X de Sexo

A cama é de todos

Perfil Rebeca e Diana escrevem e coordenam a brincadeira.

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Pílula do dia: Deus, o escultor

Por Rebeca

 

Meninos héteros, não fiquem bravos conosco, a gente se dedica bastante ao corpo feminino nas fotos postadas aqui no blog –até porque realmente não há coisa mais linda que uma bela mulher e seus seios, bunda, lábios carnosos. Mas navegando por aí descobri esse tumblr de homens, apenas homens, gatos, corpulentos e de paus esculturais.

 

Como é muito mais chocante fotos de pau duro ou sexo explícito do que de seios [né, Folha?], achei melhor escolher uns petiscos gostosos para esta página e deixar vocês com vontade de conhecer mais dessa belezinha: dicksforgirls.tumblr.com. É de se apaixonar. Aproveitem o resto do domingo!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Traí, e agora: conto ou não conto?

Por Rebeca

 

 

Em toda a minha vida de relacionamentos, com várias traições da minha parte no meio, eu sempre me perguntei se deveria contar a traição. De todos os caras que eu traí, só contei para um –e foi terrível, porque óbvio que ele nunca esqueceu aquilo e me deu o troco. Até hoje ninguém veio me contar que fui traída, mas logo depois desse episódio em que eu confessei a traição e senti na pele o rancor do chifre eu adotei o lema: se comeu alguém por aí, sem envolvimento, não me conte. Não tem só a ver com a vergonha de aceitar o cara de volta depois que todo mundo souber que levei um chifre… Tem a ver com amor próprio.

 

 

Teve gente famosa que sofreu em público, perdoou e está vivinha da silva por aí: Grazi Mazzafera, trocada por Ísis Valverde [e depois o ex voltou com o rabo entre as pernas], e Dani Calabresa, cujo maridão foi flagrado com uma qualquer na noite do Rio. As duas perdoaram, mas a questão não tem a ver com o tamanho da vergonha se você é famosa. Se você é gente normal como nós, como fica? Você perdoa? Como conviver com aquilo na cabeça pro resto da vida? E imaginar que o pau do seu cara andou se divertindo sem você por aí? Foi uma transa qualquer? E se ele ficou envolvido, quis mais e agora pensa nela…?

 

 

Bem, outro dia ouvi uma história de uma amiga e fiquei grilada, pensando em como as pessoas reagem de mil maneiras diferentes [e eu, para falar a verdade, só saberia o que fazer quando estivesse de fato diante de uma situação como essa]. Ela é casada, tem filhos pequenos e um marido bonitão, cheio de charme. Os dois sempre tiveram um sexo gostoso. E ele sempre foi bem apaixonado e carinhoso, um cara presente. Mas começou a trabalhar muito e até tarde, chegava em casa exausto. Quase todos os dias, dava carona para uns colegas de trabalho, que saíam tão tarde quanto ele –e às vezes esticavam  numa cerveja para desopilar.

 

 

Certo dia, minha amiga foi num aniversário de um deles e conheceu os colegas de trabalho do marido. No meio, uma menina mais jovem que ela, durinha, daquelas que tinham colocado um pouco de silicone, bunda em cima, sem filhos e sem documento. Não era nada até que uma faísca fez a minha amiga perceber que a menina sempre pegava carona com o marido, e vivia mandando mensagem no celular [“Ah, amor, coisa de trabaho”]. Realmente, até ali não tinha nada, mas a imagem daquela menina não lhe saía da cabeça.

 

 

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Suckmypixxxel.tumblr.com

 

 

Corta. Meses depois, sentindo o marido distante, ausente, sempre ao celular, pegou o aparelho numa noite… e viu mensagens íntimas típicas de quem estava tendo um relacionamento. O marido negou, disse que não era nada, “somos amigos”, ela está apaixonadinha por mim, mas é admiração do trabalho, já falei para ela que não tem nada a ver”. A mulher quis acreditar, de verdade, aguentou mais uns meses. Até que o marido se viu na seguinte emboscada: minha mulher e meus filhos de um lado, um casamento sólido, mas morno, e uma paixão daquelas de adolescente, quando o pau fica duro só de sentir o hálito da pessoa, mas sem futuro nenhum. O que fazer?

 

 

Bem, ele expiou a própria culpa: contou para a mulher que andava comendo a menina, mas que ela, sim, era a mulher da vida dele, mãe dos seus filhos, com quem ele quer ficar de verdade, me perdoe peloamordedeus. A minha amiga deu uns belos tapas na cara dele, mandou ele sair de casa por um tempo para ela poder pensar, admitiu que ainda ama o marido, que quer ficar com ele, está fazendo ele realmente se mostrar arrependido, mas o drama interno é muito maior. Uma pessoa ferida se dá o direito de armar qualquer revanche. Algo como: posso sair de topless na praia, deixar alguém passar a mão na minha bunda e ainda assim é pouco. Ah, já sei, vou arrumar um amante…

 

 

A questão é: puquepariu, por que contar? Claro, em primeiro lugar, por que traiu? Por que se deixou envolver tanto tempo com uma pessoa? Por que, por que, por quê? Mas a ferida só dói quando a gente sabe. Então, por que você me contou? Você não está sendo bonzinho, gentil, legal, você só está dividindo essa culpa gigante e pesada que você deveria carregar sozinho para o resto da vida. Eu já vou avisando para qualquer marujo com quem me relaciono: não me conte. Sabe aquele dia em que você estava louco de tesão pela menina do trabalho, tomou umas cervejas com ela e rolou? Pois é, não me conte.

 

 

Eu vou ter vontade de cortar seu pau fora, de mandar você para aquele lugar, de rasgar todas as suas roupas. Mas o problema é que, se contar, você vai me dar o crédito de desconfiar de você para sempre e de ferrar com a sua vida na primeira esquina em que eu tiver oportunidade. Só por pura vingança.

 

 

E você, já ouviu uma confessou de traição?

 

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Deixe-me fazer isto com você

Por Diana

 

Como a gente muda em relação ao sexo.

 

letmedothis.com

letmedothis.com

 

Há meia década, mais ou menos, tive uma reunião de bar com amigos de juventude que não via há anos e por coincidência estavam todos em São Paulo ao mesmo tempo. Éramos quatro: eu, com casamento recém-desfeito e na maior seca; Lina, casada com um namorado da época da faculdade; Cris, cujo primeiro filho nasceria dali a três semanas; e Paula, que se casou com um inglês, oficial da Marinha e virou “esposa-acompanhante”.

 

Na época eu estava pronta para cair na solterice, mas tinha receios de novata (“e se eu não gozar com outro? e se eu não curtir o beijo?e se for perigoso ficar um estranho na noite?”).

 

Os conselhos foram na linha “experimente e conte para a gente”. Ninguém estava, digamos, curtindo a vida adoidado: Lina, que havia aprontado na faculdade, vivia então um casamento meio morno, com um grande amigo que não queria saber tanto de sexo quanto ela. Cris sempre foi e sempre será um tarado, mas estava apavorado com a perspectiva de ser pai e em crise com a namorada. E Paula, que só transara com o homem que viria a ser seu marido, ainda achava sexo uma maravilha estranha, quase distante.

 

Pois bem, eu realmente experimentei e, como bem sabem os leitores deste blog, gostei.

 

Passados cinco anos, Cris, Lina e eu voltamos a nos reunir (Paula ainda está na Inglaterra e, até onde eu sei, só transa com o marido e só quando ele está de volta a terra firme). Desta vez a situação era bem outra: euzinha estou mais experiente; Cris, separado da mãe de seu filho, voltou aos tempos de paixões loucas; e Lina, também separada do amigo morninho, se casou de novo com um homem tão “aceso” quanto ela.

 

Mas vamos por partes. Cris está de namorada nova. Trabalham juntos e ela é uma gatinha novinha, de 25 anos, louca por ele. Transam umas três vezes por noite, umas três ou quatro vezes por semana, em casa e no escritório. Ele diz que não tem tempo de ver pornô, porque está sempre transando. E praticamente não saem mais. Afinal, a única coisa que têm vontade de fazer quando estão na rua é voltar para casa para uma trepadinha.

 

Euzinha, como sabem, agora virei blogueira de sexo, tenho amigas em festas de sexo vip, posto anúncios em sites eróticos e casos não me faltam.

 

Mas foi na verdade Lina a maior provedora de histórias desse nosso último encontro. “Nunca gozei tanto na vida”, disse ela. “Mas precisei parar de tentar me convencer de que sexo não é importante para mim e que papai-e-mamãe de vez em quando basta.” Ela diz que não foi fácil, mas que hoje é uma mulher muito mais segura, feliz e realizada. E não é de uma forma totalmente tradicional.

 

Lina e o marido novo, um gato moreno de olhos verdes, moram em países diferentes. Mas mesmo assim transam diariamente – seja por telefone, skype, ou chat. E quando estão juntos a coisa explode. Sempre inventam algo novo.

 

Uma vez combinaram de não se masturbar por duas semanas em antecipação a um encontro próximo. (Eu não sei se dava conta e nem se vale a pena, mas ela garante que foi o máximo.) “Estava tão tarada que assim que nos vimos e nos abraçamos, gozei me esfregando na coxa dele, em menos de um minuto”, contou.

 

Os dois também gostam de fazer o outro gozar em boates. Pode ser dançando juntos no meio do bolo, encostados em uma parede, ou sentados no bar, quando ela tira a calcinha e ele enfia um ou três dedos na vagina já molhada e à espera.

 

Lina também se diverte sozinha, uma necessidade aumentada pela distância. Tem três vibradores diferentes e curte um bom pornô. Para melhorar,  nos mostrou um site de fotos eróticas chamado “Let me do this to you” – parecido com o favorito deste blog, Suckmypixxel, mas talvez mais explícito.

 

Nesse ponto do nosso encontro, já uma garrafa de champagne e outra vinho na cabeça, o site era só o que faltava para apimentar nossa noite. Tem mulher com mulher em cima da mesa de centro com um homem comendo uma delas por trás; tem dois tatuados transando na banheira; tem seis mãos diferentes puxando (de leve) cada parte do corpo de uma mulher nua em uma cadeira; e tem muitos, muitos dedos e línguas em todos os buracos possíveis.

 

Tem vídeos curtinhos também – um no ar agora mostra um corpo masculino sarado enfiando os dedos na bucetinha de uma mulher nua, de costas contra uma parede, sem parar. Delícia.

 

Não, minha noite com Cris e Lina não terminou em suruba. Mas a gente troca figurinhas pornográficas agora. E Lina disse que teve um sonho misterioso na noite seguinte.

 

Só espero que tenha sido comigo.

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O homem que ilustrava

Por Rebeca

 

 

Zé Otavio tem 31 anos, é formado em design gráfico pela Escola de Belas Artes de São Paulo e adora desenhar retratos de gente ilustre com um traço lindo e bem acabado, com suportes como tinta na madeira. Desenhou aqui na Folha, por exemplo, Winston Churchill para uma capa da Ilustríssima.

 

Mas eis que, nas horas vagas [talvez não necessariamente vagas], ele se dedica a um projeto pessoal chamado “É Bom para o Moral” –livretos eróticos com ilustração de posições. Sem historinha [e sem gente sendo inacreditavelmente virada do avesso como no “Kama Sutra”], mas com posições reais e maravilhosas, para deixar todo mundo cheio de fantasia na cabeça.

 

Até agora, ele lançou três livros da coleção “É Bom para o Moral”, pela editora Bebel Books. O #1 é de posições entre duas mulheres; o #2, entre um homem e uma mulher; e o #3, entre dois homens. Tem para todo gosto e dá para comprar todos no site dele: www.zeotavio.com/shop [vamos ajudar um rapaz de bom gosto para o sexo, gente!].

 

 

 

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Ilustração do “É Bom para o Moral #2”

 

 

Como ando numa fase meio empanturrada de vídeos e gente se mexendo [você pode ter percebido isso com alguns dos últimos posts, como o da metalinguagem, o da insinuação e o dos quadrinhos de Milo Manara], adorei ter conhecido o trabalho dele. Aproveitei a chance e fiz umas perguntinhas para saber o que o moço pensa da vida [sexual, é claro].

 

*

 

X de Sexo – Em que ou quem você se inspirou para começar a fazer ilustrações eróticas?

 

Zé Otavio – Acho que isso começou quando eu era bem pequeno. Mas comecei a querer entender o corpo feminino e a ter uma atenção maior aos detalhes quando comecei a fazer aulas de modelo vivo na Belas Artes. Tinha uma modelo, a Meire, que era supersensual e ela congelava em umas posições que era uma mistura de dança contemporânea com yoga, e mais alguma coisa que não faço ideia do que seja. Ela me instigava bastante a querer desenhar mulheres nuas.

 

As posições sexuais dos livros vêm de experiências pessoais ou também de sites e livros?

 

A maioria das imagens ali foram tiradas de sites bem crus da internet, tipo pesquisa básica no Google e metade delas são fotos amadoras, mas tudo muito bem selecionado, rs. A premissa no caso do “É Bom para o Moral” era transformar algo “tosco”, primitivo, em algo mezzo poético, mas não perdendo o lado da sacanagem nua e crua.

 

 

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Capa do “É Bom para o Moral #1”

 

 

A gente fala muito no blog que, enquanto estamos fazendo um post, nos excitamos e invariavelmente nos maturbamos. Isso acontece com você quando está fazendo as ilustrações?

 

Quando eu morava e trabalhava sozinho em casa, eu quase sempre me masturbava durante uma pesquisa de imagens ou outra. Isso quebrava um pouco do flow de trabalho e me deixava preguiçoso, mas é sempre ótimo ter essa liberdade de tirar um tempo para sentir prazer durante o trabalho.

 

 

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“É Bom para o Moral #3”

 

 

Os três livros da série “É Bom para o Moral” tem sexo heterossexual, homossexual entre homens e homossexual entre mulheres. Você é bissexual, já fez muito ménage nessa vida ou se inspira em relatos de amigos e em buscas na internet?

 

Você escolheu a pessoa errada para fazer essa entrevista. :) Sou hétero e nunca fiz um ménage na vida, mas eu e minha esposa nos divertimos bastante transando, ou seja, acho que é mais algo de fora mesmo. Adoro ler sobre o assunto e já li muitos livros do Pedro Juan Gutierrez, adoro “Lolita” e tem um livro que é de cabeceira, um tanto polêmico, que é “O Caderno Rosa de Lory Lamb”, da Hilda Hilst, que é essencial para quem gosta de falar, pensar e fazer sexo. Tem ilustrações picantes do Millôr.

 

Ou seja, tudo isso acaba influenciando bastante meus trabalhos eróticos e foi crucial para chegar até essa ideia de fazer o “É Bom para o Moral”. Filmes, então, eu adoro os que tratam do assunto de forma explícita, tipo o “9 Canções” e o “Azul é a Cor Mais Quente”. Tinha um blog que eu acompanhava que era demais, tinha ela no meu feed que o Google mandou pros ares e agora não sei te falar de quem era. Mas basicamente era uma garota falando de suas experiências sexuais pela madrugada paulistana, achava aquilo supersensual.

 

 

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“É Bom para o Moral #1”

 

 

Além desses livros e filmes, você consome filmes explicitamente pornôs? Compra filmes e revistas de mulher pelada ou só zapeia pela internet mesmo?

 

Não consumo mais. Já tive uma fase clássica de garoto de ir atrás de pornografia, mas não curto tanto para me dar tesão atualmente. Eu tive uma fase de “seguir” a Sasha Grey, mas era mais pelo lado do que ela falava sobre a indústria pornô e sobre ela em si do que seus filmes. Claro que existem filmes como “9 Canções” que são superlegais, mas o pornô clássico não é mais interessante para mim. Ela tem a filosofia de que é melhor fazer do que assistir… Rs

 

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Respondo ou não respondo?

Por Diana

 

De tanto escrever sobre as orgias VIP da minha amiga Laura, pedi a ela para ir a uma festa de sexo também. Expliquei que, inicialmente, não quero me comprometer a fazer nada – o que, segundo ela, é perfeitamente natural – mas quem sabe alguém lá me anima?

 

crédito: suckmypixxxel.tumblr.com

crédito: suckmypixxxel.tumblr.com

 

Por enquanto ainda não rolou. Mas enquanto fantasio sobre o bacanal futuro, resolvi fazer um pequeno experimento. Já que Laura começou sua aventura plural em sites de sexo, fui atrás e postei um pequeno anúncio, sem foto, sem nome, sem falar totalmente a verdade e sem dar detalhes pessoais, só para ver o que rola. Eu disse o seguinte:

 

“Olá. Sou uma mulher bem educada e bonita de 30 anos e estou interessada em conhecer casais para sexo descomplicado, divertido e anônimo. Homens e mulheres me atraem, mas nunca experimentei ambos ao mesmo tempo. Gostariam de compartilhar uma excitante primeira vez comigo? Se quiserem explorar a ideia, me escrevam…

 

O anúncio ficou no ar mais ou menos uma semana, e eu recebi respostas de 175 pessoas (ou casais). Ou, melhor dizendo, recebi 175 respostas de homens sozinhos ou casais (é gente, alguns caras não tiveram o menor pudor de responder sozinhos, apesar de eu claramente me referir a um menàge. Nem prestei atenção nesses). Mas, ainda bem, a maioria veio de casais mesmo, vários dos quais escreveram mais de uma vez. Aliás, pelo menos a metade deles incluiu fotos, mostrando o rosto e tudo – e, confesso, um ou dois me deixaram bem molhada.

 

As respostas vieram de todos os tipos. Gente grosseira ou sem elegância foi exceção; em geral as mensagens me pareceram perfeitamente simpáticas e até interessante. Outras, é verdade, me atraíram menos – mas apreciei demais a tranquilidade com que os casais manifestaram suas pequenas taras.

 

Quante gente bem resolvida por aí! Uns dizem que fazem isso sempre, outros que querem experimentar a transa a três pela primeira vez. Alguns disseram ser dominadores ou submissos, enquanto outros ainda me explicaram que tem uma coleção de brinquedinhos em casa só me esperando. Alguns me deram o currículo completo, outros só uma descrição física. Enfim.

 

Respondo ou não respondo? Vejam só (todos os detalhes foram trocados ou omitidos para preservar a privacidade de, bem, todo mundo, inclusive a minha):

 

crédito: suckmypixxxel.tumblr.com

crédito: suckmypixxxel.tumblr.com

 

Os Amorosos

 

“Minha mulher e eu estamos a procura de uma mulher de seios grandes que se sente confortável com a energia de outra mulher. Ela quer ser acariciada, talvez beijada, e pode fazer isso também. Gostamos de sessões de sexo que terminam com a terceira pessoa assistindo nossa transa (de preferência, bem de perto, nos tocando e nos beijando). Gostamos de sentir que estamos incluindo outros no nosso amor. Nós dois somos super gentis, educados, simpáticos e discretos. Não não temos expectativas além da sua presença conosco.”

 

Os Tentadores

 

“Oi! Você ainda está procurando por um casal sexy e divertido? Estamos aqui!! Eu sou bi e nós já fizemos isso antes. Quer compartilhar meu homem comigo?” (detalhe: essa mensagem curtinha e legal veio acompanhada de uma foto fofa do casal. A menina é uma loira linda, com um sorriso cativante, e o namorado um moreno com cara de ser o gatinho do bairro. Quase, quase marquei algo.)

 

Os Cautelosos

 

“Olá! Já encontrou o casal que procurava? Por favor responda com uma foto se estiver à vontade para isso. Minha mulher é tranquila quanto a sexo oral geral, mas ela teria que aprovar uma transa completa entre nós.”

 

Os Mais Cautelosos Ainda

 

“Oi! Meu marido e eu estamos procurando uma garota para se divertir conosco. Estamos juntos há quase dois anos e adoramos aventuras. Sabe, é difícil encontrar uma pessoa em quem você pode confiar e ficar à vontade – em parte porque tem um monte de perfis falsos e as pessoas mentem. Mas quando vi seu anúncio fiquei interessada em te conhecer melhor. Pode mandar uma foto?”

 

crédito: suckmypixxxel.tumblr.com

crédito: suckmypixxxel.tumblr.com

 

O Sem Vergonha

 

“Estou procurando uma parceira para se juntar a mim e transar com outro casal. Gostaria de fingir que estamos namorando, mas nos conheceríamos apenas momentos antes de encontrar o outro casal. Se estiver interessada me escreva – já tenho algumas pessoas em mente. Sinto falta de fazer suíngue e quero voltar logo a esse mundo.” (recebi vários e-mails sugerindo algo parecido)

 

Os Explícitos

 

“(Fulana) adora foder em todas as posições, e a buceta dela é extremamente molhada. Ela adora dar e receber sexo oral. (Fulano) dura muito e está pronto para outra bem rápido depois de gozar – o que ele faz em grandes quantidades. Ah: Fulana adora fazer Fulano gozar em sua boca.”

 

Se animou?

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Dia da mulher-objeto (e o que é ser feminista)

Por Rebeca

 

 

Hoje todos os jornais e canais de TV estão cheios de notícias e programações sobre e para a mulher. Nesta Folha encontro textos dedicados ao feminismo (Ilustríssima), à indústria de artefatos eróticos (Mercado) e à discussão da participação da mulher em filmes pornôs (Cotidiano). E é aí que fico chocado com algumas opiniões.

 

 

As meninas do blog Think Olga, convidadas a editar uma página em Cotidiano, entrevistam a sueca Erika Lust (da produtora de pornôs feministas Lust Filmes), que diz que, SIM, o pornô pode ser feminista e que consumir pornografia pode ensinar às mulheres que elas têm o direito de fazer o que quiserem na cama; e a brasileira Nádia Lapa, especialista em gênero e sexualidade e autora do livro “Cem Homens em Um Ano”, que diz que, NÃO, o pornô não pode ser feminista e, ainda por cima faz da mulher um objeto.

 

 

Questionada se é contra a pornografia, Nádia diz que “a pornografia objetifica mulheres, mostra-as como coisas a serem utilizadas pelos homens e naturaliza a violência sexual. Os corpos das mulheres devem ter um determinado padrão: depiladas, seios grandes, pequenos lábios cirurgicamente retocados”.

 

 

Eu assisto pornôs há mais de 20 anos e juro que não consigo entender o que ela quer dizer com isso. Porque a pornografia objetifica tanto a mulher quanto o homem. Elas são “coisas a serem utilizadas pelos homens”? E os homens utilizados por elas? Sexo é vaivém, os dois são objetos do desejo. Se eu sou mulher e assisto a um pornô, para mim aquele homem é um objeto sexual, uma “coisa” a ser utilizada por mim.

 

 

Ela até poderia dizer que alguns filmes forçam situações com as mulheres, trabalho escravo, essas coisas, e que elas ganham menos que eles nessa seara (como em quase todas as outras, né Patricia Arquette?). Mas aí são outros quinhentos.

 

 

Depois ela fala que os corpos das mulheres, nos pornôs, devem ter um determinado padrão. Sim, de fato, um padrão, mas não  necessariamente o de peitos grandes e pequenos lábios “retocados”. Pelos menos não é isso que vejo por aí. Mas, sim, o padrão que já existe em outras áreas: mulheres bonitas, saradas e gostosas. Já vi muito pornô de menina de peitinho pequeno, de mulher com floresta Cláudia Ohana lá embaixo, de mulher com pequenos lábios em couve-flor (quase maiores que os grandes lábios)…

 

 

Aliás, muitos homens inclusive não circuncidados. Claro que tem filmes que são bem clichês, com a loira sarada sendo comida por um negão de pau gigante, por exemplo, mas o mundo do pornô é praticamente infinito e bem variado. Ou seja, não sei o que Nádia anda vendo por aí, mas está meio velha essa história.

 

 

E, se o assunto é feminismo (sim, eu e Diana também somos) e o direito das mulheres a fazerem o que quiserem sem serem julgadas por isso, aqui vão alguns dos nossos mandamentos:

 

 

– Ser feminista é ser mulher-objeto do sexo e do desejo quando e de quem quiser, sem ser forçada a isso. [Um homem inteligente que ganha uma feminista livre dessas na cama sabe que ela não está sendo submissa, mas na verdade a dominadora da situação.]

 

 

– Ser feminista é deixar os pelos pubianos crescerem do jeito que quiser e negar sexo ao primeiro coxinha que achar que a depilação é escolha dele [e não nossa]

 

 

– Ser feminista é fazer sexo quando quiser, mesmo que não se queira a toda hora. Aliás, ser feminista é uma mulher não ser viciada em sexo e assumir isso publicamente, como fez Dani Calabresa à revista Serafina deste mês: “Não sou viciada em sexo, acho isso deprê. Mas amo. Normalzinho já tá ótimo, gente”. [Porque tem muita gente que acha que só os ninfomaníacos são legais e vão para o céu]

 

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Pílula do dia: quadrinho erótico

 

Para quem não conhecia, o italiano Milo Manara é o rei dos magos do quadrinho erótico. Suas mulheres são deusas, todo mundo sonha em ser uma delas, e o sexo de suas tiras exalam perfume de gozo e tesão. Dê uma olhada para se inspirar:

 

 

http://jornalggn.com.br/sites/default/files/imagecache/imagens_blog/imagens/manara46.jpg

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Boa noite!

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Em todos os cômodos da casa

Uma noite insaciável de sexo enviada por um leitor, para inspirar vocês nesta noite de sábado.

 

 

***

 

 

Saímos do bar e vamos para o meu apartamento, a noite já esteve mais agradável, mas você está tão gostosa que faz com que eu me esqueça de tudo isso. Os teus peitos saltando, praticamente, na minha cara e eu já não me aguento de tanto tesão. A cada beijo que você me dá na rua, eu tenho a vontade de arrancar sua blusa, sua calça…

 

 

Os seus olhares são apaixonantes e não sei se estou te assustando olhando muito para eles, é que talvez eu esteja encantado demais para olhar para qualquer outra coisa. Você me hipnotiza… Se o seu objetivo era que eu tão somente olhasse para você, você conseguiu. Nada mais me atrai –a não ser que Mila Kunis passasse correndo pelada aqui agora, desculpa.

 

 

Chegamos no meu apartamento e eu poderia te mostrar cada cômodo e falar coisas desnecessárias sobre cada um, mas acho que você vai ter um certo tempo para conhecer cada um deles, já que o meu apartamento nem é muito grande, e já que eu pretendo te comer em cada um dos cômodos, de luz acesa. Vamos começar pela sala, mal entramos e sua blusa já está no chão, minha calça já não sei nem onde foi parar e os beijos estão quentes demais para que a gente sinta qualquer frio.

 

 

Jogo você no sofá com brutalidade, pela sua cara ao cair percebo que você gosta disso. Estamos transpirando tesão e sentindo o cheiro de “quero trepar muito” um no outro. Você está no sofá, já sem as calças, e tudo o que eu mais quero agora é entrar em você com a minha língua e conhecer cada pequeno detalhe de sua buceta. Quero lamber e me lambuzar e te fazer gozar na minha boca.

 

 

Красота

 

 

Eu sei que ela é uma delícia de ser chupada e eu poderia ficar a noite inteira aqui, mas já que você chegou no meu ouvido e disse: “Me fode agora”. Você está molhada demais para qualquer lubrificação, então eu meto em você. Nas mais diversas posições nós transamos –um dos melhores sexos da minha vida. E eu sabia que a noite não estava nem perto de acabar.

 

 

Deitamos abraçados, no chão da sala, conversando coisas aleatórias, você consegue ficar muito mais gata nesse pós-sexo. Estamos com preguiça de ir tomar banho, o que deixa a sua barriga com resquício do meu gozo. Não seria mentira se falassem por aí que eu gosto muito disso. Mas deixe de preguiça, vamos ao banho. Meu pau já está disposto a mais uma rodada. Agora vou te foder no banheiro.

 

 

Fiz questão de lavar cada canto do seu corpo, cada mínimo detalhe. Desculpa por esse chupão na sua bunda, eu não resisti a essa maravilha. Eu sei que a água no planeta está acabando, por isso, desliguei o chuveiro, todos os lugares onde precisamos estar molhados já estão por natureza do nosso organismo. Então, mais uma vez, estou de boca nessa sua bucetinha e, não muito depois que eu começo, você me levanta, se ajoelha e faz o melhor boquete que eu já recebi na vida. Você não faz como as outras, não machuca, faz na velocidade certa e ainda coloca o meu pau inteiro na sua boca.

 

 

Depois de um bom tempo você me chupando, pego o seu cabelo, te puxo para cima, te viro de costas e te jogo contra a parede. Você geme e olha para trás com aquele sorriso de safada. Antes que você pudesse pensar em algo eu já estava com a minha rola inteira em você, te comendo em pé, contra a parede e os únicos sons que se ouviam eram o do rádio bem baixo na sala, o do atrito entre os nossos corpos e as suas palavras, que a cada metida, se tornavam mais safadas e vulgares. Achei incrível o tanto de posições possíveis no meu tão pequeno banheiro.

 

 

Você me joga sentado no chão, monta em mim e rebola no meu pau me levando ao delírio. Gozamos juntos, grudados, e assim ficamos por mais algum tempo, minha rola dentro de você e você me beijando com todo o ardor que conseguia. Nós nos lavamos e voltamos para a sala, voltamos para as nossas conversas e nossas loucuras. Você vai ao quarto pegar uma coberta e, quando levanta e sorri, eu sei naquele exato momento que não era coberta que você queria, você queria transar mais. Você é insaciável e hoje eu acordei disposto a te satisfazer e repetir quantas vezes forem precisas. Quero te dar todo o prazer, então por isso eu vou te comer no quarto, na minha cama, de quatro, em pé, de conchinha e gozar na sua boca.

 

 

Eu já não sei mais o que são as minhas pernas, estamos ambos exaustos, mas a noite é uma criança e, como prometido, eu vou acabar com você em todos os cômodos desta casa, então vamos para a cozinha. Você gosta de brutalidade, então uso a minha com você, te deixo com marcas, você me arranha com suas unhas enormes, há partes em nós que estão quase em carne viva, mas tudo está tão bom e nós só queremos transar mais e mais.

 

 

E assim foi a noite, te comi em todos os cantos do meu apartamento, faria tudo de novo e mais um pouco. A melhor parte é acordar de manhã e ver que você não foi embora de fininho, não por não querer ser mal-educada ou coisa do tipo, mas por querer me ver ao acordar, por querer estar comigo.

 

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Festa de Sexo – Capítulo 4

Por Diana

 

 

Eis que o Oscar rolava no domingo à noite e, pela primeira vez em muitos anos, eu não consegui prestar atenção. Nem a Scarlett Johansson naquele vestido verde que mostrou cada milímetro do corpo de escultural ou o terno mais que perfeito do David Oyelowo me distraíram por mais de uns dez segundos. É que eu falei com minha amiga Laura no final de semana, e desde então só penso nas últimas cenas da festa de sexo que ela me contou.

 

 

Não sabe do que eu estou falando? Comece por aqui. Esta saga já tem capítulos dois e três. Com vocês, a quarta parte da história. Essas sim são cenas dignas de Oscar.

 

 

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crédito: suckmypixxxel.tumblr.com

Crédito suckmypixxxel.tumbrl.com

 

 

Laura saiu da banheira nua. A água quente pingava de seu corpo e criava uma leve fumaça com o vapor em volta dela. Na cama de lençóis de cetim negro à sua frente, ela via dois homens tombados após o gozo e uma mulher deitada de costas, pernas abertas, respiração pesada e gemidos leves.

 

 

Apesar de preferir homens, há uns três anos Laura começou a transar com mulheres também. Ela diz apreciar o gosto, o cheiro, as curvas femininas. E parece ter adaptado o mesmo tesão que sente ao fazer um belo boquete para a versão fêmea da coisa.

 

 

A mulher na cama sequer abriu os olhos. Laura chegou por trás e puxou a bunda dela para cima, deixando-a de quatro na cama. Apoiou os cotovelos no lençol e lambeu os beiços, olhando para a carne exposta e encharcada a sua frente. Sorriu e olhou ao redor do quarto mais uma vez: dois homens na cama ainda se recuperando, mas devorando a cena com os olhos; outro na banheira, o pau já duro, esperando o show; Cíntia com cara de quem pensava em se juntar também, mas com medo de quebrar o(a) te(n)são do momento; e mais dois casais que haviam chegado de mansinho e, sem querer interromper, se beijavam na porta do quarto, observando em silêncio.

 

 

Laura voltou então sua atenção para a bucetinha trêmula da mulher, que, de quatro e gemendo suavemente, esperava sua vez. Ela começou de leve – foi lambendo do joelho à parte de trás das coxas, primeiro na perna direita, depois na esquerda. Cada vez que passava pela dobrinha da bunda, bem perto da bucetinha pulsante, a mulher na cama quase dava um pulo e soltava um gemido mais alto. Laura continuava, lambendo as pernas e a bunda dela, chegando mais perto do alvo, mais perto, mais perto.

 

suckmypixxxel.tumblr.com

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Até que, de uma vez, enfiou a língua na fenda pulsante da outra, que gemia sem parar. Ela ficou um tempo usando a língua como se fosse um pau, rígida, entrando e saindo, entrando e saindo. Os homens na cama e na banheira pareciam se masturbar, sem acreditar no que viam; os casais na porta engataram um beijaço ali mesmo. A língua de Laura entrava e saía, as mãos segurando a outra pelo quadril; e Cíntia…

 

 

Bem, Cíntia, de olhos vidrados e boca entreaberta, já havia saído da banheira sem alvoroço e agora olhava tudo de pé na beira da cama. Ela estava claramente procurando uma deixa. Mas língua de Laura fodia a mulher na cama e não parecia querer parar.

 

 

Mas minha amiga percebeu a situação com o canto do olho e se segurou. Tirou a língua da bucetinha molhada da mulher de Bruno, lambendo onde a saliva escorria pelas pernas, misturada com a humidade natural que jorrava dali. Se virou na cama, praticamente sem parar de lamber a mulher de Bruno, e se deitou de barriga para cima, joelhos dobrados e coxas abertas. Ela olhou para Cíntia como que dando permissão para fazer o que ela quisesse, e, em seguida, agarrou de novo a bunda da outra com as duas mãos e puxou a bucetinha dela diretamente para cima de sua boca.

 

 

Agora Laura lambia de leve o clitóris da mulher. Ela passava a língua em volta, depois bem em cima, aberta, e por fim sugava de leve o clitóris vermelho e inchado à frente. Mas enquanto Laura lambia o que tinha que ser lambido, Cíntia se sentava na cama e começava a passar a mão de leve nos pelinhos pubianos de minha amiga. Ela passava a mão por cima de toda a buceta de Laura,  fazendo uma leve pressão que a deixava louca, mas não apertava demais – talvez para não distraí-la da chupada fenomenal que Laura precisava continuar aplicando.

 

 

crédito:suckmypixxxel.tumblr.com

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Mas Cíntia acabou não aguentando também. Começou a masturbar Laura ali mesmo, enquanto minha amiga arreganhava as pernas para se exibir inteira aos os dedos da nova parceira. Tudo isso sem parar de chupar a mulher de Bruno com gosto. Laura, que até então havia habilmente evitado que a outra gozasse, acelerou os movimentos da língua no clitóris da “vítima” e ouviu, finalmente, a explosão do outro lado. E que explosão! A mulher de bruno gritou e, para surpresa de todos, ejaculou um pouco na cara da minha amiga.

 

 

Laura ficou coberta da humidade da outra. Ela riu, se limpou com as mãos, e fechou os olhos para aproveitar a massagem que Cíntia fazia em seu próprio clitóris. Já sentia que ia gozar também.

 

 

Uns 15 segundos depois de dar à mulher de Bruno um dos orgasmos mais fortes de todos os tempos, Laura agarrou os lençóis com os dedos cheios de gozo feminino e explodiu também. Cíntia a levou ao clímax só com as pontas dos dedos ao redor da vagina e por cima do clitóris. A sensação era uma delícia. Mas o tesão era tanto naquele momento que até um sopro faria Laura gozar com força.

 

 

(…continua)

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Pílula do dia: insinuação

Por Rebeca

 

 

Às vezes dá vontade de compartilhar um pensamento curtinho, uma imagem, um comentário, uma pergunta… então acabamos de inventar essa “pílula do dia”, em homenagem a uma foto maravilhosa que achei dia desses num site.

 

 

Eu estava buscando uma imagem para o último post, do pompoarismo, e eis que descubro o ruero.com, escrito em algo que parece russo. Não importa o que está escrito, pois é um blog de imagens de sacanagem, mas muitas mais escondem do que mostram.

 

 

Daí que encontrei a foto que traduz esse estilo, o da insinuação, e fiquei pensando em biquíni, gente pelada, decote, saia com fenda, barriga de fora… O nudismo tem seu lugar, mas é realmente lindo quando uma mulher, mesmo com muita roupa, mostra-se sexual. Ou quando ela quer significar muitas coisas fazendo quase nada, como nesse tesão de foto:

 

 

 

Crédito ruero.com

 

 

Bom domingo!

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