X de Sexo

A cama é de todos

Perfil Rebeca e Diana escrevem e coordenam a brincadeira.

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Festa de sexo – capítulo 3

Por Diana

Eis que almocei com nossa protagonista Laura na semana passada e ela me contou que passou o feriado de ano novo em uma praia em Belize com Daniel, Alex e outros casais. Sexo, sol, mar… é de se perguntar o que é que a gente anda fazendo em vez de aproveitar assim. Mas antes de chegar às histórias na praia, ainda há muito a ser contado sobre a festa de sexo nos vinhedos do sul. A história continua a seguir.

 

*****

 

Depois que Alex gozou, lambuzando o rosto e o pescoço de Laura ao som dos gemidos dos outros casais nos quartos, os dois se depararam com Cíntia e o marido apreciando a cena em silêncio. Sorrindo, Laura e Cíntia foram andando na frente, uma com a mão na cintura da outra, até o fundo da casa, onde havia uma espécie de jacuzzi grande o suficiente para todos relaxarem juntos.

 

crédito: suckmypixxxel.tumblr.com

crédito: suckmypixxxel.tumblr.com

 

O quarto era especial, com luz baixa, lençóis de seda negros na cama e um pequeno desnível até a jacuzzi – na verdade um grande banho quente de pequenos azulejos brancos, com fortes jatos. Ao redor, pilhas de toalhas novas faziam um convite aos quatro.

 

As mulheres foram as primeiras a tirar a roupa, uma ajudando a outra a abrir os vestidos e deixar os panos caírem lentamente no chão. Elas entraram de mãos dadas na jacuzzi e se sentaram se lado a lado, aproveitando a água quente. Alex e o marido de Cíntia não esperaram muito para se despir e logo se juntaram às duas.

 

Em cinco minutos, um garçom esperto apareceu com champagne para o grupo e desapareceu em seguida, deixando a garrafa para trás. Os dois casais, inicialmente, apenas beberam e conversaram, relaxando e se conhecendo melhor. Mais um convidado se uniu ao grupo: era Bruno, um advogado com o corpo moldado por corridas, que espiou porta à dentro e veio chegando perto com um misto de curiosidade e tesão. Laura, generosa, cedeu espaço para o quinto participante e ofereceu uma massagem para deixá-lo à vontade no grupo.

 

Apesar de o papo não estar sexual naquela hora, a visão de Laura nua massageando as costas de Bruno foi acabou com o equilíbrio de todo mundo. Em pouco tempo o advogado estava duro, com o pau às vistas de todos na água da jacuzzi e a respiração pesada. Cíntia, aproveitando a cena, virou o rosto de Laura lentamente e começou a beijá-la na boca enquanto ela seguia massageando as costas do rapaz. Alex e o marido de Cíntia só olhavam e curtiam.

 

Sem parar de beijar Cíntia, Laura levou a mão do ombro ao peito de Bruno, depois à barriga, e logo começou a masturbá-lo na banheira. Ele se virou para beijá-la, e ela, no meio, alternava entre umedecer a língua na boca de Bruno e voltar aos lábios de Cíntia. Alex e o outro cara, ainda só observando, já estavam tirando uma também, mas devagar, querendo aproveitar ao máximo o momento.

 

Laura quebrou o silêncio. “Eu quero te chupar”, disse, com as mãos no pau de Bruno. “Mas só se sua mulher deixar. Onde ela está?” “Deve estar esperando na sala – quando eu vim até aqui já pretendíamos nos recolher”, disse ele. “Mas vou buscá-la”. “Deixa que eu vou”, falou Cíntia, que não queria deixar o contato entre os dois ser interrompido. Ela saiu da jacuzzi e foi andando rapidamente, molhada, nua, pelo corredor da mansão. A cena parecia suspensa: Laura e Bruno apenas se olhavam, lábios entreabertos, com gemidos baixos e contidos, enquanto ela continuava acariciando o membro ereto dele na água. Alex e o marido de Cíntia pareciam enfeitiçados e não se moviam.

 

Em dois minutos – os dois minutos mais longos da vida de Bruno – Cíntia voltou trazendo a mulher dele pela mão. Laura repetiu, sem tirar os olhos de Bruno: “Eu quero te chupar, mas só se a sua mulher deixar.” Ele olhou para a esposa, o suor e a água da banheira no rosto, sem dizer nada. Ela apenas sorriu: ”Vá em frente”. E se sentou de pernas cruzadas na cama de lençóis negros, com uma taça de champagne na mão.

 

Bruno então se sentou na beira da jacuzzi e Laura se posicionou ajoelhada entre suas coxas. Todos observavam calados enquanto ela abaixou até a base do pênis e começou a lamber toda a extensão do membro, substituindo a água de banho pela saliva quente. Ela subia e descia, só com a língua, sem colocar aquele pau duríssimo dentro da boca, até o ponto em que ele não aguentou mais. Com um gemido mais alto, pegou Laura pelos cabelos, tão gentilmente quanto possível, e enterrou o pau na boca dela.

 

Os quatro espectadores – Cíntia, o marido, Alex e a mulher de Bruno – se tocavam enquanto o boquete rolava. Mas perceberam que perdiam tempo sozinhos: Cíntia foi para o colo de Alex na banheira, e os outros dois começaram a se agarrar na cama. Ainda assim, ninguém tirava os olhos do boquete que rolava ali no meio. Até que Bruno parou. “Não quero gozar ainda, precisamos de uma pausa”, disse.

 

A mulher dele, ao ouvir isso, interrompeu o amasso com o marido de Cíntia e pediu para que Bruno a fodesse ali mesmo – “não precisa esperar mais nada, eu já não aguento mais”. Ela se posicionou de bruços na beirada da cama, com as pernas abertas para fora e os pés tocando o chão, erguendo o vestido até a cintura e empinando o bumbum redondo (a calcinha, a esta altura, já tinha se perdido). Mas não deixou Alex abandonado: ordenou que ele se ajoelhasse na cama atrás dela e entregasse o pau para ser chupado de novo.

 

Bruno, vendo a bunda redonda e molhada da mulher esperando, saiu da banheira e enfiou com força. Na cama, Alex penetrava sua boca aberta – não era ela quem fazia o boquete, mas ele que se movimentava. Cíntia, o marido, e Laura só riam e tomavam champagne, se tocando na banheira e olhando o trio na cama. Outros casais foram chegando para observar também. Os dois homens continuavam fodendo a mulher de bruços entre os lençóis – Bruno por trás e Alex na boca.

 

Bruno e a mulher já gritavam, perto do gozo, quando de novo pararam e os dois homens trocaram de lugar – Alex começou a comer a mulher por trás, enquanto o advogado era sugado do outro lado.

 

Alex foi o primeiro a gozar, espalhando sêmen nas costas dela. Bruno explodiu em seguida, sem tirar o pau da boca da mulher. Mas ela ainda não havia chegado lá. Foi quando Laura resolveu sair da banheira.

 

(…continua…)

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Pornô Ético?

Por Diana

Como leitores deste blog já sabem, nós aqui somos partidárias, defensoras, admiradoras e amantes de um bom filme pornô. Mas, como quase todo mundo que frequenta sites pornográficos por aí, de vez em quando nos deparamos com algo que incomoda – sem falar na pontinha de dúvida que de vez em quando surge sobre o real efeito do pornô nas nossas vidas sexuais.

 

Eu, por exemplo, não gosto muito de pornô de baixa qualidade técnica e detesto violência. Sabe quando a garota começa a engasgar e o cara está lá, segurando ela pelo cabelo, sem deixar a estrela do filme respirar? E a pobre ainda tem que fazer cara de quem está adorando? Eu mudo de filme na hora. Pior ainda quando dá para ver que as meninas estão super desconfortáveis – e muitas vezes dá, sim.

 

Crédito: www.suckmypixxxel.tumblr.com

Crédito: www.suckmypixxxel.tumblr.com

 

Obviamente não estou falando de sadomasô, bondage, ou de sexo selvagem, que dentro de limites saudáveis acho ótimo. Quando a coisa é bem feita, um pouco de força no lugar certo é excitante, na telinha e fora dela. Eu, que fico roxa fácil, já contei umas 15 manchas depois de uma única noite inesquecível com um peguete paulista, sem contar as marquinhas de mordida. Eu olhava aquilo extasiada, lembrando de como ele me segurava, me virava, e me comia sem dó. Eu gostava e pedia mais.

 

Mas eu fazia essas coisas por um motivo só – prazer. Como boa feminista semi-vegetariana, eu não compro nem ovo de galinha criada amontoada em gaiola… vou lá querer participar na exploração de gente vulnerável só pra tirar uma? Por outro lado, não quero e não vou abandonar o pornô. Acho que o caminho é achar filmes com os quais eu posso gozar tranquilamente, repetidamente e sem culpa nenhuma.

 

Eu não sou a única que tem essa preocupação. Outro dia li um post de um cara que ficou 30 dias em greve de pornô para ver se fazia alguma diferença (em inglês aqui). E notou várias. A primeira, disse, foi que, depois de quatro semanas sem estímulos visuais explícitos, qualquer bobagem na TV já causava um comichão.

 

Mas ele também passou a se perguntar até que ponto seu vício alimentava a perversidão alheia, e foi perguntar a especialistas algumas dicas de pornôs que a gente pode ver sem medo. O resultado foi o seguinte (e já aviso, é meio polêmico):

 

1. Preferir grandes estúdios. Segundo uma atriz pornô entrevistada, quanto maior e mais profissional o estúdio, mais respeito existe pelas estrelas, que podem dialogar com o diretor quando algo não está certo. (Aqui também eu fico com uma dúvida – essa atriz pornô trabalha para esses estúdios… apesar da lógica dela ser boa, até que ponto ela não estava apenas promovendo seu ganha-pão?)

 

2. Tentar saber mais sobre os atores e assistir entrevistas pré e pós-produção. Alguns sites, como kink.com, publicam conversas e entrevistas com os participantes, para que o público saiba que tudo foi combinado e consensual. E muitas garotas têm vídeos no YouTube e seus próprios websites, onde a gente pode ter certeza de que elas escolheram a carreira e têm algum controle sobre ela.

 

3. Evitar sites com conteúdo pirateado e/ou gratuito. Sim, isso significa PAGAR pelo seu pornôzinho, em sites com assinatura ou aquelas câmeras controladas pelas próprias garotas.
Existem vários problemas com essa sugestão. Sim, há muitas sugestões por aí sobre o efeito devastador de Pornhub, RedTube e outros na indústria. Mas, na minha humilde opinião, é um caminho sem volta. Dadas as devidas proporções, é como discutir o Napster, Torrent, etc. Não vai mais ser possível evitar pornô pirateado e gratuito na internet, e a demanda nunca vai acabar. Sem falar que nem toda webcam é controlada pela própria artista do outro lado das lentes né?

 

4. Ver mais pornô amador. O ator pornô aposentado Ryan Knox, entrevistado no artigo, diz que a única maneira de estar 100% certo de que o vídeo é consensual é buscar os amadores, feitos em casa. “A qualidade é bem baixa, mas o sexo é muito mais quente, porque essas pessoas estão confortáveis uma com a outra”, disse. “Podem ir além dos limites que encontramos num pornô comum, quando duas pessoas acabaram de se conhecer. Nessa parte eu fiquei curiosa e decidir ver um amador (que normalmente evito) mais tarde. Será que é mais quente mesmo? Agora, quanto a estar certa de que a filmagem não tem exploração e é consensual, não sei não… acho bem possível que namorados e cafetões bem exploradores forcem as namoradas a participar de uma filmagem dessas.

 

Fui perguntar a um amigo homem o que ele achava do artigo, e ele discordou de quase tudo. Confessou ter, sim, dilemas éticos às vezes, e disse que para de assistir quando aparece algum abuso ou quando as garotas estão desconfortáveis – “até porque não acho isso erótico”. Mas afirmou que não vai, de jeito nenhum, ficar procurando sempre as mesmas atrizes ou estúdios: “Boa parte da graça do pornô está na variedade… em alguns casos fui atrás de mais vídeos da mesma atriz, mas são exceção”. Sem falar que, para ele, essas grandes atrizes são muito plastificadas, e ele prefere algo mais realista.

 

Outro ponto que não discuti muito ainda foi o efeito do pornô em nossas vidas sexuais. Já vi psicólogos sugerindo que quem não consegue gozar sem pensar em sacanagem (em vez de curtir a pessoa com quem está transando na hora) tente parar ou diminuir o consumo de filmes pornográficos. Fico pensando se nosso cérebro não fica acostumado a ligar os botões da excitação só com cenas eróticas na TV, limitando o tesão em situações reais…

 

Mas isso é assunto para outro post. A única conclusão a que eu cheguei até agora foi a de que preciso abrir a cabeça quanto a pornô amador. De repente eu acho algo que gosto. Então me dê licença, leitor querido, eu preciso ir ali fazer uma pesquisa.

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Uma fantasia sexual… só na fantasia?

Nosso leitor Flávio mandou uma fantasia sexual que sua namorada tem e sempre conta para ele. E, você, qual é a sua fantasia? Conte para a gente. No próximo post, a gente escreve aqui uma fantasia nossa.

 

 

***

 

 

Eu faço uma chamada para a operadora de TV a cabo, pedindo um atendimento em meu apartamento. Chega uma equipe: um técnico experiente e dois técnicos mais jovens em treinamento. Eu os recebo vestindo apenas uma camiseta e uma saia curta, sem sutiã ou calcinha. Enquanto os três examinam o equipamento, eu sento no canto do sofá em frente e fico olhando diretamente para eles. Percebo que eles me olham de vez em quando, discretamente, e começo a me tocar, com uma mão nos seios e outra acariciando a bucetinha.

 

 

Vejo que eles passam a me olhar com mais freqüência, além de trocarem olhares entre si, curiosos com o que estão vendo. Então, sem falar nada, o técnico experiente volta-se diretamente para mim, fica me olhando por alguns instantes e vem ao meu encontro, sem pressa. Quando chega ao sofá, ele ajoelha-se e começa a passar as mãos em minhas pernas, sem deixar de olhar em meus olhos. Delicadamente, mas decidido, ele afasta mais minhas pernas e começa a me chupar, mexendo a língua de forma lenta, mas firme.

 

 

asolitarycomfort:</p>
<p>Christophe Boussamba<br />

Crédito suckmypixxxel.tumbrl.com

 

 

Ao ver o que está acontecendo, um dos aprendizes se encaminha para o lado do sofá e fica me olhando. Volto meu olhar para ele e começo a acariciar seu pau, que já estava duro, por cima da calça. Ele então abre o zíper e coloca o pau pra fora. Eu seguro o cacete dele e começo a chupar, devagarinho, sentindo-o crescer em minha boca. Ele segura minha cabeça e passa a comandar o ritmo do boquete.

 

 

Querendo participar da festinha, o outro aprendiz também se dirige até o sofá, tirando o pau pra fora enquanto andava. Enquanto minha bucetinha fica cada vez mais molhada, pela deliciosa chupada que estava recebendo, eu passo a chupar alternadamente os dois cacetes à minha disposição. O técnico que estava me chupando então se levanta, tira a roupa e afasta um dos aprendizes, de modo a colocar seu pau duro na minha boca. O aprendiz que foi afastado também tira a roupa e passa a esfregar seu cacete na entrada da minha bucetinha.

 

 

Ele me penetra devagar e passa a mexer bem gostoso. Eu continuo a chupar os dois cacetes, enquanto os dois que estão em pé acariciam meus seios e meus cabelos. O técnico experiente ordena ao que estava me comendo para se afastar, manda-o deitar-se no tapete (que era bem felpudo) e me posiciona em cima dele. Sinto o cacete dentro de mim, e começo a mexer, inclinando-me para roçar bem meu clitóris. Sinto então uma mão esfregando saliva em meu cuzinho, e a seguir a gostosa sensação de um dedo, depois dois, dentro do meu anelzinho. Não demora e os dedos são trocados por um cacete, que começa, com cuidado, a invadir-me por trás.

 

 

Olho para trás e vejo que é o técnico experiente que está comendo meu cuzinho, e continuo a mexer, desta vez mais devagar, ajustando meu ritmo ao dele. O outro aprendiz posiciona-se na minha frente, e coloca seu cacete na minha boca, e de novo passa a comandar o boquete, com as mãos na minha cabeça. Os movimentos de entrada e saída no meu cuzinho se aceleram, e eu também acelero a ritmo da penetração na minha bucetinha. Gozo antes dos dois que estão me comendo, mas eles não me deixam parar, apesar de sentirem minhas contrações na bucetinha e no cuzinho, e ouvirem minhas exclamações de prazer.

 

 

Quem goza primeiro é o que está comendo meu cuzinho, e ele interrompe os movimentos por alguns segundos para curtir seu gozo. Mas o que está por baixo põe as mãos na minha bundinha, volta a exigir que eu continue a mexer, enquanto eu continuo a chupar o que está na minha frente. Quando penso que ele está prestes a gozar, ele sai de dentro de mim, afasta o outro que ainda estava com o pau no meu cuzinho e assume seu lugar. Sinto seu cacete bem duro na minha bundinha, em rápidos e intensos movimentos, e ele também goza, colocando ainda mais porra dentro de mim.

 

 

Resta o técnico que eu estava chupando, e eu acelero o boquete, imaginando que ele quer gozar assim. E ele de fato goza, enchendo minha boca de pau e de porra. Ele não me deixa cuspir, e mantém o cacete em minha boca até que eu engula cada gota. Exausta e satisfeita, deito de costas no tapete, e fico olhando enquanto os três vestem as roupas e retomam o trabalho.

 

 

Eles testam o equipamento, e um deles traz um formulário para que eu assine. Depois, deixam meu apartamento sem uma palavra, e eu fico pensando no próximo pedido de atendimento que vou fazer…

 

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Festa de Sexo – Capítulo 2

Por Diana

Se você perdeu o começo desta história, caro leitor, vale a pena conhecer Laura clicando aqui.
Conheceu? Então leia a seguir o segundo capítulo da maior saga sexual que este blog já viu.

 

Crédito: suckmypixxxel.tumblr.com

Crédito: suckmypixxxel.tumblr.com

 

*****

Quando chegaram de volta à fazendo após o jantar, Laura, Alex e os casais encontraram um ambiente sensualíssimo: candelabros com centenas de velas iluminavam o salão, sofás de veludo vermelho se espalhavam estrategicamente, e garçons impávidos serviam champagne aos convidados.

 

Todos já se sentiam muito bem, tanto pela degustação de vinhos durante a tarde quanto pela viagem de ônibus regada a chupadas e lambidas durante a volta do jantar. Havia uma cumplicidade no ar, entrecortada pelo tesão indisfarçável entre vários casais.

 

No centro do salão, um pequeno palco circular estava preparado. Mas só depois que todos os convidados entraram e já seguravam suas taças é que chegou o entretenimento: uma belíssima cantora asiática, munida apenas de um violino elétrico e de um vestido longo e decotado, que mostrava todas as suas curvas. A cantora andou lentamente entre os casais, sem olhar para ninguém em particular, subiu ao palco, fechou os olhos e começou a tocar.

 

Ela era realmente linda. Todos a desejavam, mas ela não parecia estar afetada pelo ambiente. Na verdade, apenas uma hora antes do show a cantora foi informada de que “tipo” de festa se tratava. Ela aceitou continuar, mas preferiu não participar… Pelo menos a princípio. Para os convidados, a situação só aumentava o tesão. Pareciam querer mostrar a ela o quanto a noite podia ser sexy e divertida. Laura, que se sentiu úmida só de olhar para a asiática, procurou Alex para acalmar o desejo. Colados um no outro, eles dançavam lentamente, se beijando, no meio da sala.

 

Outros casais se sentiam ainda mais desinibidos. Enquanto Laura dançava, atrás dela duas mulheres se beijavam e se tocavam no sofá de veludo, olhando para a violinista. Mais adiante, dois casais que haviam ficado amigos no jantar trocavam carinhos entre si. No meio de tudo, os garçons continuavam a servir champagne e pareciam não notar nada. Estavam acostumados às festas de Daniel.

 

Havia mais um profissional especial na área – um fotógrafo. Mas não para fotografar a festa ou a ação: ele se disponibilizava para casais que quisessem fazer fotos sensuais no quarto, e vendia as fotos apenas para o próprio casal que o contratara. Não era um fotógrafo qualquer: o cara trabalhava para a revista National Geographic, fazendo fotos de aventureiros em lugares remotos do mundo todo, mas adorava tirar um tempinho para ajudar Daniel. Quem não adoraria?

 

Enquanto a festa rolava, a violinista parecia ficar mais a vontade – as músicas estavam claramente mais sensuais, e ela passou a olhar diretamente para os casais que se beijavam nos sofás, paredes e na pista de dança. Por ali, porém, rolava um código informal e ninguém tirava a roupa – para isso havia corredores, quartos e cantos do casarão.

 

Laura sentiu que era a hora de procurar um desses. Puxou Alex pela mão e foram os dois por um corredor à meia luz no fundo do salão. A música chegava até lá por meio de caixas de som nas paredes, mas dava para escutar gemidos de prazer que aumentavam quanto mais eles andavam.

 

Laura e Alex espiaram pela primeira porta: ali dentro, três mulheres nuas na cama se entretiam, enquanto seus maridos, também nus e muito duros, apenas olhavam. Minha amiga parou por alguns minutos para apreciar a cena: uma das mulheres estava deitada de costas, enquanto as outras duas chupavam seus peitos e desciam pelo corpo até a buceta. Uma delas começou a dar uma chupada daquelas, enquanto a segunda subiu de volta se posicionou sobre a boca da que estava deitada, de coxas abertas. Em dois segundos ela também estava sendo chupada, enquanto os maridos, sem aguentar mais, começavam a se masturbar.

 

Laura tocava Alex por cima da roupa, mas não quis entrar no meio do grupo. A cena estava perfeita como estava.

 

Os dois continuaram a andar e logo encontraram outra porta aberta. Lá dentro, dois casais transavam, lado a lado, em uma cama enorme. Um dos homens fez um sinal a Laura e Alex para que entrassem, mas de novo ela não quis. Primeiro, queria comer Alex sozinha.

 

Um a um, todos os quartos já estavam ocupados, e o corredor ecoava ruídos insuportavelmente quentes. Não havia cama disponível. Laura não aguentou mais e empurrou Alex contra a parede do corredor, abrindo sua calça. Ele já parecia explodir também, e seus gemidos se uniram aos dos demais quando ela começou a chupá-lo ali mesmo, de joelhos.

 

Eles não precisavam de enrolação, já que estavam, os dois, excitadíssimos. Foi só abaixar a roupa do companheiro que Laura colocou o pau inteiro dentro da boca, sugando de leve e envolvendo o membro dele com a língua quente e molhada. Outros casais passavam pelo corredor, alguns paravam para olhar, e Laura continuava chupando Alex com vontade. Ela sentia, pela rigidez do pau e velocidade dos gemidos, que ele já estava perto do gozo. Parou por um momento e perguntou: “Você quer terminar?” Ele riu e disse que sim. “Pode ficar tranquila que essa vai ser só a primeira da noite.”

 

Ela continuou e em pouco tempo ele gritou. O gozo explodiu no rosto de Laura, cheiroso, e ela apenas se limpou com a mão, sorrindo. Ainda lambeu os dedos lentamente antes de se erguer. Alex também sorria, de olhos fechados.

 

Quando olharam para o lado, eles viram Cíntia, a garota por quem Laura havia se interessado no jantar, e seu marido. Eles viram tudo e esperaram pacientemente pelo fim do espetáculo. Agora era a vez deles.

(…continua)

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Tire a língua daí

Por Rebeca

 

 

Esses dias estava num papo por telefone com uma amiga, ela me contando de um cara legal que conheceu no fim do ano passado, e eis que ouvi a seguinte frase: “Ele só tem um problema, é a-f-i-c-i-o-n-a-d-o por sexo oral!!” Com toda essa ênfase. Explodi em gargalhadas enquanto ela tentava me explicar: “Ele fica horas lá embaixo em absolutamente qualquer sexo que fazemos. Se transarmos três vezes num sábado, três vezes ele vai gastar 1 hora lá, não só chupando, mas parado, admirando”.

 

 

 

Não é que eu comecei a dar um pouco de razão para a minha amiga? Tudo em excesso é chato, por mais que sexo seja uma coisa boa. É como uma trepada que fica uma hora em uma só posição… No caso do sexo oral da minha amiga, acho que o cara deve querer só dar prazer, mas acaba exagerando na dose. Daí que pensei numa etiqueta em top 3 (quem pensar em outras regrinhas, é só escrever para a gente):

 

 

pellenudafremente:</p>
<p>stefanrappo:</p>
<p>Paris 2014Copyright © Stefan Rappo</p>
<p>(-a)<br />

Crédito suckmypixxxel.tumbrl.com

 

 

1. Para sexo oral, não pule de surpresa com a língua direto enfiada no clitóris. A mulher vai tomar um susto –e vai preferir muito mais que você chegue de mansinho, nem que seja com um beijo por cima da calcinha, ou uma lambida na barriga, ou uma mordiscada na parte interna da coxa.

 

 

2. Movimentos uniformes por muito tempo é legal quando rola aquela intensidade crescente pronta para o gozo. Se a ideia é divertir, não fique tanto tempo fazendo exatamente a mesma coisa no mesmo ritmo. Parece produção em série. Seja criativo, vire a língua para o outro lado, vá mais rápido e dê uma freada, mude a direção, enfie um dedo, tire, ela vai ficar curiosa pelo próximo movimento.

 

 

3. Sexo oral, apesar de ser item obrigatório entre duas pessoas (não necessariamente em TODAS as transas), é a sobremesa, o plus, o extra. É preciso tempo para se deliciar, como o pudim de leite com calda de caramelo ao fim da refeição, que faz fechar os olhos na primeira colherada. Aquela básica rapidinha, de cinco minutos antes do café da manhã, não precisa de oral.

 

 

 

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Eu, Cris e Karen

História de verão –picante, suada– do nosso leitor Vitor. Bom domingo, bom começo de ano!!

 

***

 

Como tudo que é bom acaba, aquele verão estava no final. Depois de 30 dias viajando pelo Nordeste, o resultado só podia ser muito bom. Muita mulher na Bahia, um namorico de verão em Fortaleza e muita farra com os amigos em Natal. Resultado: corpo sarado, cor de jambo e muito tesão ainda para gastar.

 
Naquele último final de semana de verão no Guarujá, segui a mesma rotina, muita praia no sábado, balada em Perequê à noite e o domingão, pensei eu, para relaxar e se preparar para o resto do ano. Preparado para a praia, peguei a primeira cerveja do dia e fui fazer meu trajeto saindo de Pitangueiras e indo caminhar até o final da Enseada. Na segunda latinha, logo que pisei na areia na Enseada, ouvi.

 
– Vitor!

 
Fiquei procurando e vi do meu lado a Cris, alta, esbelta, cabelo preto com pele clara, que eu tinha conhecido num bar no ano anterior e com quem tinham rolado algumas fodas muito gostosas.

 
– Pô, você sumiu, faz tempo que não te vejo. Vem cá, deixa eu te apresentar minha amiga Karen.

 
A Karen era o oposto da Cris, enquanto ela era magra, alta, com quadrilzão e pouco peito, a Karen era mignon, mais carnuda e tinha uns peitos que sai de baixo. Não consegui parar de olhar o peito dela naquele biquíni minúsculo e, para disfarçar, cumprimentei a Karen e sai pedindo para barraca do lado.

 

 

– Jacaré, me traz uma cerveja.

 

 

Durante o dia a coisa foi esquentando, muita cerveja, caipirinhas e o juízo indo pro espaço. Enquanto eu me engraçava dando uns pegas na Cris, a Karen desfilava o corpo e os peitos na minha cara o tempo todo. No final da tarde, já todos meio altos começamos a desmontar a barraca para irmos embora. Quando fui me despedir, a Cris chamou.

 
– Vamos subir para tomar a saideira. O apartamento dos pais da Karen é bem legal, você vai gostar.

 
O apartamento realmente era bem legal, com um visual do mar lindo. Karen ligou um som e o clima foi esquentando aí sim pra valer. Cada vez que a Karen ia buscar uma cerveja, eu levantava e beijava a boca da Cris já metendo a mão na buceta dela. Sentindo o clima, a Karen falou.

 
– Vou tomar um banho.

 
Quando ouvimos o barulho da porta do quarto dela fechar, não tivemos dúvida, levantei, e fui metendo a mão embaixo do biquíni da Cris e enfiando dois dedos naquela buceta molhada, ao mesmo tempo ela puxou meu pau pra fora da sunga e abocanhou com gosto. Ela me carregou para o quarto dela. Arranquei o biquíni dela em um segundo e caí de boca naquela buceta, fui chupando e enfiando os dedos nela.

 

 

Crédito suckmypixxxel.tumblr.com

Crédito suckmypixxxel.tumblr.com

 

Deitei na cama, me virei pra ela e começamos um 69 animal. Enquanto chupava aquela buceta, ela me deixava com o pau parecendo um poste de tão duro que estava. Virei o corpo e enfie fácil nela, fui brincando devagar pra dar mais gosto, enfiando e tirando, fazendo ela implorar pra deixar minha rola dentro dela. Quando ela começou a gemer mais alto (a Cris sempre gemeu bem alto nas fodas), parei, pensei e falei.

 

 

– Não é justo a gente aqui curtindo na casa dela, e a Karen lá sozinha. Deixa eu ver se está tudo bem.

 
Coloquei só a bermuda e com o pau duro saí do quarto. A Karen estava com uma saída de praia, sem sutiã ou biquíni naqueles peitos lindos e escovando os cabelos molhados. Ela me olhou com uma cara de poucos amigos e foi direto olhar meu quadril. Cheguei do lado dela, pegando sua mão, falei.

 
– Vamos, estamos te esperando. Você faz o que você quiser, até se for pra sair correndo ou me expulsar do apartamento, você faz o que quiser, só não fica brava com a Cris.

 

 

Começou a aparecer um sorriso no rosto dela e, criando coragem, começou a acariciar meu pau por fora da bermuda, levantou dizendo que estávamos fazendo besteira, mas não parou um segundo mais sequer.

 
Quando entramos no quarto a Cris estava deitada esperando e as duas sorriram sem jeito. Por trás, puxei o vestidinho da Karen por cima e fiquei louco. Além de não estar usando mais nada por baixo, o corpo dela era fenomenal, carnudo, durinho e de novo aqueles peitos maravilhosos mirando o céu. Parecendo não saber o que fazer, abracei ela por trás e fiz ela deitar ao lado da Cris na cama. Depois disso não precisei incentivar mais nada, Karen montou em cima da Cris e começou a beijar a boca dela como louca.

 

 

 

Enquanto eu esperava para ver o que ia rolar, a Karen começou a beijar o resto do corpo todo até chegar na buceta. Ali a Cris se rendeu, ela sempre foi louca por sexo oral, o gemido dela começou a aumentar. Resolvi participar mais da brincadeira, como que pedindo autorização comecei a acariciar a buceta da Karen enfiando um dedo e depois dois. Isso fez ela começar a rebolar excitada, abracei por trás e comecei a chupar a buceta dela. Era uma loucura. Molhadinha, ela começou a gemer. Quando fui enfiar meu pau ela soltou.

 

 
– Não, não quero.

 

 
Fiquei puto, mas devagar fui empurrando a Karen pra frente para as duas ficarem se beijando como loucas e tive a visão do paraíso, as duas xanas se esfregando tentando encontrar uma rola. Cheguei colado ao corpo delas e senti a mão da Cris segurando meu pau e me olhando de lado como que implorando por rola. Abri as pernas dela e enfiei fundo, fácil, gostoso. Ela foi se concentrando em mim, enquanto a Karen ficava no meio dos dois, meio que “sobrando”.

 

 
Enquanto enfiava a rola na Cris, voltei a bolinar a Karen para ela aproveitar, comecei enfiando um dedo na buceta, depois outro no cu. Ela foi reclamar, mas mudou de idéia e foi curtindo. Enfiando meu pau na Cris e enfiando minha mão na buceta e no cu da Karen senti uma reclamação na seqüência. A Karen queria mais.

 

– Mudou de idéia? – falei.

 
– Mudei, me fode, porra!

 

 

Com calma, sai da buceta deliciosa da Cris e sem titubear fui enfiando na buceta da Karen com força, vontade e até raiva. Cada estocada, ela batia a cabeça na cabeceira da cama e nem me preocupei. Tirei dela de novo e voltei pra Cris, fazendo ela rebolar de novo e assim fui revezando algum tempo. As duas estavam se revezando entre serem comidas e ficarem na sobra.

 
Depois de um tempo fiquei com uma vontade louca de gozar, não aguentando mais tinha que escolher entre uma buceta e outra. Escolhi a Karen (não tem jeito, buceta nova é sempre mais gostoso) e aumentei o ritmo louco. Quando a Cris, que me conhecia há tempos percebeu isso ela saiu de baixo da amiga que estava gozando totalmente no meu pau e falou com uma certa bronca.

 
– SEU PUTO! FODER, VOCÊ PODE ACABAR DE FODER COM ELA, MAS GOZAR, VOCÊ VAI GOZAR NA MINHA BOCA!

 
Na boa, eu não poderia deixar de fazer vontade dela. Enchi a boca dela de porra!

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Fim de ano, começo de outro

Por Rebeca

 

 

Estávamos naquela noite, naquela casa, com mais umas 15 pessoas, entre casais feitos e desfeitos, como nós. Havíamos nos separado de um namoro de quatro anos e, com amigos em comum, nos encontrávamos aqui e ali. Os encontros exalavam tesão, o amor, a paixão havia acabado, mas fazíamos uma boa dupla trepando.

 

 

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Ele não era muito adepto de transar na horizontal, fazíamos muito em pé e sentados, sempre correndo o risco de ser pegos. Uma vez, depois de descer o elevador do prédio dele, na entrada que dava para a garagem, um corredor estreito me fez conseguir encostar na parede e colocar os pés na da frente, ficando suspensa, com ele no meio.

 

 

E, naquela noite, três meses após o término, ainda tínhamos muitas aventuras quentes na memória. Era o último dia do ano de alguns anos atrás, na casa de Marina, cujos pais não estavam. Recém-mudados, não havia quase nenhum móvel nos oito cômodos do lugar (talvez por isso os pais preferiram gastar a virada em outro lugar).

 

 

Passava das 23h quando a bebida já ditava os ânimos e aumentava o tesão, meu ex me convidou para dar uma volta na casa e conhecer a bela arquitetura. Eu não estava interessada em arquitetura, mas topei. Entramos num quarto, eu fechei a porta atrás de mim. Começamos a ouvir fogos antecipados, como se fosse uma contagem regressiva daquela virada.

 

 

Nos beijamos, ele me encostou na parede. Era um beijo saudoso, de três meses de espera depois de beijar a mesma boca por quatro anos. Não havia nada à volta, a não ser um armário embutido. Sentamos no chão. Ele por baixo, eu em cima dele, não de joelho no chão, mas de pernas abertas com os pés se juntando lá atrás.

 

 

Parecia nossa primeira transa, meio desconcertados, meio ansiosos, mas, depois de uns minutos em velocidade acelerada, fomos devagar, como se cada vaivém durasse um minuto.  Os corpos se arrepiavam, ele chupava o meu pescoço, meus peitos…

 

 

Ouvimos, então, a contagem regressiva, não ia dar tempo de sair correndo, decidimos virar o ano numa gozada. Que falta íamos fazer a amigos que estavam bêbados? Ele acelerou o compasso, puxando e mexendo meu quadril. 7, 6, 5… Eu arfava, ele puxava minha cabeça para me olhar nos olhos. 4, 3, 2, 1… Os fogos explodiram e ele idem dentro de mim. Tive um delay, gozei um minuto depois, deu tempo de observá-lo se contorcendo em frente a mim.

 

 

Saímos cada um para um lado do corredor, fui pegar um taça de espumante. Ele abraçava alguns amigos, de longe eu observava, sem ninguém por perto. Fui a um canto da varanda, de frente para o mar, para ver o céu. Agradeci pelo ano que passou e, pela primeira vez, falei em sexo num pedido para sei-lá-quem que estivesse me ouvindo: que o ano seguinte fosse uma explosão de orgasmo, de tesão, de alegrias, como aquele que eu tinha acabado de ter no primeiro minuto do ano.

 

 

Feliz 2015 a todos!

 

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Sensações, vontades

Da nossa leitora M., para começarmos a nos despedir de 2014… boa noite!

 

 

***

 

 

Boca e mãos percorrem o meu corpo. Já vem aquela sensação do arrepio. Beijos no pescoço, mãos na cintura e descendo. Tanto a boca quanto as mãos. De repente um aperto, ali na cintura mesmo, e já fico molhada. Os lábios estão ali, quase chegando nos seios, mas tornam a subir e se encontram aos meus. Fecho os olhos.

 

 

Crédito suckmypixxxel.tumbrl.com

 

 

Pensando em um milhão de besteiras, mas ainda não me rendo. Resisto. Porque é bom. Porque o gosto do desejo excita. E quanto mais me atiça, mais loucura, empolgação. E então tira a minha blusa e me olha. Também tiro a dele. Já com aquele desejo explodindo, deitar e olhar no fundo dos olhos é entregar a chave do meu corpo em suas mãos. A partir daí, sou inteiramente dele, esperando apenas que as minhas vontades e também as dele sejam totalmente saciadas.

 

 

E começa a me despir. E beija cada milímetro do meu corpo. Os mamilos já estão doendo, precisam de uma língua para se acalmarem. Não demora a acontecer. Sinto sua boca úmida e quente a beijar meus seios, como se o mundo fosse acabar dali a pouco. Tão excitada que sinto escorrer pelas pernas. Não aguento. O ajudo a tirar a roupa e logo me agarro ao corpo dele.

 

 

No meio de beijos longos e lentos, minhas mãos tendem a deslizar barriga abaixo. Não contente com as mãos, minha boca também desce. Até que chego aonde quero. Minha boca saliva. O envolvimento está a mil, escuto a respiração ofegante. O pensamento está em transe, com um milhão de desejos, por exemplo, o desejo de tê-lo dentro de mim.

 

 

Mas a ansiedade é pouca perto da loucura em que me encontro com ele em minha boca. Ele se descontrola e me pega com força, enquanto me deita. Deslizando as mãos pela minha cintura, ele segura minhas coxas com firmeza e abre minhas pernas. Já prevejo e me contorço antes mesmo de perceber o olhar safado, porque leio os pensamentos dele. E então ele vem e deixa louca. Mas, calma, ainda é com a boca.

 

 

Fecho os olhos e mergulho no mar do prazer. Ele sabe exatamente o que está fazendo. De repente para e me olha. Nós dois, ansiosos, já sabemos o que aquele olhar quer dizer. As mãos já se entrelaçaram. Bem devagar, enquanto me beija, já consigo sentir a cabecinha me tocar. Gemi. Um único gemido já deu o recado e ele sabe. E então, sem mais delongas, entrou em mim.

 

 

Enquanto acaricio seu cabelo com uma mão, deslizo as unhas suavemente pelas suas costas e puxo seu corpo com força contra o meu. Estamos ali. Ele está dentro de mim e não há conexão mais intensa e profunda do que isso. Não aguento e me perco nos gemidos, baixinho, no pé do ouvido dele. Gosto de ver sua expressão quando peço mais força.

 

 

No meio de tanto envolvimento começa a chegar aquela sensação aguda. Em meio aos beijos, me toco. E pelo meu toque, sinto que vou gozar. Olho nos olhos dele e percebo que ele também está explodindo. A frase dita no momento certo: “Vem junto comigo”. E pronto, gozamos. Neste momento eu me desligo. Por um minuto eu não consigo pensar em mais nada a não ser naquela explosão.

 

 

Meus sentidos voltam e vejo o rosto dele. Estávamos no mesmo lugar. E então vai saindo devagar. Gemi novamente. A brisa continua em meio a uma conversa meio sem sentido, pois ambos estão anestesiados. Me despeço. Ainda não é o fim.

 

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Festa de Sexo, capítulo 1

Por Diana

 

 

Hoje a festa não vai ser de Natal, caro leitor. Vai ser de sacanagem de primeira. O que acontece é que minha amiga Laura recentemente participou de um final de semana de sexo casual com nada menos do que 35 casais em uma mansão nas montanhas. E o relato dela foi tão quente e recheado de transas incríveis que não vai dar para relatar tudo em um post só. Começa aqui …“Festa de Sexo”, uma saga em capítulos.

 

 

suckmypixxxel.tumblr.com

 

 

Capítulo 1 – Convite

 

Laura, 30, é uma mulher linda. Alta, esguia, seios pequenos, longos cabelos castanhos e olhos azuis. Ela é convidada para luxuosas festas de sexo em mansões espalhadas pelo país e até no exterior pelo menos três vezes por ano. Além da beleza, Laura tem um apetite sexual voraz, uma mente aberta, e nenhum apreço pela fidelidade tradicional. Como se não bastasse, é inteligente e elegante, o que faz dela uma participante das mais cobiçada de bacanais chiquérrimos que ocorrem em segredo por aí.

 

Os convites não surgiram do nada. Apesar de sempre ter sido liberal, Laura começou a se envolver no universo suíngue –que ela chama de “o estilo”- há não mais do que quatro anos, durante uma viagem a trabalho no exterior. Foi quando ela conheceu e se envolveu com um alto oficial do Exército, casado e suingueiro. Logo no começo do affair minha amiga começou a ouvir relatos sensualíssimos das transas do amante. E ficou curiosa.

 

Os dois se apaixonaram, mas é claro que não havia ali expectativa de fidelidade. Uma das fantasias do amante era ver Laura gozando com outras pessoas, tanto homens quanto mulheres. Ela achou a ideia genial e, seguindo os passos dele, criou um perfil em um site de sexo bastante exclusivo – só após preencher uma ficha básica e enviar fotos Laura conseguiu aprovação para entrar em contato com outros casais.

 

O sucesso foi imediato. Mulheres solteiras, bissexuais e bonitas como minha amiga são relativamente raras no “estilo” (apelidadas de “unicórnios”), e ela recebia convites mil de casais do site. Seletiva, aceitou poucos, mas como as “críticas” eram sempre muito positivas, seu perfil era dos mais acessados.

 

Em poucos meses, recebeu um e-mail diferente, de um homem que se identificava apenas como “Daniel”.

 

Ele explicou que era anfitrião de festas para casais. Festas de sexo, claro, com casais liberais. E não eram festas de sexo quaisquer: altíssimo luxo, superexclusivas e secretas. Daniel enviou o perfil de alguns dos frequentadores – casais de médicos, empresários, artistas, todos pagando milhares de reais por um final de semana de prazer. Ele explicou que Laura não precisava fazer nada além de aparecer, conversar, e aproveitar a festa. Não tinha que paquerar ninguém e definitivamente não precisava transar. Estava sendo convidada simplesmente porque era mulher, bonita, interessante, e liberal. Ou seja – Laura serviria de isca. E, claro, ela não precisava pagar nada.

 

O amante militar de Laura já havia participado das festas de Daniel e a encorajou a ir. A festa era em uma ilha no nordeste, em uma pousada na praia fechada só para o evento. Minha amiga selecionou seus melhores vestidos e, sem pensar duas vezes, aceitou as passagens que Daniel havia enviado. Apareceu por lá. O final de semana foi tudo o que ela imaginava e mais – transou com homens, mulheres, casais, foi adorada por três, quatro pessoas ao mesmo tempo. Orgasmos múltiplos eram servidos no café, almoço e jantar.

 

Ela voltou várias vezes, sempre como convidada especial. Começou a ter seus parceiros preferidos, como Alex, um médico tatuado de 34 anos também solteiro – um dos poucos homens desacompanhados que conseguiam participar das festas de Daniel.

 

Em Novembro, Laura foi convidada para mais uma festa. Desta vez, a locação era especial para ela: Laura é sommelier amadora e o final de semana fora programado para uma fazenda no sul, cercada de vinhedos. Tomar vinhos maravilhosos e transar? Era quase bom demais para ser verdade.

 

Ao chegar,  um motorista particular buscou Laura no aeroporto e a levou até a fazenda. Ela recebeu as chaves do quarto, tomou um banho, vestiu um longo preto decotado e desceu para o primeiro evento da noite, que era uma degustação de vinhos nas proximidades seguida por um jantar black-tie.

 

Até aquele momento, ela não havia visto nenhum dos outros convidados. Mas, assim que desceu para o salão principal da fazenda, se deparou com todo mundo de uma vez. Laura gostou do que viu – uma coleção de gente bem vestida, alguns mais bonitos que outros, mas pelo menos um terço com o qual ela podia se ver nua.

 

O primeiro a cumprimentá-la foi Daniel, que gostava de desfilar com Laura a seu lado. Cinco minutos depois, ela topou com Alex. Foi uma surpresa, já que ela não havia sido informada dos nomes de nenhum participante de antemão. “Acho que vai ser ótimo”, disse ele com um olhar cúmplice, já com a mão em sua cintura.

 

Todas os 35 casais entraram em um ônibus de luxo reservado para a ocasião e foram para o vinhedo. Durante o trajeto, o volume foi alto: o grupo estava animado e cada um queria conhecer melhor as presas. A primeira parada soltou ainda mais a língua do pessoa, já que vários copos de vinho tinto foram servidos. No jantar, o teor alcóolico era apenas o suficiente para eliminar as inibições: os casais circulavam entre as mesas, flertavam com uns e outros, e entre um e outro prato soltavam sussurros no ouvido de Laura.

 

Neste ponto ela já estava altamente interessada em Cíntia, uma japonesa mignon delicada e sexy. Durante a sobremesa, o marido de Cíntia foi até a mesa de Laura e disse sem rodeios: “Minha mulher e eu não conseguimos parar de olhar para você”. “Vamos conversar mais tarde”, respondeu minha amiga. Mas eles não eram os únicos – vários outros casais já sentiam uma sintonia especial.

 

Depois do delicioso jantar, o grupo voltou para o ônibus. Já dava para sentir o tesão no ar. A conversa alta foi trocada por um silêncio significativo: os primeiros sons a serem ouvidos eram de beijos longos, respirações ofegantes e gemidos esporádicos. Ninguém aguentou esperar até chegar de volta à fazenda.

 

Laura se sentou com Alex no fundo do ônibus. Ao lado deles, uma loira, seu marido, e o marido de outra se beijavam alternadamente. O marido puxou o vestido da loira até a cintura, expondo os seios para o outro cara, que começou a chupar os mamilos delicadamente. A loira não perdia tempo e massageava os paus de seus dois amantes ali mesmo, por cima da calça. Ambos, então, abriram os respectivos zíperes e deixaram tudo à mostra. A mulher passou chupar os dois, primeiro o marido, depois o convidado, e depois ainda os dois ao mesmo tempo, colocando as pontas na juntas na boca.

 

Laura apenas observava, ganhando excitação enquanto os três ao lado mandavam ver. Alex enfiou a mão por baixo de seu vestido e começou a masturbá-la por cima da calcinha, que pouco a pouco ficava molhada. Nem Alex nem Laura falavam nada, e tampouco se beijavam. Apenas olhavam a loira chupando o marido e o terceiro. E se tocavam.

 

Alex puxou a calcinha dela para o lado e apertou o clitóris de leve. Laura gemeu baixinho e abriu as pernas, se reclinando na poltrona. Ele massageava em círculos, até que enfiou um dedo. Ela não fechou os olhos para não perder o espetáculo ao redor – a loira que continuava chupando os dois homens ao lado, os corpos se mexendo em silêncio à frente. Os gemidos vinham entrecortados de todos os lados. Alex enfiava agora dois dedos, em movimentos ritmados, massageando o clitóris a cada estocada.

 

Ela via o pau duro de Alex empurrando a calça, mas só sorria e não o tocava. Preferia guardar fôlego para o que viria depois. Por um segundo ela não aguentou mais e fechou os olhos – gozou rápido, tremendo, enquanto ouvia a loira levar os dois homens ao êxtase.

 

O ônibus já chegava de volta à fazenda, que estava iluminada e quase etérea na montanha sulista. Ali dentro, champagne e um show de violino elétrico aguardavam os convidados. Todos se vestiram rapidamente e entraram no casarão em grupos de três, quatro, ou até oito pessoas. A noite estava apenas começando, e Laura queria ir atrás de Cíntia.

 

…O resto fica para o próximo capítulo.

(continua…)

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Elogio da mulher rodada

Por Rebeca

 

 

Na última quinta-feira (18), a colunista da Folha Mariliz Pereira Jorge publicou o texto “Você é uma mulher rodada?” depois de ver um cartaz na página Jovens de Direita do Facebook (postado em 10 de dezembro), em que está escrita a frase “Não mereço mulher rodada”.

 

 

Mariliz elencou uma série de itens para você descobrir se é uma mulher rodada. Basicamente, se você já não consegue contar nas duas mãos para quantos caras deu (e tem orgulho de ter sexo por prazer), você é uma delas –e igualzinha às autoras deste blog.

 

 

O que me deixou indignada, no entanto, foi descobrir que ainda há no mundo esse tipo de homem (e que torna pública tal absurda opinião). Ele quer casar virgem? Ou quer comer várias e casar com uma virgem? Quer mulher recatada que não chupa suas bolas? Que não queira transar no capô do carro na volta da festa?

 

 

Inspirada no post de Mariliz, aqui vai o nosso teste para você saber se é um desses que não merecem mulher rodada, se é esse tipo de homem com quem a gente NÃO quer cruzar neste mundo (nem para ele descruzar as pernas)!

 

 

Você não nos merece se:

 

 

– acha um absurdo mulher que toma a iniciativa e o chama para sair

 

– é contra mulher que, no primeiro encontro, faz sexo oral ou quer transar

 

– quer saber quantos ex-namorados a mulher teve para inferir para quantos caras ela deu, no mínimo

 

– se diverte com filmes pornôs, fica com tesão quando a atriz lambe o cu do parceiro, mas na própria cama só quer saber de papai-e-mamãe

- está ficando com alguém, não assume o namoro e ainda assim não quer que ela saia dando para outros

 

– enquanto não encontra a mulher certa, para apresentar para a mãe, não está a fim de sair curtindo qualquer transa por aí

 

– ou até quer sair curtindo qualquer transa por aí até conhecer a “mulher para casar”, mas nunca consideraria uma dessas “rodadas” para um relacionamento sério

 

 

Ai, que preguiça… Por que tem gente, homem e mulher, que acha sexo essa coisa tão do outro mundo? Deveria ser considerado, como sugere Mariliz, tão saudável quanto escovar os dentes. Ou como tomar um chazinho de camomila para desanuviar as tensões do dia. Ou como ir à massagista para tirar aquele nó das costas. Natural, natural.

 

 

 

http://merlinseroticmuses.tumblr.com/

 

Crédito Suckmypixxxel.tumbrl.com

 

 
Daí que me lembrei de um cara com quem cruzei uma vez. Quando ele foi me deixar em casa depois do bar, me senti em um filme americano, em que o cara acompanha a moça até a porta e diz um mero tchau mesmo com os olhos soltando faíscas de tesão. Eis que eu virei para ele e disse que estava com fome, que queria comer algo, e perguntei se ele podia me fazer companhia na cozinha.

 

 

Não sei se ele entendeu bem a indireta, mas topou, entrou e sentou numa das cadeiras. Eu sentei do lado, dei umas lambidas no pescoço dele e disse que estava com a boca salivando para comer algo. Ao que comecei a me abaixar em frente a ele, pronta para um boquete bem molhado, ele se levantou rapidamente, deu uns risinhos sem graça, disse que precisava ir, que a “gente deveria ir curtindo aos poucos”, que “com calma tudo ia ser mais gostoso”.

 

 
Eu fiquei estupefata, vi ele sair, fechar a porta da casa e eu ainda estava ali, parada, tentando entender se ele não estava a fim de mim ou se não queria mesmo transar naquela noite. No meio da semana seguinte, ele me manda um e-mail fofo, cheio de frases delicadas, me convidando para sair no sábado e “quem sabe dar uma esticada naquela noite”.

 

 

Eu estava com tanta preguiça, mas tanta preguiça de tudo aquilo que respondi uma frase seca e reta: “Acho que deveríamos ir com mais calma, quem sabe não nos vemos no ano que vem?”. Nunca mais nos falamos… ainda bem!

 

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