X de Sexo

A cama é de todos

Perfil Rebeca e Diana escrevem e coordenam a brincadeira.

Leia mais

Eu, meu marido, ela e o marido dela

O aniversário de uma leitora de 40 anos virou uma festa bem picante, com participação de outro casal, e houve desdobramentos meses depois… Dê uma olhada!

 

 

***

 

 

Quando fiz 40 anos, resolvemos dar uma festa em uma pequena e discreta chácara de eventos, num bairro afastado em nossa cidade. Foi um churrasco farto, com muita bebida. A festa foi acabando e restamos eu, meu marido e um casal de amigos, para arrumarmos as coisas, guardar os presentes e fechar a chácara.

 

 

Continuamos bebendo mais umas cervejinhas, conversando e curtindo aquele restinho de festa. Estava um final de tarde de muito calor e havia uma piscina muito convidativa, entretanto não havíamos levado trajes de banho. Como já estávamos meio altos, começamos a dizer que poderíamos entrar na piscina de calcinha e sutiã. Depois de muita conversa e um pouco de vergonha (ou falta dela), resolvemos, então, tirar nossas roupas e pular na água.

 

 

Foi a maior farra. Mas, após algum tempo, os homens já não tinham mais como esconder a excitação, seus volumes começavam a aparecer. Quando ficou evidente demais, começou a pegação. Ficamos cada casal num canto da piscina, deitados nos colchonetes de banho de sol, transando feito loucos. Quando um casal acabava, o outro, de ficar observando, estimulava-se e começava tudo de novo, até a exaustão completa de todos nós.

 

 

Quando resolvemos ir embora, como as roupas íntimas estavam todas molhadas, vestimos as roupas pelados por baixo, achando a maior graça nisso. Depois desta festa ficamos meio afastados desse casal de amigos. Um pouco por vergonha do ocorrido e talvez também por falta de oportunidade, pois não moramos muito perto.

 

Crédito beauty-collector/suckmypixxxel.tumbrl.com

 

 

Uns dois meses de passaram e, num barzinho da cidade, esbarramos neles. Sentamos juntos, começamos a conversar, sem tocar no assunto da piscina. Mas o clima de erotismo era evidente. Tentávamos não demonstrar, mas era claro que estávamos superexcitados, não tinha como esconder. Um pouco mais tarde, resolvemos ir embora, já que estávamos meio altos, e nossos amigos nos convidaram para acabarmos a noite na casa deles –os filhos tinham ido passar o final de semana na casa dos avós. Dissemos que não queríamos atrapalhar, nem dar trabalho, pura frescura, pois estávamos loucos para ir.

 

 

Quando chegamos, os homens ficaram na sala arrumando as bebidas e o som, e nós fomos para a cozinha preparar uns canapés. Nesta hora, minha amiga tomou coragem, ela era muito mais ativa, e me propôs tirarmos as roupas para fazermos uma surpresa para os maridos, entrando nuas na sala. Morri de rir, fingindo vergonha, mas aceitei, pois estava super a fim.

 

 

A blusa dela era de amarrar na frente e estava com o nó muito apertado. Ela, então, pediu-me que a ajudasse a tirá-la. Tive que puxar com o dente de tão justo que estava. Nisso senti o delicioso perfume que exalada de seus seios, o que me deixou mais louca ainda, e tive certeza de que ela ficou excitada.

 

 

Ao entramos na sala, os homens enlouqueceram! Começamos a dançar com erotismo, passando a mão sobre nossos corpos, nos tocando nós duas sensualmente, até que trocamos um selinho… E depois outr, e nossos maridos começaram a gritar: “Beija, beija”. Então nos agarramos e demos o maior beijo de língua! Confesso que nunca tinha feito antes, mas no fundo tinha vontade de experimentar. Daí para chuparmos os peitinhos uma da outra foi um pulo.

 

 

Logo depois deitamos no tapete e engatamos um 69, que foi meio sem jeito no princípio, devido a nossa inexperiência. Os homens, que até então só estavam nos observando, começaram uma punheta, morrendo de tesão. Quando enfim gozamos, demos uma respirada e partimos para cima deles, que já estavam em ponto de bala. Eles, com tamanha excitação, nos comeram feitos loucos!

 

 

Depois dali, fomos embora e, no meio da semana seguinte, à tarde, minha amiga passou lá em casa, com a desculpa que tinha voltado de um compromisso no meu bairro. Estou certa de que foi mentira dela, porque estava toda cheirosinha e com uma roupinha muito sensual.

 

 

A princípio nossa conversa girou sobre amenidades, pois estávamos nos sentindo meio culpadas e envergonhadas de termos feito o que fizemos. Mas como sempre a excitação acaba falando mais alto. Em pouco tempo, os papos já estavam mais íntimos. Eu tinha acabado de tomar banho e, estava com uma camisola bem soltinha e fresquinha.

 

 

Sorrindo, disse a ela que, no dia anterior, tinha feito uma depilação diferente –a chamada bundinha de bebê, tinha zerado meus cabelinhos lá de baixo. Ela riu demais, disse que tinha vergonha de tirar tudo porque ficava aparecendo muita “coisa para fora”, mas que estava curiosa para ver como tinha ficado. Já cheia de segundas intenções, perguntei se ela queria ver. Ela, com a maior cara de malandra, respondeu que adoraria.

 

 

Subimos para meu quarto, fiz o maior suspense para mostrar minha bucetinha para ela, mas ela não aguentou e me agarrou, arrancou minha roupa toda e ficou um bom tempo somente me admirando.

 

 

Era a minha vez. Tirei sua blusa lentamente, soltei seu sutiã e só então pude observar o quanto seus peitinhos eram bonitos. Duas verdadeiras maçãs! Não muito grandes, mas bastante firmes e com biquinhos voltados para cima. Não tive como não chupá-los. Depois, comecei a descer. Lambi seu umbigo, abri sua saia e fui devagarzinho abaixando sua calcinha. Quando, enfim, sua bucetinha apareceu inteirinha para mim, foi uma maravilha.

 

 

Deitei-a na minha cama, abri suas pernas e suguei toda sua bucetinha com tanto carinho e jeitinho que logo ela estava explodindo em gozos sucessivos e incontroláveis. Quando já não suportava mais, virou-me ao contrário e saiu chupando meu cuzinho. Lentamente enfiava um dedo e depois dois, e foi pondo e tirando e de novo, e novamente, enquanto isto eu esfregava meu clitóris, até que também gozei profunda e deliciosamente.

 

 

Tomamos um banho juntas, com direito a massagem nas costas, nos pés e nos seios de cada uma. Achamos melhor não contar essa experiência para nossos maridos. Talvez eles não entendessem bem… Depois que ela foi embora, fiquei pensando que outros episódios entre nós duas poderiam ocorrer de novo –gozei tão intensamente que vai ser difícil não querer fazer tudo novamente.

 

 

Mas três semanas depois, o marido dela recebeu uma promoção no trabalho e eles se mudaram para o norte do país. Tiveram que mudar meio às pressas e não tivemos tempo nem de uma despedida. Temos mantido contato e estamos programando uma visita a eles, mas por enquanto estou só na vontade…

 

 

    Comentários   E-mail E-mail  

Consistências e afins

Por Diana

Na primeira trepada depois do fim de um namoro longo e cinco meses de luto (leia-se: celibato), fiquei um pouco confusa.

 

crédito: suckmypixxxel.tumblr.com

crédito: suckmypixxxel.tumblr.com

 

A coisa tinha começado bem. O cara era um deus: tinha um corpo de tri-atleta que literalmente me fez rir quando tirei sua camisa preta. As pernas eram longas e torneadas. O volume na cueca Calvin Klein era promissor. O beijo era gostoso, o papo era bom, eu estava com um pilequinho leve e a gente se amassava no sofá de couro da casa dele.

 

Daí eis que resolvo averiguar o pau. Veja bem, fazia cin-co-me-ses que eu não via, não cheirava, não lambia um pau. E vá-ri-os-a-nos que eu via, cheirava e lambia um único pau, o do meu ex. Ou seja, a curiosidade era grande. Fui descendo, entre comovida e excitada, até a cueca coladinha. Lambi toda a extensão da fronteira entre o tecido e a barriga (tanquinho, diga-se de passagem). O deus deitado ali sorria, antecipando as delícias por vir. Eis que…

 

Não estava duro como eu me lembrava que um pau saudável e jovem deveria ser. Primeiro eu pensei, “será que é assim mesmo e eu é que me esqueci da sensação?” Depois de tanto tempo, vai saber… Resolvi não dar bola e continuar o que estava fazendo. Ou seja, me devotei inteiramente a um boquete lento e caprichado. Confesso que não tinha ainda aprendido tudo que hoje sei sobre a arte do boquete, mas por outro lado era dedicada, úmida e curiosa. No mínimo, dava para o gasto.

 

O deus arfava e se contorcia, mas o pau continuava naquela consistência assim-assim, duro pero no mucho. E eu continuava confusa. Apesar da semi-frouxidão, ele parecia excitadíssimo e acabou me puxando para cima e me fodendo como se não houvesse amanhã. Eu, por baixo, metade curtia (finalmente! Uma trepada), metade tentava entender o que acontecia. Eu estava como o pau dele, “assim-assim”. Mas devo ter fingido bem, porque o cara, certo de que eu estava no céu, gozou como um touro.

 

Esperei uns dois minutos por educação e fui até a cozinha beber água. Na volta, ele sorriu, me puxou de novo para a cama, e foi me beijando inteira até chegar lá. Minha bucetinha, que estava sofrida pela tortura daquele pau semi-mole que prometia mas não entregava, ficou felicíssima com a chupada dele. Provocador, ele lambia em volta do clitóris, nos grandes lábios, enfiando a língua na minha vagina pulsante, e só depois ia com tudo ao centro do meu mundo. Primeiro usava só a pontinha, de leve. Depois lambia tudo, usando o meio da língua, que tinha uma textura alucinante em cima do meu clitóris inchado. Até que começou a vibrar a cabeça toda, com a língua se mexendo ali, e eu gozei de verdade.

 

Tudo ótimo, dormimos juntos e no dia seguinte saí à francesa, deixando um bilhete com o telefone para trás. Sem expectativas – afinal fora transa mega casual. Mas não é que ele ligou? Fui encontrar o deus de novo em plena terça-feira à noite, deixando trabalho por fazer no computador. Não dava para esperar – não só eu precisava tirar o atraso, como queria esclarecer o mistério daquele pau mezzo-mezzo.

 

Drinks tomados, sedução completa, voltamos para a casa dele. Eu, desta vez, queria ver tudo de perto. Amassos na parede, na mesa da cozinha, no sofá, os dois excitadíssimos e já pelados, lá fui eu dar um close na situação do dito cujo. E… meia bomba. “Será o benedito”, pensei, e decidi que iria chupar aquele pau mole até ele virar uma pedra, sacrificando o conforto do meu maxilar se preciso fosse.

 

Eu lambia, chupava, ele tremia, uivava, e nada da consistência do membro se alterar. Até que ele começou a falar uns palavrões – sinal, pelo que eu me lembrava, de que iria gozar – e eu continuei ali, sem tirar o pau da boca, fascinada. Gozou mesmo. Gozou sem ficar totalmente duro. Não-fi-cou-du-ro. E gozou! Eu vi! Eu engoli! Só não entendi.

 

Esse cara e eu não demos certo – eu tenho certos critérios inabaláveis -, mas continuamos amigos. Recentemente ele me confessou que tem problemas na cama com a mulher (com quem se envolveu muito depois do nosso término). Ela não se sente desejada, e eles quase não transam. Pensei comigo – só pode ser por conta do pau. Ainda perguntei, delicadamente, se ele funcionava direitinho com ela. Me confessou que não. Já pensou em tomar remedinhos azuis? Jamais, disse o deus. Ah, o orgulho masculino.

 

Fico pensando se deveria explicar abertamente que, com aquele desperdício de pau, mulher nenhuma vai se sentir a mais sexy do mundo, mas não quero magoar meu amigo. Além do pau, o coração dele também é meio mole.

 

Mas santo Batman, custa admitir a questão e aceitar uma ajudinha da medicina moderna?

    Comentários   E-mail E-mail  

Um clichê: com o chefe, em cima da mesa

Por Rebeca

 

 

O corpo dele tinha duas lombadas, acima da barriga, abaixo do peito, uma de cada lado, na altura da costela. A camisa social que usava todos os dias no trabalho, sem gravata, mas por dentro da calça, era tão alinhada, acinturada, que deixava aquela protuberância à vista. Barriga sarada e peito definido ajudavam na composição. Sua altura era mediana, o que deixava o corpo mais mignon, numa proporção perfeita.

 

 

A bunda era arrebitada, mas nada feminino. Apenas preenchia a calça jeans de um jeito sexy. Coxas magras, torneadas pela natação (não por academia, como sempre me agradou). Tinha largas espaldas para aquele tamanho de homem. E o sorriso… um dos mais bonitos (de dentes perfeitos de não fumante) que já vi.

 

 

ctboston:</p>
<p>₠

Crédito suckmypixxxel.tumbrl.com

 

 

Só assim eu já estava apaixonada, e eu ainda nem contei que ele era cativante, difícil não prestar atenção no que falava, tom de voz doce, voz grossa falando meio baixo, sem querer chamar atenção (ou sem querer chamar mais atenção do que já chamava). Sua competência o tornou gerente da empresa, onde ele tinha uma legião de subordinadas fiéis (e embasbacadas). Havia, assim, uma fila de mulheres a quem dar bola, ponto negativo naquela disputa.

 

 

Mas a gente se cruzou em pouco tempo, e a diferença de idade não fez diferença –ele logo passou a puxar mais papo do que o cargo demandava. E começou a me dar tarefas para ficar mais tempo perto de mim. A sua primeira audácia foi me levar a um evento fora da empresa, para ajudá-lo (mas nunca tinha feito isso com nenhuma outra funcionária).

 

 

Até então, jamais tinha levantado qualquer suspeita do seu interesse –casado, ostentava meio quilo de ouro na mão esquerda. Mas aquele evento mudou as nossas conversas, ele passou a me sobrecarregar de tarefas para me chamar à sala dele a qualquer hora, e eu já fantasiava mil coisas. Suava ao entrar na sala dele…

 

 

Até que um dia perto do fim do ano, em que os balancetes faziam a gerência trabalhar até tarde diariamente, ele me pediu ajuda. Mas eu era inútil naquela tarefa, e percebi as pessoas terminando seus trabalhos, indo embora, ele me atolando de coisas sem sentido até que ficamos sozinhos na empresa –e eu percebi o sentido daquilo tudo.

 

 

Casado e contido, não partiu imediatamente para cima. Foi até sua sala, me interfonou e me pediu que eu fosse até lá. Quando entrei, estava em pé, apoiado na mesa, de frente para a porta, a poucos metros de mim. Pediu que viesse ver qualquer coisa mais perto, eu já nem prestava mais atenção em nada, e ele me apertou contra ele. Uma força, uma virilidade. Em três segundos, senti um volume gigante aflorar da calça jeans.

 

 

O beijo dele era intenso, grande, de abraçar a boca inteira, e o aperto dele contra o meu corpo era tão viril que eu não conseguia mais nem pensar. Em segundos eu já estava passando a mão no pau dele por cima da calça, e ele pegava em mim com a mão indo pela bunda. Abriu o botão da calça e sacou o pau para fora. Eu me abaixei, dei uma lambida da base até a cabeça, bem lentamente, para mostrar o que ia rolar ali. O tesão já estava nas alturas, eu sonhava com aquele pau havia meses…

 

 

Chupei, chupei com gosto, e o pau estava duro igual a pedra. Depois de uns minutos, ele me suspendeu e me colocou sentada na mesa (que já estava semi-vazia, já que ele tinha subido antes para a sala e preparado tudo aquilo). Me deitou, desabotou minha calça, puxou para fora só uma perna do jeans, afastou minha calcinha com uma mão e começou a me masturbar com dedos, língua, nariz, tudo! Eu já estava louca, aquilo estava demais.

 

 

Daí ele me puxou um pouco para fora da mesa, me colocou de quatro, deitada com a barriga na mesa, enfiou dois dedos na minha buceta e falou: “Agora eu vou te comer. E pode gritar que todo mundo já foi embora”. Eu comecei a rir e, assim que ele enfiou aquele pau gostoso em mim, eu tive calafrios de tesão. E comecei a gemer alto. A cada encarcada dele, eu delirava. Quando ele disse que ia gozar, eu já estava gritando de prazer. E gozamos juntos.

 

 

Ele me virou de volta, me deitou de costas e disse que ia me chupar mais um pouco “porque não sabia quando ia ter oportunidade de fazer isso outra vez”. E eu gozei de novo, me contorcendo naquela mesa.

 

 

Fomos embora, era sexta, o fim de semana foi longo… Na segunda-feira seguinte, recebi uma proposta para ganhar mais em outra empresa que eu já cobiçava. Na sexta daquela semana eu terminava o meu último dia de trabalho.

 

 

À noite, fui até a sala dele, tranquei a porta, abri a calça dele, bati um boquete, ele gozou na minha boca. Me despedi dizendo: “Precisava fazer isso porque não sei quando vou fazer de novo”.

 

 

    Comentários   E-mail E-mail  

Por trás pela primeira vez

A nossa leitora Dora nos contou a história de quando deu por trás pela primeira vez, aos 40 anos. Revolucionário, segundo descrição da própria. Divirtam-se!

 

 

***

 

 

Tenho 40 anos, dois casamentos, nunca tive barreiras e medos em relação ao sexo. Sempre me toquei, sempre me masturbei, sempre me observei e sempre gostei da minha intimidade. Além dos maridos, foram pouquíssimos parceiros. O sexo sempre foi bom para mim.

 

 

Mas só fui dar o cu neste ano, aos 40 anos. Eu tinha muita vontade, só que os meus parceiros de cama até então ou não entendiam do negócio ou eu não relaxava o suficiente com nenhum deles. Fui inaugurar o meu cuzinho somente quando reencontrei meu antigo chefe. Trabalhamos juntos, na mesma seção, praticamente na mesma sala, por uns três anos, período em que nunca houve nada, nem uma cantada, nem um convite.

 

 

 

Mudei de cidade, passamos três anos sem nos ver e tivemos poucos contatos durante esse tempo, até que um belo dia puxei um papo on-line com ele e acabamos nos encontrando em Brasília. Eu queria muito que ele comesse o meu cu, e ele depois confessou que também queria isso.

 

 

 

O encontro foi precedido de todas as sensações típicas: ansiedade, insônia, frio na barriga, nervosismo, adrenalina. Local novo? Não, o hotel mais antigo de Brasília. Horário, novo sim! E quando aquela porta do quarto abriu, a gente nem cumpriu as formalidades, nem nos olhamos direito, nossas bocas foram logo se procurando e os corpos seguiram junto. Ainda consegui dizer um “oi, tudo bem”, mas isso não interessava mesmo!

 

 

rawpixxx:</p>
<p>paulbarbera<br />

Crédito suckmypixxxel.tumbrl.com

 

 

 

Em segundos estávamos nus, em segundos ele já percorria meu corpo com a boca, já olhava e passava a língua dentro de mim. Eu gosto da maneira despudorada que ele me explora na parte mais íntima, me abrindo toda, me beijando toda, sem nenhum limite… parece que não vai mais além por causa dos limites do corpo, do meu, do dele…

 

 

 

Desde a primeira vez ele me conquistou de cara com a chupada. Nunca nenhum um homem me chupou com tanto gosto, com tanta entrega, como a boca na minha buceta inteira, no meu cu. Enfiando a cara toda lá atrás. Ficamos na posição, que acabou se tornando a nossa preferida, eu na cama e ele fora dela, eu completamente entregue, e ele no comando, em pé, me guiando.

 

 

 

Gozei de quatro! Enquanto ele colocava o dedo atrás, me penetrava com o pênis e eu tocava o meu clitóris. A puxada no cabelo aumentou ainda mais o meu prazer. Gostoso também foram os corpos suados, que tempero bom foi aquele? Passar a língua nele e sentir aquele gostinho salgado. E a gente grudando mais ainda um no outro por causa do suor… tudo a ver com o momento “selvagem”.

 

 

 

O sexo anal foi delicioso. Nem parecia que era a minha primeira vez, eu queria tanto. Só de lembrar fico com uma vontade louca de fazer de novo. Ele lambeu, chupou, lubrificou com a saliva, me deixou toda melada e excitada e começou devagar e parando, me olhando, sentindo minha reação, me comendo e pedindo para colocar tudo, entrar com todo o pau, abrindo caminho. Delícia demais. Eu sorria, de tão bom que estava.

 

 

 

Ele enfiava no meu cu e eu me tocava, me masturbava, ficava louca de tesão, e nós gozamos! E nesse dia fizemos duas vezes, do mesmo jeito. Foi uma trepada com tapa na bunda, cheia de “deixa eu te fuder”, “comer o teu cuzinho”, “bate uma bem gostosa pra mim”, “me fode gostoso, amor”, “tua bucetinha gostosa”.

 

 

Nós nos encontramos até hoje, posso dizer que com ele eu descobri o que é trepar, o que é fuder, nossos corpos se adoram, sem nojo algum, sem pudor, faço com ele o que nunca tinha feito: passar a língua na virilha, colocar o saco na minha boca, enfiar a língua no cu dele, esfregar o pau dele no meu rosto, engolir todo o gozo dele, que sabor delicioso.

 

 

Hoje, eu simplesmente amo dar o cu, em todo encontro com ele tem que rolar. E ele pede todas as vezes, acho tão gentil. Gosto tanto que faço até com um “brinquedinho” em casa… mas essa é uma outra história.

 

    Comentários   E-mail E-mail  

Muito treino depois

Por Rebeca

 

 

Quando Diana contou aqui onde aprendeu alguns truques para deixar o sexo oral sensacional, eu me lembrei de uma das minhas “professoras” e prometi que iria escrever mais tarde sobre isso. Eis que fiquei fuçando, neste domingão lerdo, uns vídeos no YouTube até achar o dito-cujo: é Madonna durante a turnê Blond Ambition, em 1990, quando nos bastidores, num jogo de verdade ou consequência com seus bailarinos, ela faz um blow job numa garrafa de água de vidro.

 

 

O vídeo não é nada demais, curtinho, e ela não “ensina nada” (apenas chupa). Mas eu tinha 11 anos quando assisti à fita VHS da turnê –que chegou às minhas mãos poucos anos depois dos shows, já que não existia internet naquela época. Aquela cena –fora do contexto de um filme pornô– foi um soco na minha cabeça. Eu estava começando a descobrir a sexualidade, via alguns pornôs e revistas de meus irmãos. Mas Madonna era Madonna, e fazia tudo com tanta naturalidade que todo mundo (inclusive eu) só podia achar aquilo tudo natural.

 

 

Minha meta, a partir de então, foi entender como ela conseguia colocar tamanho pedaço da garrafa garganta abaixo. Onde havia tanto espaço? Intrigada, eu comecei a treinar essa garganta profunda com uma banana. Pegava da cozinha como lanche da tarde, meus pais jamais desconfiariam. Mas eu engasgava tanto que achava que nunca seria capaz de engolir fundo um pau.

 

 

Muito treino depois eu descobri que, quando prendia a respiração, minha garganta “crescia”. Ufa, era isso! Também tinham os dentes –e olhe que Madonna deixa-os baterem de leve na garrafa, dá para ouvir estalidos. Mas era só dobrar os lábios um pouco para dentro da boca para a chupeta ficar perfeita (esse truque, aliás, é obrigatório quando se usa aparelhos fixos nos dentes).

 

 

Bem, alguns anos depois, eu precisava colocar em prática a minha expertise (claro, ainda inexperiente na arte do sexo, e sem saber muito bem o que fazer com as bolas…). Eu andava saindo com um gatinho no Rio, onde eu passava dois meses na casa de uma prima. Já estávamos ficando, mas sem oportunidades a sós. Certa noite, voltávamos de uma festa e minha prima adiantou o passo para casa, sabia que eu queria ficar para trás.

 

 

Não havia um lugar muito apropriado para amassos e acabamos atrás de um banheiro público, de frente para o mar, escondido de quem passava pela calçada. Começamos a nos beijar e eu queria chupá-lo. Nem podíamos demorar tanto… E ele adivinhou, pois abriu a calça e abaixou a minha cabeça até seu pau, duro, lindo, latejando de tesão.

 

 

Eu ajoelhei no chão e comecei a chupá-lo. Tudo o que pensava era: preciso fazer igual nos filmes. Minha intenção era ser profissional, então não desgrudei a boca daquele pau. Lábios um pouco para dentro, eu comecei chupando-o numa profundidade normal, sugava o ar, fazia pressão para o pau dele apertar dentro da minha boca. E ele, gemendo, queria enfiar tudo de uma vez. Eu deixava uma mão apoiada na parede do banheiro químico e a outra segurando seus quadris, controlando o movimento.

 

 

nakedcouples:</p>
<p>21(m) &amp; 20(f)<br />

Crédito suckmypixxxel.tumbrl.com

 

 

Eu queria dominar a situação, mostrar que tinha aprendido tudo direitinho… Depois que já tinha deixado ele louco de tesão, enfiei aquele pau inteiro na boca, até alcançar a base. Quando meu queixo encostou nas bolas dele, ele segurou minha cabeça, gemeu, ficou louco, eu mal conseguia respirar e ele queria gozar. Voltei para a cabecinha, soltei o pau, olhei para ele e falei que ia fazer de novo, lentamente, que ele aguentasse. E fui, de novo,bem devagar, até alcançar a base.

 

 

Quando voltei ele segurou minha cabeça e enfiou gostoso na minha boca, num vaivém ritmado, doido para gozar. Em segundos, quando minha boca estava lá na base, eu recebi um jato na goela. Nem consegui pensar duas vezes e engoli por reflexo. Esperei alguns segundos, ele estremeceu e me puxou para cima.

 

 

Dias depois, ele, intrigado, queria saber como eu poderia tê-lo chupado daquele jeito se havia dito que nunca tinha chupado ninguém antes… Eu cantarolei na cabeça: “Like a virgin…”

 

 

***

 

 

PS: falando em vídeo de treino de sexo oral, lembrei-me da cena inspiradora do filme “Cruzeiro das Loucas” em que a personagem da atriz Roselyn Sanchez faz um oral numa banana.

 

 

    Comentários   E-mail E-mail  

Manhãs de sábado

Por Diana

 

Você ainda dormia quando eu acordei. Estava nu ao meu lado, respirando baixinho. Vi seu rosto bonito, a barba por fazer, os ombros largos, a barriga reta que eu amo. O lençol escondia o resto. Não te acordei: enfiei a mão por baixo do tecido até tocar seu pênis de leve. Fiquei ali, acariciando de mansinho, sentindo você crescer e inchar rapidamente nas minhas mãos.

 

crédito: www.suckmypixxxel.tumblr.com

crédito: www.suckmypixxxel.tumblr.com

 

Você gemeu baixinho, mas não abriu os olhos. Os lábios entreabertos respiravam mais pesado enquanto eu te segurava e aumentava a pressão. Então você acordou, e tentou se virar. “Não se mova”, sussurrei. Puxei o lençol até te descobrir inteiro. Como sempre, você já estava pronto para mim, e começava a pingar de tesão.

 

Me sentei nas suas coxas e abaixei o rosto até lamber seus mamilos. Ficaram duros como pedra sob a minha língua. Fui beijando, lambendo, beijando e lambendo, até chegar na virilha. Ali me demorei mais. Só com a língua, fui te enlouquecendo, apesar da moleza da manhã de sábado. Abocanhei suas bolas, chupando devagar. Uma. A outra. Então lambi seu pau, começando pela base e lambuzando tudo, lentamente, até sentir seu gosto bem na ponta. Abocanhei você inteiro e suguei até a garganta.

 

Daí você não aguentou mais. Se sentou na cama, me puxou pelo ombro, me deitou de costas e me penetrou por trás. Você me sentiu encharcada e gemeu mais alto. Segurou minha bunda e, enquanto me comia, colocou a mão por baixo até tocar meu clitóris inchado. Era manhãzinha, ainda estávamos sonolentos; mas transamos com vontade.

 

Você parou, me virou e me chupou até me sentir gozar. Depois, não esperou nem que eu abrisse os olhos: abriu minhas pernas e me penetrou de novo, com força, até gozar dentro de mim.

 

Ficamos abraçados ali por não sei quanto tempo. Nos levantamos antes das 10h e, é claro, eu não tinha nem água na geladeira. Saímos para tomar um café, andando devagar, de mãos dadas. Enquanto você bebia, eu olhava seu lábios e pensava no que eles faziam comigo. Voltamos para casa, e voltamos para cama.

 

Eu não pensava em nada – acho que não tinha acordado direito, apesar do café. Você me olhou e pediu: “me deixa te chupar de novo”. Acho que senti algo quente me umedecer. Você fez tudo sozinho: tirou minha calça jeans (e olha que era skinny), puxou minha calcinha. Não tocou na blusa nem no sutiã. A missão era só a buceta.

 

Você me virou de quatro desta vez e me chupou por trás, enfiando só um dedo em mim. Não tinha pressa. Me chupava, me lambia, me fodia. Eu, com a cara enfiada no travesseiro, gemia alto e pedia mais. De olhos fechados, eu ainda conseguia ver aqueles lábios lindos, agora dedicados só a mim. Gozei gostoso, e ainda gozava enquanto você me penetrou de novo e gozou também, rápido, sem nem respirar.

 

Como eu amo as manhãs de sábado.

    Comentários   E-mail E-mail  

Homem + mulher + homem

Recebemos esta história bem legal de um casal do sul de Minas Gerais, que queria realizar a fantasia de sexo a três convidando um homem desconhecido. Pois bem, foi o que fizeram. Depois, cada um escreveu a sua versão para aquela noite gostosa. Dê uma olhada nas duas versões!

 

 

 

***

 

 

 

Relato dela

 

 

Fernando passou os últimos três anos tentando me convencer. Devagar, fui entendendo a ideia, às vezes difícil de assimilar por nós mulheres, de que a aventura seria apenas diversão, nada mais. Apesar de considerar extremamente excitante a fantasia de sexo a três, estava ainda presa a pudores e receios. Casada há 13 anos com um homem maravilhoso, companheiro e cúmplice, sempre me senti plenamente realizada no sexo. Sempre fizemos tudo o que dava vontade, temos muita confiança um no outro. Mas eu ainda pensava que a inclusão de um parceiro a mais numa transa poderia ficar apenas no campo da imaginação.

 

 
As conversas evoluíram, a vontade de realizar a fantasia foi aumentando, e Fernando nos cadastrou no sexlog. Depois de muita insistência do meu amado, acabei me rendendo a incluir fotos sensuais nossas, numa página onde antes apenas havíamos postado um convite a homens solteiros ou casais liberais que se interessassem por um encontro real e ménage masculino. Somos héteros, temos ambos 1,75 m de altura, morenos claros. Logo nossas fotos começaram a receber comentários no log (me encaixo no padrão de preferência nacional de bumbum grande) e candidatos foram surgindo…

 

 
Foi assim que conhecemos um rapaz bem interessante. Adotava o codinome de um famoso pirata e a descrição de ser um rapaz alto, como eu gosto. Parecia bem nas fotos do log, que, porém, revelavam pouco. Quando decidimos ter uma conversa com câmera, pude ver detalhes que despertaram maior interesse. A conversa foi boa, combinamos uma saída juntos, nós três, para uma pizza. Se rolasse a química, quem sabe, poderíamos agendar a tão sonhada façanha do sexo a três. Na data do encontro, senti a excitação aumentando a cada hora que passava. Nunca tinha feito algo assim… imagine, falar de coisas assim com um desconhecido! À noite me preparei para sair tentando me acalmar –vai ser uma conversa, só isso, dizia para mim mesma.

 

 
Fernando e eu fomos curtindo a breve viagem para o nosso encontro com “o pirata”. Rimos, ouvimos música e, ao chegarmos ao ponto de encontro combinado, ligamos para o amigo. Dez minutos depois, surge o carro prata em que ele disse que estaria.
Vi o rapaz descer do carro e vir até nós. Um moço alto, magro, bonito, ainda vestido com o uniforme de trabalho. Abri a porta do nosso carro e desci. Vi seus olhos (nossa, não tinha conseguido ver direito pela tela do computador… eram lindos olhos verdes!) e neles percebi uma certa surpresa: acho que ele me achou mais bonita do que imaginava. Abriu um sorriso simpático e naquele momento estava quebrado o gelo.

 

 
Fomos os três para uma pequena a aconchegante pizzaria. Era uma terça à noite, o lugar estava quase vazio. Tínhamos o ambiente perfeito para uma conversa bem franca. O pirata era um tipo agradável, de conversa ótima. Logo Fernando e ele estavam falando e rindo alegremente sobre o pessoal do log, sobre coisas do trabalho, sobre futebol… e eu aproveitava o clima de descontração para observar os dois e pensava: que sortuda eu seria de ter dois machos tão atraentes comigo na cama.
Eu sabia que, na conversa, sinais seriam dados e a informação teria que ser transmitida sobre a química… de minha parte a atração necessária já existia.

 

 

 

Crédito Fangs and blood / suckmypixxxel.tumbrl.com

 

 

Gostei do garotão de 30 e poucos, alto, magro, bonito e de boa conversa. E parecia que ele estava bem à vontade conosco. Pizza já terminada, conversávamos sobre a nossa ideia de um encontro ideal e como ele deveria ser. Nesse momento eu disse: “Acho que uma ida a um motel pra curtir a três deveria ser bem sem pressa, num dia em que ninguém tem nenhum compromisso depois”. A resposta veio rápida: “Estou muito tranquilo hoje, começo a trabalhar só amanhã às 10 da manhã.” Eu sorri, olhei para o Fernando –que ergueu a sobrancelha de modo significativo– e perguntei a nosso mais novo amigo: “Você está me provocando?”

 

 

 

Ele então me encarou, olhou bem nos meus olhos e disse : “Sim, estou louco para realizar a fantasia de vocês”. O corpo fala e responde rápido. A umidade que vinha sentindo durante a noite toda em minha tanguinha fio dental se converteu, em fração de segundos, numa calça jeans encharcada, numa excitação tamanha, como nunca sentira antes. Os dois homens me olhavam, à espera de uma resposta. O que eu pensei que seria apenas um encontro para conversar estava se convertendo numa possibilidade de realizarmos, naquela noite mesmo, a nossa primeira vez a três!

 

 
Percebi a excitação fervendo e borbulhando nos olhos do meu marido. Tive naquele olhar a resposta, sabia o que ele estava pensando… por que deixar o momento passar? A vida é uma só! Deixei o desejo falar mais alto. Resolvi desfrutar do momento e do privilégio que estava tendo. Quando respondi que sim, nosso amigo pirata deu sinais de ansiedade. Pedimos a conta na pizzaria e, 30 segundos depois, ele se queixou de que a conta estava demorando demais… Fernando e eu rimos com cumplicidade, percebendo a pressa do rapaz! Fomos para o carro.

 

 
O pirata se surpreendeu um pouco com a minha decisão de ir com ele atrás. Mas a surpresa aumentou ainda mais quando o agarrei e beijei sua boca com vontade! A partir daí, o calor tomou conta de nós. Beijos, carícias… fui abrindo os botões da minha camisa e aos poucos meus seios ficaram ao alcance do pirata, que avançou com as duas mãos, abaixou meu sutiã e os colocou na boca com apetite voraz. Minhas mãos aí já percorriam a sua virilha e, abrindo o zíper de sua calça, liberei seu pau superereto. Que sensação! Tesão total!

 

 

 
Tinha na minha bolsa, ali ao lado, um tubo de lubrificante. Rapidamente o peguei, molhei com ele minhas mãos e passei a acariciá-lo, enquanto ele lambia meus peitos, levando-me a gemer alto de prazer. Logo chegamos ao motel e, enquanto nosso amigo tomava um banho, Fernando e eu tiramos nossas roupas. Ao sair do banho, nosso amigo me viu de quatro, chupando meu marido que estava deitado na cama. Com minha mão direita, agarrei o pau do pirata, enquanto continuava chupando a delícia de marido que eu tenho… e a brincadeira começou.

 

 

 

Trocando posições, carinhos, beijos, lambidas e tudo o que tínhamos direito, passamos três horas naquela suíte de motel e, confesso, não vi as horas passarem. Parecia surreal ter dois machos ali, cada um com um dos meus seios na boca, e no momento seguinte um me comendo por trás enquanto eu chupava o outro… Loucura, luxúria, parecia que eu estava sonhando! Ao final, vi os dois gatos gozarem muito. Mas a sensação que ficou para mim foi de que fui eu a que mais recebeu, mais aproveitou. Delirei, fui às estrelas várias vezes naquela madrugada.

 

 

 

***

 

 

Relato dele

 

 
Meu nome é Fernando, tenho 45 anos, moreno claro, 1,75 m, casado há 13 anos com Cláudia, 38 anos, morena bem clara, alta, bumbum grande, coxas grossas. Somos um casal muito apaixonado um pelo outro e muito afinados em tudo. Nossa vida sexual é muito boa e costumo dizer que hoje temos uma vida melhor do que tínhamos no início do casamento. Curtimos muito filmes e brinquedinhos eróticos. Cláudia, particularmente, gosta muito de assistir a cenas de trios (com dois homens e uma mulher) e sempre percebi que isto a excitava muito.

 

 
Percebendo isso, comecei, há três anos, a conversar sobre fantasias sexuais e sobre a possibilidade de realizá-las. A princípio Cláudia não entendeu bem e achou que isto poderia ser algum problema em nosso relacionamento, porém, depois de muito conversarmos, ela compreendeu tratar-se da realização de fantasia que muito a excitava. Vencida esta etapa, fizemos um perfil em um site de casais liberais e postamos algumas fotos nossas. Através do site conhecemos muitas pessoas e conversamos com alguns homens com câmera. Esta experiência nova para ela despertou, ainda mais, o desejo de realizar a fantasia do ménage masculino e uma DP (dulpa penetração).

 

 
E foi assim que conhecemos o “pirata”, um rapaz do site com quem marcamos um encontro para comer uma pizza, nos conhecer e ver se “rolava química” para um encontro real. O encontro seria em uma cidade diferente da nossa para preservar o sigilo. No dia marcado combinamos que iríamos preparados para uma conversa, mas, se ela sentisse vontade e “rolasse a tal química”, poderíamos realizar o trio. Também tínhamos combinado que, se fosse acontecer o encontro, iríamos, os três, no nosso carro e eu deixaria que ela fosse com ele no banco de trás para começar um “quebra-gelo” e um “aquecimento” até chegarmos ao motel.

 

 
E assim aconteceu. O “pirata” deixou seu carro em um posto de gasolina e fomos no nosso carro para o motel, os dois no banco de trás. Enquanto eu dirigia podia ouvir o som da “pegação” atrás. Arrumei o espelho retrovisor de forma a possibilitar uma pequena visão daquilo que rolava. Pude ver quando o “pirata” atacou os seios de minha esposa enquanto ouvia seus sussurros de prazer. Confesso que senti um misto de ciúmes e tesão, com predomínio do tesão, o que me fez ficar com o pau super ereto.

 

 
Chegamos à suíte do motel e, enquanto o pirata tomava seu banho, comecei a dar gostosos “amassos” na minha mulher, que estava prestes a ser a principal personagem de um delicioso trio. Cláudia, aproveitando a empolgação, me colocou sentado na cama do motel e começou a fazer aquela deliciosa chupeta que só ela consegue fazer. Logo o “pirata” chegou e ela, mais do que depressa, começou a dar conta dos dois machos com uma desenvoltura que nem parecia ser sua primeira vez em um trio. Enquanto mamava um pau, fazia carícias no pau do outro e fazia rodízio para não deixar nenhum dos dois na vontade.

 

 

Crédito Just Some Sex / suckmypixxxel.tumbrl.com

 

 
O “pirata”, por sua vez, retribuía dando um trato bem gostoso em minha gata. Enquanto ela mamava meu pau, ele chupava sua buceta, seu cuzinho e fazia carinho em suas deliciosas coxas grossas. Depois de nos revezarmos algumas vezes nesta posição, resolvemos chupá-la os dois juntos. Enquanto eu mamava o seio direito, o pirata mamava o esquerdo e nossas mãos percorriam o corpo de minha gata procurando dar muito carinho a ela. Logo deixei de cuidar dos seios dela e desci com minha boca para sua deliciosa buceta cor de rosa. Foi muito excitante ouvir seus gemidos de prazer enquanto era o objeto alvo de nossas bocas e mãos.

 

 
Já estávamos muito tempo nesta “ralação” quando sugeri que o “pirata” comesse minha gata. Então, Cláudia se colocou naquela posição que é predileta. Ficou de quatro exibindo sua bunda grande e suas coxas grossas para o “pirata” que já se encontrava super excitado, doido para penetrá-la. Nesta hora, ela lembrou que tinha trazido um plug anal que possui uma pedra vermelha, como se fosse uma joia, e pediu que eu lubrificasse bem seu rabinho e o introduzisse para deixar a bunda mais bonita para a penetração do “pirata”. Isso me excitou muito! Mais do que depressa lambuzei seu cuzinho com bastante KY e introduzi a joia nele arrancando pequenos gemidos de minha linda bunduda.

 

 
O “pirata” então começou a usufruir de sua buceta, que estava bem apertadinha por causa da joia que estava no seu cuzinho. Enquanto ele comia, ela me chupava vorazmente. Era a primeira vez que Cláudia fazia sexo com dois homens e ela fazia aquilo com tanto prazer que nos deixava extremamente excitados. Depois mudamos de posição, ela se colocou deitada de costas e, enquanto eu metia meu pau em sua boca num vai e vem enlouquecido, o “pirata”, levantado suas pernas e colocando seus pés sobre seu peito, começou a comê-la na famosa posição “frango assado” dando estocadas firmes e fortes.

 

 
Ficamos umas 3 horas desfrutando deste trio, que terminou com todos gozando muito. Foi uma experiência muito boa para todos! Apesar de ter sido maravilhoso, não rolou a DP (dupla penetração), que era parte de nossa fantasia. Isto deixou em nós um gostinho de “quero mais”. Agora, enquanto lembramos do acontecido, já estamos pensando em como seria uma segunda vez onde terminaríamos realizando a tão fantasiada DP. Alguém se candidata a nos acompanhar nesta aventura de prazer?

 

 

    Comentários   E-mail E-mail  

Vinho, tequila, cerveja ou nenhum?

Por Diana

 

É verdade que o problema do lado de lá pode ser irremediável, como contamos há poucos dias. Mas se homens que bebem demais podem acabar com nossos melhores planos eróticos, o álcool também estraga tudo se as bêbadas somos nós. Já aconteceu comigo pelo menos três vezes. Para contar tudo direitinho, vamos por partes:

 

 

crédito: www.suckmypixxxel.tumblr.com

crédito: www.suckmypixxxel.tumblr.com

 

 

Parte 1 – Vinho arrasador
Era meu aniversário e eu estava apenas começando a namorar o gato. Chamei vários amigos para um barzinho e fiquei toda serelepe apresentando todo mundo e servindo espumante. O “namo” estava tomando antibióticos depois de uma infecção e não podia beber, mas eu, aparentemente, bebia pelos dois. Sim, eu sabia que não podia exagerar. Mas a noite era minha, as horas iam passando, e quanto mais tarde ficava menos eu me lembrava de quantas doses já haviam descido.

 

Lá pelas tantas o gato foi embora. Eu fiquei para trás e combinamos que ele deixaria a porta aberta para nos encontrarmos mais tarde. Só que o pessoal estava animado e, como anfitriã, eu não podia desapontar ninguém. Fui ficando, fui bebendo, passei para o vinho tinto e o inevitável aconteceu: comecei a morrer de sono. Vinho tinto comigo só serve mesmo para uma coisa – dormir.

 

De repente me deu um estalo e me lembrei de que o gato me esperava na cama. De pilequinho, sonolenta, saí do bar, tirei o salto alto e fui andando a pé, descalça, naquele chão imundo dos Jardins (São Paulo), até a casa do cara.

 

Cheguei lá com toda a intenção de ter uma noite incrível. Abri a porta devagar, andei silenciosamente (bom, na minha cabeça não fiz barulho, mas hoje acho que devo ter acordado o quarteirão inteiro) e fui até o quarto quietinha. Tirei a roupa olhando o gato dormir e pulei na cama nua. E aí…

 

Corta para o dia seguinte. Acordei com o “namo” rindo do meu lado. Simplesmente apaguei na cama pelada assim que me deitei, sem sequer encostar nele.

 

Conclusão: se a noite está para uma trepadinha, fuja do vinho. Ainda bem que existem as manhãs…

 

Parte II – O ataque de José

 

José, no caso, é meu amigo Jose Cuervo. Prefiro dizer que o ataque foi da tequila e não meu. Esse episódio aconteceu durante uma viagem ao exterior há alguns anos, com uma amiga e três amigos dela que eu ainda não conhecia. Bem, até a tequila entrar na história.

 

Cruzamos uma fronteira de carro e eu, que era a única brasileira, fui barrada, enquanto todo mundo passou rapidamente. Os oficiais de imigração implicaram que eu tinha que ter um cartão de vacinação comigo – é claro que eu não tinha. Fui de um supervisor ao outro, aguentei berros e insultos, até que finalmente alguém me deixou passar. A esta altura eu já estava à beira das lágrimas, nervosíssima, e a viagem ficou com um clima péssimo. Na estrada até a casa alugada na praia, paramos para comprar mantimentos e minha amiga sugeriu uma bebidinha para me acalmar.

 

Se você acompanha este blog já sabe que eu costumo aceitar maus conselhos, e desta vez não foi diferente. Comprei uma garrafa de tequila e começamos todos a beber assim que deixamos as malas nos quartos. Conversa vai, conversa vem, ficamos acordados até tarde. De madrugada, ainda restávamos eu e o cara mais gatinho do grupo, em quem eu já estava de olho. E aí…

 

Corta para o dia seguinte. Acordei nua, debaixo de um edredom roxo, abraçada ao cara. Momentos de pânico. Pela primeira vez na vida virei para o lado e perguntei: “desculpe… a gente transou?” Sem saber se eu estava brincando, ele disse que sim. “Usamos camisinha?” “Hum-hum”, fez ele, e disse que eu poderia conferir no lixo do banheiro. Ufa! Agora a pergunta mais importante: “Eu gostei?” “Bem”, disse ele, rindo, “me pareceu que sim”.

 

Que humilhação, pensei. O gato veio com chamegos, mas eu não tinha clima nenhum naquele momento. Ele ainda me contou que fui eu quem pulou em cima dele, e o pior é que eu acredito. Me levantei, me vesti, e fui ter com o resto do pessoal.

 

Fomos para a praia, todos fingindo que não tinha acontecido nada. Mas o sol, o mar, o calor, as férias… fui relaxando aos poucos. Antes de o sol se pôr no mar eu já estava de paqueras com o mesmo gato, que, preocupado, era todo cuidados e carinhos.

 

À noite, eu não quis beber nada. O plano era ficar totalmente sóbria pelo resto da viagem. Mas, pensei comigo, uma vez que eu já tinha dado mesmo, era melhor pelo menos saber como era. Pimba, cedi às tentativas dele e fomos de volta para a cama. Realmente devo ter gostado na noite anterior, porque o gato era ótimo: dedicado, generoso, animadíssimo. Foi uma curtição.

 

Ainda assim, depois dessa, não bebo mais tequila perto de gatos interessantes. Prefiro saber direitinho como foi tudo no dia seguinte.

 

Parte III – Rum-mance

 

Para não ficar só em tragédias neste post, vou contar também o caso de uma amiga que deve um namoro maravilhoso à coragem que o rum deu a ela certa vez. Minha amiga, que vou chamar de Michele, estava solteira e à caça. Uma prima dela encrencou que queria apresentar um colega de trabalho a Michele, certa de que os dois teriam tudo a ver. “Pode apresentar”, disse ela, depois de ver certas fotos do gatinho sem camisa praticando esportes. A prima armou tudo: inventou um jantar para amigos em sua casa, arrumou uma mesa lindíssima ao livre, e resolveu que criaria drinks fantásticos com rum.

 

Michele chegou ao jantar um pouco atrasada e já estavam todos lá, inclusive seu pretê. Acontece que ela olhou para ele e não sentiu faíscas. O rapaz não estava sem camisa (óbvio), usava óculos e, como a noite estava fria, tinha um gorro na cabeça. Ou seja: mal dava para ver o potencial do rapaz. Michele internamente achou graça da história toda e foi conversar com outros convidados, basicamente ignorando o pretê que, ele sim interessado, tentava ir se aproximando dela.

 

Mas tudo mudou depois do terceiro drink de rum que a prima de Michele preparou.

 

Existem bêbados tristes, bêbados felizes, bêbados amorosos, e existem bêbados tarados. É o caso de Michele, que assim que sentiu o rum bater começou a avaliar os contatos telefônicos para escolher quem paquerar naquela noite. Até que o pretê chegou junto e só então, já inebriada, tarada e feliz, minha amiga prestou atenção no cara. E ele não era mesmo um gato? Um rosto másculo, olhos castanho-claros por trás dos óculos, cabelos cacheados, uma barba meio dourada por fazer. Para que ligar para alguém, pensou ela, se esse gato está aqui na minha frente dando sopa?

 

Não deu outra: passaram a noite conversando. No fim do jantar, Michele até tentou ir embora, mas o rum novamente ajudou: ela tropeçou no meio-fio e caiu, ralando o joelho até tirar sangue. “Eu cuido de você”, disse o gato, que morava a dois quarteirões do lugar. Foram para a casa dele, e o pretê, um gentleman, fez um curativo, deu para ela chá de camomila e ofereceu o sofá.

 

Sofá? Não para uma Michele regada a rum. Ela riu e disse: “que bom que eu não sou homem… eu posso falar o que eu quero de verdade”. “E o que você quer?” perguntou o pretê. “Quero dormir na sua cama”, disse ela, tontinha. Pois dormiu, depois de apenas uns pegas leves, sem nem tirar a calça jeans. De manhã, sóbria, envergonhada, fez um brunch ali perto com o gato, e tiveram tudo a ver. Michele e o pretê namoram faz mais de um ano, graças ao rum.

 

****

 

OK, uma dosezinha pode fazer a noite mais divertida, mas no geral recomendamos uma percepção sensorial máxima, só possível sem muito álcool. Quem nunca? Nós aqui já. Mas cada um na sua.

 

    Comentários   E-mail E-mail  

Entorpecidos (mas não derrotados) pelo álcool

Por Rebeca

 

 

Quero pegar carona numa frase do nosso leitor Mário, no post imediatamente anterior a este, quando ele pega a gata meio bêbada numa festa e vão para um motel. O detalhe é esse “meio bêbada”. Existe um sério problema em tentar fazer sexo com alguém que esteja muito bêbado ou muito entorpecido com outras substâncias. O pau não sobe… E, por outro lado, é uma delícia quando os dois estão “meio” bêbados –o álcool dá uma malemolência divina e, em contato com uma língua quente e molhada, por exemplo, o corpo fica mais eriçado do que o normal.

 

 

Pois eis que quero contar um caso antes de frustração para depois outro de pleno êxito. Eu tinha acabado de terminar um namoro e fui me colocar à mostra no mercado dos solteiros de novo. Catei uma amiga e fomos à casa de um colega de trabalho que tinha feito uma balada monstra na casa dele, com início às 16h. Daquelas em que no local só cabem 20 pessoas e tinha umas 100… E, no meio do aperto daquela cozinha (nunca consegui chegar à sala), toda vez que tinha que dar licença para alguém abrir a geladeira, me esbarrava no gatinho –os olhares já tinham se cruzado desde a porta, e eu já estava me esbarrando de propósito nele.

 

 

Conversa vai, conversa vem, mil risadas, todo mundo super animado, já fazia umas duas horas que estávamos ali e eu louca para agarrá-lo. Mas o jogo da paquera estava ficando tão quente que era gostoso não beijá-lo de imediato. O som alto nos obrigava a chegar perto do ouvido um do outro para falar, e nessas cochichadas os lábios roçavam a orelha, o tesão era um absurdo. Pouco tempo depois trocamos a parte da frente da geladeira pela sua lateral, para que ninguém nos interrompesse nos amassos. Luz forte na cozinha, todo mundo amarrotado, bebendo loucamente, eram ainda 20h e a gente se atracando ali do lado.

 

 

Alguém teve a brilhante ideia de terminar a festa em outra festa, que uma amiga deles estava dando num bairro ali perto. Eu já não aguentava mais olhar para ninguém, queria ficar só com o gatinho. Mas ele estava com os amigos, doido para curtir mais, e foi gostoso ficar ainda só nos amassos. Parecíamos adolescentes se beijando –cada beijo de meia hora sem respirar. Mas a bebida não acabava, o tesão só aumentava e a gente resolveu, lá pela meia-noite ou sei lá que horas, partir dali. Fomos para sua casa. Bem… não demorou para irmos para o quarto e tirarmos a roupa. Mas o pau dele não subiu. Coloquei-o imediatamente na boca para ver se engrenava e nada. Bêbados, nos jogamos na cama e ali mesmo, de qualquer jeito, dormimos.

 

 

Quando despertei, o relógio marcava 6h. Eu estava tão puta com aquela bebedeira brochante que catei minha roupa e escrevi um bilhete: “Fulano, tinha um compromisso nesta manhã de domingo, grande beijo”. Sem telefone, de propósito (e rezei pelos dois meses seguintes para não encontrá-lo nas mesmas baladinhas). Algum tempo depois, achei que tinha sido um pouco de preconceito meu, coitado, afinal quem não brocha? Já deu algumas segundas chances. Mas achei, feeling, que esse cara não merecia. O pau dele mole, muito pequeno, já não me encorajava. E fiquei puta de ele não ter parado de beber a certa hora para poder me comer de pau duro.

 

 

Daí que eu me viciei em “medir” a bebida de certos pretês. Se estou num bar com algum candidato a transa, já fico preocupada se o cara é daqueles que começam a tropeçar depois de algumas horas. Uma bela alegria alcoólica a mais e está na hora de ir embora. Ou o cara é muito pica-dura para encarar barris e barris e agitar a noite inteira. Eis que numa dessas caçadas anti-exagero-no-álcool, estava num bar com umas amigas e uma delas encontrou um amigo que estava com um grupo de caras. Daqueles encontros que parece um “date” coletivo: cinco homens e cinco mulheres, todos muitos animados, solteiros, loucos para transar numa noite quente de verão e pouca roupa.

 

 

Crédito xdis-connected / suckmypixxxel.tumbrl.com

 

 

Tinha mirado o meu gatinho e nele me concentrei nos papos. Uma hora estávamos lado a lado, gargalhando, cerveja no copo, e eis que alguém pede cachaça. Sou uma negação ao misturar fermentado com destilados. No máximo, aguento um shot de cachaça ou uísque e só. Não sabia qual era a dele também. Daí que, antes que a garrafa de cachaça chegasse, mudei o papo, certeira e provocativa: “Qual o máximo que você aguenta com cerveja e cachaça sem que arruine a noite de alguém?” Ele entendeu o recado e falou: “Posso tomar uns 10 chopes fácil, mas uma dose de cachaça é o limite se eu quiser algo mais”. E eu, em seguida: “Hoje você está mais para a cachaça com amigos ou para ‘algo mais’”?

 

 

Foi a senha para ele virar um shot de vez e me beijar, com a boca ardendo de cachaça. Ficamos ali nuns amassos discretos, logo ele disse que ia ao banheiro, voltou com a nossa parte da conta já paga e disse no ouvido: “Vamos sair à francesa, aproveitando que está todo mundo disperso”. Obediente, fui atrás dele, sem olhar para trás. Fomos parar no apartamento dele, ainda abrimos uma latinha de cerveja para molhar o bico, e não nos aguentamos mais em ficar de roupa.

 

 

O tesão estava à flor da pele. Aquelas cervejas, arrematadas por uma dose de cachaça, faziam com que a lambida dele arrepiasse cada poro da minha barriga, da minha coxa, dos meus peitos. Ele também estava em êxtase: o pau duro, latejante, louco para ser chupado. E foi o que eu fiz. Estávamos entorpecidos, e curtíamos cada minuto de beijo, e língua, e chupada. E ali ficamos não sei quanto tempo até que ele me puxasse pelos quadris e me colocasse em cima dele, sentado que estava numa cadeira bem confortável. Não sei se era o álcool ou o tesão, mas lembro de ter cavalgado bem devagar, curtindo cada centímetro do pau dele dentro de mim.

 

 

E lembro que o orgasmo foi daqueles de quando estamos entorpecidos (sem querer nem poder fazer apologias…), duram uma eternidade no ápice, como se não houvesse a hora de arrefecer. Ou é a nossa imaginação que quer assim. Mas, de um jeito ou de outro, a imaginação com álcool na medida certa faz o sexo ser um tesão!

 

    Comentários   E-mail E-mail  

Um homem sem preconceitos

Depois da nossa história sobre dedo no cú dos homens, o nosso leitor Mário enviou a sua própria experiência, que vale bem a pena ser lida nesta noite de sábado. Divirtam-se!

 

 

***

 

 

Ao ler o post sobre o ponto G do homem, a expressão cú macho chamou minha atenção. Desde então relembro uma experiência que gostaria de partilhar. E, de uma certa forma, apoiar meus confrades –os machos aterrados!

 

 

Estava de rolo já havia algum tempo com uma gata. Daquelas cheias de potencial, mas com a moral baixa. Passei um bom tempo flertando até que tivemos a primeira trepada. Noite decepcionante, mas eu não desistia, confiava no potencial oculto daquela loira! Não tinha como ela ser fraca na cama… No chão… No carro… Na praia… Em qualquer lugar…! Ela exalava sexo! Pena que não sabia! E eu precisava fazer esta boa ação ao mundo, convencê-la de suas potencialidades. Comigo, claro.

 

Crédito suckmypixxxel.tumbrl.com

 

 

Finalmente tive uma segunda chance de passar uma noite com ela. Sabe daquelas festas que não vão para a frente? Todo mundo sai meio bêbado e cheio de gás, pois a festa acaba sem avisar. Pois é, dei a maior sorte de ela estar numa festa destas. Passei para buscá-la meio alta e fomos para o motel acertar umas pendências. Ela com frio, correu direto para o chuveiro quente. Fui atrás para matar minha saudade daquele corpo que tanto desejei colado no meu.

 

 

Banheiro à luz de velas. Fui ensaboando-a, fazendo massagem, apertando, sentido cada pedacinho passar pelas minhas mãos. Aquilo foi trazendo sintonia, aumentando nossa intimidade. Delícia total! É bom ter um kit motel no carro com velas aromáticas e um condicionador de cabelos (dá para usar para fazer massagem, mas é ruim como lubrificante íntimo: ao gozar arde o pau por dentro, a cobaia aqui os afirma).

 

 

Acabamos na cama, ainda meio molhados, e entre tanto roça roça passei um pouco de lubrificante no dedo, sabendo que ela gostava, fui percorrendo suavemente entre suas nádegas, até chegar na bordinha do cú. E um suave “delícia” escapou de seus lábios. Então, ali fiquei um bom tempo, beijando na boca, sentido a vagina dela cada vez mais encharcar a minha perna, que a friccionava com ritmo.

 

 

Lá pelas tantas ela decidiu me bater uma punheta. Besuntou bem meu pau e começou a apalpá-lo. Ali já senti que a sacana realmente entendia do assunto. A súcube despertara. Não era só um movimento de vaivém com a mão. Tinha requinte. Sabia a hora certa de apertar mais na base, ir devagarinho até a cabeça e dar uma torcidinha no final. Vez por outra mudava o movimento para que não me acostumasse. Torcia, puxava, agitava. Entendia tudo, que punhetão!

 

 

Do nada meteu a boca com gosto. Me conquistou! Pouco se importava com o sabor horrível daquele lubrificante todo.  Chupava com gosto, contudo com uma fome controlada, para não acabar logo a brincadeira. Enquanto chupava, ela passou mais um pouco de lubrificante, agora nas minhas bolas e ficou brincando com elas. Depois colocou a boca nas bolas, sugando gostoso cada uma delas. Impressionante a pressão certa que ela dava nos lábios e ainda conseguia manter a punheta. Acho que, se não tivesse bebido um pouco, não ia aguentar tanto tempo. Santa cerveja!

 

 

Pouco depois inverteu de novo, aquela boca sedenta de sexo voltou para meu quase esfolado pau, enquanto as hábeis mãos buscavam mais lubrificante e passavam no meu saco. Aí o olho dela mudou, ficou ainda mais voluptuoso e, com meu pau duro na boca, foi descendo seus dedos lambuzados até o meu cú. Eu estava tão envolvido e entregue ao prazer que talvez nem tenha consentido conscientemente, mas aquela deliciosa perversa deixou um pouquinho o dedo na entradinha, voltou a me olhar ainda mais profundo e enfiou o dedo! Todo! De uma vez só!

 

 

Que filha da puta, foi o que eu disse, curtindo muito meu primeiro defloramento. E ela com o falo que não saía da boca por nada só deu uma piscadinha com o olho e deixou escapar um “humhum”. Decidiu intensificar mais ainda os movimentos de vaivém no meu pueril cuzinho! Até hoje só de lembrar daquela piscadinha com o pau na boca eu o enrijeço! Me entreguei, que coisa boa, e ficamos assim mais alguns minutos. Curti demais e assumo!

 

 

Queria muito ter gozado um litro de porra na boca daquela diva sexual que me despertou um novo prazer, mas sabia que ela não gostava. Sentir a porra percorrer meu pau por dentro, dilatando o canal, meu cú apertar, minhas pernas ficarem rígidas para depois uma relaxamento total… Passei então para um oral bem gostoso nela até lhe proporcionar um merecidíssimo orgasmo. Ainda fizemos muito sexo durante a noite e eu tinha a jurisprudência para fazer no cú dela também. Mas aquela chupada aterrada ou enterrada foi sensacional!

 

 

    Comentários   E-mail E-mail