X de Sexo

A cama é de todos

Perfil Rebeca e Diana escrevem e coordenam a brincadeira.

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A primeira vez

Essa é a história do nosso leitor Luís (nome fictício), de quando ele perdeu a virgindade. Daquelas situações perigosas que apimentam o ato sexual, mas que pode frustrar qualquer um se um terceiro (não convidado) resolve aparecer…

 

***

 

Por Luís

 

blog2

 

Quem não se recorda cena por cena de quando perdeu a virgindade? Eu tinha 18 anos e minha história com a Ana começa na universidade. Sabe aquela amizade em que há muito contato físico e, no fim, você sabe que quer ir além daqueles abraços? Foi preciso quase o ano inteiro de aulas juntos para que isso acontecesse.

 

Sempre fui fascinado por mulheres mais velhas que eu. E ao longo do curso a Ana foi me chamando a atenção, de várias formas, mas vou focar nos sentidos físicos e sexuais, pois além de um belo rosto e um narizinho charmoso tem os seios exuberantes que com um decote é capaz de chamar a atenção de um motorista num trânsito parado. Além disso, eu adorava deitar a cabeça no colo dela só pra sentir suas lindas pernas.

 

Depois de conversas mais calientes pelo extinto MSN, ficou marcado nas entrelinhas que a aula de sexta-feira teria algo a mais. Ana estava de saia jeans e, assim que a aula terminou, pedi carona e saímos para “conhecer” a parte do campus que ainda estava em obra. Ana parou o carro longe dos blocos onde havia aula, estava escuro, ela desligou os faróis, colocou uma música baixinha, olhou no relógio e disse que tinha pouco tempo.

 

O beijo foi tão gostoso que esqueci de destravar meu cinto de segurança. Entre os beijos minhas mãos pareciam ter consciência própria fazendo coisas que eu só pensava em sonhos: acariciando os seios dela com vontade e com a outra mão por dentro da saia.

 

Ela correspondeu tirando a calcinha. E eu embevecido de tanto tesão com o pau quase explodindo fui tirando a calça enquanto ela abaixava o banco do passageiro. Ana só precisou levantar um pouco a saia e sentar gostoso em mim, ela estava tão quente e molhada que me deu uma vontade louca de chupá-la até secar, mas tínhamos pouco tempo.

 

Sentindo ela gemer todinha eu apertava a bunda dela e metia com toda a minha força. Ela parecia não acreditar quando por cima me olhava com tanto tesão, foi dos beijos na boca até o pescoço.

 

Pouco tempo depois o guarda do campus surge de moto atrás do carro, e a Ana apavorada sai de cima de mim e começa a dirigir, mas não teve jeito. O funcionário acabou nos abordando e fingiu não perceber o que estávamos fazendo ao dizer que era perigoso ficar nesse lado da universidade a essa hora.

 

Fomos embora e a calcinha dela ainda estava no assoalho, assim como meu pau permanecia com vigor. Apesar do tempo cronometrado, ambos tínhamos compromissos depois da aula. O tesão que ainda não nos tinha satisfeito minimamente foi agendado para outra oportunidade num motel. Com maior tempo, meus sonhos eróticos foram surgindo em cada beijo, amasso, chupada e metida. Sim, insaciavelmente gostoso.

 

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Ode ao pornô

Por Diana

A noite ia tarde, mas ainda não era madrugada, quando comecei a ler este blog pela primeira vez. Rebeca, colega, amiga, irmã, me convidara a escrever aqui dias antes, e eu aceitei antes mesmo de checar o conteúdo. Quando me sentei -logo antes da madrugada- para esmiuçar XdeSexo, não foi, portanto, levada por inspiração nem excitação, e não fechei as enormes janelas de vidro do meu quarto, que exibem com fúria total a cama, a mesa, o closet, e meus movimentos para a cidade lá fora. O que, é óbvio, foi uma estupidez. Em dez minutos ou menos (quem está contando?) estava molhada, entretida, perdida entre as coxas de Lia, Ana e suas palavras, com a mão instintivamente colocada entre as minhas próprias coxas, e provavelmente dois ou três vizinhos acompanhando tudo do outro lado da rua. Só despertei do transe com o alarme de incêndio: além das janelas abertas, eu também esqueci de desligar o fogão, queimei tudo o que preparava e precisei explicar ao porteiro que não, não era fogo e ele podia já cancelar o chamado aos bombeiros.

 

Eu sempre gostei de pornografia. Ainda adolescente, muito antes de começar a transar, descobri certos livros (se é que posso chamá-los assim) no quarto de hóspedes da casa de uma tia, onde minha mãe me obrigava a ir a reuniões de família profundamente entediantes. Pois bem, nunca mais precisei ser convencida. Passava as tardes no quarto de hóspedes, mergulhada naquele tipo de pornografia barata que precedeu a pornografia (também barata, mas com ares de fina) de livros como 50 Tons de Cinza. Não ousava ainda me tocar. Se minha mãe abrisse a porta, me encontraria lendo placidamente, como uma estudada cara de paisagem que jamais denotaria as pulsões que sentia por baixo da calça jeans. Mas eu chegava a decorar passagens, e as repetia mentalmente, como um mantra, nas ocasiões mais impróprias.

 

O primeiro filme pornô foi uma atividade conjunta. Uma amiga do time de vôlei nos convidou a visitar sua casa, que não coincidentemente estava vazia, e roubou uma fita VHS do irmão para assistirmos, embasbacadas, a nossas primeiras imagens de sexo explícito. Ninguém falou, ninguém se tocou, ninguém se beijou, mas ficamos ali, as quatro, vidradas no videocassete, por pelo menos uma hora e meia. Desde então, vejo filmes pornô algumas vezes por semana. Certa vez, minha irmã me emprestou um video que disse ser “pornô para mulheres”: “não é aquele bate-estaca. Tem mais história, é mais delicado”, afirmou. Desculpe, irmã, mas não gostei. Pornô, para mim, é pornô. Não estou atrás de história, não me interessa como os personagens se conheceram e se seduziram, e só aguento 30 ou 40 segundos de lenga-lenga. Quando eu vou atrás de pornô, quero imagens, quero sexo explícito. Tenho preferências, claro. Não sou muito fã de amadores – gosto de vídeos produzidos, com atores bonitos, de preferência ménage, talvez um gang-bang, quem sabe um swing. Me acendo com a visão dos corpos nus, dos closes nas lambidas, penetrações, dos dedos em todos os orifícios, das estocadas firmes.

 

Nunca mais vi uma hora e meia de pornô, como fizemos na casa da minha amiga do time de vôlei. Em geral em um minuto e meio já gozei, e depois de relaxar naquela lentidão gostosa, desligo o filme, me levanto para limpar os fluidos que me lambuzam, e continuo com o meu dia. Pornô é um ótimo intervalo de trabalho.

 

Curiosamente, de todos os meus namorados, apenas um topou assistir comigo. Mas não durou muito. O video escolhido era um ménage com duas mulheres e um homem, todos lindos, em uma casa de praia iluminada pelo sol. Sofisticado para o padrão dos pornôs de internet, mas sem enrolação. Nos deitamos nus com o computador na cama, e eu comecei a acariciar sua virilha enquanto as duas mulheres na tela lambiam lentamente o corpo do parceiro. Eu sabia que essa era uma fantasia dele (nenhuma originalidade, mas vá lá), e enquanto a língua das atrizes subia pelas pernas do cara, comecei a provocá-lo com sussurros, narrando como seria nossa transa a três. Eu ia sugerindo enquanto minha mão circundava seu pênis, e também comecei a introduzir os dedos dele na minha vagina molhada. A brincadeira levou talvez quatro minutos, quando ele se ergueu, afastou o lap top, agarrou meus cabelos, e guiou minha boca até sua ereção. Eu continuei com a narração da nossa futura sacanagem, sugerindo o que cada uma de nós, eu e a outra imaginária, faríamos com ele. Nessa noite ele transou só com minha língua e minhas mãos – o prazer, para mim, foi essa leve tortura. Pulso de novo ao lembrar das reações do meu ex-namorado, de seu corpo contorcido, dos gemidos nada discretos.

 

Não repetimos a dose – não sei dizer o motivo, talvez porque tínhamos ainda muitas outras fantasias a explorar. Também não fizemos aquele ménage. Nossa relação não se abriu para isso, apesar de a fantasia ser recíproca. Mas o maior mistério, para mim, é a negativa, ou talvez falta de ação, de todos os outros namorados, que não se empolgaram com a minha sugestão. “Eu não quero que a minha namorada saiba que tipo de pornô me excita”, me explicou um amigo. “Não quero que ela pense que está sendo comparada a ninguém, nem que me veja excitado ao ver desconhecidas transando”. Entendo, mas não muito. Queridos, nós sabemos que vocês assistem pornô e se excitam com desconhecidas, talvez muito diferentes de nós, transando. Nós também nos excitamos. Porque não compartilhar isso?

 

Será que existe ainda alguma dúvida sobre a atração de mulheres pela pornografia? Se existe, deixo bem claro aqui: nós gostamos, muito. Assistimos com frequência. Quer vocês topem levar o pornô para nossa cama ou não, continuaremos a assistir sozinhas, e provavelmente gozaremos mais rápido do que com as suas chupadas. É claro que todo consenso é burro, mas me atrevo a dizer que o pornô, se não obrigatório, é um “cult de massa” entre mulheres. Não tem nada a ver com a nossa transa. Pornô é como fazer ginástica. Necessário, mas esquecido imediatamente após o gozo, que é seu objetivo primordial. Nossa transa, ao contrário, é desejada antes de ser necessária. O peso do seu corpo em cima do meu é incomparável. Não dou para gozar. Dou para provar, para me entregar, para te torturar, e se ambos buscamos meu orgasmo, ele é o ápice, mas não é o objetivo. O seu também não é, ainda que eu não descanse enquanto ele não for despejado sobre mim.

 

Pornô é pornô, repito. Meu jantar queimou e os bombeiros foram acionados pela pornografia que encontrei neste blog. Sim, ele é pornográfico, e tudo bem. A pornografia é aceita por todo mundo? Abertamente, é claro que não. Tanto é assim que, apesar de discutirmos o assunto, preferimos continuar escondidas por trás de pseudônimos. Vou voltar a essa discussão mais tarde. Mas não agora. Neste momento, eu continuo pulsando, e preciso ir ali fechar as enormes janelas do meu quarto para ver um certo vídeo que me espera.

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Pelas ruas da cidade

por Rebeca

 

Crédito: suckmypixxxel.tumblr.com

 

Sexo oral inspira beleza. É difícil você desensacar um pau enrugado, ou xoxo, daqueles meia-bomba que nunca viram pedra. Mas se ele for consistente, ereto, cor uniforme, de preferência decapitado, nem virado para a esquerda nem para a direita, ah, daí você não consegue esquecer. A boca saliva.

 

E ele tinha um desses. Chegava perto de mim e o pau queria saltar para fora –a melhor pílula de auto-estima para uma mulher. Toda vez que voltávamos da balada, o caminho pela cidade era muito longo para poder esperar. Quanto mais semáforos houvesse pelo caminho, mais gostoso era chupá-lo.

 

Ficava louca de pensar que alguém estivesse nos espiando pelo carro ao lado no sinal fechado. Mais louca ainda de perceber que ele se contorcia para se controlar, para ninguém perceber que ele queria urrar de prazer. E falava baixinho, contido, algo que nunca entendi, mas sempre me pareceu “não pare, não pare”.

 

E o sinal vermelho se demorava, e aquele pau ardia na minha boca. Duro. Concreto.

 

O curto caminho dentro da cidade deixava tempo para que ele ficasse no limiar: quase gozava de tanto tesão, mas queria mais. Queria subir o elevador já enfiando o dedo em mim, sentindo que eu derretia por dentro.

 

E enfiava seu pau em mim ali mesmo, sem desgrudar até abrirmos a porta de casa. A porta se fechando parecia o gongo: hora de gozar. E se espremia em cima de mim no chão do corredor, tremendo.

 

Arfando.

 

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Passando o bastão

O blog X de Sexo ganha novas autoras. Mas não se assuste, leitor. O assunto aqui continua o mesmo.

 

Nós, Diana e Rebeca, substituímos as blogueiras anteriores, Ana e Lia, que começaram aqui há exato um ano.

 

Vamos contar as nossas experiências, sem pudores, e queremos estimular você a fazer o mesmo.

 

Pode escrever sua história pelo e-mail xdesexoblog@gmail.com e garantimos seu anonimato.

 

Esperamos que essas tantas histórias ajudem todos nós a ficarmos mais soltinhos na cama.

 

 

Diana e Rebeca

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Nossa última vez

Crédito: suckmypixxxel.tumblr.com

Crédito: suckmypixxxel.tumblr.com

 

Por que transformamos em mito a nossa primeira vez, mas nunca falamos da última?

 

Eu lembro das minhas últimas. Na verdade, muito mais que da primeira -dessa, aliás, não lembro absolutamente nada.

 

As últimas têm mais nuances, passam do drama à risada, e muitas são únicas pelo fato de serem primeiras e últimas ao mesmo tempo.

 

Existe aquela, por exemplo, na cama da pousada em que passamos as últimas férias. Eu já sabia que não queria mais aquilo, que foi legal, que houve amor [e ainda talvez houvesse], mas que estava faltando tudo que nos uniu, apaixonadamente, anos antes…

 

Aí você mergulha entre os lençóis sabendo que será “A Última”, “a da despedida”, porque pouco depois vai vir “a conversa”, porque não funciona mais. Ele também sabe. Curte a transa, que sempre foi boa, mas tem que resgatar lembranças do passado para manter a excitação. Escorre uma lágrima ciente de que está dizendo adeus… Em resumo: vai ser uma das piores -e mais lembradas- comidas da sua história.

 

Há outras últimas vezes de menos drama, apesar do peso que sempre acompanha a palavra “última”.

 

Lembro de cada uma das últimas com aquele idiota. Aquilo era tão precário que todas poderiam ser o ponto final. Ai você tentava convertê-las em primeiras, tentando que todas fossem únicas e maravilhosas para que aquilo não tivesse fim. Passado o tempo, me recordo e recupero a verdadeira última: a pior de todas. Hoje em dia já consigo soltar uma gargalhada.

 

Tem também aquela que é para levar as mãos à cabeça. Aquela na que você consegue marcar com aquele cara que perseguiu por semanas. Você espera o encontro dos encontros, mas ele te leva a dançar, e não dança. Vão beber, mas ele fica enjoado com uma cerveja. Ele te convence a ir para a casa dele, mas mora em um quarto de dois metros quadrados em uma república estudantil. Quer transar, mas aquilo não sobe. Ele não sabe colocar a camisinha. Não consegue te excitar, não sabe chupar e, no dia seguinte, quer fazer plano de namorado. Sim, essa será a primeira e a última. Não tem segunda chance depois de errar todos os placares do bolão.

 

Outra última vez: a que você não sabia que seria derradeira, mas de repente tornou-se. A noite em que passaram pela sala, escritório, cozinha, banheiro e quarto, madrugada e manhã a dentro. Em que transaram olhando a noite pela janela e não dormiram, pois a cada meia hora um dos dois acordava louco de tesão e algo recomeçava, entre beijos, braços e suspiros. Uma transa que parecia anteceder muitos outros capítulos de obra-prima, em que não houve despedida, tchau, afinal fora incrível, mas que, por rumos da vida, virou a última. Tipo o clichê de fechar com chave de ouro uma jornada de anos indescritíveis, mas aqui caberia mais fechar com carinhos, orgasmos e suspiros infindáveis.

 

É mais ou menos nessa toada de coisa boa esta última de hoje: a NOSSA última com vocês.

 

Não, vocês não foram maus amantes, nem deixamos de gostar desse nosso espaço, o nosso tesão não acabou. Mas a vida nos leva por outros caminhos e não conseguimos cuidar disto como merece. E aqui, como na cama, melhor não fazer a fazer de qualquer jeito.

 

Vocês, leitores, têm sido nossos parceiros secretos durante quase um ano. Têm escrito centenas de emails com suas histórias e acompanhado cada publicação mesmo sem o lubrificante “mágico” das redes sociais. Ficamos lisonjeadas com tanto comparecimento, e retornos, e textos nos cobrando que apareçamos mais…

 

A gente riu muito com algumas mensagens, se identificou demais com outras e sentimos muito tesão com a maioria dos relatos.

 

Foi uma experiência muito boa ter, aqui na Folha, espaço e liberdade para falar sobre um assunto ainda tabu na nossa sociedade. Foi legal ver como namorados, amantes e amigos curtiam daquele outro mundo anônimo, em que todos falamos o que pensamos, mas… devemos dizer tchau, babies. Talvez, até mais.

 

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Sexo em público

Um leitora bem doidinha com um texto MUITO legal. Assinamos com um nome fictício, a pedido dela.

 

***

 

por Lii

 

Meu marido e eu somos muito, vamos dizer, fogosos. Naquele dia era a festa de noivado de um amigo dele, compromisso inadiável.

 

Papo vai, papo vem, cerveja vai, e muita cerveja vem, já estava bem alegre quando resolvemos ir embora. No carro nos olhamos e soltei: não para casa, certo? Ele já tinha entendido o recado. Resolvemos dar uma esticadinha só nos dois.

 

Foi então que ele disse: duvido que você faça um boquete em mim na frente de alguém… Desafio dado, desafio cumprido, essas são as nossas regras.

 

Eu falei que faria onde ele mandasse. Ele dirigia. Eu, que já estava toda assanhada, de vestido, tirei minha calcinha e deixei minhas coxas e meu inchaço à mostra. Ele ficou louco. Então abri o zíper da calça dele e comecei a chupá-lo antes que decidisse para onde iria.

 

Ele, que passou a dirigir a 20 km/h, se aproximou de um posto de gasolina quando comecei a me levantar. Confesso que doeu tirá-lo da minha boca. Apesar de ser tarde, ainda tinha bastante movimento. E então veio a ordem: vou parar para abastecer e quando o frentista chegar pra pegar as chaves, você volta a me chupar.

 

Assim que ele parou, esperei o frentista se aproximar para voltar a chupá-lo. Vi o frentista arrgalando os olhos, sem acreditar naquilo. Fiquei ali até que ele voltou pra devolver as chaves e cobrar. Foi quando eu parei, levantei a cabeça dando aquela ”limpadinha” no cantinho da boca e com as pernas abertas (estava sem calcinha) olhei com cara de safada pro frentista que estava passando bem na frente do carro.

 

O cara não acreditava no que via, e meu marido que estava olhando pra mim na hora (mais louco ainda) quase bateu o carro ao sair do posto. Saímos e demos uma volta no quarteirão, passando na frente do posto de novo. Vimos o frentista sentado em um canto, sorrindo sozinho e fumando um cigarro… Rimos!

 

Saímos de lá com mais fogo ainda. Encontramos uma rua deserta. Ele me tirou do carro e transamos ali, ao ar livre, em cima do capô do carro, até gozarmos.

 

Voltei para casa nas nuvens.

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Os oito passos da manhã perfeita

por Lia

 

Crédito: suckmypixxxel.tumblr.com

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1. Abrindo sua calça, que quase explodia com seu pau duro de se esfregar em mim, e da minha mão sentindo seu tesão. Te chupar assim, com você segurando minha cabeça. Eu sentindo o comecinho, de leve, do seu gozo e do seu gosto. Eu levanto e me viro.

 

2. Me comendo por trás, segurando com força meu quadril e me obrigando a me segurar na escada ao lado do carro. Sentia cada centímetro do seu pau entrando em mim, e você me fudendo com força, ofegante, até meu coração disparar e o ar faltar enquanto eu gozava…

 

3. Me puxando de volta em direção à escada. Você sentou e me colocou sentada em você, de costas. Eu sentia seu pau batendo fundo em mim e achei que fosse morrer de tanto tesão. Eu, ensopada, pingo no chão ao gozar de novo.

 

4. Aí subimos as escadas… Eu estava tão molhada que você passou os dedos em mim e enfiou um por trás, pedindo que eu subisse assim. Não achei que fosse conseguir, de tanto que era a vontade se que você metesse em mim logo

 

5. Entrando no quarto, e já praticamente sem roupa, você me levou pra cama e me colocou montada em você, ensopada. Transamos sem parar  até derretermos (achei que iria desintegrar). Com tanta força e com tanto tesão, pingando e já sem ar, os dois… Mas deliciosamente só paramos depois de gozar

 

5. Após algum respiro e água, fatalmente mais algumas risadas, fiquei arrepiada com alguma coisa que fez no meu corpo, e foi a deixa para sua boca me chupando por 142 músicas (Pqp). Me chupou tanto, pelas coxas, virilhas, meu clitóris inchado e guardado para o fim… E gozar uma, duas, três vezes… Separadas e emendadas uma na outra, como se fosse uma rave corporal. Você chegou a achar que eu pudesse passar mal, com o coração disparado…

 

6. Mais tarde, voce me olhando de perto, enquanto eu me masturbava em pé na sua frente. Você se masturbava na minha, sentado na cama, com a cara de loucura que me deixa fora de órbita. Acho que estava mais inchada do que nunca… Você não se controlou e veio meter em mim, parando antes de eu gozar. Até me pedir para sentar em voce deitado, eu de costas, e sequer preciso olhar para te colocar precisamente dentro de mim. Seu gemido me enlouqueceu junto com seu pau duro… E eu sentido você raspando no meu rabo, do lado de fora e dentro de mim.

 

7. Eu continuava a sentar e levantar, mas você me segurou pela cintura, se sentou e me virou. Me colocou na sua coxa, onde eu me esfreguei um pouco, antes de sentar encaixada e de frente pra você. Você me puxava, me encaixava ainda mais…E depois de eu gozar, pedi pra você continuar. Te chupei inteiro, depois que gozou na minha perna. Adoro ver você gozando em mim e adoro seu gosto.

 

8. Banho, apesar de estarmos atrasados. Mais um par de beijos longos. Depois, Passar o dia relembrando as cenas em flashes involuntários.

 

 

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A descoberta do prazer após o divórcio

Quem nunca passou por um rompimento, não necessariamente um divórcio, não é mesmo? Mas a história abaixo fala não só de um fim, mas de um quase renascimento para o prazer. Esperamos que vocês gostem! Nós adoramos cada linha.

 

***

 

por Babe

 

Me separei… Depois de uma vida, 20 anos casados. O sexo era bom, mas dentro da realidade de um casamento de 20 anos. Achava que era apaixonado! Mas hoje percebo que tinha me esquecido o que era isso.

 

O curioso é que em uma relação em que supostamente se tem intimidade total é que a maioria dos tabus vai se instalando, e, com isso, um pouco de frustração, fantasias não realizadas,. E é isso que te leva a pensar no que existe lá fora.

 

Depois do período de sofrimento, a névoa começa a baixar, e começo a perceber que existe uma confraria de pessoas bacanas, bonitas, bem resolvidas, separadas ou solteiras, em busca de um cara como eu.

 

A sensação é boa!

 

A vida me colocou cara a cara com ela! Uma mulher linda, maravilhosa, gostosa, recém separada,  com pouca ( ou quase nenhuma ) experiência fora do seu casamento de 15 anos.

 

No começo foi estranho. Na primeira vez ela veio me buscar em casa, e na hora que entrei no carro, me faltou o ar.

 

Ela estava linda, vestidinho curto, maquiagem discreta, cheirosa, olhar penetrante. A sua voz é rouca e muito sensual…Pensei: Nossa! Tudo isso é pra mim??

 

Fomos a um show, pra quebrar o gelo. Dar umas risadas, poderia ser uma boa ideia, para desfazer o clima de primeiro encontro. A risada cria intimidade, acho eu.

 

Lá dou um primeiro beijo. O beijo é muito gostoso. o gosto da sua boca é bom. Combina. Primeiro obstáculo ultrapassado.

Acaba o show, e são 2h da manhã, e está frio. Ela só de vestidinho. Dou um abraço, ela sugere tomar algo em algum lugar. Sugiro na minha casa. Ela hesita, mas aceita.

 

Chegando lá, sirvo um vinho que não tô afim. Só penso nela. Em como vai ser…abraço, beijos. Minha mão passeia pelo corpo, pelo meio das pernas. Ela geme.

 

Tiro aquele vestidinho e uma lingerie maravilhosa se revela. Ela estava afim! Veio preparada pra isso.

 

A gente vai pra cama… Ela pouco à vontade. Primeira transa depois do marido… Tudo estranho, acaba sendo um pouco broxante pra mim. Peço pra ela me chupar, e ela diz que não tá afim… Tivemos uma transa protocolar. Pra ela, a experiência que buscava. Precisava dar para outro pra ver como seria! Pra mim, comer aquela mulher maravilhosa não foi nada demais.

 

Nos próximos dias, insistimos, saímos, transamos…É cada vez melhor.

 

Nossos corpos foram se encaixando, começamos a fazer coisas diferentes do que estávamos acostumados. Experiências fora do envelope. O tesão começa a aflorar de um jeito incontrolável! Não pensamos em outra coisa. Saímos para jantar e, no meio, vamos ao banheiro transar. Transamos atrás da igreja em Trancoso, pouco nos importando( ou curtindo) se alguém nos observava. Sensação deliciosa de vinho e liberdade de fazer o que quiser e onde quiser.

 

Viajando de carro , temos que parar no acostamento pra transar. Uma chupada enquanto dirijo,  transamos sempre que temos oportunidade.

 

Peço pra ela depilar a buceta, e na próxima vez ela me faz uma surpresa.

 

Ultrapassamos limites no sexo, estamos juntos em uma jornada de prazer.

 

Neste fim de semana saímos para jantar e depois viemos pra casa, como sempre.

 

Começamos a nos beijar no elevador, sob o olhar do porteiro na câmera. Entramos em casa e já começo a tirar a roupa dela. Como sempre, ela linda!

 

Enfio a mão por dentro e encontro ela molhada, latejando (ela está sempre pronta para o sexo ou eu sou bom? Nunca me sento assim). Enfio o dedo e ela geme.

 

Empurro ela no sofá, e ela abre as pernas pra mim. Tenho uma visão maravilhosa da sua buceta depilada.

 

Abro com os dedos, começo a passar a língua de cima a baixo, passando pelo clitóris ate o final da buceta. Umedecendo ainda mais… Ela geme e depois da quarta ou quinta vez ela goza. É quando enfio o dedo nela e ela geme de prazer. Minha língua percorre o caminho até o cuzinho dela. Ela nunca fez sexo anal, mas sinto que está gostando… Me pau está duro, dou para ela chupar. Ela agora adora fazer isso, tem treinado deixar ele entrar inteiro na boca, e eu fico louco.

 

Coloco ela em uma posição com as costas no sofá, e com os dois pés nos meus ombros. Penetro fundo, ela geme de novo. Adora. Adoro que ela adora. Minhas mãos em seus joelhos pra ajudar no balanço, ela segurando nos meus pulsos para dar firmeza.

 

Goza mais uma vez nesta posição. Dou a palma da mão para ela lamber, e quando ela lambe dou um tapinha não muito forte no rosto. Ela fica surpresa, ofereço a palma de novo, ela lambe, eu novamente dou um tapa.

 

Isso me excita!! Tapinhas de amor são estimulantes! Ela está com o cabelo na cara, expressão de quem está entregue a mim. Faz o que quiser comigo, ela pede.

 

Viro ela de lado,  eu de joelhos, abro a bunda dela, e penetro na buceta nesta posição. Ela, geme. Se ajeita, arrebita a bunda pra entrar mais fundo. Eu seguro com as duas mãos no quadril dela para ajudar o movimento de vai-e-vem. Ela segura com uma das mãos no meu pulso para me puxar pra si.

 

Seguro seus cabelos em um rabo de cavalo e puxo com força! A cabeça dela vai pra traz. Ela geme de novo, a cara é de prazer extremo. Meto cada vez mais fundo, cada vez mais forte, meu dedo penetra o cuzinho dela, uma dupla penetração. O tesão é extremo.

 

Sinto uma Vontade louca de dar prazer. O prazer dela é o meu, tudo misturado, um ciclo de prazer se forma. Ela se arrebita mais ainda em minha direção, abro a bunda dela com as duas mãos para penetrar mais fundo ainda na buceta. Faço com força, rápido, até gozarmos os dois juntos estremecendo o corpo todo. Sensação maravilhosa! Não me lembro de ter sentido nada parecido antes.

 

Depois de um breve descanso, ficamos excitados e começamos tudo de novo.

Como é bom sair da casinha. Depois de um longo casamento, reencontrar, o prazer na sua forma mais intensa!

 

Estamos experimentando. Sempre prontos para ir além, em busca de mais e mais prazer.

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Quando saí com dois amigos (ao mesmo tempo)

Crédito: suckmypixxxel.tumblr.com

Leitores e leitoras, um texto que recebemos há tempos e só publicamos agora. E confessamos: invejamos.

 

***

 

por Flor

 

Desde que eu era adolescente tinha a curiosidade de transar com dois homens ao mesmo tempo. Sempre fui curiosa com sexo e acho que o corpo, imaginação livre e aberta e um cenário funcionam como um parque de diversões.

 

Comecei a transar tarde, aos 18 anos, só depois de me esfregar muito e deixar muito homem com “dor de cabeça”. Gostava da idéia de “aprender” muitas coisas antes de chegar aos finalmentes, gostava de castigar os caras e, claro , achava que a primeira tinha que ser gostosa, mesmo que tivesse alguma dor. E assim foi. Delícia apesar da dor. Escolhi um mulherengo profissional que adorava tirar cabaços. Tive sorte. Até hoje acho que minha autoconfiança no sexo tem a ver com o começo de tudo. Ser bem tratada na cama, desejada de verdade independente de formas e padrões, deixa qualquer mulher poderosa, liberada e interessante.

 

O bom te manter laço com alguém que você saiu dos 14 anos  até os 35, sem se apegar, é isso. Experimentar, provar, realizar as fantasias dos dois, ir além sem se envolver, ou se magoar. Pelo simples prazer de experimentar e sair da rotina.

 

Ele sempre soube que eu gostava muito da coisa. Um dia me disse: eu realizo sua fantasia se você realizar a minha. A dele, óbvio, era sair com duas mulheres. Mas isso fica para outro dia…

 

Temos em comum um melhor amigo, que nos apresentou quando eu era adolescente, e esse amigo sempre se sentiu atraído por mim. Eu achava demais pra minha cabeça pegar dois amigos tão íntimos, então nunca dei bola. Mal sabia eu que, anos depois, ele ia fazer parte da minha fantasia. Convite feito, convite aceito, simples assim. Éramos 3 amigos, uma solteira liberada sexualmente, dois casados, e um pacto de silêncio. E muita, muita vontade de fazer a coisa da maneira mais deliciosa que alguém pode fazer. Adoro um segredo sobre sexo.

 

Entramos no motel, não sem antes meu amigo se esconder na mala do carro. Não dava mais para voltar atrás! Frio na barriga, medo de ser tratada como puta no pior sentido da palavra. Mas que nada, até hoje , 3 anos depois, eu digo que vou vender os serviços dessa dupla para as minhas amigas!

 

No meio do que deveria ser uma grande putaria, eu fui tratada como uma rainha. Óleos de massagem para me deixar relaxada, bolinhas eróticas, camisinhas de todos os jeitos, banheira de hidromassagem, sais de banho, tudo preparado por eles, sem que eu precisasse pedir! Imagina tudo o que é gostoso duplicado ou quadruplicado: duas bocas, duas picas duras, quatro mãos, váaaarios dedos, dois caras bns de cama. Então, foi isso. Estou piscando só de me lembrar.

 

O que me conhecia há anos guiava meu amigo narrando e mandando fazer as coisas que eu mais gostava.Voz de comando e olhar de tesão, olhar  de um macho quando olha uma mulher que gosta de sexo fazendo sexo. Nada mais excitante. Espelhos, câmeras e corpos suados em movimento, tentando saber quem dos três sentia mais prazer. Mais de 10 camisinhas, o pau deles não abaixava após o gozo -os homens podem surpreender às vezes no quesito fantasia sexual e serem muito generosos. Dei sorte.

 

Ninguém queria parar de transar, de beijar, de chupar, de lamber, de apertar. Acho que nunca mais terei uma foda a três como essa. Era meu sonho fazer dupla penetração, chupar um de cada lado, me sentir amassada por dois homens com tesão e seus paus em mim ao mesmo tempo, sem pensar em frescuras e machismos e nada além de dar prazer para a mulher que está na frente deles. Mas não de forma vulgar, como se vê em filme pornô. Eu queria como foi, foi melhor do que eu imaginava até! O mérito é deles!

 

Meu amigo se deu mal no presentinho, como eu costumo chamar o cu,  porque o pau dele era muito grosso, e apesar de eu estar com muita vontade, eu não quis forçar nada que pudesse estragar o meu prazer com qualquer dor. Mas meu tesão insaciável não deixou ninguém na mão. Boca, mão, tudo delicioso…Rebolei muito gostoso nele.

 

Quem estiver lendo, se visualize em pé na banheira, recém depilada, e eles sentados na direção exata da sua buceta e bunda, um de cada lado..E eles passam as mãos sensualmente pelo seu corpo todo, pernas, bunda, costas, peitos, e começam um de cada lado a te lamber e enfiar a língua deliciosamente em todo os lugares que eles conseguem alcançar, segurando seu quadril sem deixar você escapar…Depois eles mudam de lado e você tem tudo de novo, mas sente tudo diferente porque cada um tem seu ritmo, seu jeito e sua sede de chupar. Eu poderia dar isso de presente de aniversário para uma grande amiga, juro!

 

A gente ficou umas 6  horas juntos, transando direto, tipo maratona, que me deixava cada vez mais molhada, excitada, cada vez querendo mais, porque sabia que aquilo ia acabar.

 

Depois nos falamos os três por email, juntos, pirados de tesão de ter vivido essa história só nossa, mesmo cada um tendo sua vida.  A gente queria mais, mas ainda não fizemos. Viajei, mudei de país, mas a gente ainda vai repetir a dose. Continuo em contato com os dois. Preciso de outra dessas um dia, mas não me atraio por qualquer um. Tem que ter um contexto, uma história.

 

Se vocês tem alguém em quem confiam para viver um momento como esse, estabeleçam as regras, e na hora H , relaxe tudo o que você puder, vai valer a pena.

 

Espero que tenham se excitado como eu, só de me lembrar desse momento. Vou ali me masturbar com o vibrador que ganhei dele e volto já.
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Top 5 do tesão incontrolável a dois

por Lia

 

O título especifica a dois pois o tesão incontrolável sozinha ou no meio de uma festa lotada também estará em outras listas…

 

Crédito: suckmypixxxel.tumblr.com

 

1 -Ele resolve te dar banho, te ensaboando, demora nos seios, na bunda mas, de repente, não se controla e percebe que PRECISA te comer de novo naquele segundo, loucamente

 

2 – Ele te chupa com tanto, tanto prazer, que você é capaz de gozar de ver aquela felicidade e dedicação. E goza vendo ele lamber cada gota e milímetro seu após te fazer gozar

 

3 – Ele simplesmente não aguenta ver você se masturbando na frente dele e, enlouquecido, levante e te come como se fosse acabar o mundo

 

4 – Em pé, ele te come com tanta e tanta força que seu corpo balança; ele tenta te segurar pelos braços, pelo peito, pelo cabelo, mas perde o controle para gozar dentro ou sobre você, gemendo grosso e forte

 

5 – Depois de gozar na sua boca, ele te puxa para perto dele e te beija longamente, como se agradecesse pelo maior prazer do mundo

 

EXTRA (pois ficar no top 5  é bem complicado…)

 

- Ele te arrastar para o banheiro da festa ou sair correndo de um compromisso em que estão por simplesmente precisar enfiar a mão dentre suas pernas e confirmar que você está mesmo molhada como contou…

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