X de Sexo

A cama é de todos

Perfil Rebeca e Diana escrevem e coordenam a brincadeira.

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Campanha pela peladinha

Papo bom é aquele de mão dupla –até porque isso aqui não é para ser monólogo. Então, obrigadíssima aos nossos leitores Nillo e Victor, que mandaram seus depoimentos sobre o último post, de depilação feminina (ah, tem comentários interessantes também lá, abaixo do post, deem uma olhada).

 

 

 

***

 

 

Por Nillo

 

 

 

“Cá estou para dar o meu depoimento. Por que gostamos de bocetas peladas? Primeiramente, a questão da higiene, não preciso nem comentar. Você já disse tudo, mas para mim não tem nada a ver com pedofilia e, sim, com a questão tátil. Deslizar a boca sobre a pele toda lisa e pelada é de uma sensação indescritível. Chupar, cheirar, lamber, beijar, tudo fica mais fácil onde não há pelos. Nunca fiz essa tal associação com criança como você faz no seu post.

 

 

Não vou negar que os desenhos feito na depilação são bonitos e interessantes. Outra coisa que me dá tesão é poder perceber todos os detalhes da vagina sem pelos. Como sempre associei a vagina a uma flor, nada mais natural que esteja lisa e pelada. Afinal de contas, a maioria das flores que conheço não tem pelos, não é? Quando me refiro ao sexo feminino na minha intimidade com uma mulher, sempre me refiro a ela como uma flor. Como uma orquídea, que eu acho uma flor belíssima.

 

 

Vocês, mulheres, muitas vezes têm vergonha do próprio sexo, pudores bobos e infantis a meu ver. Enquanto nós, homens, nos orgulhamos do nosso pênis, uma boa parte das mulheres tem vergonha das suas vaginas. Por quê? Se é por causa da aparência, eu digo que é uma bobagem. Assim como os pênis têm aspectos diferentes em tamanho e conformação, as vaginas também têm.

 

 

Vejo muitas vezes reportagens de mulheres que fazem cirurgia para a redução dos lábios. Assumam suas vaginas como a natureza as fez, assim como nós homens somos obrigados a assumir nossos pênis, sejam eles pequenos ou grandes.

 

 

P.S. Caso nunca tenha visto, visite este site e vai entender o associação flor/vagina que eu faço. [Nota da Redação: realmente, Nillo, as fotos são incrivelmente “vaginais”. Seguem umas amostras, leitores].”

 

 

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Fotos www.floramagica.de

 

 

 

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Por 
Victor

 

 

 


Muito legal o post de vocês sobre depilação feminina. Peço desculpas caso não responda a pergunta de vocês com a profundidade necessária. Confesso que não ligo muito para depilação. Já estive com meninas que tiram tudo como aquelas que deixam um pouco de pelo. 

 

 

 

Como entusiasta do sexo oral, percebi que este fica mais fácil com a gata depilada. Tive uma experiência uma vez que a gata era totalmente depilada. À primeira lambida fui às nuvens! Que chupada deliciosa. Atualmente penso que mulheres que optam pela depilação têm o tesão a mais.

 

 

Mas há, também, as que têm uns pelinhos. Acho sexy que a menina deixe um pouco de pelo. Ainda não encontrei nenhuma Cláudia Ohana, mas isso não quer dizer que ela não mereça atenção. Gosto da que mantém um pouco de pelo lá. Vou ao oral com a mesma empolgação.
 

 

 

No que diz respeito à minha depilação, tento manter em dia. Tiro com a máquina a cada 15/20 dias. Já me cortei uma vez, mas não foi nada grave. Ainda não recebi reclamações. :)

 

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Claudia Ohana x bigodinho de Hitler

Por Rebeca

 

 

Ah, a depilação íntima feminina: um assunto vasto. Mil modelos estéticos, gostos masculinos variados, à moda brasileira (como mostrou Carrie num episódio de “Sex and the City”), à moda sei lá mais de onde… Fato é que uma vagina depilada, não importa quanto pelo se tire, é uma coisa gostosa de se ver (e tocar, e lavar, fazer xixi etc.). Sendo assim, já me declaro a favor dessa bênção que é a cera quente, de algas ou qualquer coisa. Contanto que tire alguma coisa lá de baixo. Da parte de trás, que se tire tudo, TUDO. Ninguém merece pelo no ânus. É o que, quando vou ao salão, eu peço: virilha completa + ânus.

 

 

A “completa” significa que você não só desenhou a parte de cima, do decote da calcinha, mas, a partir da altura do clitóris, tudo para baixo vai embora. Daí que vem essa sensação gostosa de, além de melhorar horrores o sexo oral, deixar a vagina fácil de se limpar depois do xixi ou durante a menstruação. Sim, meninos, a gente não depila só por causa do sexo.

 

 

Higiene à parte, eu já depilei de uma série de maneiras, tirando muito ou pouco nas laterais, muito ou pouco na parte de cima, deixando bigodinho de Hitler, deixando toda cabeluda ao estilo Claudia Ohana e até tirando tudo, com cara de vagina de criança. É onde quero chegar. Eu realmente acho um exagero deixar tudo peludo (caramba, haja pelo no dente do gato que vai te fazer um sexo oral), mas como é os caras sentem tanto tesão em vagina pelo zero?

 

 

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Suckmypixxxel.tumblr.com

 

 

Dentro de todos eles mora um potencial pedófilo? É um exagero falar isso. Mas fato é que a vagina totalmente depilada fica com aspecto infantil. E eu custo a entender que tesão é esse que os homens têm em coisas infantilizadas. Como as fantasias de estudante, de saia plissada e meia alta. Gente, que coisa mais horrorosa!! Hahahaha. Outro dia eu estava vendo um filme pornô com o gato do lado, ele na maior fissura da menina que, com cara óbvia de ter 30 anos, estava numa dessas fantasias (fora que a atriz era péssima, o filme era péssimo, eu não senti tesão naquilo e comecei a rir).

 

 

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Voltando ao assunto, acho que, por mais que se depile, deve-se manter um tiquinho de pelo, meio que para dizer: “Sim, passei da infância”. Nem acho bonito bigodinho de Hitler, mas é melhor do que não ter nada. A minha depiladora outro dia me contou que as mulheres chegam lá pedindo depilação total e, questionadas se é porque curtem o estilo, dizem que é o cara que tem mais tesão nisso. Então, por que não satisfazer o bofe na cama? Sim, é válido, mas (de novo, rsss) por que eles curtem tanto o pelo zero? Homens, por favor, quem se habilita a dar um depoimento sobre as depilações femininas?

 

 

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Antes que esse post acabe, e a depilação masculina, o que dizer? Sim, é chatíssimo ficar tirando pelo do dente depois do sexo oral. Como os homens não precisam de nada necessariamente estético ali, acho que devem tirar tudo (não esqueçam das bolas, ah, elas, sim, precisam ficar peladinhas). O homem vê virilidade em pelo nas partes baixas? Pelo que já andei perguntando, eles se sentem mais viris com seus pelos nos peitos, axilas (quanto mais hétero e menos vaidoso, mais pelos não aparados), mas nada a ver com as bolas e com aquele tufo gigante na base do pênis (que atrapalha gargantas profundas a irem longe no sexo oral, testemunho pessoal).

 

 

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Cruzei uma vez com um cara que não gostava de depilar lá embaixo, mas usava sua maquininha para a aparar o peito e tudo o mais. Descobri que ele sentia medo de se cortar lá embaixo, até que eu pedi para depilá-lo. Acabei me tornando sua depiladora. Em troca, ganhava chupadas mais demoradas nas bolas recém-peladinhas.

 

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Uma massagem irresistível

Uma leitora assídua nossa acaba de nos enviar essa história, boa para fazer um esquenta nesta noite de sábado. Divirtam-se!

 

 

***

 

 

Há alguns meses conheci um rapaz bem interessante… Gostos musical, literário e cinéfilo em comum, bom papo, bonito, barbudo e cheiroso. Começamos a conversar e acabamos ficando, mas, como moramos em cidades diferentes, não nos vemos com muita frequência. Acredito que, assim como eu, ele também fica com outras pessoas por lá.

 

 

No fim de semana eu ia para a cidade em que ele mora e estava naqueles dias de muita excitação. Porém, maior do que a minha vontade de transar era o desejo por aquele homem. Eu poderia transar com qualquer um dos meus casinhos antes do fim de semana, mas eu só o queria. Passei a semana fugindo de qualquer um.

 

 

Então, chegou o fim de semana e eu viajei, ansiosa para me encontrar com ele, mas, infelizmente, ele não correspondia. Cheguei na quinta à tarde e nos encontramos à noite. Ele estava diferente, não parecia a mesma pessoa –meu cunhado me contou que ele estava sofrendo por um amor de Carnaval. Cheguei à casa dele e ele me deu um beijo no rosto, depois começamos a assistir a um filme. O filme terminou e fomos dormir. Isso mesmo, DORMIR! Eu morrendo de excitação e ele nem tocou em mim. O pior é que esse desdém só aumentava o meu desejo.

 

 

No dia seguinte, ele ia viajar e eu fui para a casa de minha irmã, que mora na mesma cidade. Ele voltou no sábado, mas só nos encontramos novamente na segunda à noite, porque tínhamos que revisar os capítulos do livro que ele está escrevendo e eu estou ajudando a organizar. Terminamos de revisar o livro e estávamos sem sono, ele pediu para eu fazer uma massagem nele e eu comecei a massageá-lo.

 

 

Toquei naquele corpo como nunca, como se fosse a única chance de tocar outro corpo. Que pele gostosa! Havia passado a semana desejando tocar aquele corpo, senti-lo. Comecei massageando as costas, as pernas, aproveitando cada centímetro dele, depois pedi para se virar e passei a tocar o peitoral, os braços, as mãos e, de propósito, repousava uma delas perto da minha vagina, que, a essa altura, já estava pegando fogo. Desci para os pés e fui subindo para as pernas. Percebi que ele estava excitado e me aproveitei da situação, passava os dedos próximos ao seu pênis, mas não o tocava, só insinuava o ato. Fiz isso por um tempo e depois falei:

 

 

– Você já relaxou o bastante, mas tem uma região do corpo que continua tensa, rija. Só que essa região precisa de uma massagem especial. Tenho permissão para massagens especiais?

 

 

Ele respondeu que sim. Não pensei duas vezes e peguei naquele pênis avantajado com toda a vontade e dediquei-me a chupá-lo deliciosamente –nunca senti tanto prazer em fazer um boquete como nesse dia. Enquanto eu o chupava, ele passou o dedo por minha vagina, que estava ensopada. Eu estava tão excitada que gozei com um leve toque, em menos de um minuto, depois foi a vez dele, eu engolia aquele pau com toda a sede. Não demorou muito e ele gozou em minha boca, aproveitei cada gotinha.

 

 

 

 

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Em seguida, ele me pegou pelos cabelos e, como um animal, me jogou na cama, arrancou a minha roupa e fez o sexo oral mais gostoso que já recebi, gozei sentindo aquela língua me invadir, explorando cada pequeno detalhe da minha boceta. Depois me dominou de uma vez só, me fodeu com força e eu gritava de prazer. Deu algumas estocadas e eu gozei novamente. Mais algumas estocadas e ele gozou. Por fim, nos abraçamos e adormecemos. Na manhã seguinte, fui acordada sentindo aquele pau delicioso invadindo minha boceta. Começamos tudo de novo.

 

 

Depois disso não nos vimos mais. Se vamos voltar a ficar, eu não sei. Mas, se não voltarmos, essa terá sido uma despedida deliciosa.

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Vai querer o jato em que parte do corpo?

Por Rebeca

 

 

Outro dia recebemos o seguinte de um leitor:

 

 

“Olá, meninas, gostaria de sugerir um tema: ejaculação. 
Vocês gostam? Têm nojo? Lugar de preferência (rosto, peito)? Engolem ou cospem?
Ficam bravas quando voa no cabelo? O que não gostam que a gente faça nessa hora?
Minha preferência varia muito, cada vez dá vontade de gozar num lugar, mas acho que a preferida mesmo é no rosto, vê-las todas lambuzadas! Mas com cara de tesão, sem cara de nojinho ou apreensão se vai acertar o olho ou dentro do nariz.”

 

 

Começando do começo, o sexo é tão subjetivo que tem gente que topa tudo, tem quem não tope nada e tem milhares de meios-termos. Eu, particularmente, acho que, se você já está trocando uma série de fluidos corporais tendo um contato tão íntimo com outra pessoa, não tem muito por que ficar de frescura.

 

 

Se vai no cabelo, no peito ou na cara, para mim é como se ficasse na própria vagina –ou seja, meleca o corpo do mesmo jeito e você tem de fazer uma certa higiene depois (“certa higiene” pois depende de para onde você vai em seguida e do grau de intimidade que tem com a pessoa; acho horrível, por exemplo, correr para tomar banho como se quisesse tirar aquilo ao primeiro minuto pós-gozada).

 

 

Nos olhos, a única chatice é que o negócio incomoda um pouco. Mas é natural que a mulher esteja de olhos fechados ou semi-cerrados ao fazer sexo oral. Então, se entrou no olho da gata, haja azar! De resto, tanto faz o lugar, e a intimidade do casal faz o episódio ficar divertido se tiver entrado em algum buraco errado.

 

 

Se o cara gozou na minha boca, eu acho deselegante cuspir. Mas também acho foda o cara (ainda mais se não tenho tanta intimidade com ele) não me dar a chance de decidir. Há truques para fazer a cuspida parecer uma coisa cheia de tesão, como deixar escorrer um pouco com a boca aberta enquanto dá uma última chupada no pau. Claro que não há saída se o jato foi direto na goela, como relatei aqui num outro post.

 

 

 

Conheço mulheres que conseguem distinguir sabores no gozo do parceiro –sofisticação gastronômica que está além do meu alcance. Aliás, acabo de me lembrar de um texto que saiu aqui na Folha sobre o sabor da porra e como ela era usada em receitas. Daí que o autor do livro, que testou as receitas com o próprio sêmen, contava que a alimentação do cara influenciava no sabor do que sai dele –meninos, gengibre. Bem, nunca fiz pesquisa de campo sobre isso e, ainda assim, continuo achando que todos os jatos têm cheiro e sabor de cloro, de água sanitária, algo um tanto detestável para se degustar sem estar no auge do prazer do sexo.

 

 

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suckmypixxxel.tumblr.com

 

 

O mais engraçado é que os caras têm o maior tesão em ver a mulher engolir seu esperma e eles próprios fazem cara de nojinho para o que sai deles (aliás, muitos homens não topam coisas que eles querem que as mulheres topem, como dedo no cu e beijo entre homens –assunto para um novo post). Anos atrás saí com um cara que só queria saber de gozar dentro da minha boca, e eu não queria engolir absolutamente toda vez que me encontrava com ele. Daí que isso virou um assunto e, de tanto eu dizer que ele não podia exigir tanto se nunca tinha provado o próprio pênis, fiz uma espécie de greve: só volto a engolir depois de você experimentar.

 

 

Bem, ele ficou puto (mas não o suficiente para parar de me ver) e passou uns quatro ou cinco encontros sem tocar no assunto. Gozava lá embaixo mesmo e assunto encerrado. Mas não era esse mau humor todo que parece: a gente se divertia com a disputa e ele contava que preferiria “passar o resto da vida gozando na mão”. Ele dizia, brincando (acho), que engolir a sua porra era como se pudesse comer o próprio cu. Homens e seus exageros… rsss.

 

 

Não passou do sexto encontro até que ele, depois de beber umas e outras, tomasse coragem para “provar”. Mas com uma condição: ele iria provar uma mera lambida na minha barriga e, depois, estaria livre para me comer do jeito que quisesse. Eu nem estava imaginando o que poderia ser isso, só queria vê-lo experimentando. Tamanha expectativa, porém, se resumiu a um: “Hmm, suquinho de laranja”. E caímos na gargalhada com a careta que ele fez ao dizer essa frase sem sentido.

 

 

Depois, toda vez que marcávamos um encontro, ele perguntava: “Vamos tomar suco hoje?”

 

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Mulheres de 30: sexualmente resolvidas

Por Rebeca

 

 

Quando nós, mulheres, temos 20 e pouquinhos, na faculdade, iniciando a vida sexual de uma forma mais adulta, digamos assim, a gente acha que está abafando. Daí chegam os 30 e, se você está solteira, tudo fica muito mais interessante. Não temos mais tempo [ou saco] para joguetes, coisa de menina adolescente, de ficar brincando com a paquera. Não que a paquera não seja legal…

 

 

Mas é que, quando você tem dinheiro do seu suor no bolso, e não mora mais com seus pais, e não liga mais sobre ser julgada pelos amigos que acham que, se você transa toda noite com um cara diferente, é porque é meio [ou totalmente] vadia, quando tudo isso passa o sexo fica mais interessante. Você chega à fase do sexo selvagem sem compromisso 100% livre de julgamentos [até do seu próprio].

 

 

Daí que uma amiga, que tem 30 e poucos e se relacionou com o mesmo cara nos últimos 10 anos, está na apoteose agora em sua fase solteira. Foi como ela me disse: “Olhei pro cara e quero transar com ele? Então vou lá e é isso o que faço com ele. Transo. Simples assim”.

 

 

Gente, tem liberdade mais gostosa? Algo como quando você trabalhou um mês inteiro num projeto, ou um dia apenas muito loucamente, e vai gastar dinheiro com algo que te dá muito prazer [cerveja, sapato, drogas, sei lá] porque você merece. E o dinheiro não é do seu pai e ninguém tem nada a ver com isso. Essa é basicamente a diferença entre essa menina-mulher de 20 e poucos anos e a mulher-mulher de 30 e poucos.

 

 

Diana mesmo já contou por aqui que, depois de um longo relacionamento, sua vida sexual perto dos 30 deu um salto ornamental triplo carpado. E essa amiga está indo no mesmo caminho. Recentemente, ela me contou que foi acampar nas montanhas, fazer trilhas com uns amigos. Todo mundo entrando na vibe do friozinho da serra, tomanho vinho para se esquentar, fazendo fogueira, e o gatinho mais gatinho da turma se aproximou dela de primeira.

 

 

Suckmypixxxel.tumblr.com

 

 

Inicialmente, ela, que tinha perdido o traquejo da paquera [e nunca teve o traquejo da paquera depois dos 30], fingiu que não era com ela, “afinal, o que iam achar meus amigos, sabendo que acabei de me separar e estou catando um garoto no primeiro contato visual?” Bem, ela respondeu a essa pergunta em dois segundos para si: “Que se explodam”.

 

 

Não deu duas horas e eles se perderam da trilha, transaram na grama perto do curso do rio, enquanto o pessoal se reunia ainda na cachoeira. Não foi um sexo longo, mas também não foi uma rapidíssima, porque ninguém estava com pressa, já que estavam embriagados de vinho e, como dizer, de natureza. Voltaram sem vergonha na cara, como se dissessem “sim, gente, estávamos fazendo exatamente o que vocês estão pensando”.

 

 

À noite, à beira da fogueira, a “independência sexual” da minha amiga se ampliou –a única menina que sobrou dos quatro casais formados naquela noite foi para perto deles, entusiasmada com o ardor daquele encontro, e ali ficou batendo papo, com a intenção de se juntar a eles, com paciência para achar uma brecha  –brecha essa que tão logo a minha amiga deu, já que estava ali para abrir os horizontes [mesmo que antes nunca tivesse feito ménage].

 

 

Bem, os três se pegaram, foram para a barraca, e a menina ficou conhecida depois como “a chupadora”, porque era só isso o que ela fazia [não que isso seja “só”, veja bem, rsss]. Enquanto minha amiga era comida pelo gato deitada no chão, a menina lambia as bolas dele por trás. Enquanto o cara comia a minha amiga de quatro, a menina deitava embaixo da minha amiga e chupava seus peitos. Enquanto a minha amiga chupava o pau do cara, a menina chupava a boceta da minha amiga. Uma chupança só.

 

 

E minha amiga até então achava que, de manhã, já tinha feito o suficiente para “ficar falada”… De volta à cidade, e com a ajuda de outras duas amigas solteiras aos 30, se inscreveu em três aplicativos de encontros. Agora passa o dia respondendo às mensagens dos caras. Adora brincar de “curtir” as fotos deles ou clicar no X, para descartá-los. “Isso aqui é mais divertido do que curtir post no Facebook.”

 

 

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Famosas lindas e peladas

Por Rebeca

 

 

Gente do céu, não é possível que ninguém ainda tenha vazado as fotos da atriz Bruna Linzmeyer pelada…!!

 

 

No domingo (7), li no F5 que a revista-livro “#1”, com fotos dela pelada (e sem Photoshop) clicadas por Jorge Bispo, está sendo vendida por R$ 300. Não deu tempo de nenhum ser humano comprar e copiar umas fotinhas para pobres mortais? Ou é puro egoísmo: “Já que paguei R$ 300, ela é só minha”…?

 

 

 

 

 

 

Diante da fissura de ver essas fotos, eu me peguei pensando em outras famosas que tenham causado tamanho frisson –veja bem, se a mulher é piriguete e já apareceu em meio mundo de ensaio sensual, não causa tamanho furor. Além disso, hoje em dia, só tem bailarina do Faustão, do Huck, do Pânico e ex-BBB na “Playboy”.

 

 

Mas me lembro quando, em 2008, foi divulgado que Carol Castro ia sair na revista. Ela causou –e eu nem sou fã daquela tatuagem gigante no ventre, rs.

 

 

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E Flávia Alessandra, em seu primeiro ensaio para a revista, em 2006, com aquele corpo escultural…

 

 

Flavia Alessandra nua pelada na playboy

 

 

E ainda Fernanda Paes Leme, que não é picante, mas é uma morena de respeito, em 2005:

 

 

Fernanda Paes Leme pelada nua na Revista Playboy de Dezembro 2005

 

 

Lá fora, não preciso dizer mais do que isso: Kate Moss, em 2013, aos 39 anos…

 

 

Kate Moss Nude Top To Bottom Because She A Bunny 14

 

 

Agora dá para alguém vazar as fotos de Bruna Linzmeyer, por favor…?

 

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Pílula do dia: uma imagem vale mais…

Por Rebeca

 

 

Buscando inspiração para um post, visitei uns sites de fotos pornôs, os básicos de sempre que a gente ama. Bem, eu já gastei pelo menos 1 hora e 45 minutos aqui, entre uma masturbação e outra, e continuo sem conseguir usar as mãos (e a cabeça) para escrever, rsss. Então, fiquem com algumas imagens (comportadas, porque isso aqui é um jornal de respeito) para um fim de noite gostoso.

 

 

Letmedothis.com

 

 

Letmedothis.com

 

 

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<p>choking

Letmedothis.com

 

 

Letmedothis.com

 

 

 

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O documento e o seu tamanho

Por Rebeca

 

 

É verdade, a gente fala bastante de tamanho de pau aqui, como no último post. E os homens, que carregam essa questão desde a adolescência, imagino eu, devem se questionar o que queremos dizer exatamente. Foi isso o que fez um leitor nosso por e-mail na última semana:

 

 

“Olá, tenho lido várias postagens de pau, pauzão, tamanho do pênis. Queria perguntar qual é o tamanho do pauzinho para ser tão insatisfatório assim? Até que tamanho pode-se dizer que é um pauzinho?”

 

 

A gente bem que procurou sarna para se coçar, porque é uma questão difícil de responder. Durante toda a minha adolescência, lendo revistas para meninas e livros os mais diversos, aprendi que o tamanho do canal da mulher pode fazer a diferença de acordo com o tamanho do pênis. Calma, eu me livrei dessa história de contos de fada chamada ponto G há milhares de anos. Não estou falando dele.

 

 

Quero dizer que conheci meninas que, baixinhas, ficavam até doloridas com um pau muito grande. É uma questão de proporção: se tudo no corpo dela é pequeno, o canal vaginal é curto também. E, nas mulheres mais altas, mesmo sem existir “o” ponto G (mas várias ramificações nervosas ao longo do canal vaginal, que dão prazer), o pênis curto não “esfrega” tanto todo esse canal.

 

 

A segunda questão é o pau fino –e acho que aí está o problema, talvez a gente fale demais em pau “pequeno” num sentido completo, incluindo a parte “fino”, não apenas “curto”. Se a mulher for virgem, talvez um pau fino faça-a sentir alguma coisa. Mas, se ela tem a entrada mais larga que o pênis, como será friccionada? Nas minhas experiências, o pior é o pau fino –se o pau for curto, mas grosso, é melhor que o fino mesmo que longo.

 

 

Não sei dizer isso em centimetragem de comprimento nem de diâmetro –aí que entra a experiência de cada pessoa. Há mulheres e homens dos mais diversos tipos neste mundo, que se satisfazem com paus e bocetas e peitos e bundas dos mais diversos tipos. Resta a química –e uma boa língua.

 

 

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<p>Photo by Francois Couture (Montreal)</p>
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Letmedothis.com

 

 

Eu, particularmente, não tive experiências boas com paus finos, mas também já reclamei publicamente aqui de pau grande e grosso demais. Ou seja, não tem muita fórmula. Vale dar a cara a tapa e achar alguém compatível. Para uma mulher, por mais ninfomaníaca que seja, fazê-la gargalhar pode algumas vezes valer por uma gozada.

 

 

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A tal da química ou contentando-se com pouco

Por Rebeca

 

 

Eu fico me perguntando, vez ou outra, o que faz as pessoas (a gente) se apaixonar por uma outra pessoa que transa mal. É porque nos apaixonamos pelo que o cara é (simpático, engraçado, gentil etc.) e daí esquecemos do sexo; é porque não achamos sexo tão importante assim; ou é porque não temos experiência suficiente para saber se o sexo da outra pessoa é bom ou não?

 

 

Eu, particularmente, nunca consegui me apaixonar por um cara de pau pequeno, por exemplo. E todos por quem eu me apaixonei algum dia eram bons de cama e tinham um pau de respeito. Não sei se foi apenas coincidência… Mas coleciono algumas histórias curiosas de amigas, que ajudam a dar gás a essa conversa.

 

 

Um delas é daquelas que gostam de uma boa transa, dedicada –a gente bem sabe que tem gente que não se importa com sexo. E ela sempre teve parceiros substanciosos (pelo que ela nos conta), animados na cama. Eis que outro dia ela me contou que estava perdidamente apaixonada por um cara, super cool, e a sua segunda frase foi: Ele não é tão bom de cama assim, pau pequeno…

 

 

Eu dei um pulo para trás: Mas como você conseguiu se apaixonar, mesmo depois de já ter experimentado o sexo com ele? Por tudo o que ele representa, ela me disse, não pelo sexo. Bem, eu teria de consultar um psicólogo para entender realmente o que se passa na cabeça da minha amiga. Ela está encantada pelo hype do cara, as músicas que ele ouve, os livros que lê, os filmes a que assiste. Mas será isso suficiente para sustentar uma relação?

 

 

suckmypixxxel.tumbrl.com

 

 

 

Tem quem me diga que, quando a gente tiver 70 anos, não é o sexo que vai importar, mas os livros, as músicas, os filmes… Pois eu mesma já me relacionei com um cara que tinha o pau mais lindo da cidade, rosa, ereto, circuncidado, sem manchas nem pêlos, pau-modelo para revista nenhuma colocar defeito. Mas não conversávamos. A relação durou quase 1 ano só por causa do sexo. Ele era jazz, eu era rock; ele gostava de Woody Allen, eu, de Tarantino; ele curtia as montanhas, eu preferia a praia. Uma coisa assim… Sexo bom sem papo faz a relação uma hora ficar sem graça.

 

 

Em se tratando de uma relação, se você quer durabilidade, mais vale, então, o papo que o sexo, certo? Não sei. Acho que entra aí a química. Se os corpos se arrepiam, talvez não haja pau pequeno que mele uma transa dessa. As pessoas vão se conformando: “Ah, ele não me dá lambidas atrás do joelho, mas me faz gozar direitinho no papai e mamãe” ou “Ela tem nojinho de chupar meu pau, mas de vez em quando me dá o cu”. Tudo depende da expectativa. E acho que deve ter muita gente por aí se contentando com pouco.

 

 

Meu pai sempre me disse que, como eu sempre quero abraçar o mundo, eu tenho que esticar o meu braço e o das outras pessoas também. Então, vamos lá, mexa esse pau direitinho aí, deixe de moleza, venha aqui chupar direito esse negócio… Verborragia demais talvez, mas não há mal em querer aprimorar uma relação se existe química e algo mais que você queira preservar. Sexo é prática. Ninguém nasce sabendo fazer sexo oral, por exemplo –e eu gosto de ser chupada de um jeito e a ex-namorada do bofe gostava de outro.

 

 

Então, deixe eu dar uma explicadinha, e vamos brincar de transar mais gostoso juntos. Prontos para a brincadeira. Porque ninguém merece se eletrizar com uma pessoa, ter química, timing, com um beijo que é o máximo, e, na cama, a pessoa parece um virgem de 40 anos –um desperdício de tempo.

 

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Ainda sobre traição, assunto tão vasto…

Depois que publicamos o post sobre contar ou não contar uma traição, recebemos vários comentários [muitos contrários, ainda bem, viva a democracia], incluindo essa carta de um leitor. Mais assunto para pensarmos. Quem tiver o que falar, estamos abertas, é só escrever. 😉

 

 

 

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Gostei da opinião sincera de Rebeca com relação às puladas de cerca que teve e do arrependimento por ter contato a verdade para um dos seus parceiros. Eu tive experiência similar com minha mulher, errei ao ter procurado por algo fora de casa, quando sempre tive e pude realizar minhas fantasias com quem mais amo e admiro. Levou um tempo para que eu lhe contasse a verdade, mas a dor de culpa e do erro estavam já pesados demais para que eu segurasse isso por mais tempo.

 

 

 

Hoje, confesso, não sei se sinto mais o peso dos erros que tive ou do fato de ela poder a qualquer instante querer se vingar. Vingança essa que chegou muito perto de acontecer, pois o envolvimento que ela desejou ter com outra pessoa não era somente um “payback”, mas o sentimento estava acima da atração física nesse caso. Ou seja, de “brinde” ganhei um balde de insegurança. Insegurança tal que para mim parece com um efeito avalanche, pois acaba expondo somente meu lado fraco, desguarnecido e frágil. Agora me responda: qual mulher vai querer ou sentir atração por um homem desses? Só se for por pena ou dó! E isso é algo que realmente não quero.

 

 

 

Hoje a minha vida está em uma situação assim: conversamos muito a respeito dos erros que tivemos um com o outro. Sim, ela já se encontrou e se insinuou para outros homens, antes mesmo que eu tivesse confessado meus erros deliberadamente. Mas jurou que nunca teve uma traição de fato. E resolvemos pôr uma pedra em TUDO, absolutamente tudo o que fizemos de errado e recomeçar a partir daí. Temos uma vida muito mais aberta a diálogos e resoluções na base da conversa e da falar de forma sincera. Para falar seja de uma angústia, uma dor, uma alegria ou o desejo um pelo outro. Isso é o lado positivo de tudo, pois sabemos que cada novo tijolo que criamos de nosso relacionamento tem sido mais forte!

 

 

 

No entanto, me restam dois poréns: minha insegurança (que já foi muito maior; tenho trabalhado muito para diminuí-la a cada dia) e o fato de que a paixão que ela teve com uma certa pessoa hoje os tornam grandes amigos. Eu conheço o cara, converso com ele e tudo o mais. É uma pessoa muito respeitosa e gosta de mim e dos meus filhos também. Houve, sim, uma oportunidade para poder ter algo mais com ela e se recusou a fazê-lo inclusive cortando a amizade entre eles por mais de quatro meses. Hoje eles são grandes amigos, mas tenho medo de que a chama que ela sentia antes volte a reacender.

 

 

 

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Ela diz que isso não é mais possível, pois sente por ele um carinho de irmão. Mas, do meu ponto de vista, por vezes penso que eles só não foram em frente pelo respeito que ele tem por todos nós como uma família. Entendo perfeitamente que uma coisa está atrelada a outra. À medida que eu me aproximo mais dele como amigo, acabo desestimulando-os a quererem ter algo no futuro. Sinto também o quanto ela tem se esforçado pra me mostrar que tudo está bem e sempre me conta o que anda acontecendo e quando eles se encontram, o que conversam e o que fazem…

 

 

 

Mas ainda é notória a diferença de comportamento dela quando o atende ao telefone ou durante uma conversa. Ela se transforma, se torna uma pessoa mais extrovertida e alegre. Acabo ficando em uma situação dúbia, pois não sei se confio somente no que ela me fala ou na forma como ela se porta. Por essa razão, ela tem diminuído o contato com ele. Menos telefonemas, menos mensagens, menos contato…

 

 

 

[dias depois, o nosso leitor nos mandou esse complemento:]

 

 

 

Não tenho provas de que eles realmente ficaram ou tiveram algo. Porém, desde o dia em que enviei para vocês do blog a primeira mensagem, nossa vida tem sido ainda muito melhor do que antes. Aconteceram outras situações que fizeram-na se atentar ao fato de que a vida com ele deve ser mantida como amizade. O distanciamento entre ambos tem sido cada dia maior.

 

 

Ela percebeu que atender tanto as necessidades dele estavam deixando-a como um alicerce essencial na vida dele e ele se tornou extremamente dependente dela. Ela enxergou isso como algo prejudicial na sua vida como pessoa e como profissional. Hoje ela está decidida que sua prioridade é a nossa vida a dois e em família com nossos filhos. Estou muito feliz com isso.

 

 

 

 

 

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