa mesmo.

 

Eu tinha acabado de brincar de Barbie e uma amiga, Rebeca (esse nome sempre me acompanhou como símbolo de safadeza, agora fica explicado por que), um ano mais velha, me chamou à casa dela. Os pais não estavam. E ela estava deitada na cama do casal. Eu me aconcheguei no chão, fora da vista dela, para entender o que estava se passando na TV.

 

Nunca tinha visto algo como aquilo: pornô puro e agressivo. Cicciolina era o símbolo dos meus irmãos e de todos os seus amigos, masturbadores profissionais no início da adolescência.

 

O filme foi avançando e eu comecei a me contorcer no chão, toda molhada, sem saber direito o que fazer. Fui ao banheiro, fingindo que precisava fazer xixi (e não podia demorar porque precisava justificar a desculpa). Lá, só consegui colocar a mão por cima da calcinha e apertar bem forte o meu clitóris. Não soube por muito tempo se aquilo tinha sido um gozo.

 

Voltei ao quarto e Cicciolina não parava de chupar, trepar, arreganhar as pernas. Fui embora.

 

Em casa, naquele dia e nos outros que se seguiram, eu comecei a me perguntar o que tinha acontecido com a “fricção” que fiz no banheiro, e comecei a me bulinar, dia após dia. Demorou até eu entender que estava começando, ao meu jeito, a masturbação. Dali até os 12, 13 anos, eu fechava a porta do quarto, me esfregava num travesseiro dobrado e ficava cheia de prazer.

 

Diferentemente de minha amiga Diana, eu comecei a me tocar muito cedo, com a vantagem de não ter os pais em casa. Às vezes, aos 14, saía para a aula de educação física com algum objeto (como uma borracha) na calcinha, para ir me pressionando enquanto eu caminhava até a escola.

 

Aos 15, voltava do colégio mentalizando no ônibus as cenas da revista pornô que meu irmão escondia embaixo das cuecas (daquelas com as páginas completamente grudadas) e subia as escadas do prédio quase latejando. Nessa época já sabia me masturbar sem calcinha, com as mãos, molhando os dedos na boca, dando gemidinhos. Não tinha ninguém em casa. Subia no travesseiro, mentalizava uma pessoa embaixo de mim. Gozava.

 

A primeira vez em que tive oportunidade de contar sobre a masturbação a algumas amigas, ainda aos 15 anos, elas ficaram chocadas comigo (e eu nem tinha dado detalhes…). Mas eu fiquei mais chocada ainda com elas. Como elas, ainda todas virgens (inclusive eu), faziam para satisfazer a fúria sexual da adolescência?

 

Nunca tive vergonha de falar em masturbação, sexo solitário que garante o resultado e não cobra beijo nem carinho. Se estou cansada, me masturbo; se tenho insônia, me masturbo; se não estou fazendo nada, minha mão entra na calcinha e me masturbo.

 

Agora, escrevendo isso, começo a ficar molhada. Provavelmente vou me masturbar assim que tirar a mão do teclado. Peraê… ops, voltei.

 

A questão é que uma pessoa não pode exigir na cama (ou no sofá, no carro, seja lá onde for) um sexo bem dado, uma bela duma comida, se ela nem conhece o próprio corpo, se não sabe onde gosta de ser tocada, se não sabe explicar como se faz.

 

É como o sexo: há quem prefira movimentos rápidos e ritmados. Outros aquelas reboladas mais lentas, em que cada esquina sugere um suspiro; língua pontuda, fina e eriçada; ou aquela mais macia, gorda, que chupa tudo de uma só vez.

 

O melhor é que a experiência o guia. Pode se excitar em um restaurante, no trabalho, na casa de um amigo, e sabe que, se for ao banheiro, sem gemer, em cinco ou seis minutos consegue terminar tudo sem dar bandeira. Dá aquela gozada gostosa (a vantagem de ser mulher, sem fazer estrago com a porra), em silêncio, dentro da cabine, e volta relaxada para o que estava fazendo. Tem coisa mais normal?

 

 

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Tesão no frio

Mais uma colaboração de leitor, desta vez de Cristina. Ela nos conta de quando deu gostoso pro médico dela…

 

***

 

Por Cristina

 

Não sei dizer bem se é a vida ou se nós procuramos maneiras de ter uma vida mais cheia de tesão, com algumas pitadas de infarto durante o dia. Acredito que os dias têm mais graça com o tesão batendo na porta, quando a lingerie fica molhada no olhar, quando sentimos a pele escorrendo, o suor entre o seio num frio de 0° grau na cidade.

 

E foi assim… Num dia típico, sem emoções prévias planejadas. Nada… simplesmente a rotina no seu curso diário. Entrei na sala e, quando sentei na tua frente, senti o teu olho focado em mim. O começo foi tímido, apenas uma troca de elogios, algo entre as linhas que agradou aos ouvidos e aos olhos. A mente sentiu a malícia do sorriso, mas não se permitiu entender. 

 
Afinal, te via pela primeira vez, ao vivo, em algo rotineiro. Como tantas outras que vieram até ti. Mas sim, saí de perto de ti aquele dia pensativa. E gostando do que pensava. O dia passando com seu indefectível relógio e não segui tuas instruções, conforme planejado. Demorei… os dias passaram. Mas voltei a querer te ver.

 
E sentei numa segunda feira, um dia da salada. Onde não se permite nem comer o docinho de sobremesa. E dessa vez, foi melhor. Muito melhor… Já não senti teu olhar só no meu rosto, vi o calor do teu olho percorrendo meu seio, delimitando minhas curvas. E gostei…

 
O difícil foi sentir o toque da tua mão procurando a minha perna. E somado a isso a dor. Ah… a agulha, essa sendo a precursora, em toda sua delicadeza amenizada por ti e sentida em mim. Minha pele sem demagogia respondeu na hora, o arrepio apareceu sem ser convidado.

 

 

A calcinha encharcou de tesão, o peito ficou duro e tive vontade de correr tua mão até mim para sentires o calor. Ahhh… fiquei comportada. Como poucas vezes fui. E levantei sem te dizer nada, nem esboçar um sorriso de prazer. A educação dada por nossos pais, às vezes não adianta de nada. Nos torna pouco voluntários. Comedidos. Sem graça, até.

 
Saí da tua sala sabendo exatamente o que queria. E posso falar. Vi claramente que não era só eu.
Pensei várias, milhares de vezes em ti. Em como seria teu pau na minha boca, qual seria o sabor da tua pele. O reflexo da tua boca no meu pescoço. Como ficariam tuas pernas enroscadas na minha…

 

Cheguei em casa por volta das 20h –nesse momento fui direto para o chuveiro, tentando amenizar o calor que corroía minha pele, insandecia minha consciência. A água que caía sobre meu peito só deixou o desejo maior pela saliva. E nisso percorri minha mão, apalpei a pele, senti a buceta que já escorria, molhada, pela coxa. O tesão que devia estar enfiado em ti.

 
A mão tentando aliviar o tesão que sentia por ti, a água deixando a ruído abafado do gemido. E assim, encostada na parede do chuveiro, gozei pensando em ti.

 
Os dias passaram e a fúria desse tesão tomou conta de mim, o desejo tinha se tornado claro. 
Independentemente de minhas convicções morais. Tive a certeza de que te queria, mas esse desejo também poderia ficar na minha imaginação. Farias parte da minha fantasia. Mas a adrenalina nos busca como a droga que necessita ser consumida.

 
E necessitava de ti. E, como vi, tu de mim. Na busca por ti, fui num dia frio, de chuva, procurar tua expertise.
E achei teu tesão. E fostes bem menos moderado dessa vez. Além de me comer com os olhos, resolveste me comer com a boca. E senti tua saliva devorando minha boca, com toda a intensidade guardada.

 
O tesão que corria em mim tomou conta da sala e senti teu pau duro entre minhas coxas. A vontade de te segurar entre as minhas mãos e te enfiar entre minhas coxas, embaixo da minha unha, só foi freada pelo local onde estávamos. Meu peito ficou aguardando a saliva quente. Eu também.

 
O relógio bateu seu horário pontual, e já se passavam os minutos. Para algo de rotina, normal, feijão com arroz, era muito o tempo que a gente se encontrava nessa sala. Que ficou minúscula para tudo que queríamos. Vi tua vontade, misturada.

 
Mas, como boa moça, que não come a sobremesa antes do almoço. Saí da sala após a consulta. Aguardando o prato mais delicioso, sim, claro, isso se me comportasse. E fui comportada. Muito… Talvez a mais comportada de toda a sala. Como quando se deseja algo alheio.

 
Nem respira, shhhiiiii, tudo tem ouvidos. Casa por volta das 21h, cheguei em casa arrancando a calçinha e jogando toda a minha libido. Não em ti, não. Mas isso não importava, pois minha cabeça era em ti. Lambi tua pele, mordi tua nuca levemente. Rocei o bico do peito na tua boca. Esperei tua mão explorar minha pele. Tua mão emaranhar meu cabelo. Teu corpo se enroscando em mim.

 
Tua boca procurou a minha, impaciente. Peguei tua língua e arranhei meu céu da boca. Já sentia teu pau crescendo embaixo de mim. Não tirei a calcinha, foi arredada pelo pau que a procurava com o saco cheio de porra. Senti o calor entre as pernas. A buceta molhada almejando ser invadida. A mente viajando, a pele respondendo, o sexo acontecendo.

 

 

O desejo sem sentido, sem data marcada, sem hora para terminar, sem cerimônia. A cerimônia que tivemos. Fiquei pensando? Tu também? Chegou em casa com o pinto latejando de tesão? Fudeu pensando no toque da minha pele?? Se for assim, já valeu.

 

 

Vieram os dias. Não soube de ti mais. Até saber. E fiquei na vontade. Como tu, sentado na sala. Comportados. Mas te imagino me esperando entrar na sala, e inundar tua sala de cheiros e fantasias. Pensamentos não convencionais, posturas inadequadas, desejos, desejos…

 

Quem sabe amanhã… Quem sabe daqui a alguns meses, anos. Não importa. A vida é muito curta, e a esquina é logo ali.

 

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A primeira vez

Essa é a história do nosso leitor Luís (nome fictício), de quando ele perdeu a virgindade. Daquelas situações perigosas que apimentam o ato sexual, mas que pode frustrar qualquer um se um terceiro (não convidado) resolve aparecer…

 

***

 

Por Luís

 

Crédito Divulgação

Crédito Divulgação

 

Quem não se recorda cena por cena de quando perdeu a virgindade? Eu tinha 18 anos e minha história com a Ana começa na universidade. Sabe aquela amizade em que há muito contato físico e, no fim, você sabe que quer ir além daqueles abraços? Foi preciso quase o ano inteiro de aulas juntos para que isso acontecesse.

 

Sempre fui fascinado por mulheres mais velhas que eu. E ao longo do curso a Ana foi me chamando a atenção, de várias formas, mas vou focar nos sentidos físicos e sexuais, pois além de um belo rosto e um narizinho charmoso tem os seios exuberantes que com um decote é capaz de chamar a atenção de um motorista num trânsito parado. Além disso, eu adorava deitar a cabeça no colo dela só pra sentir suas lindas pernas.

 

Depois de conversas mais calientes pelo extinto MSN, ficou marcado nas entrelinhas que a aula de sexta-feira teria algo a mais. Ana estava de saia jeans e, assim que a aula terminou, pedi carona e saímos para “conhecer” a parte do campus que ainda estava em obra. Ana parou o carro longe dos blocos onde havia aula, estava escuro, ela desligou os faróis, colocou uma música baixinha, olhou no relógio e disse que tinha pouco tempo.

 

O beijo foi tão gostoso que esqueci de destravar meu cinto de segurança. Entre os beijos minhas mãos pareciam ter consciência própria fazendo coisas que eu só pensava em sonhos: acariciando os seios dela com vontade e com a outra mão por dentro da saia.

 

Ela correspondeu tirando a calcinha. E eu embevecido de tanto tesão com o pau quase explodindo fui tirando a calça enquanto ela abaixava o banco do passageiro. Ana só precisou levantar um pouco a saia e sentar gostoso em mim, ela estava tão quente e molhada que me deu uma vontade louca de chupá-la até secar, mas tínhamos pouco tempo.

 

Sentindo ela gemer todinha eu apertava a bunda dela e metia com toda a minha força. Ela parecia não acreditar quando por cima me olhava com tanto tesão, foi dos beijos na boca até o pescoço.

 

Pouco tempo depois o guarda do campus surge de moto atrás do carro, e a Ana apavorada sai de cima de mim e começa a dirigir, mas não teve jeito. O funcionário acabou nos abordando e fingiu não perceber o que estávamos fazendo ao dizer que era perigoso ficar nesse lado da universidade a essa hora.

 

Fomos embora e a calcinha dela ainda estava no assoalho, assim como meu pau permanecia com vigor. Apesar do tempo cronometrado, ambos tínhamos compromissos depois da aula. O tesão que ainda não nos tinha satisfeito minimamente foi agendado para outra oportunidade num motel. Com maior tempo, meus sonhos eróticos foram surgindo em cada beijo, amasso, chupada e metida. Sim, insaciavelmente gostoso.

 

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