X de Sexo

A cama é de todos

Perfil Rebeca e Diana escrevem e coordenam a brincadeira.

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Em todos os cômodos da casa

Uma noite insaciável de sexo enviada por um leitor, para inspirar vocês nesta noite de sábado.

 

 

***

 

 

Saímos do bar e vamos para o meu apartamento, a noite já esteve mais agradável, mas você está tão gostosa que faz com que eu me esqueça de tudo isso. Os teus peitos saltando, praticamente, na minha cara e eu já não me aguento de tanto tesão. A cada beijo que você me dá na rua, eu tenho a vontade de arrancar sua blusa, sua calça…

 

 

Os seus olhares são apaixonantes e não sei se estou te assustando olhando muito para eles, é que talvez eu esteja encantado demais para olhar para qualquer outra coisa. Você me hipnotiza… Se o seu objetivo era que eu tão somente olhasse para você, você conseguiu. Nada mais me atrai –a não ser que Mila Kunis passasse correndo pelada aqui agora, desculpa.

 

 

Chegamos no meu apartamento e eu poderia te mostrar cada cômodo e falar coisas desnecessárias sobre cada um, mas acho que você vai ter um certo tempo para conhecer cada um deles, já que o meu apartamento nem é muito grande, e já que eu pretendo te comer em cada um dos cômodos, de luz acesa. Vamos começar pela sala, mal entramos e sua blusa já está no chão, minha calça já não sei nem onde foi parar e os beijos estão quentes demais para que a gente sinta qualquer frio.

 

 

Jogo você no sofá com brutalidade, pela sua cara ao cair percebo que você gosta disso. Estamos transpirando tesão e sentindo o cheiro de “quero trepar muito” um no outro. Você está no sofá, já sem as calças, e tudo o que eu mais quero agora é entrar em você com a minha língua e conhecer cada pequeno detalhe de sua buceta. Quero lamber e me lambuzar e te fazer gozar na minha boca.

 

 

Красота

 

 

Eu sei que ela é uma delícia de ser chupada e eu poderia ficar a noite inteira aqui, mas já que você chegou no meu ouvido e disse: “Me fode agora”. Você está molhada demais para qualquer lubrificação, então eu meto em você. Nas mais diversas posições nós transamos –um dos melhores sexos da minha vida. E eu sabia que a noite não estava nem perto de acabar.

 

 

Deitamos abraçados, no chão da sala, conversando coisas aleatórias, você consegue ficar muito mais gata nesse pós-sexo. Estamos com preguiça de ir tomar banho, o que deixa a sua barriga com resquício do meu gozo. Não seria mentira se falassem por aí que eu gosto muito disso. Mas deixe de preguiça, vamos ao banho. Meu pau já está disposto a mais uma rodada. Agora vou te foder no banheiro.

 

 

Fiz questão de lavar cada canto do seu corpo, cada mínimo detalhe. Desculpa por esse chupão na sua bunda, eu não resisti a essa maravilha. Eu sei que a água no planeta está acabando, por isso, desliguei o chuveiro, todos os lugares onde precisamos estar molhados já estão por natureza do nosso organismo. Então, mais uma vez, estou de boca nessa sua bucetinha e, não muito depois que eu começo, você me levanta, se ajoelha e faz o melhor boquete que eu já recebi na vida. Você não faz como as outras, não machuca, faz na velocidade certa e ainda coloca o meu pau inteiro na sua boca.

 

 

Depois de um bom tempo você me chupando, pego o seu cabelo, te puxo para cima, te viro de costas e te jogo contra a parede. Você geme e olha para trás com aquele sorriso de safada. Antes que você pudesse pensar em algo eu já estava com a minha rola inteira em você, te comendo em pé, contra a parede e os únicos sons que se ouviam eram o do rádio bem baixo na sala, o do atrito entre os nossos corpos e as suas palavras, que a cada metida, se tornavam mais safadas e vulgares. Achei incrível o tanto de posições possíveis no meu tão pequeno banheiro.

 

 

Você me joga sentado no chão, monta em mim e rebola no meu pau me levando ao delírio. Gozamos juntos, grudados, e assim ficamos por mais algum tempo, minha rola dentro de você e você me beijando com todo o ardor que conseguia. Nós nos lavamos e voltamos para a sala, voltamos para as nossas conversas e nossas loucuras. Você vai ao quarto pegar uma coberta e, quando levanta e sorri, eu sei naquele exato momento que não era coberta que você queria, você queria transar mais. Você é insaciável e hoje eu acordei disposto a te satisfazer e repetir quantas vezes forem precisas. Quero te dar todo o prazer, então por isso eu vou te comer no quarto, na minha cama, de quatro, em pé, de conchinha e gozar na sua boca.

 

 

Eu já não sei mais o que são as minhas pernas, estamos ambos exaustos, mas a noite é uma criança e, como prometido, eu vou acabar com você em todos os cômodos desta casa, então vamos para a cozinha. Você gosta de brutalidade, então uso a minha com você, te deixo com marcas, você me arranha com suas unhas enormes, há partes em nós que estão quase em carne viva, mas tudo está tão bom e nós só queremos transar mais e mais.

 

 

E assim foi a noite, te comi em todos os cantos do meu apartamento, faria tudo de novo e mais um pouco. A melhor parte é acordar de manhã e ver que você não foi embora de fininho, não por não querer ser mal-educada ou coisa do tipo, mas por querer me ver ao acordar, por querer estar comigo.

 

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Festa de Sexo – Capítulo 4

Por Diana

 

 

Eis que o Oscar rolava no domingo à noite e, pela primeira vez em muitos anos, eu não consegui prestar atenção. Nem a Scarlett Johansson naquele vestido verde que mostrou cada milímetro do corpo de escultural ou o terno mais que perfeito do David Oyelowo me distraíram por mais de uns dez segundos. É que eu falei com minha amiga Laura no final de semana, e desde então só penso nas últimas cenas da festa de sexo que ela me contou.

 

 

Não sabe do que eu estou falando? Comece por aqui. Esta saga já tem capítulos dois e três. Com vocês, a quarta parte da história. Essas sim são cenas dignas de Oscar.

 

 

******

 

crédito: suckmypixxxel.tumblr.com

Crédito suckmypixxxel.tumbrl.com

 

 

Laura saiu da banheira nua. A água quente pingava de seu corpo e criava uma leve fumaça com o vapor em volta dela. Na cama de lençóis de cetim negro à sua frente, ela via dois homens tombados após o gozo e uma mulher deitada de costas, pernas abertas, respiração pesada e gemidos leves.

 

 

Apesar de preferir homens, há uns três anos Laura começou a transar com mulheres também. Ela diz apreciar o gosto, o cheiro, as curvas femininas. E parece ter adaptado o mesmo tesão que sente ao fazer um belo boquete para a versão fêmea da coisa.

 

 

A mulher na cama sequer abriu os olhos. Laura chegou por trás e puxou a bunda dela para cima, deixando-a de quatro na cama. Apoiou os cotovelos no lençol e lambeu os beiços, olhando para a carne exposta e encharcada a sua frente. Sorriu e olhou ao redor do quarto mais uma vez: dois homens na cama ainda se recuperando, mas devorando a cena com os olhos; outro na banheira, o pau já duro, esperando o show; Cíntia com cara de quem pensava em se juntar também, mas com medo de quebrar o(a) te(n)são do momento; e mais dois casais que haviam chegado de mansinho e, sem querer interromper, se beijavam na porta do quarto, observando em silêncio.

 

 

Laura voltou então sua atenção para a bucetinha trêmula da mulher, que, de quatro e gemendo suavemente, esperava sua vez. Ela começou de leve – foi lambendo do joelho à parte de trás das coxas, primeiro na perna direita, depois na esquerda. Cada vez que passava pela dobrinha da bunda, bem perto da bucetinha pulsante, a mulher na cama quase dava um pulo e soltava um gemido mais alto. Laura continuava, lambendo as pernas e a bunda dela, chegando mais perto do alvo, mais perto, mais perto.

 

suckmypixxxel.tumblr.com

suckmypixxxel.tumblr.com

 

 

Até que, de uma vez, enfiou a língua na fenda pulsante da outra, que gemia sem parar. Ela ficou um tempo usando a língua como se fosse um pau, rígida, entrando e saindo, entrando e saindo. Os homens na cama e na banheira pareciam se masturbar, sem acreditar no que viam; os casais na porta engataram um beijaço ali mesmo. A língua de Laura entrava e saía, as mãos segurando a outra pelo quadril; e Cíntia…

 

 

Bem, Cíntia, de olhos vidrados e boca entreaberta, já havia saído da banheira sem alvoroço e agora olhava tudo de pé na beira da cama. Ela estava claramente procurando uma deixa. Mas língua de Laura fodia a mulher na cama e não parecia querer parar.

 

 

Mas minha amiga percebeu a situação com o canto do olho e se segurou. Tirou a língua da bucetinha molhada da mulher de Bruno, lambendo onde a saliva escorria pelas pernas, misturada com a humidade natural que jorrava dali. Se virou na cama, praticamente sem parar de lamber a mulher de Bruno, e se deitou de barriga para cima, joelhos dobrados e coxas abertas. Ela olhou para Cíntia como que dando permissão para fazer o que ela quisesse, e, em seguida, agarrou de novo a bunda da outra com as duas mãos e puxou a bucetinha dela diretamente para cima de sua boca.

 

 

Agora Laura lambia de leve o clitóris da mulher. Ela passava a língua em volta, depois bem em cima, aberta, e por fim sugava de leve o clitóris vermelho e inchado à frente. Mas enquanto Laura lambia o que tinha que ser lambido, Cíntia se sentava na cama e começava a passar a mão de leve nos pelinhos pubianos de minha amiga. Ela passava a mão por cima de toda a buceta de Laura,  fazendo uma leve pressão que a deixava louca, mas não apertava demais – talvez para não distraí-la da chupada fenomenal que Laura precisava continuar aplicando.

 

 

crédito:suckmypixxxel.tumblr.com

crédito:suckmypixxxel.tumblr.com

Mas Cíntia acabou não aguentando também. Começou a masturbar Laura ali mesmo, enquanto minha amiga arreganhava as pernas para se exibir inteira aos os dedos da nova parceira. Tudo isso sem parar de chupar a mulher de Bruno com gosto. Laura, que até então havia habilmente evitado que a outra gozasse, acelerou os movimentos da língua no clitóris da “vítima” e ouviu, finalmente, a explosão do outro lado. E que explosão! A mulher de bruno gritou e, para surpresa de todos, ejaculou um pouco na cara da minha amiga.

 

 

Laura ficou coberta da humidade da outra. Ela riu, se limpou com as mãos, e fechou os olhos para aproveitar a massagem que Cíntia fazia em seu próprio clitóris. Já sentia que ia gozar também.

 

 

Uns 15 segundos depois de dar à mulher de Bruno um dos orgasmos mais fortes de todos os tempos, Laura agarrou os lençóis com os dedos cheios de gozo feminino e explodiu também. Cíntia a levou ao clímax só com as pontas dos dedos ao redor da vagina e por cima do clitóris. A sensação era uma delícia. Mas o tesão era tanto naquele momento que até um sopro faria Laura gozar com força.

 

 

(…continua)

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Pílula do dia: insinuação

Por Rebeca

 

 

Às vezes dá vontade de compartilhar um pensamento curtinho, uma imagem, um comentário, uma pergunta… então acabamos de inventar essa “pílula do dia”, em homenagem a uma foto maravilhosa que achei dia desses num site.

 

 

Eu estava buscando uma imagem para o último post, do pompoarismo, e eis que descubro o ruero.com, escrito em algo que parece russo. Não importa o que está escrito, pois é um blog de imagens de sacanagem, mas muitas mais escondem do que mostram.

 

 

Daí que encontrei a foto que traduz esse estilo, o da insinuação, e fiquei pensando em biquíni, gente pelada, decote, saia com fenda, barriga de fora… O nudismo tem seu lugar, mas é realmente lindo quando uma mulher, mesmo com muita roupa, mostra-se sexual. Ou quando ela quer significar muitas coisas fazendo quase nada, como nesse tesão de foto:

 

 

 

Crédito ruero.com

 

 

Bom domingo!

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A força do pensamento (sim, um clichê)

Por Rebeca

 

Anos atrás eu me deparei com o assunto: pompoarismo. A mesma técnica oriental abordada nesta quarta (18) por reportagem e vídeo da Folha, que mostraram idosas aprendendo a controlar a musculatura vaginal –o que ajuda tanto para melhorar a performance sexual quanto na hora do parto e mesmo no combate à incontinência urinária.

 

 

Pois na época em que eu descobri o pompoarismo, uns dez anos atrás, as professoras tinham cara de profissionais da dança do ventre e as aulas mais pareciam –aos olhos de homens comportados– uma reunião de mulheres depravadas, loucas para sair transando por aí para colocar em prática tudo o que aprenderam (o que não deixa de ser verdade).

 

 

Eu quase fiz um curso, mas os horários eram ruins na época, foi dando preguiça de esperar uma outra turma, o tempo passava, minha curiosidade aumentava… santa internet! Naquela época nem tinha YouTube e eu me virei com fotos e textos mesmo. Não foi difícil entender qual era o músculo em questão e, uma vez descoberto, ele virou o músculo mais trabalhado do meu corpo durante um mês.

 

 

Sentada no ônibus, aos olhos de todo mundo, e o músculo lá contraindo e relaxando. É como se ele fosse o grande lábio interno da vagina, e para exercitá-lo você “suga” a vagina para dentro. Depois relaxa e ela se solta para baixo. Alguns minutos sentada no ônibus ou no metrô e eu fazia duas ou três séries de 10.

 

 

Красота

Crédito ruero.com

 

 

Nunca saí por aí perguntando para nenhum gatinho se isso mudava a vida dele na hora da transa, mas descobri uma tática boa (para mim e para ele) –além de ficar “pulsando” o pênis durante a transa, agarrá-lo com o músculo por uns 40 segundos depois do gozo para prolongar aquela sensação gostosa, lerda, estremecedora. Algumas vezes, se eu estivesse para gozar bem naquele momento e o gatinho tivesse gozado na minha frente, eu pulsava a vagina no fim do gozo dele e conseguia gozar só com essa “ginástica”.

 

 

Daí que veio a minha “eureca” no mundo do pompoarismo: se eu pulsar tantas vezes a vagina, consigo gozar sem me tocar. Claro que são necessários alguns pensamentos eróticos. Não dá para olhar para a senhora sentada ao meu lado no ônibus e querer gozar assim. Mas um teste com um filme pornô comprovou que era possível ficar excitada e gozar sem levar à mão ao meio das pernas.

 

 

Ao longo dos últimos dez anos, essa virou minha arma quando estou em algum lugar em que não posso ser pega me masturbando –como numa sala de cinema, com um filme com cenas picantes, sensuais. A cena me excita, eu não quero esperar para chegar em casa, o banheiro lotado pós-filme com a mulherada na fila não vai dar jogo…

 

 

Ah, e antes que você pergunte, dá sim para disfarçar a cara de gozo. Finja que está bocejando: a boca aberta, o gemidinho do bocejo e o espreguiçar com os braços e o tronco vão ajudar a dar uma relaxada –e ninguém vai perceber nada.

 

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Vários tons de sexo no cinema – parte 2

Por Rebeca

 

 

Depois do brainstorm que tive com Diana para reunirmos filmes com cenas picantes –por conta da estreia de “Cinquenta Tons de Cinza” na semana passada–, ela publicou a lista dela e, abaixo, segue o meu top 5. Como ela bem disse, não são filmes pornográficos em si, mas carregam alta carga sexual e marcam a nossa memória. Divirtam-se!

 

 

 

1. Os Donos da Noite
Eu confesso que nem consigo me lembrar do que se trata o filme. Tem a ver com máfia russa, polícia, tráfico de drogas. Mas o mais importante (e picante) é que Eva Mendes é a namorada de Joaquin Phoenix e, no começo da película, resolve se masturbar no sofá do escritório da boate onde ele é o gerente. Ele chega, começa a beijá-la, tira o peito do sutiã e dá uma chupada, depois enfia a mão na calcinha dela por baixo da mão dela. Uma cena deliciosa, você vai levar a mão direto para dentro das calças. Eva Mendes tem aquela boca tesuda que dá vontade de beijar, e está ali gozando na sua frente. Não tem como não ficar excitado. Ela e Joaquin ainda interpretam outras cenas sensuais ao longo do filme.

 

 

2. Mulholland Drive
Filmaço de David Lynch, bem cabeçudo, cheio de idas e vindas, você com certeza se perde (aliás, não é o tipo de filme para se achar). A personagem de Naomi Watts vai ficando cada vez mais doida ao longo do filme, principalmente de ciúme da sua parceira, a morena misteriosa interpretada por Laura Harring. Tem várias cenas tesudas, beijos entre mulheres, Laura provoca Naomi o tempo inteiro. E lá pelas tantas, louca de ciúme, Naomi se masturba num sofá, com a mão por dentro do short jeans, chorando de raiva… Veja uma espécie de trailer que fizeram sobre o filme, mas focado no romance das duas aqui.

 

 

3. Perdas e Danos

Juliette Binoche (d-e-u-s-a!) é noiva do filho do personagem interpretado por Jeremy Irons, mas acaba tendo um caso louco com o pai. Louco porque o sexo entre eles é selvagem, assim como a paixão que Jeremy desenvolve por Juliette. Persegue-a desesperadamente para ter mais um pouco da sua carne. As cenas entre elas são sexualmente explosivas, um tesão. Fora que esse também é um filmaço de Louis Malle. Veja o trailer aqui.

 

 

 

4. Cisne Negro

Natalie Portman disputa com Mila Kunis o posto de dançarina principal do balé Cisne Negro. A obsessão de Natalie pela outra, e pelo posto, vai crescendo junto com sua loucura no filme, ela se pega pensando sexualmente na colega, até que sonha ter tido uma noite com ela. A cena é uma delícia!

 

 

 

 

 

5. Era Uma Vez Verônica

E, aproveitando que estamos no Carnaval, me lembrei deste filme com João Miguel e Hermila Guedes, rodado em Recife. Ela é uma médica tentando se encontrar na vida, ele é apaixonado por ela, quer namorar, mas ela acaba dando um perdido nele num bloco de rua –cem metros adiante está se atracando com outro. Não achei na internet o vídeo que mostra exatamente a cena, mas esse teaser dá uma ideia para você ter vontade de assistir ao filme, que é bem legal (e ainda tem outras cenas sexuais, o tempo todo a personagem de Hermila está transando –aliás, o filme começa com sexo grupal na praia).

 

 

Hermila Guedes em cena do filme "Era Uma Vez Eu, Verônica", de Marcelo Gomes

 

 

Se animou para esse começo de semana?

 

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Vários tons de sexo no cinema

Por Diana

 

 

Rebeca disse muito bem dito que fotos podem ser extremamente excitantes se a gente soltar um pouco mais a imaginação. Além de a excitação durar mais do que assistindo a um pornôzinho –afinal com eles a gente goza rápido demais–, dá pra inventar uma história por trás.

 

 

Assim como com as fotos, filmes sexies, mas que não só um close na trepada, podem trazer o mesmo efeito. Eu, aliás, costumo ficar fissurada em cenas menos óbvias do que as de sexo em si, como uma dança, uma provocação, uma lambida na mão. Estávamos discutindo isso, também por conta do lançamento nesta quinta (12) nos cinemas de “Cinquenta Tons de Cinza”, quando resolvemos fazer, cada qual à sua maneira, listinhas dos nossos favoritos.

 

 

Acho uma tarefa difícil, porque eu não fico voltando muito nos mesmos. Eu gosto de novidade. O favorito, para mim, vai sempre ser o último que me deixou molhada. Mas, tudo bem, em nome do blog vou tentar me lembrar de outros mais antigos. Aí vai, sem ordem de importância, os que consegui me lembrar agora:

 

 

 

Instinto Selvagem
Desculpe ser clichê, mas Sharon Stone para sempre vai ser o cúmulo da loira sexy depois desse filme. O que me excita, porém, não são as cenas dela se jogando pra trás montada em cima do Michael Douglas. São as cenas em que ela o provoca. E não precisa ser nem o vislumbre breve da bucetinha quando ela abre as pernas. Eu gosto mesmo é de quando ela acende o cigarro mesmo depois de dizerem que ali é proibido. Ou quando ela dança com ele numa boate, olhando para a namorada que está um pouco à frente e esfregando o bumbum de leve na virilha do pobre Douglas. Aliás, eu costumo tocar a música que eles dançaram na minha cabeça quando estou me aprontando para sair: acho super erótica (quer ouvir um pouco? clique aqui)

 

 

 

Boogie Nights
Tá, acabei de dizer que gosto de coisas menos óbvias e parto logo para um filme sobre a indústria pornô. Eu sei que não faço sentido. Mas, pô, tesão não tem que fazer sentido… Tem uma cena em que eles estão numa festa e todo mundo está se comendo, uma coisa meio gonzo, ao redor da piscina. Acho uma loucura.

 

 

 

Ligadas pelo Desejo
Esse é o primeiro de dois filmes de tesão entre mulheres que vou colocar nesta breve lista. E, honestamente, o segundo vai ser muito, mas muito melhor. Mas, por questões históricas, não posso deixar de mencionar essa bobagenzinha com a Jennifer Tilly. Eu nem gosto da vozinha de criança dela, mas acho que antes de ver esse filme de 1996 não tinha percebido como a atração com outra mulher pode me excitar.

 

 

 

Azul é a cor mais quente
Este sim é um filmaço. Adorei o amor entre Adele e Emma. Quisera eu encontrar uma Emma dessas em um bar por aí! Cena preferida: no finalzinho, quando Adele lambe e chupa a mão de Emma num restaurante, num paralelo nada sutil ao que gostaria de fazer em outras partes do corpo dela. Me arrepio só de pensar.

 

 

 

O Amante
Amor proibido entre estudante e cara mais velho na Indochina. Aqui para mim o inesquecível é quando ele pega ela no chão, sem preliminares, e come como se não houvesse amanhã.

 

 

Shame
Michael Fassbender. Andando pelo apartamento pelado. Correndo pelas ruas de Nova York. Comendo uma prostituta contra a janela de um hotel. Dizendo para a outra prostituta tirar a blusa devagar. Aaaah. Shame não é um filme sexy, no conjunto da obra. Mas hoje, anos de depois de assistir, tenho uma lembrança, digamos, carinhosa de certas cenas, que isoladas são bem excitantes.

 

 

Paro por aqui, porque esse assunto está me desconcertando.

 

Quais filmes entraram para a sua lista, leitor?

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Metalinguagem

Por Rebeca

 

 

Desde que comecei a escrever aqui no blog, me flagro na seguinte situação: escrevo o post, abro uma nova aba para pesquisar uma foto que combine com o texto e perco alguns vários minutos entretida em pornô still (foto), me masturbo, recobro os pensamentos originais e volto ao post. É assim absolutamente todas as vezes.

 

 

Adepta de vídeos pornôs desde sempre, assunto já abordado aqui por mim e Diana, ultimamente gasto mais tempo procurando algo que me faça demorar mais na função. Assim, virei fã de fotos, imagens de alto teor sexual, mas paradinhas, paradinhas. Para ir além daquele milésimo de segundo captado pela câmera, só a sua imaginação. E isso tem seu lado positivo para mim, pois, como já havia dito aqui, os vídeos me deixam tão, mas tão excitada que eu sou capaz de gozar em 10 segundos.

 

 

Por outro lado, uma cena quente de foto, estática, sem desenrolar, me faz imaginar o que vai acontecer depois –a meu tempo. Vejo uma foto com aquela língua toda esticada pegando quase o pau inteiro, rijo, ereto, e minha cabeça reprograma o meu tesão. Posso ficar minutos só pensando naquela língua indo e vindo, indo e vindo –enquanto isso, levo uma mão ao meio das minhas coxas.

 

 

Pois bem, na internet há uma série de lugares onde se procurar esse tipo de foto, mas ganhamos o Suckmypixxxel de herança das antigas donas deste pedaço, Ana e Lia, e gostamos muito. É um blog de fotos –você vai rolando a barra e vendo tudo ao mesmo tempo, sem páginas extras, sem índice, sem abas.

 

 

 

Há muita coisa discreta, outras nem tanto, com pau e buceta à mostra, muitos fetiches também: pés de unha vermelha com porra por cima, mulheres amordaçadas etc. Para todos os gostos. A gente bem que evita colocar coisa “chocante” aqui, afinal você pode estar lendo esse post no trabalho.

 

 

A partir de agora, para você ver o top 3 de masturbação da minha semana, melhor rolar a barra devagar para baixo… Nas legendas, um adendo do que poderia vir a seguir, segundo a minha imaginação.

 

 

 

 

 

Acabei de malhar, tirei a roupa para tomar um banho, estou suada, deito no chão para alongar e vejo você parado na soleira da porta. Empino minha bunda, sei que você adora enfiar por trás, venha devagarinho, me agarre pela cintura, me coma.

 

 

 

gladdyoucame:I’m glad you came…
Primeiro você dá uma lambida sem mexer nos meus lábios, quente, molhada, lambida com o meio mais macio e morno da língua. Depois esfrega a sua boca para chupar, friccionando o meu clitóris, eu gemo e abro as pernas de vez. Você volta com a lambida, agora com a língua rija, empurrando meu clitóris para lá e para cá…

 

 

 

Coloco minhas mãos cruzadas para trás e dou uma lambida desde o períneo até a cabeça. Esfrego minha língua lá em cima, sem chupar. Você está doido para me puxar pela cabeça, mas também não pode, os braços estão cruzados atrás. Então você empina mais ainda o pau em minha direção, querendo que eu o agarre com a minha boca. Então eu decido enfiá-lo todo para dentro e vou atá a base. Você contrai a bunda tentando enfiar só um pouquinho mais, só um pouquinho mais…
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Fissura

Da nossa leitora Ana, para um bom começo de semana.

 

 

***

 

 

Muito tempo depois, um reencontro. Saí do meu quarto para te encontrar, ansiosa demais. Esperava trêmula o elevador que ia me levar até onde você estava. Quando cheguei à recepção, tremia ainda mais, além do frio; olhei em volta, não te vi; saí, olhei, procurei, te vi dentro do carro; você me viu e veio ao meu encontro. Sorriu pra mim. Nos beijamos de leve, abracei você, achei você lindo demais, como eu imaginava. Falei que estava com saudade. Entramos no carro, nos olhamos, nos tocamos, queria tocar seu rosto lindo; nos abraçamos, trocamos beijos leves, deliciosos, que o cinto de segurança permitia. Você colocou o carro em movimento, parou de novo, mais beijos, olhares, carinho. Nunca gostei tanto de sinais fechados.

 

 

 

Chegamos ao quarto, hummm, confirmei minha expectativa, você continua delicioso, adoro beijar você, beijar sua boca, sentir seu hálito perto do meu rosto. Quanta saudade do seu beijo; suas mãos em mim, ainda por cima das roupas… toca as minhas coxas, percebe que já mexeu muito comigo ao sentir que estou completamente molhada, faz um comentário sobre a meia, que termina no alto da coxa. Sinto o pau entumecido por cima da sua calça, pressiono seu quadril de encontro ao meu. Aos poucos nos livramos das roupas, meu vestido tinha muitos botões, não? Dali a pouco nos deitamos, você me pede para afastar a calcinha, para ver, tocar, sentir os beicinhos. Lembrar disso já me deixa acesa novamente.

 

 

Crédito minxteens / suckmypixxxel.tumbrl.com

 

 
Que cena linda: tocar seus cabelos, acarinhar você, enfiado entre minhas coxas, me tocando, me beijando. Você se livra da minha calcinha, e da sua cueca, penso que quero beijar, engolir, sugar você, sugar seu pau delicioso. Você me domina e digo que não sei o que quero fazer primeiro, mas quando você beija minha bucetinha não consigo mais pensar direito. Você beija meus peitos, me pede para passar seu pau na bucetinha, faço isso. Sei que, se você me penetrar, enfiar o pau delicioso dentro de mim, dificilmente conseguiremos parar antes de gozar, muita saudade. Muito tempo esperando por você. Você ergue minhas pernas, beija meus pés, que estão à altura da sua boca, e mais abaixo o pau já está dentro de mim. Você entra e sai lentamente no começo, eu me ergo para te sentir mais e mais.

 

 

A velocidade aumenta, suas estocadas são cada vez mais rápidas, mais intensas, mais fortes e cada vez mais gostosas. Fico te admirando, olho pra você, adoro a cena. O gozo vem rápido… muito, muito, muito bom, gozamos pela primeira vez. Sensação maravilhosa. Quero você! Quero que perca o controle por mim, quero ouvir seus gemidos, quero que diga que adora meter comigo. Quando relaxamos, é bom demais também… Mas já quero você de novo. Algum tempo delicioso se passa entre conversas, beijos, carinhos, você me pede para te massagear as costas. Deito sobre você, mas você sai de baixo de mim e começa a massagear minhas costas, até chegar à minha bunda. Os dedos passeiam em minha bucetinha e voltam para a bunda.

 

 

Sinto certa pressão com os dedos. Penso que vamos fazer de quatro, e eu quero. Você, no entanto, me vira de frente para você e começamos novamente um delicioso vaivém. Novamente gozamos. Um pouco depois a realidade bate à porta, e você está com fome. Adorei conversar contigo, tomar vinho… Você vem me deixar no hotel e percebo que não quero descer. Começamos a nos beijar e novamente o desejo está aflorado. Falo que quero te sugar, te beijar…

 

 

O dia está nascendo e eu estou sugando você dentro do carro. Nova sensação deliciosa, o vinho fazendo um leve efeito, você diz que é hora de ir. Peço, imploro para você me levar, para não me deixar, quero você. Você me leva ao quarto, não planejei, acho que nem você, mas não tinha como te deixar sair. Sei que preciso de água, só que não quero parar de te beijar, tiro meu vestido, tiro sua calça, novamente beijo o seu pau, com a boca seca de desejo, de ansiedade de transar contigo de novo.

 

 

Nem tiramos toda a roupa, você me pede para sentar na sua boca, odebeço. Você me suga, me lambe deliciosamente, me inunda. Sento sobre o seu pau e cavalgo, nossa como eu queria fazer isso. Viro de costas, sinto suas mãos nas minhas costas, sinto você dentro de mim. Gozamos mais uma vez e sei que agora você vai embora. O dia já amanheceu, você me traz água, se veste, me deixa. Fico só, mal deito e adormeço…

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Fiquei com tesão colossal no corpo de Paolla

Por Rebeca

 

Parece que hoje a internet foi inundada com um assunto apenas: o corpo maravilhoso (e a atuação, já ia me esquecendo) da atriz Paolla Oliveira na série global “Felizes para Sempre?”. É que no capítulo de terça (27) à noite, ela –uma puta de luxo– encontra-se com o casal formado pelos atores Maria Fernanda Cândido e Enrique Diaz para um ménage. A personagem de Maria Fernanda não topa o ménage, mas… o ponto não é esse.

 

É que primeiro fiquei abismada (com tesão, eu diria) com o corpo colossal de Paolla (e já estou aqui suada na sala fazendo umas abdominais para recuperar o tempo perdido). Depois, fiquei pensando no tema ménage. Aliás, em outro tema também: na homossexualidade entre mulheres.

 

E lembrei da história de uma grande amiga, que foi a última das virgens da turma. No colégio, era daquelas que não dava trela para nenhum menino, achava que isso era coisa de puta. Que eles só queriam sacanagem, então a gente não podia ficar de conversê. Entrou na faculdade e arrumou seu primeiro namorado lá, um cara nerd que parecia tão virgem quanto ela. E eis que eles se descobriram apaixonados e, um dia, enfim, transaram pela primeira vez.
Ela tinha até vergonha de descrever o que havia feito com ele, mas saquei que era por ser pudica mesmo –e não era por terem feito grandes aventuras. Como ela vivia num grude com ele, passamos a nos ver menos, cada vez menos. Passado um ano, quando nos reencontramos a sós, para papos femininos, minha amiga parecia ter amadurecido sexualmente numa velocidade muito grande. Eu não sabia o que tinha acontecido e ela parecia querer adiar o assunto.

 

Como eu não aguentava de curiosidade, perguntei como andava o namoro, se fulano era “criativo”… E ela, rindo, vermelha de vergonha, não se aguentou. “A gente fez um ménage. Com a minha prima fulana.” Duas bombas, uma de cada vez! Explodiram na minha cabeça. Primeiro porque eu nem imaginava essa amiga fazendo 69, muito menos ménage. Depois, essa prima –dois anos mais nova que a gente– era uma escrota que vivia provocando minha amiga na adolescência, dizendo que ela ia ficar para titia.

 

Pois bem, aos fatos. Era aniversário de 50 anos da mãe da prima (tia da minha amiga), numa chácara no interior de São Paulo, e todos iam dormir lá. Uma festa para uns 60 parentes, mais os agregados, gente que morava em outros Estados. E a banda que animou a festa era incansável, fez todo mundo dançar. Para aguentar o ritmo, todo mundo se embebedou. Eis que, lá pelas tantas, minha amiga foi para o quarto praticamente carregada pelo namorado, de tão alta que estava. E a prima foi, sorrateiramente, atrás deles.

 

Quando ele ia fechar a porta do quarto, a prima disse que ia entrar para ajudar. “Deixe que eu troco a roupa dela enquanto você toma um banho. Coitado, deve estar exausto também.” E ele, ingenuamente, foi. Minha amiga disse que entendia tudo o que acontecia à sua volta, mas não conseguia controlar o corpo e, do jeito que estava sentada na beirada da cama, jogou o corpo para trás e deixou a prima tirar seus sapatos. Depois o vestido. Ela ficou de calcinha e sutiã. Começou a sentir um calor muito próximo do seu corpo, não entendia por que, mas foi ficando com tesão.

 

Quando se deu conta, a sua prima havia se sentado no pé da cama para fazer uma massagem nos seus pés e levava a mão até o interior da coxa e voltava, indo e vindo, apertando suavemente. Uma hora, a ponta dos seus dedos tocaram a virilha da minha amiga. Ao leve gemido da minha amiga, a prima se sentiu mais à vontade e ficou de joelhos, com a boca soltando um hálito morno na direção da minha amiga. Ela pegou nos cabelos da prima e, bem de leve, encostou a cabeça dela na sua buceta. As duas já estavam arfando. A prima afastou a calcinha com um dedo e deu uma lambida lá dentro. Minha amiga gemeu mais alto e continuou olhando.

 

 

Crédito suckmypixxxel.tumbrl.com

 

Enquanto isso, a porta do banheiro se abriu. O namorado ficou perplexo, mas não fez nada. Ficou uns minutos parado, só olhando, pensando no que faria. Percebeu que ainda não havia sido notado, e via o prazer que exalava entre as duas. Prazer reprimido. Então ele se aproximou da cama, pelo lado da minha amiga, já estava de pau duro e tinha deixado a toalha para trás. Ele se sentou ao seu lado e ela, muda, olhou em seus olhos e colocou a mão em seu pau, enquanto era chupada. Começou a bater uma punheta para ele. A prima tirou delicadamente suas mãos do pau dele e começou a chupá-lo, ajoelhada no chão. Minha amiga, então, se deitou no chão com a cabeça virada para o alto e começou a chupar a prima.

 

Lá pelas tantas, o namorado disse que queria comer a minha amiga, ela se deitou na cama, ele enfiou com força, enquanto a prima a beijava, com uma língua voraz. Ele gritou que ia gozar, a prima passou a se masturbar com mais vigor e os três gozaram juntos. Desmaiaram bêbados na cama, dormiram daquele jeito, e a prima saiu de fininho do quarto antes que os dois acordassem pela manhã.

 

Na mesa do café, no entanto, a prima, como sempre havia sido provocativa, perguntou com um sorrisinho no rosto ao passar pela minha amiga: “Dormiu bem?” Depois disso, elas nunca perguntaram uma à outra se aquela tinha sido a primeira vez com outra mulher. E nem propuseram um repeteco…

 

Ah, sobre o segundo tema, homossexualidade entre mulheres? Não sou lésbica, mas prometo escrever um dia um post sobre o “crush” que eu acho que tive numa colega de faculdade, anos atrás.

 

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A liberdade começa na praia

A nossa leitora Sandra Regina nos contou como foi a lua de mel dela em Cancun. Um lugar que parece bem clichê, mas que reservou boas experiências para ela…

 

 

***

 

 

Moramos em uma cidade pequena e conservadora do interior. Meu noivo e eu sempre que podíamos fazíamos pequenas viagens meio escondidas para podermos ter um pouco de privacidade e liberdade. Sempre desconfiei de que ele gostava quando eu me mostrava. Quando viajávamos, eu comprava uns biquínis tão pequenos que jurava que ele iria implicar com o tamanho, mas que nada, sempre dizia que estava bonito.

 

 

De vez em quando usava uns vestidinhos coladinhos ou umas sainhas tão curtinhas que quase deixavam metade da minha bunda de fora, ou uns decotes tão avançados que mal cobriam meus peitos, mas novamente ele falava que tinha ficado bom. Nunca comentei nada, mas a impressão era de que ele achava bom que eu me exibisse. Quando nos casamos, fomos passar nossa lua de mel em Cancun. Lua de mel é sempre bom, em Cancun então… Foi uma maravilha.

 

 

Em nosso segundo dia, estávamos na praia privativa do nosso hotel, tomando sol, quando observei que muitas mulheres faziam topless naturalmente, numa boa. Em um momento que meu marido foi se refrescar no mar criei coragem e, pensando em agradá-lo, tirei o sutiã do biquíni. Assim que voltou e que me viu com os seios à mostra foi visível a excitação dele.

 

 

Daí não usei mais a parte de cima do biquíni. A sensação é maravilhosa! O contato da água, do vento, do sol diretamente com os seios, o sentido de liberdade é indescritível! Até na hora de irmos para o nosso quarto, fui com os seios de fora, desfilando pelos corredores do hotel com tudo à mostra, numa mistura de vergonha, transgressão e prazer.

 

No nosso quarto, mal tivemos tempo de tomarmos um banho para tirar o sal e a areia para transarmos alucinadamente. Ele estava tremendamente excitado e eu parecia que flutuava nas nuvens. Nossa transa foi excepcional. A janela do nosso quarto era muito ampla e transamos com as cortinas abertas. Fizemos de propósito, imaginando que certamente outras pessoas estivessem assistindo enquanto estávamos nos chupando.

 

 

No jantar fomos a um restaurante que tinha uma espécie de pista alta para as mulheres desfilarem. Depois de muita tequila, margueritas e cervejas, todo mundo foi se soltando. Como ninguém me conhecia mesmo, aproveitei-me do anonimato, subi na pista e comecei a desfilar.

 

 

Arranquei o sutiã, joguei para o meu marido e fiquei levantando e abaixando a blusa, mostrando e escondendo os seios, e todo mundo aplaudindo. Logo em seguida uma outra mulher, provavelmente americana, juntou-se a mim e começamos a dançar, até que ela tirou totalmente a blusa e ficou esfregando os seios em mim.

 

 

Em pouco tempo estávamos só de calcinha, fazendo as maiores performances. Por vezes até abaixávamos as calcinhas um pouquinho, só para provocar ainda mais a plateia. Eu olhava de longe e via meu marido morrendo de tesão. O clima estava tão intenso com a americana, eu já havia bebido bastante, não conhecia ninguém ali… e resolvi beijá-la na frente de todo mundo.

 

 

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Vendo aquela cena, meu marido não se aguentou e subiu ao palco. Todo mundo começou a gritar vendo aquela invasão, talvez achando que ele fosse me tirar dali à força. Mas não. Ele me puxou pela cintura, me beijou violentamente, depois pegou a loira pelo pescoço, tascou um beijo nela também e desceu do palco puxando as duas pelas mãos.

 

 

Sem darmos uma palavra, mas aos risos os três, fomos caminhando rápido para o nosso hotel, que era ali perto. Quando chegamos na porta do quarto, a americana disse que já tinha nos observado à tarde pelos janelões e pediu para assistir, de novo, a uma transa nossa, sem participar. Eu fiquei um tanto aliviada, porque nunca antes nem tinha beijado uma mulher; meu marido ficou meio decepcionado, mas já foi tirando minha roupa e se ajoelhando no chão para me chupar.

 

 

 

Enquanto isso, a americana sentou numa poltrona em frente à cama, tirou a calcinha e começou a se masturbar. Meu marido me colocou de quatro e começou a me comer com vigor. Quando vi que ele ia gozar, acelerei para gozar também e, ao ele soltar o primeiro jato, a americana gemeu de prazer. Gozou junto com a gente. Um gozo coletivo..

 

 

 

Fui ao banheiro um minuto e, quando voltei, ela não estava mais lá. Não a vimos mais o resto da viagem.

 

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